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Escrito por • 29/10/2010

apps: smart markets?…

o presidente da GSMA, rob conway, disse na futurecom [em são paulo , nesta semana] que o o número de smartphones ultrapassará o de PCs [e laptops] em 2013. o slide que mostra isso está abaixo…

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…e a fonte da previsão é o gartner group, originalmente neste link.

smartphones, por definição, estão em rede e a [quase] única forma de modificar suas funcionalidades é através da rede, instalando software que convencionamos chamar de aplicações ou apps.

num planeta de smartphones, os mercados de aplicações vão acabar sendo "redes sociais de software", quase que completamente virais. terão que ser plataformas de desenvolvimento, descoberta, aquisição, entrega, interação e evolução de aplicações, quase cada uma delas concebida e implementada como a interface de um serviço que está na rede, certamente na web 3.0, a web que nós todos podemos [e vamos] programar.

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mas os app markets de hoje ainda são espaços muito rudimentares, quase só de entrega de aplicações. em vasta quantidade, é certo; o slide acima, da amesma presentação de conway, diz que o "store" da apple tem mais de 250 mil aplicações e seis e meio bilhões de downloads e o "market", de google, passa de 80.000 apps e teria 1.4 bilhão de downloads. os dados de conway são antigos; o store tem mais de 300.000 apps e o market já tem mais de 100.000, como você pode ver neste link.

só que os mercados de apps para os smartphones podem ser tudo, menos smart, ou seja, simples, funcionais, eficientes e eficazes em prover o serviço que deveriam. até achar uma aplicação qualqeur, hoje, ainda é um problema considerável. sem falar na balcanização do mercado que mais cresce no mundo, android, que além do mercado tocado por google tem um da motorola, outro da verizon e por aí vai.

esta combinação de problemas cria uma grande oportunidade no planeta smartphone, o do desenvolvimento e estabelecimento de smart markets de aplicações móveis [e fixas, para TV, por exemplo…], mercados que só serão verdadeiramente smart quando forem redes sociais no nível 9 desta hierarquia.

dado que o tal nível 9

nove: a empresa –ou empreendimento- é uma rede social de fato; toda a conversa [corporativa] é viral e os processos de negócio, internos e externos, são realizados em comunidades das mais diversas redes sociais, inclusive e principalmente a sua.

…está lá no topo da escada de valores das redes sociais, isso não vai ser fácil de fazer e o que estamos vendo agora [os mercados atuais] são simples pontos de partida para os smart markets, as redes sociais de aplicações de um futuro bem próximo. pode apostar.

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7 Responses to apps: smart markets?…

  1. App Stores independentes como getjar.com também estão na briga, mas não são comentadas.
    Por não estarem atreladas a um fabricante de hardware são menos competitivas?

  2. App Stores independentes como getjar.com também estão na briga, mas não são comentadas.
    Por não estarem atreladas a um fabricante de hardware são menos competitivas?

  3. Maurício Alves disse:

    Sílvio, os smartphones são isso e muito mais, tanto como um mercado a ser explorado e ainda por desbravar, porém, sofrem dos mesmos efeitos de tudo o que existe na web, qual seja: a informação como a moeda de troca. Quando chegamos nesse (lucrativo) ponto da questão, nos deparamos com detalhes da internet à lenha, como o spam.
    Aqui entre nós, para quem acessa email por meio de app na telinha de um smartphone, a diferença entre o fato a a versão praticamente inexiste.
    Tanto pelo limite da própria app, quanto da plataforma, quanto da – possível, provável e única fonte de notícia, esclarecimento: um portal de informação, qualquer que seja.
    Que, devido às limitações óbvias de webdesign para mobiles, estampa suas notícias em infográficos primitivos, vídeos quase sempre limitados em relação a uma possível análise de uma notícia e textos, quando existentes, limitados a poucos parágrafos. Ou à quantidade de texto que um usuário de app tem paciência de ler na tela de um mobile.
    A votação de Marina Silva, seu eleitorado jovem (mobile) e o plebiscito religioso de 2010 são um pálido exemplo.

  4. Maurício Alves disse:

    Sílvio, os smartphones são isso e muito mais, tanto como um mercado a ser explorado e ainda por desbravar, porém, sofrem dos mesmos efeitos de tudo o que existe na web, qual seja: a informação como a moeda de troca. Quando chegamos nesse (lucrativo) ponto da questão, nos deparamos com detalhes da internet à lenha, como o spam.
    Aqui entre nós, para quem acessa email por meio de app na telinha de um smartphone, a diferença entre o fato a a versão praticamente inexiste.
    Tanto pelo limite da própria app, quanto da plataforma, quanto da – possível, provável e única fonte de notícia, esclarecimento: um portal de informação, qualquer que seja.
    Que, devido às limitações óbvias de webdesign para mobiles, estampa suas notícias em infográficos primitivos, vídeos quase sempre limitados em relação a uma possível análise de uma notícia e textos, quando existentes, limitados a poucos parágrafos. Ou à quantidade de texto que um usuário de app tem paciência de ler na tela de um mobile.
    A votação de Marina Silva, seu eleitorado jovem (mobile) e o plebiscito religioso de 2010 são um pálido exemplo.

  5. Sobre a pergunta de Telmo: “App Stores independentes… como getjar.com, são competitivas?…”

    Penso que não estão na briga com as AppStore citadas porque a tecnologia das aplicações do getjar tem foco na plataforma Java ME, e as plataformas da Apple e outros usam tecnologias próprias, não compatíveis com Java (a maioria).

    Além disso, o modelo de negócio da App Store do GetJar não é tão atrativo para remuneração para o desenvolvedor tanto quanto o modelo 70/30 das outras (70% lucro para desenvolvedor e 30% loja).

    Billing: A facilidade de integração do celular com a loja (para comprar) é o grande diferencial neste mercado. Aplicações nativas permitem o usuário comprar direto pelo celular em telefones como iPhone e Android, enquanto que no modelo GetJar o usuário tem dificuldades técnicas.

  6. Sobre a pergunta de Telmo: “App Stores independentes… como getjar.com, são competitivas?…”

    Penso que não estão na briga com as AppStore citadas porque a tecnologia das aplicações do getjar tem foco na plataforma Java ME, e as plataformas da Apple e outros usam tecnologias próprias, não compatíveis com Java (a maioria).

    Além disso, o modelo de negócio da App Store do GetJar não é tão atrativo para remuneração para o desenvolvedor tanto quanto o modelo 70/30 das outras (70% lucro para desenvolvedor e 30% loja).

    Billing: A facilidade de integração do celular com a loja (para comprar) é o grande diferencial neste mercado. Aplicações nativas permitem o usuário comprar direto pelo celular em telefones como iPhone e Android, enquanto que no modelo GetJar o usuário tem dificuldades técnicas.

  7. Sobre a pergunta de Telmo: “App Stores independentes… como getjar.com, são competitivas?…”

    Penso que não estão na briga com as AppStore citadas porque a tecnologia das aplicações do getjar tem foco na plataforma Java ME, e as plataformas da Apple e outros usam tecnologias próprias, não compatíveis com Java (a maioria).

    Além disso, o modelo de negócio da App Store do GetJar não é tão atrativo para remuneração para o desenvolvedor tanto quanto o modelo 70/30 das outras (70% lucro para desenvolvedor e 30% loja).

    Billing: A facilidade de integração do celular com a loja (para comprar) é o grande diferencial neste mercado. Aplicações nativas permitem o usuário comprar direto pelo celular em telefones como iPhone e Android, enquanto que no modelo GetJar o usuário tem dificuldades técnicas.