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Escrito por • 11/09/2008

eleições: a resposta do TSE

depois da série de textos publicada pelo blog [veja os links 1, 2, 3, 4 e 5], o TSE entrou em contato com o terra magazine e se colocou à disposição para responder nossas indagações sobre a segurança do sistema eleitoral brasileiro. abaixo, trechos do emeio que enviamos ao secretário de tecnologia da informação do TSE, giuseppe dutra janino, e as respostas que nos foram enviados pelo secretário através de sua assessoria.

blog: nossas três primeiras perguntas seriam sobre suas reações às  respostas de amilcar brunazo filho às perguntas do blog…

giuseppe lino: As perguntas que se referem a entrevista anterior feita pelo blog não serão respondidas.

blog: por que até agora o TSE não permitiu o teste de penetração solicitado pelos partidos em 2006?

giuseppe lino: A contratação da FACTI para a organização e formatação dos testes é a comprovação do interesse deste TSE em atender a solicitação dos partidos políticos e realizar os testes de vulnerabilidade.

blog: por que os relatórios apresentados pela FACTI estão sendo mantidos secretos?

giuseppe lino: A FACTI foi contratada para ajudar na organização e formatação do teste de vulnerabilidade. Os testes não foram cancelados, foram apenas adiados e a FACTI continua cumprindo os compromissos contratuais intermediários, que contemplam o planejamento e a preparação desses. Até o presente momento foi entregue apenas o primeiro produto do contrato que é o Relatório de Planejamento e nenhum teste foi realizado.

O sistema eletrônico de votação brasileiro é seguro por força de um conjunto de mecanismos de segurança que atuam de forma integrada inviabilizando qualquer tentativa de fraude. Um desses elementos é exatamente a distribuição das atividades, sem que nenhum setor ou pessoa tenha o conhecimento, com profundidade, de todo o processo. O Contrato com a FACTI, em razão da necessidade de manutenção desse não compartilhamento do conhecimento, é pautado em termo de sigilo das informações, razão pela qual os produtos derivados não são publicados. Ressalta-se porém que isso não restringirá a atuação da comunidade científica quando da realização dos testes.

blog: por que as alterações nos programas do sistema, feitas por causa do relatório FACTI, não são mostradas e explicadas aos partidos que solicitaram?

giuseppe lino: A afirmação de que os sistemas foram alterados por causa do relatório da FACTI não procede. Isso pode ser comprovado pelo seguinte fato: a Lei 9.504/97, em seu artigo 66 e a Resolução TSE nº 22.714/2008, no seu Art. 3º, estabelecem “Os partidos políticos, a Ordem dos Advogados do Brasil e o Ministério Público, a partir de 6 meses antes do primeiro turno, poderão acompanhar as fases de especificação e de desenvolvimento dos sistemas, por representantes formalmente indicados e qualificados perante a Secretaria de Tecnologia da Informação”. Assim, desde o dia 04 de abril de 2008 e até o dia 12 de setembro de 2008, quando serão lacrados e assinados digitalmente, todos os códigos de todos os sistemas estão disponíveis para verificação e quaisquer alterações realizadas nesses são apresentadas aos interessados. Cabe ressaltar que a assinatura do Contrato com a FACTI data de 06 de maio, ou seja, data posterior ao início da apresentação dos programas aos interessados. Assim, caso houvesse, qualquer alteração nos programas derivados de relatório da FACTI poderia ser observada pelos interessados.

blog: o que foi feito, pelo TSE, desde 2006, e especialmente no que diz respeito ao que microbase [veja, aqui, nota de esclarecimento da microbase, empresa responsável por um dos sistemas operacionais usados nas urnas eletrônicas] chama de… "denúncias de fraudes eleitorais estão sendo comprovadas de modo irrefutável"?

giuseppe lino: As afirmações não procedem. No passado, o sistema operacional VirtuOS, da empresa Microbase, foi utilizado nas urnas modelos 96 (descontinuada em 2002), 98 e 2000. As Leis que obrigaram a abertura dos códigos-fontes foram posteriores (Leis 10.408/2002 e 10.740/2003 que alteraram a Lei 9.504/97). Com o advento da obrigatoriedade de mostrar todos os códigos-fonte, a Unisys, fabricante dos modelos das urnas de 96 e 2002, negociou com a empresa a abertura do código-fonte em atendimento a legislação. Assim, o código-fonte do sistema operacional da UE2002 foi apresentado na cerimônia de lacração dos sistemas eleitorais em 2002. É importante esclarecer que no ano de 2002, a Justiça Eleitoral passou a utilizar Windows CE como sistema operacional das urnas e, em 2008 utilizará o Linux.

Logo, o TSE cumpriu e continua cumprindo toda a legislação vigente. Ressalte-se que Nota de Esclarecimento em questão foi uma tentativa frustrada da Microbase de exigir do TSE pagamento para abertura do código-fonte do VirtuOS, o que de fato não ocorreu.

Quanto às denúncias de fraude, como nós vivemos num país democrático, as pessoas possuem liberdade de expressão. Notadamente, existem alguns que se especializaram em criticar a urna eletrônica. O objetivo das críticas diverge da busca da lisura e da transparência do processo. Ao contrário da opinião de alguns, todas as suspeitas não foram comprovadas e por diversas vezes a Justiça Eleitoral respondeu aos questionamentos a ela dirigidos. Ressalte-se que as respostas apresentadas não ganharam destaque na mídia.

aí estão, pois, as considerações do TSE sobre o debate que este blog vem realizando. o secretário giuseppe lino resolveu nem comentar as respostas de amilcar brunazo filho ao blog e desmente, categoricamente, a noção de que possa ter havido qualquer tipo de fraude no processo eleitoral. o secretário diz também que… "as respostas apresentadas não ganharam destaque na mídia" o que, na nossa opinião, não determina que as as respostas sejam boas, ruins, certas ou erradas. o mundo sempre esteve cheio de verdades, idéias e projetos que foram solenemente ignorados pela mídia de suas épocas. na hora em que as métricas de acertos e erros da sociedade forem decididos apenas por exposição e audiência, o país certamente terá se tornado uma telenovela. talvez, por sinal, já tenha até se tornado… e este blog não saiba.

falando em não saber, o secretário nos informa que… "sobre um suposto bloqueio do blog “dia a dia, bit a bit” dentro da rede do TSE, informo que nunca houve tal restrição". então tá. o blog agradece a audiência dos colaboradores do TSE. mais dia, menos dia, voltaremos ao assunto. até lá.

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0 Responses to eleições: a resposta do TSE

  1. Silvio,
    O Secretário de TI do TSE lhe procurou depois da publicação de minhas respostas, manifestando desejo de “esclarecer” coisas que afirmei. Você, de forma muito justa, lhes concedeu o mesmo espaço, ou seja, responder a suas questões.

    A sua primeira questão era óbvia: O que ele tinha a comentar sobre as minhas respostas.

    Aberto o espaço, ele se recusa a responder a esta pergunta!!!

    Então porque ele lhe procurou?

    Como devo entender sua postura em relação às minhas denuncias? Quem cala consente?

  2. Silvio,
    O Secretário de TI do TSE lhe procurou depois da publicação de minhas respostas, manifestando desejo de “esclarecer” coisas que afirmei. Você, de forma muito justa, lhes concedeu o mesmo espaço, ou seja, responder a suas questões.

    A sua primeira questão era óbvia: O que ele tinha a comentar sobre as minhas respostas.

    Aberto o espaço, ele se recusa a responder a esta pergunta!!!

    Então porque ele lhe procurou?

    Como devo entender sua postura em relação às minhas denuncias? Quem cala consente?

  3. Alex disse:

    emeio (segunto dicionário Houaiss)

    Datação
    1817-1819 cf. EliComp

    Acepções
    – substantivo masculino
    comenos, ocasião, oportunidade

    Locuções
    nesse e.
    1 nessa oportunidade; nesse momento, nessa mesma ocasião
    2 nesse ínterim

    Etimologia
    em + meio

    Gramática
    empr. apenas nesta loc.

  4. Alex disse:

    emeio (segunto dicionário Houaiss)

    Datação
    1817-1819 cf. EliComp

    Acepções
    – substantivo masculino
    comenos, ocasião, oportunidade

    Locuções
    nesse e.
    1 nessa oportunidade; nesse momento, nessa mesma ocasião
    2 nesse ínterim

    Etimologia
    em + meio

    Gramática
    empr. apenas nesta loc.

  5. Gilvan Barbosa disse:

    Prezados, apesar de perceber que as respostas do secretário foram meio que evasivas, porém considero as explicações que o blog queria, seria o mesmo que pedir ao Pentágono informasse suas estratégias de defesa quando fosse atacado. O que é fato e todo mundo sabe, é que não existe sistema algum 100% seguro, e partindo dessa premissa exigir do TSE que explique onde pode ser os campos vulneráveis é enxugar gelo! Tá bom, o blog pode dizer: _ “Eu sei onde estão as falhas, e quero saber qual o plano B do TSE se o sistema sofrer uma tentativa de fraude.”
    Tá bom, ninguém seria idiota o suficiente a agir desta forma em se tratando de segurança!
    Não sou especialista em segurança, apenas acommpanho os fatos.
    Convenhamos, se o nosso sistema é falho, o que dizer então do sistema de furinhos em cédula americano? Ah, lá vc vai me dizer que o pessoal de lá de “mais confiança”! Está aí a sugestão, pea explicações aos responsáveis pelos sistemas de votação nos outros Países (podem ser os ricos mesmo) depois, de posse das informações faça uma comparação!!

  6. Gilvan Barbosa disse:

    Prezados, apesar de perceber que as respostas do secretário foram meio que evasivas, porém considero as explicações que o blog queria, seria o mesmo que pedir ao Pentágono informasse suas estratégias de defesa quando fosse atacado. O que é fato e todo mundo sabe, é que não existe sistema algum 100% seguro, e partindo dessa premissa exigir do TSE que explique onde pode ser os campos vulneráveis é enxugar gelo! Tá bom, o blog pode dizer: _ “Eu sei onde estão as falhas, e quero saber qual o plano B do TSE se o sistema sofrer uma tentativa de fraude.”
    Tá bom, ninguém seria idiota o suficiente a agir desta forma em se tratando de segurança!
    Não sou especialista em segurança, apenas acommpanho os fatos.
    Convenhamos, se o nosso sistema é falho, o que dizer então do sistema de furinhos em cédula americano? Ah, lá vc vai me dizer que o pessoal de lá de “mais confiança”! Está aí a sugestão, pea explicações aos responsáveis pelos sistemas de votação nos outros Países (podem ser os ricos mesmo) depois, de posse das informações faça uma comparação!!

  7. Rafael Evangelista disse:

    Os problemas são claros, as questões estão aí. O TSE age com a arrogância de sempre, de quem não deve satisfações e de quem está interessado é em não acabar com o mito do sistema seguro. A urna eletrônica é um dos episódios mais patéticos de nossa recente história política.

  8. Rafael Evangelista disse:

    Os problemas são claros, as questões estão aí. O TSE age com a arrogância de sempre, de quem não deve satisfações e de quem está interessado é em não acabar com o mito do sistema seguro. A urna eletrônica é um dos episódios mais patéticos de nossa recente história política.

  9. Hilson M.Breckenfeld Filho disse:

    em qualquer sistema é possível que a segurança seja quebrada e ainda que o t.s.e continue a dizer que não é possível a realidade é diferente e a fraude eleitoral é uma realidade.

  10. Hilson M.Breckenfeld Filho disse:

    em qualquer sistema é possível que a segurança seja quebrada e ainda que o t.s.e continue a dizer que não é possível a realidade é diferente e a fraude eleitoral é uma realidade.

  11. Paulo disse:

    Especialistas em segurança sofrem de sindrome do pãnico, como na teoria de segurança constumasse dizer que não existe sistema 100 % seguro, ficam irresponsavelmente jogando especulações ao vento para justificar sua doença.

  12. Paulo disse:

    Especialistas em segurança sofrem de sindrome do pãnico, como na teoria de segurança constumasse dizer que não existe sistema 100 % seguro, ficam irresponsavelmente jogando especulações ao vento para justificar sua doença.

  13. Silney disse:

    Já foram feitos vários tipos de auditoria durante todos esses anos, com os partidos participando, e nunca foi encontrado nenhum problema. É só pesquisar junto ao TSE que serão apresentadas todas as formas de auditoria criadas, inclusive a impressão do voto, que foi utilizada aleatoriamente em várias urnas. Tem gente que não faz nada de bom e quer aparecer às custas dos outros. E tem gente que dá espaço pra isso. Só bobagem.

  14. Silney disse:

    Já foram feitos vários tipos de auditoria durante todos esses anos, com os partidos participando, e nunca foi encontrado nenhum problema. É só pesquisar junto ao TSE que serão apresentadas todas as formas de auditoria criadas, inclusive a impressão do voto, que foi utilizada aleatoriamente em várias urnas. Tem gente que não faz nada de bom e quer aparecer às custas dos outros. E tem gente que dá espaço pra isso. Só bobagem.

  15. Valkiria Santos disse:

    Creio que tudo que é feito pelo homem como as maquinas,podem sim ser violadas,jovens violaram até computadores de segurança lá nos E.U.A.recentemente.
    Me lembrei que quando Luiza Erundina se candidatava para a prefeitura,saiu até publicado na imprensa,que quando se digitava na urna o numero da candidata,aparecia no visor outro numero!O que seria isso?Houve na època muitos comentários no próprio dia da eleição.

  16. Valkiria Santos disse:

    Creio que tudo que é feito pelo homem como as maquinas,podem sim ser violadas,jovens violaram até computadores de segurança lá nos E.U.A.recentemente.
    Me lembrei que quando Luiza Erundina se candidatava para a prefeitura,saiu até publicado na imprensa,que quando se digitava na urna o numero da candidata,aparecia no visor outro numero!O que seria isso?Houve na època muitos comentários no próprio dia da eleição.

  17. O Sr, Janino, do TSE, tenta mais uma vez enganar o leitor quando alega a necessidade de sigilo como motivo para impedir os partidos de conhecerem o relatório FACTI.

    O pedido de acesso ao relatório foi feito para ser apresentado DENTRO DO AMBIENTE CONTROLADO DO TSE, onde os representantes dos partidos só são admitidos sob cláusula rigorosa de sigilo, para exercerem seu direito por lei de poderem acompanhar do desenvolvimento do sistema eleitoral.

    A segurança do processo PARA O ELEITOR está em justamente ter monitorado o trabalho dos desenvolvedores por agentes externos.

    De outra forma poderia a sociedade saber se as medidas de segurança necessárias para resolver os problemas encontrados foram tomadas com acerto?

    Ou se os que agora conhecem as fragilidades vão apenas delas se aproveitar?

    Por que o Sr. Janino se recusa a cumprir o §. 1º do Art. 66 da Lei 9.504/97, que o próprio entrevistado citou?

    “Lei 9504, Art. 66 § 1o Todos os programas de computador de propriedade do Tribunal Superior Eleitoral, desenvolvidos por ele ou sob sua encomenda, utilizados nas urnas eletrônicas para os processos de votação, apuração e totalização, poderão ter suas fases de especificação e de desenvolvimento acompanhadas por técnicos indicados pelos partidos políticos, Ordem dos Advogados do Brasil e Ministério Público, até seis meses antes das eleições”

  18. O Sr, Janino, do TSE, tenta mais uma vez enganar o leitor quando alega a necessidade de sigilo como motivo para impedir os partidos de conhecerem o relatório FACTI.

    O pedido de acesso ao relatório foi feito para ser apresentado DENTRO DO AMBIENTE CONTROLADO DO TSE, onde os representantes dos partidos só são admitidos sob cláusula rigorosa de sigilo, para exercerem seu direito por lei de poderem acompanhar do desenvolvimento do sistema eleitoral.

    A segurança do processo PARA O ELEITOR está em justamente ter monitorado o trabalho dos desenvolvedores por agentes externos.

    De outra forma poderia a sociedade saber se as medidas de segurança necessárias para resolver os problemas encontrados foram tomadas com acerto?

    Ou se os que agora conhecem as fragilidades vão apenas delas se aproveitar?

    Por que o Sr. Janino se recusa a cumprir o §. 1º do Art. 66 da Lei 9.504/97, que o próprio entrevistado citou?

    “Lei 9504, Art. 66 § 1o Todos os programas de computador de propriedade do Tribunal Superior Eleitoral, desenvolvidos por ele ou sob sua encomenda, utilizados nas urnas eletrônicas para os processos de votação, apuração e totalização, poderão ter suas fases de especificação e de desenvolvimento acompanhadas por técnicos indicados pelos partidos políticos, Ordem dos Advogados do Brasil e Ministério Público, até seis meses antes das eleições”

  19. João disse:

    Nesse país, onde honestidade é mais rara que síndrome de Klienefelter, tudo é possível. Se levarmos em conta então toda essa palhaçada que vem ocorrendo no alto escalão do nosso governo, faz sentido desconfiar até de métodos “seguros”, como da urna..
    Lula disse: “eu sou a favor de fumar em qualquer luagr, afinal, só fuma quem é viciado”
    e da-lhe Brasil!

  20. João disse:

    Nesse país, onde honestidade é mais rara que síndrome de Klienefelter, tudo é possível. Se levarmos em conta então toda essa palhaçada que vem ocorrendo no alto escalão do nosso governo, faz sentido desconfiar até de métodos “seguros”, como da urna..
    Lula disse: “eu sou a favor de fumar em qualquer luagr, afinal, só fuma quem é viciado”
    e da-lhe Brasil!

  21. Luciano Farias disse:

    Num país tão ignorante como o nosso, realmente é um grande desafio ter um sistema eleitoral tão rápido e eficiente. Então, é óbvio que existem e sempre existirão críticas. Apenas acho que da mesma maneira que o site Terra colocou, como primeira noítica, com letras graúdase e bem destacadas que a urna é vulnerável, deveria fazer o mesmo quando se trata da resposta do TSE, pois esta aparece em letras bem menores, sem nenhum destaque.

  22. Luciano Farias disse:

    Num país tão ignorante como o nosso, realmente é um grande desafio ter um sistema eleitoral tão rápido e eficiente. Então, é óbvio que existem e sempre existirão críticas. Apenas acho que da mesma maneira que o site Terra colocou, como primeira noítica, com letras graúdase e bem destacadas que a urna é vulnerável, deveria fazer o mesmo quando se trata da resposta do TSE, pois esta aparece em letras bem menores, sem nenhum destaque.

  23. Mente e mais uma vez tenta enganar os leitores, o Sr. Janino, quando diz que “as Leis que obrigaram a abertura dos códigos-fontes foram posteriores a 2002”.

    A redação original do artigo 66 da lei 9.504 de 1997 dizia:

    “Lei 9.504 Art. 66. (redação em 1997) Os partidos e coligações poderão fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições, inclusive o preenchimento dos boletins de urna e o processamento eletrônico da totalização dos resultados, sendo-lhes garantido o conhecimento antecipado dos programas de computador a serem usados.”

    Volto a repetir o que disse em minha entrevista ao Silvio Meira: “somente separando as pessoas do administrador eleitoral, do regulamentador, do fiscal e do juiz é que poderemos construir sistemas eleitorais controlados e com resultados passíveis de conferência. Quem tem poder em excesso não vai abrir mão dele espontaneamente e, como sempre acontece, os puxa-sacos e os lambe-botas continuarão os defendendo.”

  24. Mente e mais uma vez tenta enganar os leitores, o Sr. Janino, quando diz que “as Leis que obrigaram a abertura dos códigos-fontes foram posteriores a 2002”.

    A redação original do artigo 66 da lei 9.504 de 1997 dizia:

    “Lei 9.504 Art. 66. (redação em 1997) Os partidos e coligações poderão fiscalizar todas as fases do processo de votação e apuração das eleições, inclusive o preenchimento dos boletins de urna e o processamento eletrônico da totalização dos resultados, sendo-lhes garantido o conhecimento antecipado dos programas de computador a serem usados.”

    Volto a repetir o que disse em minha entrevista ao Silvio Meira: “somente separando as pessoas do administrador eleitoral, do regulamentador, do fiscal e do juiz é que poderemos construir sistemas eleitorais controlados e com resultados passíveis de conferência. Quem tem poder em excesso não vai abrir mão dele espontaneamente e, como sempre acontece, os puxa-sacos e os lambe-botas continuarão os defendendo.”

  25. Diogenes disse:

    Não estaria o TSE esperando passar as eleições para sugerir que reformulará o sistema eleitoral? É impossível tolerar a continuação de um sistema que sabemos ser falho em sua concepção rotinas etc..
    A pergunta principal é: o candidato de hoje precisa de eleitor ou de conhecer a pessoa certa para ganhar a eleição?

  26. Diogenes disse:

    Não estaria o TSE esperando passar as eleições para sugerir que reformulará o sistema eleitoral? É impossível tolerar a continuação de um sistema que sabemos ser falho em sua concepção rotinas etc..
    A pergunta principal é: o candidato de hoje precisa de eleitor ou de conhecer a pessoa certa para ganhar a eleição?

  27. Lisiane Braga disse:

    na cidade de Santo Estêvão, na bahia, houve fraude nas urnas eletrônicas em 2000. Afirmo categoricamente por ter tido em mãos o relatório final do laudo feito pelo especialista Amílcar Brunazzo, mesmo responsável pela descoberta da fraune no painel do Senado Federal. O laudo conclusivo verificou abusos, como na urna 164, em que cabiam menos votos do que havia sido computado pela urna. Procurado na época pela candidata vítima da fraude – que foi realizada pelo técnico do TRE da Bahia Flávio Dias (que desmaiou no meio do interrogatório) – um deputado Federal perguntou se a candidata queria desmoralizar o processo eleitoral do Brasil. Pergunto, de volta: E nós, eleitores, é que teremos de ser desmoralizados??? Procurem Dr. Amílcar Brunazo – http://www.brunazo.eng.br/ Façam uma entrevista com ele e perguntem sobre o caso de Santo Estêvão. Será mesmo que iremos a mais uma eleição com as urnas tão vulneráveis?? Parece que na última eleição, em vez de parafusos haviam cravejado as urnas; e como não reconheciam falhas ridículas na segurança, se, para se fraudar uma urna, bastava desparafusá-la sem necessidade de romper o lacre de segurança?????

  28. Lisiane Braga disse:

    na cidade de Santo Estêvão, na bahia, houve fraude nas urnas eletrônicas em 2000. Afirmo categoricamente por ter tido em mãos o relatório final do laudo feito pelo especialista Amílcar Brunazzo, mesmo responsável pela descoberta da fraune no painel do Senado Federal. O laudo conclusivo verificou abusos, como na urna 164, em que cabiam menos votos do que havia sido computado pela urna. Procurado na época pela candidata vítima da fraude – que foi realizada pelo técnico do TRE da Bahia Flávio Dias (que desmaiou no meio do interrogatório) – um deputado Federal perguntou se a candidata queria desmoralizar o processo eleitoral do Brasil. Pergunto, de volta: E nós, eleitores, é que teremos de ser desmoralizados??? Procurem Dr. Amílcar Brunazo – http://www.brunazo.eng.br/ Façam uma entrevista com ele e perguntem sobre o caso de Santo Estêvão. Será mesmo que iremos a mais uma eleição com as urnas tão vulneráveis?? Parece que na última eleição, em vez de parafusos haviam cravejado as urnas; e como não reconheciam falhas ridículas na segurança, se, para se fraudar uma urna, bastava desparafusá-la sem necessidade de romper o lacre de segurança?????

  29. É ilusionismo do Sr. Janino, quando diz que “quaisquer alterações realizadas são apresentadas aos interessados” .
    São milhares de arquivos de código-fonte, milhões de linhas de código que estão sendo reescritas e modificadas até hoje, quatro dias após o prazo final, e quando se solicita quais foram as modificações feitas em função do Relatório FACTI, eles se recusam a apontar.

  30. É ilusionismo do Sr. Janino, quando diz que “quaisquer alterações realizadas são apresentadas aos interessados” .
    São milhares de arquivos de código-fonte, milhões de linhas de código que estão sendo reescritas e modificadas até hoje, quatro dias após o prazo final, e quando se solicita quais foram as modificações feitas em função do Relatório FACTI, eles se recusam a apontar.

  31. Emerson Dorneles disse:

    Ora… o TSE que me perdoe… mas até Sistemas tido como seguros como WINDOWS e outros… são inseguros… pq a urna eletrônica com um Sistema criado por brasileiros… seria seguro???

  32. Emerson Dorneles disse:

    Ora… o TSE que me perdoe… mas até Sistemas tido como seguros como WINDOWS e outros… são inseguros… pq a urna eletrônica com um Sistema criado por brasileiros… seria seguro???

  33. Marcus disse:

    Onde tem fumaça…. tem fogo. A proposito porque nos Eua não existe voto eletronico??? Será que a conferencia dos votos fica mais fácil???. Ou por que eles estão menos avançados em tecnologia???
    O TSE jamais vai admitir este erro.

  34. Marcus disse:

    Onde tem fumaça…. tem fogo. A proposito porque nos Eua não existe voto eletronico??? Será que a conferencia dos votos fica mais fácil???. Ou por que eles estão menos avançados em tecnologia???
    O TSE jamais vai admitir este erro.

  35. Roger Chadel disse:

    Luciano Farias escreveu: “é um grande desafio ter um sistema eleitoral tão rápido e eficiente”. Isso me lembra um amigo que há 20 anos botou um motor de Porsche num Fusca. Ele andava a 220 km/h. Só que ele acabou morrendo num acidente quando os freios originais não conseguiram parar o carro numa emergência. De que adianta saber o resultado de uma eleição de 115 milhões de eleitores em 3 ou 4 horas se não se tem certeza de que ele está correto? É preciso ter auditoria, recontagem dos votos, mesmo que seja apenas por amostragem.

  36. Roger Chadel disse:

    Luciano Farias escreveu: “é um grande desafio ter um sistema eleitoral tão rápido e eficiente”. Isso me lembra um amigo que há 20 anos botou um motor de Porsche num Fusca. Ele andava a 220 km/h. Só que ele acabou morrendo num acidente quando os freios originais não conseguiram parar o carro numa emergência. De que adianta saber o resultado de uma eleição de 115 milhões de eleitores em 3 ou 4 horas se não se tem certeza de que ele está correto? É preciso ter auditoria, recontagem dos votos, mesmo que seja apenas por amostragem.

  37. Marcus disse:

    Onde tem fumaça…. tem fogo. A proposito porque nos EUA não existe voto eletronico??? Será que a conferencia dos votos fica mais fácil? Dificulta a fraude??. Ou por que eles estão menos avançados em tecnologia???
    O TSE jamais vai admitir este erro.

  38. Marcus disse:

    Onde tem fumaça…. tem fogo. A proposito porque nos EUA não existe voto eletronico??? Será que a conferencia dos votos fica mais fácil? Dificulta a fraude??. Ou por que eles estão menos avançados em tecnologia???
    O TSE jamais vai admitir este erro.

  39. deOlho disse:

    Carissimos eleitores e internautas. Já se perguntaram porque nos EUA, não foi implantado o voto eletronico? Será que eles são menos avançados em tecnologia ou é possivel detectar fraudes com mais fcilidade.

  40. deOlho disse:

    Carissimos eleitores e internautas. Já se perguntaram porque nos EUA, não foi implantado o voto eletronico? Será que eles são menos avançados em tecnologia ou é possivel detectar fraudes com mais fcilidade.

  41. Roger Chadel disse:

    Valkiria, o que você relata é um dos inúmeros erros de programação da urna. Do mesmo jeito que você encontra erros no seu extrato bancário, numa conta de luz ou num sistema de reserva de passagem. Programação está sujeita a erros. O que você viu foi um erro visível. Imagine agora quantos erros passam despercebidos. A melhor maneira de eliminá-los é fazendo auditoria externa. O problema adicional que existe na urna eletrônica é que esta auditoria pode não resultar em nada, porque é possível que os programas que estarão sendo usados no dia da eleição não sejam os mesmos que foram auditados anteriormente. Numa eleição presidencial, para que uma fraude possa ter algum resultado prático, seria necessário burlar o programa que é gravado em todas as urnas. Mas numa eleição municipal, como a deste ano, modificar algumas urnas numa cidade pequena elege um vereador ou mesmo um prefeito.

  42. Roger Chadel disse:

    Valkiria, o que você relata é um dos inúmeros erros de programação da urna. Do mesmo jeito que você encontra erros no seu extrato bancário, numa conta de luz ou num sistema de reserva de passagem. Programação está sujeita a erros. O que você viu foi um erro visível. Imagine agora quantos erros passam despercebidos. A melhor maneira de eliminá-los é fazendo auditoria externa. O problema adicional que existe na urna eletrônica é que esta auditoria pode não resultar em nada, porque é possível que os programas que estarão sendo usados no dia da eleição não sejam os mesmos que foram auditados anteriormente. Numa eleição presidencial, para que uma fraude possa ter algum resultado prático, seria necessário burlar o programa que é gravado em todas as urnas. Mas numa eleição municipal, como a deste ano, modificar algumas urnas numa cidade pequena elege um vereador ou mesmo um prefeito.

  43. Aldo disse:

    Eles usam winCE !!! como afirmar que o sistema é inviolável…
    O sistema anti-fraude, com ações físicas e de software é robusto ? Claro que é, mas quem controla esses processos, ABIN ??? è estamos realmente em boas mãos… Na TV vejo ultimamente que realmente estamos em boas mãos… é uma piada.
    O sistema eleitoral do Brasil é rápido, que é bem diferente de avançado… já foi avançado, hoje é arcaico… meu note, os servidores da minha empresa… tudo é atualizado de em 18 meses, 24 meses, essas urnas são quase as mesmas do inicio do processo eleitoral “digital” –
    Acho valido esse debate, mas acima disto, isso tem que ser monitorado e certificado por organismos internacionais, coisa de gente grande, não o TSE ficar fazendo doce…
    Lembrem-se ABIN … ” nenhum dos agentes participaram da operação…” dito pelo diretor da ABIN (agencia Brasileira de Inteligência) – “… mais de 20 homens da ABIN participaram da operação… Delegado da PF – ” … não temos equipamento de escuta…” diretor da ABIN – ” … a ABIN comprou equipamentos de escuta…” ministro da Segurança –
    A ABIN que formata todo o processo de chaveamento das urnas…. una piada…
    Isso non ecsiste diria pe. Quevedo

  44. Aldo disse:

    Eles usam winCE !!! como afirmar que o sistema é inviolável…
    O sistema anti-fraude, com ações físicas e de software é robusto ? Claro que é, mas quem controla esses processos, ABIN ??? è estamos realmente em boas mãos… Na TV vejo ultimamente que realmente estamos em boas mãos… é uma piada.
    O sistema eleitoral do Brasil é rápido, que é bem diferente de avançado… já foi avançado, hoje é arcaico… meu note, os servidores da minha empresa… tudo é atualizado de em 18 meses, 24 meses, essas urnas são quase as mesmas do inicio do processo eleitoral “digital” –
    Acho valido esse debate, mas acima disto, isso tem que ser monitorado e certificado por organismos internacionais, coisa de gente grande, não o TSE ficar fazendo doce…
    Lembrem-se ABIN … ” nenhum dos agentes participaram da operação…” dito pelo diretor da ABIN (agencia Brasileira de Inteligência) – “… mais de 20 homens da ABIN participaram da operação… Delegado da PF – ” … não temos equipamento de escuta…” diretor da ABIN – ” … a ABIN comprou equipamentos de escuta…” ministro da Segurança –
    A ABIN que formata todo o processo de chaveamento das urnas…. una piada…
    Isso non ecsiste diria pe. Quevedo

  45. O secretário tem razão em apontar a falta de informação da imprensa brasileira. Quem quiser saber algo a respeito deve ler os jornais da matriz. O NY Times está cheio de notícias sobre as falhas da diebold, fabricante das urnas de cá e de lá, que está sendo processada pelo governo de Ohio, onde as últimas eleções forem um fiasco.

    Quem quiser se informar direito em português deve visitar o site http://www.votoseguro.org. Está tudo lá, mostrado, indicado, provado e documentado. Ou, então, fazer uma pesquisa no Google sobre “diebold voting machines”. Uma vida só não será suficiente para ler tudo.

    Em tempo: o Brasil ainda é um país capitalista ou já se tornou comunista e ninguém foi avisado? Qual o problema da Microbase exigir pagamento pelos seus serviços e produtos, ou mesmo divergir dos valores eventualmente propostos ou pagos pelo TSE? Até sobre isso eles querem legislar? Prestem atenção nessa voracidade de poder antes que seja tarde demais.

  46. O secretário tem razão em apontar a falta de informação da imprensa brasileira. Quem quiser saber algo a respeito deve ler os jornais da matriz. O NY Times está cheio de notícias sobre as falhas da diebold, fabricante das urnas de cá e de lá, que está sendo processada pelo governo de Ohio, onde as últimas eleções forem um fiasco.

    Quem quiser se informar direito em português deve visitar o site http://www.votoseguro.org. Está tudo lá, mostrado, indicado, provado e documentado. Ou, então, fazer uma pesquisa no Google sobre “diebold voting machines”. Uma vida só não será suficiente para ler tudo.

    Em tempo: o Brasil ainda é um país capitalista ou já se tornou comunista e ninguém foi avisado? Qual o problema da Microbase exigir pagamento pelos seus serviços e produtos, ou mesmo divergir dos valores eventualmente propostos ou pagos pelo TSE? Até sobre isso eles querem legislar? Prestem atenção nessa voracidade de poder antes que seja tarde demais.

  47. Paulo de Tarso disse:

    Senhores.

    Estava lendo os comentários desse blog e o que estou estranhando é como se o pessoal do TSE ainda estao trabalhando nos programas fontes, estao achando tanto tempo para ficar papeando em um blog. Vao trabalhar, vao justificar os altos salarios, porque se ocorrer falhas nas eleições a culpa sera desses funcionários que ficam papeando em blog em vez de irem terminar seus afazeres.

  48. Paulo de Tarso disse:

    Senhores.

    Estava lendo os comentários desse blog e o que estou estranhando é como se o pessoal do TSE ainda estao trabalhando nos programas fontes, estao achando tanto tempo para ficar papeando em um blog. Vao trabalhar, vao justificar os altos salarios, porque se ocorrer falhas nas eleições a culpa sera desses funcionários que ficam papeando em blog em vez de irem terminar seus afazeres.

  49. O pior de tudo, é ser tratado como burro, os burros que me perdoem pois tem mais vontade que seus amigos cavalos, pois num país como o nosso onde ser ¨esperto¨é voz corrente, acreditar em urna eletrônica, sem papel impresso para recontagem chega a ser hilário. Nem podemos nos abster de votar, pois temos que acreditar em uma honestidade que sabidamente é inexistente. É decepcionante!

  50. O pior de tudo, é ser tratado como burro, os burros que me perdoem pois tem mais vontade que seus amigos cavalos, pois num país como o nosso onde ser ¨esperto¨é voz corrente, acreditar em urna eletrônica, sem papel impresso para recontagem chega a ser hilário. Nem podemos nos abster de votar, pois temos que acreditar em uma honestidade que sabidamente é inexistente. É decepcionante!

  51. Viviane disse:

    Nossa esse negócio de não haver fraude 100% seguro não existe precisamos pressionar se nao vai ser mais uma noticia solta e esquecida.

  52. Viviane disse:

    Nossa esse negócio de não haver fraude 100% seguro não existe precisamos pressionar se nao vai ser mais uma noticia solta e esquecida.

  53. João Leme disse:

    Essa conversa de inviolabilidade deixa clara uma coisa.
    O interesse de alguém está sendo protegido e não seria da nação!

    Esse responsável pelas urnas devia mostrar ao menos como é possível criar esse sistema invulnerável, afinal desde que a ciência da computação surgiu jamais ninguém atingiu tal feito.

    Ou seja, em nosso país temos um prodígio!
    Prevejo alguém recebendo um prêmio Nobel!

  54. João Leme disse:

    Essa conversa de inviolabilidade deixa clara uma coisa.
    O interesse de alguém está sendo protegido e não seria da nação!

    Esse responsável pelas urnas devia mostrar ao menos como é possível criar esse sistema invulnerável, afinal desde que a ciência da computação surgiu jamais ninguém atingiu tal feito.

    Ou seja, em nosso país temos um prodígio!
    Prevejo alguém recebendo um prêmio Nobel!

  55. Robson disse:

    Em primeiro lugar gostaria de agradecer o mediador deste espaço. Segundo, se possível, peço permissão para fazer algumas perguntas ao Sr. Brunazo:

    1- Sr. Brunazo, o senhor está participando como especialista em sua área na subcomissão especial de Segurança do Voto Eletrônico?

    2- Caso seja afirmativo o senhor pode nos informar como está o andamento dos trabalhos?

    3- Caso as ponderações que o Sr. e outros integrantes fizeram em relação à fragilidade das urnas se confirme o que vai ocorrer na prática?

    4- Vivemos um momento ímpar de nossa história. Temos 600 comunidades dominadas, sejam por paramilitares ou traficantes. Faltam 10.000 policiais para a segurança pública do Rio, segundo o José Mariano Beltrame. Agora o Estado coloca os militares (a pedido do TSE) para atuar em locais de ‘perigo’, com curta atuação (três dias) nestes ambientes, substituindo o papel da Polícia Militar. Como o cidadão Brunazo vê estes fatos?

    Obrigado.

  56. Robson disse:

    Em primeiro lugar gostaria de agradecer o mediador deste espaço. Segundo, se possível, peço permissão para fazer algumas perguntas ao Sr. Brunazo:

    1- Sr. Brunazo, o senhor está participando como especialista em sua área na subcomissão especial de Segurança do Voto Eletrônico?

    2- Caso seja afirmativo o senhor pode nos informar como está o andamento dos trabalhos?

    3- Caso as ponderações que o Sr. e outros integrantes fizeram em relação à fragilidade das urnas se confirme o que vai ocorrer na prática?

    4- Vivemos um momento ímpar de nossa história. Temos 600 comunidades dominadas, sejam por paramilitares ou traficantes. Faltam 10.000 policiais para a segurança pública do Rio, segundo o José Mariano Beltrame. Agora o Estado coloca os militares (a pedido do TSE) para atuar em locais de ‘perigo’, com curta atuação (três dias) nestes ambientes, substituindo o papel da Polícia Militar. Como o cidadão Brunazo vê estes fatos?

    Obrigado.

  57. O Excelentíssimo Sr. Secretário de Informática do TSE, colocou em dúvida, em sua resposta neste blog, a lisura da conduta da Microbase, empresa com 26 anos de bons serviços prestados, no episódio referente à apresentação dos programas fontes do Sistema Operacional VirtuOS, quando alega: “Logo, o TSE cumpriu e continua cumprindo toda a legislação vigente. Ressalte-se que Nota de Esclarecimento emquestão foi uma tentativa frustrada da Microbase de exigir do TSE pagamento para abertura do código-fonte do VirtuOS, o que de fato não ocorreu”.

    Antes de tecermos esclarecimentos sob o que realmente ocorreu durante todo este período, contestamos veementemente a declaração do Exmo. Sr. Secretário de que o TSE cumpriu a legislação vigente, visto que o código fonte do VirtuOS JAMAIS foi posto a disposição de qualquer interessado direta ou indiretamente no processo eleitoral, indo de encontro à Lei que obriga a apresentação de todos os fontes.

    A Microbase celebrou com a UNISYS em 1996 e com a PROCOMP em 1998 e 2000, contratos de fornecimento que previam o licenciamento EXCLUSIVAMENTE do código objeto de seu sistema operacional para uso nas urna eletrônicas. Tais contratos foram firmados diretamente com estas empresas sem a interveniência do TSE. Portanto, antes de tudo, o TSE nunca teve nenhuma ingerência sobre tais acordos.

    Entretanto, apesar disto, em 2000 – ou seja antes da entrada em vigor da Lei que obriga a apresentação dos fontes -, O TSE entrou em contato conosco informando que os partidos políticos estavam fazendo pressão para que todos os fontes do sistema fossem apresentados pedindo que concordássemos em faze-lo. Ficou combinado que fariamos uma proposta e ficou marcada uma reunião que ocorreu nas dependências da PROCOMP, contando com a participação de representantes desta, do TSE (o Dr. Camarão, então Secretário de Informatica do TSE, entre outros, estava presente) e da Microbase da qual estavam presentes ambos os sócios-proprietários. Nesta oprtunidade, a PROCOMP se recusou a aceitar nossa proposta comercial que expandia os direitos dos contratos em vigor adicionando o direito de acesso ao fontes para efeito de auditoria.

    Como prova de boa vontade a Microbase propôs, então, que se lacrasse um envelope com um CD contendo todos os fontes do VirtuOS para que, caso houvesse futuramente concordância com a proposta feita, o envelope seria então liberado para acesso ao fontes do sistema. O envelope foi lacrado e assinado em todas as suas bordas e colas por todos os presentes. Tal envelope continua, inviolado, em posse da Microbase.

    É absolutamente inqüestionável o LEGITIMO DIREITO da Microbase em cobrar pelo acesso aos seus fontes, por se tratar de um produtoe propriedade intelectual da mesma no qual foram investidos muitos anos de trabalho e conseqüentemente muitos recursos. Houvesse a PROCOMP desde o início celebrado um contrato que vislumbrasse tal situação, o preço por cópia do sistema certamente teria sido outro. Foi esta diferença financeira que a Microbase pleiteou receber da PROCOMP.

    Apesar da recusa em aceitar nossas condições, em 2002 fomos, de novo, convocados a apresentar os fontes. Diante de nossa negativa, ficou acordado que elaborariamos um documento que ficaria disponível durante toda a semana de auditoria, o qual expunha as nossas condições para abertura de nossos fontes. Assim o fizemos e o nosso sócio, Sr. Frederico, passou toda a semana em Brasília para atender a eventuais interessados em aceitar as nossas condições para acesso aos fontes. Como já esperado por nós, não houve nenhum interessado.

    2004 não foi diferente e de novo fomos convocados. Nesta oportunidade enviamos nosso advogado para, de novo, deixar claro nossas condições e, como não foram aceitas, nem comparecemos.

    Em 2006 fomos mais uma vez convocados. Desta feita, inconformados com a insistência doentia em tentar forçar uma situação que já estava mais do que clara que não iria acontecer – abrirmos nossos fontes sem o devido ajuste no valor pago pelas cópias – resolvemos enviar nosso sócio, Sr. Octaviano, munido de uma nota de esclarecimento (a que cita o Sr. Secretário em sua resposta), a qual foi lida em plenário.

    Como se pode ver trata-se, exclusivamente, de uma questão comercial entre a Microbase e a PROCOMP sobre a qual o TSE não tem nenhuma ingerência e não deveria em nenhuma hipótese tecer qualquer comentário, muito menos pondo em dúvida a conduta de nossa empresa. A Microbase jamais assinou qualquer contrato com o TSE. O Exmo. Secretário de Informática do TSE perdeu uma enorme
    oportunidade de não se manifestar sobre assuntos que não lhe dizem respeito e sobre o qual não tem conhecimento suficiente para emitir opiniões e só o faz porque seu único objetivo é desviar o foco da
    discussão que é a respeito da segurança das urnas eletrônicas para um questão comercial que não é de sua alçada.

    Queremos aproveitar a oportunidade para dar nossa opinião, enquanto técnicos que participaram como empresa sub-contratada dos projetos de 1996, 1998 e 2000, a respeito da tão discutida segurança das Urnas Eletrônicas Brasileiras. As mesmas são, sob nossa opinião, absolutamente inseguras. Explicamos: independentemente de outros fatores que também comprometam a segurança, a possibilidade de BOOT pela unidade de disco externa é um procedimento absolutamente inadmissível, do ponto de vista de segurança, sendo a maior porta de entrada de contaminações de todos os tipos não importando o Sistema Operacional em uso. Aliás, o uso do Linux aumenta exponencialmente a possibilidade de criação de mecanismos de contaminação via boot do drive externo, uma vez que, sendo um sistema de código fonte aberto, conta com um número enorme de excelentes profissionais que conhecem profundamente o seu funcionamento desde a carga do setor de boot inicial até a sua plena entrada em funcionamento.

    Por fim, não podemos deixar de observar que as respostas do Exmo. Sr. Secretário à entrevista concedida a este blog são, no mínimo questionáveis, para não dizermos risíveis e não merecem maiores comentários de quem realmente conhece todo o contexto das eleições eletrônicas do Brasil.

    Microbase Tecnologia Serviço e Comércio Ltda.

  58. O Excelentíssimo Sr. Secretário de Informática do TSE, colocou em dúvida, em sua resposta neste blog, a lisura da conduta da Microbase, empresa com 26 anos de bons serviços prestados, no episódio referente à apresentação dos programas fontes do Sistema Operacional VirtuOS, quando alega: “Logo, o TSE cumpriu e continua cumprindo toda a legislação vigente. Ressalte-se que Nota de Esclarecimento emquestão foi uma tentativa frustrada da Microbase de exigir do TSE pagamento para abertura do código-fonte do VirtuOS, o que de fato não ocorreu”.

    Antes de tecermos esclarecimentos sob o que realmente ocorreu durante todo este período, contestamos veementemente a declaração do Exmo. Sr. Secretário de que o TSE cumpriu a legislação vigente, visto que o código fonte do VirtuOS JAMAIS foi posto a disposição de qualquer interessado direta ou indiretamente no processo eleitoral, indo de encontro à Lei que obriga a apresentação de todos os fontes.

    A Microbase celebrou com a UNISYS em 1996 e com a PROCOMP em 1998 e 2000, contratos de fornecimento que previam o licenciamento EXCLUSIVAMENTE do código objeto de seu sistema operacional para uso nas urna eletrônicas. Tais contratos foram firmados diretamente com estas empresas sem a interveniência do TSE. Portanto, antes de tudo, o TSE nunca teve nenhuma ingerência sobre tais acordos.

    Entretanto, apesar disto, em 2000 – ou seja antes da entrada em vigor da Lei que obriga a apresentação dos fontes -, O TSE entrou em contato conosco informando que os partidos políticos estavam fazendo pressão para que todos os fontes do sistema fossem apresentados pedindo que concordássemos em faze-lo. Ficou combinado que fariamos uma proposta e ficou marcada uma reunião que ocorreu nas dependências da PROCOMP, contando com a participação de representantes desta, do TSE (o Dr. Camarão, então Secretário de Informatica do TSE, entre outros, estava presente) e da Microbase da qual estavam presentes ambos os sócios-proprietários. Nesta oprtunidade, a PROCOMP se recusou a aceitar nossa proposta comercial que expandia os direitos dos contratos em vigor adicionando o direito de acesso ao fontes para efeito de auditoria.

    Como prova de boa vontade a Microbase propôs, então, que se lacrasse um envelope com um CD contendo todos os fontes do VirtuOS para que, caso houvesse futuramente concordância com a proposta feita, o envelope seria então liberado para acesso ao fontes do sistema. O envelope foi lacrado e assinado em todas as suas bordas e colas por todos os presentes. Tal envelope continua, inviolado, em posse da Microbase.

    É absolutamente inqüestionável o LEGITIMO DIREITO da Microbase em cobrar pelo acesso aos seus fontes, por se tratar de um produtoe propriedade intelectual da mesma no qual foram investidos muitos anos de trabalho e conseqüentemente muitos recursos. Houvesse a PROCOMP desde o início celebrado um contrato que vislumbrasse tal situação, o preço por cópia do sistema certamente teria sido outro. Foi esta diferença financeira que a Microbase pleiteou receber da PROCOMP.

    Apesar da recusa em aceitar nossas condições, em 2002 fomos, de novo, convocados a apresentar os fontes. Diante de nossa negativa, ficou acordado que elaborariamos um documento que ficaria disponível durante toda a semana de auditoria, o qual expunha as nossas condições para abertura de nossos fontes. Assim o fizemos e o nosso sócio, Sr. Frederico, passou toda a semana em Brasília para atender a eventuais interessados em aceitar as nossas condições para acesso aos fontes. Como já esperado por nós, não houve nenhum interessado.

    2004 não foi diferente e de novo fomos convocados. Nesta oportunidade enviamos nosso advogado para, de novo, deixar claro nossas condições e, como não foram aceitas, nem comparecemos.

    Em 2006 fomos mais uma vez convocados. Desta feita, inconformados com a insistência doentia em tentar forçar uma situação que já estava mais do que clara que não iria acontecer – abrirmos nossos fontes sem o devido ajuste no valor pago pelas cópias – resolvemos enviar nosso sócio, Sr. Octaviano, munido de uma nota de esclarecimento (a que cita o Sr. Secretário em sua resposta), a qual foi lida em plenário.

    Como se pode ver trata-se, exclusivamente, de uma questão comercial entre a Microbase e a PROCOMP sobre a qual o TSE não tem nenhuma ingerência e não deveria em nenhuma hipótese tecer qualquer comentário, muito menos pondo em dúvida a conduta de nossa empresa. A Microbase jamais assinou qualquer contrato com o TSE. O Exmo. Secretário de Informática do TSE perdeu uma enorme
    oportunidade de não se manifestar sobre assuntos que não lhe dizem respeito e sobre o qual não tem conhecimento suficiente para emitir opiniões e só o faz porque seu único objetivo é desviar o foco da
    discussão que é a respeito da segurança das urnas eletrônicas para um questão comercial que não é de sua alçada.

    Queremos aproveitar a oportunidade para dar nossa opinião, enquanto técnicos que participaram como empresa sub-contratada dos projetos de 1996, 1998 e 2000, a respeito da tão discutida segurança das Urnas Eletrônicas Brasileiras. As mesmas são, sob nossa opinião, absolutamente inseguras. Explicamos: independentemente de outros fatores que também comprometam a segurança, a possibilidade de BOOT pela unidade de disco externa é um procedimento absolutamente inadmissível, do ponto de vista de segurança, sendo a maior porta de entrada de contaminações de todos os tipos não importando o Sistema Operacional em uso. Aliás, o uso do Linux aumenta exponencialmente a possibilidade de criação de mecanismos de contaminação via boot do drive externo, uma vez que, sendo um sistema de código fonte aberto, conta com um número enorme de excelentes profissionais que conhecem profundamente o seu funcionamento desde a carga do setor de boot inicial até a sua plena entrada em funcionamento.

    Por fim, não podemos deixar de observar que as respostas do Exmo. Sr. Secretário à entrevista concedida a este blog são, no mínimo questionáveis, para não dizermos risíveis e não merecem maiores comentários de quem realmente conhece todo o contexto das eleições eletrônicas do Brasil.

    Microbase Tecnologia Serviço e Comércio Ltda.

  59. Comentário por Frederico Gregorio — 11.09.08 @ 15:56

    Com os comentários do Sr Frederico Gregorio, pela Microbase, RESTOU PROVADA a leviandade com que a Secretaria de Informática do TSE trata o povo brasileiro e, quiçá, os próprios Ministros do TSE que, pela formação estrita no campo jurídico, não possuem nenhuma obrigação de dominarem a Tecnologia da Informação.

    Espero que, com isto, os Ministros do TSE acordem para a leviana confiança que depositam em sua Secretaria de Informática, e digo “leviana” por terem sido alertados pelos infindáveis questionamentos feitos pelo Engenheiro Amilcar Brunazo Filho que, na condição de Consultor Técnico do PDT, em conjunto com a Advogada Maria Aparecida Cortiz, representam aquele Partido junto ao TSE.

    Não fosse isto, os seus reclamos sequer teriam registro naquele Tribunal Superior Eleitoral e, mesmo assim, ainda ousam proclamar que ninguém, absolutamente ninguém, jamais ousou por em dúvida a lisura do “sistema eleitoral brasileiro” !!!

  60. Comentário por Frederico Gregorio — 11.09.08 @ 15:56

    Com os comentários do Sr Frederico Gregorio, pela Microbase, RESTOU PROVADA a leviandade com que a Secretaria de Informática do TSE trata o povo brasileiro e, quiçá, os próprios Ministros do TSE que, pela formação estrita no campo jurídico, não possuem nenhuma obrigação de dominarem a Tecnologia da Informação.

    Espero que, com isto, os Ministros do TSE acordem para a leviana confiança que depositam em sua Secretaria de Informática, e digo “leviana” por terem sido alertados pelos infindáveis questionamentos feitos pelo Engenheiro Amilcar Brunazo Filho que, na condição de Consultor Técnico do PDT, em conjunto com a Advogada Maria Aparecida Cortiz, representam aquele Partido junto ao TSE.

    Não fosse isto, os seus reclamos sequer teriam registro naquele Tribunal Superior Eleitoral e, mesmo assim, ainda ousam proclamar que ninguém, absolutamente ninguém, jamais ousou por em dúvida a lisura do “sistema eleitoral brasileiro” !!!

  61. Perguntado por que não permite o teste de penetração solicitado pelos partidos em junho de 2006, o Sr. Janino também não respondeu e tergiversou: “tem interesse em permitir o teste”.

    Em audiência pública na Câmara Federal, em maio de 2007, prometeu aos Deputados que permitiria o teste em novembro de 2007.

    Reafirmou isto dentro dos autos do processo da petição PET TSE 1896/2006, como pode ser comprovado no acompanhamento de processos no saite do TSE.

    Ainda hoje, consta em:
    http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/votoeletronico/test_vuln.htm
    “Com o objetivo de melhoria contínua, o TSE incluiu o teste de
    invasão/ataque no seu plano de testes do processo de votação eletrônico para as eleições 2008.”

    Só que o teste não foi permitido, dois anos e meio depois de solicitado!

    Por que? Não tiveram tempo para permitir?

    Mais detalhes em:
    http://www.votoseguro.org/textos/penetracao1.htm

  62. Perguntado por que não permite o teste de penetração solicitado pelos partidos em junho de 2006, o Sr. Janino também não respondeu e tergiversou: “tem interesse em permitir o teste”.

    Em audiência pública na Câmara Federal, em maio de 2007, prometeu aos Deputados que permitiria o teste em novembro de 2007.

    Reafirmou isto dentro dos autos do processo da petição PET TSE 1896/2006, como pode ser comprovado no acompanhamento de processos no saite do TSE.

    Ainda hoje, consta em:
    http://www.tse.gov.br/internet/eleicoes/votoeletronico/test_vuln.htm
    “Com o objetivo de melhoria contínua, o TSE incluiu o teste de
    invasão/ataque no seu plano de testes do processo de votação eletrônico para as eleições 2008.”

    Só que o teste não foi permitido, dois anos e meio depois de solicitado!

    Por que? Não tiveram tempo para permitir?

    Mais detalhes em:
    http://www.votoseguro.org/textos/penetracao1.htm

  63. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Robson,
    1- Eu não estou participando da Subcomissão do Voto-E na Câmara. Fui ouvido em audiências públicas em 2007 quando apresentei, juntamente com a adv. Maria Aparecida Cortiz, o documento que está em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/sve2007-notatecnica.pdf
    2- A subcomissão já encerrou seus trabalhos e o relatório final pode ser visto em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/sve2007-relatorio.pdf
    Os projetos de lei sugeridos estão, agora, parados na CCJC da Câmara, sem serem postos para votação.
    3- O TSE pressiona os deputados para não votarem os projetos que impõe regras para uma fiscalização mais eficiente. Como políticos normalmente “temem” os Juízes Eleitorais que lhes pedem para “discutir um pouco mais antes de votar”, os projetos estão e devem continuar parados na CCJC.
    4- O que as urnas-e brasileiras têm a ver com o problema das milícias no RJ, é que seu equivocado método de identificar o eleitor na própria máquina de votar estimula a coação dos eleitores que lá tem ocorrido. Sobre isso, veja mais em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/cabresto3.htm

  64. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Robson,
    1- Eu não estou participando da Subcomissão do Voto-E na Câmara. Fui ouvido em audiências públicas em 2007 quando apresentei, juntamente com a adv. Maria Aparecida Cortiz, o documento que está em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/sve2007-notatecnica.pdf
    2- A subcomissão já encerrou seus trabalhos e o relatório final pode ser visto em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/sve2007-relatorio.pdf
    Os projetos de lei sugeridos estão, agora, parados na CCJC da Câmara, sem serem postos para votação.
    3- O TSE pressiona os deputados para não votarem os projetos que impõe regras para uma fiscalização mais eficiente. Como políticos normalmente “temem” os Juízes Eleitorais que lhes pedem para “discutir um pouco mais antes de votar”, os projetos estão e devem continuar parados na CCJC.
    4- O que as urnas-e brasileiras têm a ver com o problema das milícias no RJ, é que seu equivocado método de identificar o eleitor na própria máquina de votar estimula a coação dos eleitores que lá tem ocorrido. Sobre isso, veja mais em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/cabresto3.htm

  65. Claudio disse:

    Que me perdoe o Sr Brunazo, que pelo visto é a única pessoa que critica o sistema eleitoral sabendo do que está falando!

    “É preciso ter auditoria, recontagem dos votos, mesmo que seja apenas por amostragem.

    Comentário por Roger Chadel — 11.09.08 @ 10:24 ”

    O Sr já ouviu falar em votação paralela?

    Ora… o TSE que me perdoe… mas até Sistemas tido como seguros como WINDOWS e outros… são inseguros… pq a urna eletrônica com um Sistema criado por brasileiros… seria seguro???

    Comentário por Emerson Dorneles — 11.09.08 @ 10:13

    Esse aí não deve ter nascido no Brasil! E pelo visto é acionista da Microsoft, para achar o windows seguro!

    “se, para se fraudar uma urna, bastava desparafusá-la sem necessidade de romper o lacre de segurança?????

    Comentário por Lisiane Braga — 11.09.08 @ 10:07

    Essa aí acho que nunca compareceu numa cerimônia de carga de urna… Será que ela sabe que é uma cerimônia pública?

    Mas numa eleição municipal, como a deste ano, modificar algumas urnas numa cidade pequena elege um vereador ou mesmo um prefeito.

    Comentário por Roger Chadel — 11.09.08 @ 10:38

    Esse aí não deve saber o que é Tabela de Correspondência…

    Caríssimos eleitores e internautas. Já se perguntaram porque nos EUA, não foi implantado o voto eletrônico? Será que eles são menos avançados em tecnologia ou é possível detectar fraudes com mais facilidade.

    Comentário por deOlho — 11.09.08 @ 10:30

    Se a nossa legislação eleitoral fosse compatível com a deles seria uma pergunta interessante…

    Por fim,não podemos deixar de observar que as respostas do Exmo. Sr. Secretário à entrevista concedida a este blog são, no mínimo questionáveis, para não dizermos risíveis e não merecem maiores comentários de quem realmente conhece todo o contexto das eleições eletrônicas do Brasil.

    Microbase Tecnologia Serviço e Comércio Ltda.

    Comentário por Frederico Gregorio — 11.09.08 @ 15:56

    Obviamente, defendendo seu produto.. O Sr Frederico tem absoluta razão em dizer que a urna pode ser dado “boot” pela unidade de disco externa. Também absoluta razão em dizer que esta é a principal causa de infecções.. O Sr Frederico, apenas pecou em não mencionar como os boletins de urna são lidos e processados assim que chegam na máquina totalizadora. Novamente, a questão da tabela de correspondência nos salva.

    Concordo que o TSE sempre fez descaso com relação a lisura do processo eleitoral. Porém não significa que o mesmo não o seja!

    É capaz até mesmo que alguns achem que o antigo sistema de contagem seja mais *SEGURO*!

    Quanto a fraude, qual o sistema que não pode ser fraudado? A questão é: Qual o custo? Será que fraudar uma eleição é tão simples como as pessoas dizem?

    Deixo esta pergunta para que a consciência dos senhores responda.

    Nós, brasileiros, estamos inclinados demais a desqualificar qualquer trabalho que um outro brasileiro faça. Até onde vamos dessa maneira?

  66. Claudio disse:

    Que me perdoe o Sr Brunazo, que pelo visto é a única pessoa que critica o sistema eleitoral sabendo do que está falando!

    “É preciso ter auditoria, recontagem dos votos, mesmo que seja apenas por amostragem.

    Comentário por Roger Chadel — 11.09.08 @ 10:24 ”

    O Sr já ouviu falar em votação paralela?

    Ora… o TSE que me perdoe… mas até Sistemas tido como seguros como WINDOWS e outros… são inseguros… pq a urna eletrônica com um Sistema criado por brasileiros… seria seguro???

    Comentário por Emerson Dorneles — 11.09.08 @ 10:13

    Esse aí não deve ter nascido no Brasil! E pelo visto é acionista da Microsoft, para achar o windows seguro!

    “se, para se fraudar uma urna, bastava desparafusá-la sem necessidade de romper o lacre de segurança?????

    Comentário por Lisiane Braga — 11.09.08 @ 10:07

    Essa aí acho que nunca compareceu numa cerimônia de carga de urna… Será que ela sabe que é uma cerimônia pública?

    Mas numa eleição municipal, como a deste ano, modificar algumas urnas numa cidade pequena elege um vereador ou mesmo um prefeito.

    Comentário por Roger Chadel — 11.09.08 @ 10:38

    Esse aí não deve saber o que é Tabela de Correspondência…

    Caríssimos eleitores e internautas. Já se perguntaram porque nos EUA, não foi implantado o voto eletrônico? Será que eles são menos avançados em tecnologia ou é possível detectar fraudes com mais facilidade.

    Comentário por deOlho — 11.09.08 @ 10:30

    Se a nossa legislação eleitoral fosse compatível com a deles seria uma pergunta interessante…

    Por fim,não podemos deixar de observar que as respostas do Exmo. Sr. Secretário à entrevista concedida a este blog são, no mínimo questionáveis, para não dizermos risíveis e não merecem maiores comentários de quem realmente conhece todo o contexto das eleições eletrônicas do Brasil.

    Microbase Tecnologia Serviço e Comércio Ltda.

    Comentário por Frederico Gregorio — 11.09.08 @ 15:56

    Obviamente, defendendo seu produto.. O Sr Frederico tem absoluta razão em dizer que a urna pode ser dado “boot” pela unidade de disco externa. Também absoluta razão em dizer que esta é a principal causa de infecções.. O Sr Frederico, apenas pecou em não mencionar como os boletins de urna são lidos e processados assim que chegam na máquina totalizadora. Novamente, a questão da tabela de correspondência nos salva.

    Concordo que o TSE sempre fez descaso com relação a lisura do processo eleitoral. Porém não significa que o mesmo não o seja!

    É capaz até mesmo que alguns achem que o antigo sistema de contagem seja mais *SEGURO*!

    Quanto a fraude, qual o sistema que não pode ser fraudado? A questão é: Qual o custo? Será que fraudar uma eleição é tão simples como as pessoas dizem?

    Deixo esta pergunta para que a consciência dos senhores responda.

    Nós, brasileiros, estamos inclinados demais a desqualificar qualquer trabalho que um outro brasileiro faça. Até onde vamos dessa maneira?

  67. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Confirmo o que disse o Sr. Frederico da Microbase, que a maior fragilidade das nossas urnas eletrônicas, para efeito de adulteração maliciosa do software, é a possibilidade de se dar BOOT pela flash-card externa, associada à possibilidade de se reprogramar o BIOS por software.

    Por isto afirmei, na segunda parte de minhas respostas, minha preocupação com os Flashs de Carga que podem infectar dezenas de urnas, explorando o BOOT externo.

    Em eleições municipais está falha de segurança pode causar grandes estragos principalmente porque o processo adotado não permite que se confira o resultado de uma urna para saber se desviou votos ou não.

    Deve ser por temer que tenhamos sucesso na exploração desta falha, que o Sr. Secretário de TI do TSE não nos permite fazer a demonstração (teste de penetração).

  68. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Confirmo o que disse o Sr. Frederico da Microbase, que a maior fragilidade das nossas urnas eletrônicas, para efeito de adulteração maliciosa do software, é a possibilidade de se dar BOOT pela flash-card externa, associada à possibilidade de se reprogramar o BIOS por software.

    Por isto afirmei, na segunda parte de minhas respostas, minha preocupação com os Flashs de Carga que podem infectar dezenas de urnas, explorando o BOOT externo.

    Em eleições municipais está falha de segurança pode causar grandes estragos principalmente porque o processo adotado não permite que se confira o resultado de uma urna para saber se desviou votos ou não.

    Deve ser por temer que tenhamos sucesso na exploração desta falha, que o Sr. Secretário de TI do TSE não nos permite fazer a demonstração (teste de penetração).

  69. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Confirmo o que disse a Sra. Lisianne, de que até 2000, era possível se trocar a memória interna das urnas eletrönicas soltando apenas 4 parafusos SEM QUEBRAR OS LACRES.

    Isto foi comprovado em uma perícia no TRE da Bahia. Ver detalhes em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/stoestevao1.htm

  70. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Confirmo o que disse a Sra. Lisianne, de que até 2000, era possível se trocar a memória interna das urnas eletrönicas soltando apenas 4 parafusos SEM QUEBRAR OS LACRES.

    Isto foi comprovado em uma perícia no TRE da Bahia. Ver detalhes em:
    http://www.brunazo.eng.br/voto-e/textos/stoestevao1.htm

  71. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Sr. Cláudio,
    1- Eu não sou a única pessoa que conhece as fragilidades das urnas eletrônicas. Conheço outras pessoas que também sabem como fraudá-la. Só não são de colocar a boca-no-trombone como eu.
    2- Nossa proposta para demonstrar como atacar as urnas (teste de penetração) inclui burlar as tabelas de correspondências a o teste de votação paralela.
    Você pode não saber como se pode burlá-las, mas muitos sabem.

  72. Amilcar Brunazo Filho disse:

    Sr. Cláudio,
    1- Eu não sou a única pessoa que conhece as fragilidades das urnas eletrônicas. Conheço outras pessoas que também sabem como fraudá-la. Só não são de colocar a boca-no-trombone como eu.
    2- Nossa proposta para demonstrar como atacar as urnas (teste de penetração) inclui burlar as tabelas de correspondências a o teste de votação paralela.
    Você pode não saber como se pode burlá-las, mas muitos sabem.

  73. Robson disse:

    Sr. Brunazo, é correto afirmar que nas condições atuais das urnas eletrônicas, somadas as formas de coações existentes, pode-se concluir que o prosseguimento desta eleição estará passível de nulidade a votação? Como diz o artigo 222 do Código Eleitoral:

    Código Eleitoral – L-004.737-1965
    Parte Quarta
    Das Eleições
    Título V
    Da Apuração
    Capítulo VI
    Das Nulidades da Votação

    Art. 222. É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação, uso de meios de que trata o Art. 237, ou emprego de processo de propaganda ou cotação de sufrágios vedado por lei.

    Obrigado.

  74. Robson disse:

    Sr. Brunazo, é correto afirmar que nas condições atuais das urnas eletrônicas, somadas as formas de coações existentes, pode-se concluir que o prosseguimento desta eleição estará passível de nulidade a votação? Como diz o artigo 222 do Código Eleitoral:

    Código Eleitoral – L-004.737-1965
    Parte Quarta
    Das Eleições
    Título V
    Da Apuração
    Capítulo VI
    Das Nulidades da Votação

    Art. 222. É também anulável a votação, quando viciada de falsidade, fraude, coação, uso de meios de que trata o Art. 237, ou emprego de processo de propaganda ou cotação de sufrágios vedado por lei.

    Obrigado.

  75. Roger Chadel disse:

    Cláudio,
    Vou me ater às provocações contra mim, deixando aos outros a oportunidade de desmenti-lo.
    1. Se você conhece a votação paralela, sabe que não tem absolutamente nada a ver com auditoria. Auditoria é o processo de analisar, com toda a liberdade, um processo, do início ao fim. A votação paralela, que tem seus méritos, peca por não representar uma eleição de verdade. Eu sei, como sabe qualquer programador, analisar dentro do programa, o tempo que leva o eleitor para votar. E se eu quiser fazer uma fraude não detectada na votação paralela, é só acionar essa fraude se o tempo de votação for inferior a 1 minuto, por exemplo. Você sabe perfeitamente que o processo de votação paralela, por causa dos procedimentos, leva bem mais do que isso.
    2. Conheço a Tabela de Correspondência, e conheço vários meios de burlá-la, o que não é vantagem, tem gente que conhece muito mais. Mas o maior problema, Cláudio, não é esse. É a fiscalização. Dizer que os partidos não se preparam para fiscalizar é verdade, mas que partido você conhece que tem estrutura para fiscalizar 450 mil urnas? Você sabia que há lugares onde os eleitores votaram em urnas clonadas, enquanto que as verdadeiras estavam na casa do fraudador, votando pelos eleitores da seção? No fim do dia é essa urna que vai para o TRE e a que foi usada na seção vai para o lixo. Pode falar em assinatura digital, Tabela de Correspondência, tudo isso não interessa, porque foi usada a urna legítima. E por que isso acontece? Porque não há fiscais que consigam detectar isso. Por isso eu disse que isso ocorre em eleições municipais, seria praticamente impossível usar desse artifício em eleições estaduais ou nacionais.
    Cláudio, pare de se enganar. Ninguém está dizendo que quer a volta das urnas de lona, só queremos melhorar esta. Se você mesmo diz “Quanto a fraude, qual o sistema que não pode ser fraudado? A questão é: Qual o custo? Será que fraudar uma eleição é tão simples como as pessoas dizem?” esse argumento é o melhor de todos para justificar melhorias na urna. Antes da urna eletrônica havia milhares de fraudes, feitas por gente que conhecia muito bem o sistema. A urna eletrônica acabou com isso. Mas será que a urna também tem o mérito de transformar todo mundo em honesto? Se você vasculhar o TSE, ao qual pelo jeito você tem acesso, encontrará inúmeras situações, nesses 10 anos de eleições eletrônica onde houve problemas, que podem ser tanto erros de software, de hardware ou fraudes. E em número cada vez maior, mostrando que as pessoas estão aos poucos se especializando. Essas falhas não vêm a público porque existe um interesse muito grande em se esconder esses problemas. Mas o fórum do Voto Seguro as denuncia. Só não vê quem não quer. Você também quer tapar o sol com a peneira? Vamos parar de criticar os que levantam os problemas e vamos ajudar a melhorar essa urna.

  76. Roger Chadel disse:

    Cláudio,
    Vou me ater às provocações contra mim, deixando aos outros a oportunidade de desmenti-lo.
    1. Se você conhece a votação paralela, sabe que não tem absolutamente nada a ver com auditoria. Auditoria é o processo de analisar, com toda a liberdade, um processo, do início ao fim. A votação paralela, que tem seus méritos, peca por não representar uma eleição de verdade. Eu sei, como sabe qualquer programador, analisar dentro do programa, o tempo que leva o eleitor para votar. E se eu quiser fazer uma fraude não detectada na votação paralela, é só acionar essa fraude se o tempo de votação for inferior a 1 minuto, por exemplo. Você sabe perfeitamente que o processo de votação paralela, por causa dos procedimentos, leva bem mais do que isso.
    2. Conheço a Tabela de Correspondência, e conheço vários meios de burlá-la, o que não é vantagem, tem gente que conhece muito mais. Mas o maior problema, Cláudio, não é esse. É a fiscalização. Dizer que os partidos não se preparam para fiscalizar é verdade, mas que partido você conhece que tem estrutura para fiscalizar 450 mil urnas? Você sabia que há lugares onde os eleitores votaram em urnas clonadas, enquanto que as verdadeiras estavam na casa do fraudador, votando pelos eleitores da seção? No fim do dia é essa urna que vai para o TRE e a que foi usada na seção vai para o lixo. Pode falar em assinatura digital, Tabela de Correspondência, tudo isso não interessa, porque foi usada a urna legítima. E por que isso acontece? Porque não há fiscais que consigam detectar isso. Por isso eu disse que isso ocorre em eleições municipais, seria praticamente impossível usar desse artifício em eleições estaduais ou nacionais.
    Cláudio, pare de se enganar. Ninguém está dizendo que quer a volta das urnas de lona, só queremos melhorar esta. Se você mesmo diz “Quanto a fraude, qual o sistema que não pode ser fraudado? A questão é: Qual o custo? Será que fraudar uma eleição é tão simples como as pessoas dizem?” esse argumento é o melhor de todos para justificar melhorias na urna. Antes da urna eletrônica havia milhares de fraudes, feitas por gente que conhecia muito bem o sistema. A urna eletrônica acabou com isso. Mas será que a urna também tem o mérito de transformar todo mundo em honesto? Se você vasculhar o TSE, ao qual pelo jeito você tem acesso, encontrará inúmeras situações, nesses 10 anos de eleições eletrônica onde houve problemas, que podem ser tanto erros de software, de hardware ou fraudes. E em número cada vez maior, mostrando que as pessoas estão aos poucos se especializando. Essas falhas não vêm a público porque existe um interesse muito grande em se esconder esses problemas. Mas o fórum do Voto Seguro as denuncia. Só não vê quem não quer. Você também quer tapar o sol com a peneira? Vamos parar de criticar os que levantam os problemas e vamos ajudar a melhorar essa urna.

  77. LIANI disse:

    OI!
    SOBRE O QUE COMENTEI.
    SEGUE REPORTAGEM DAS URNAS ELETRONICAS.

  78. LIANI disse:

    OI!
    SOBRE O QUE COMENTEI.
    SEGUE REPORTAGEM DAS URNAS ELETRONICAS.

  79. LIANI disse:

    BOM DIA!

    ESTOU ENVIANDO A REPORTAGEM,REFERENTE MAIS UM
    FURO ELEITORAL NESTE PAIS.
    VAMOS FORMAR OPINIÕES.
    ABRAÇOS
    LIANI

  80. LIANI disse:

    BOM DIA!

    ESTOU ENVIANDO A REPORTAGEM,REFERENTE MAIS UM
    FURO ELEITORAL NESTE PAIS.
    VAMOS FORMAR OPINIÕES.
    ABRAÇOS
    LIANI

  81. Paulo Iaccia disse:

    Por que não se permite o teste?. Já que se propaga que as urnas eletrônicas são tão seguras. Sistemas conhecidos como extremamente seguros já foram fraudados, porque o nosso não pode considerando as citações neste blog. Só neste país, onde se festeja o NADA e a MISÉRIA.

  82. Paulo Iaccia disse:

    Por que não se permite o teste?. Já que se propaga que as urnas eletrônicas são tão seguras. Sistemas conhecidos como extremamente seguros já foram fraudados, porque o nosso não pode considerando as citações neste blog. Só neste país, onde se festeja o NADA e a MISÉRIA.

  83. Arthur disse:

    Estou abismado. A grande imprensa não tem dado o devido destaque a este debate.
    O TSE deve ser pressionado para responder a cada uma das questões levantadas pelos especialistas. Testes devem ser feitos ininterruptamente, porque uma coisa é absolutamente certa: NÃO HÁ SISTEMA SEGURO. O que se pode fazer é tornar as tentativas de corrupção cada vez mais caras, de modo que o custo não compense o eventual benefício. Deve-se implementar soluções de segurança antes que sejam disseminadas práticas de violação.
    Vamo botar a boca no trombone.

  84. Arthur disse:

    Estou abismado. A grande imprensa não tem dado o devido destaque a este debate.
    O TSE deve ser pressionado para responder a cada uma das questões levantadas pelos especialistas. Testes devem ser feitos ininterruptamente, porque uma coisa é absolutamente certa: NÃO HÁ SISTEMA SEGURO. O que se pode fazer é tornar as tentativas de corrupção cada vez mais caras, de modo que o custo não compense o eventual benefício. Deve-se implementar soluções de segurança antes que sejam disseminadas práticas de violação.
    Vamo botar a boca no trombone.

  85. Antonio disse:

    Pelo visto, Não temos a garantia de cidadania, nem mesmo do Poder Judiciário. Se por leviandade ou mal intensionamento, o mais flagrante é o descaso e o abandono desse poder ao que se refere ao direito constitucional de maior importância do povo brasileiro, que é a escolha de seus lesgiladores. Isso é DEMOCRACIA ???????????

  86. Antonio disse:

    Pelo visto, Não temos a garantia de cidadania, nem mesmo do Poder Judiciário. Se por leviandade ou mal intensionamento, o mais flagrante é o descaso e o abandono desse poder ao que se refere ao direito constitucional de maior importância do povo brasileiro, que é a escolha de seus lesgiladores. Isso é DEMOCRACIA ???????????

  87. Ricardo disse:

    Uma coisa é certa: Se alguém sério possui alguma coisa séria a discutir sobre uma questão séria como a votação eletrônica, não o deveria estar fazendo em um blog aberto à toda a internet. Existem canais mais eficientes e sigilosos para isso, ajudando o (que deveria ser o) maior interesse de todos: a lisura das eleições

  88. Ricardo disse:

    Uma coisa é certa: Se alguém sério possui alguma coisa séria a discutir sobre uma questão séria como a votação eletrônica, não o deveria estar fazendo em um blog aberto à toda a internet. Existem canais mais eficientes e sigilosos para isso, ajudando o (que deveria ser o) maior interesse de todos: a lisura das eleições

  89. Como age o TSE por trás das cortinas, longe das lentes televisivas:

    —–Mensagem original—–
    De: votoeletronico@googlegroups.com [mailto:votoeletronico@googlegroups.com] Em nome de Amilcar Brunazo Filho
    Enviada em: domingo, 14 de setembro de 2008 09:53
    Para: Fórum do Voto Eletrônico; CIVILIS; Fórum da Cidadania em Santos
    Assunto: {VotoEletronico} DECLARAÇÃO PÚBLICA – sobre a Lacração dos Sistemas Eleitorais

    DECLARAÇÃO PÚBLICA do PDT apresentada ao final da Cerimônia de
    Assinatura e Lacração dos Sistemas Eleitorais de 2008 no TSE, ocorrida
    entre os dias 08 e 12 de setembro.

    Nela são denunciados fatos ocorrido dentro do processo de
    desenvolvimento que contradizem a alegada transparência
    eleitoral, tais como:

    – foi negado aos partidos conhecerem os Relatórios FACTI-CenPRA que
    apontavam vulnerabilidades na segurança das urnas eletrônicas, impedindo
    aos partidos poder verificar se foram sanadas as vulnerabilidades
    conhecidas e encontradas.

    – houve casos em que o código-fonte compilado para assinatura e lacração
    era diferente do que era mostrado para consulta dos partidos.

    Porém, para que o declarado ficasse escondido da sociedade e
    CONFIGURANDO PURO ABUSO DE AUTORIDADE, esta Declaração Pública, apesar
    de formalmente apresentada (com documento devidamente protocolado)
    dentro da cerimônia, NÃO FOI INCLUIDA NA ATA OFICIAL produzida pelo TSE.

    Obs.: Se fossem falsas estas afirmações, certamente o declarante seria
    processado pelo administrador eleitoral. Mas não fomos processados, nem
    seremos, porque o que afirmamos pode ser provado em juizo.

    Eng. Amilcar Brunazo Filho
    Representante Técnico do PDT junto ao TSE

    ___________________________________________________
    DECLARAÇÃO PÚBLICA

    Referente à

    Cerimônia de Assinatura e Lacração dos Sistemas Eleitorais de 2008 no TSE

    O Partido Democrático Trabalhista – PDT, já qualificado, por seus
    representantes regularmente credenciados, tendo apresentado sugestões
    para as resoluções do TSE em fevereiro de 2008, tendo acompanhado a
    apresentação e desenvolvimento dos sistemas eleitorais desde seu inicio
    em abril de 2008 e, agora, tendo participado Cerimônia de Assinatura e
    Lacração dos Sistemas Eleitorais, para que se registre na ata desta
    referida cerimônia e para contribuir para futuros aperfeiçoamentos do
    processo como um todo, apresenta DECLARAÇÃO PÚBLICA nos termos que se
    seguem:

    1)A adoção do sistema operacional aberto Linux nas urnas eletrônicas
    contribuiu positivamente para o incremento da transparência,
    simplificação e inteligibilidade do conjunto de programas utilizados nas
    urnas eletrônicas;

    2)Mesmo simplificado em relação aos anos anteriores, o sistema ainda
    apresenta porte suficientemente grande para tornar inviável sua
    avaliação com segurança pelas entidades interessadas, dificuldade
    agravada pelas modificações feitas nos programas-fonte até a última hora
    antes da compilação;

    3)A rigor, sobre as versões finais de muitos subsistemas, restaram
    poucas horas e, às vezes, minutos para a avaliação final sobre os
    programas apresentados para a compilação, como se pode constatar pela
    datas registradas nos arquivos fonte e respectivos compilados;

    4)Ocorreu falta de sincronia na apresentação dos códigos-fontes para
    avaliação, constatando-se casos em que, em dado momento, o código-fonte
    já compilado era versão diferente do disponibilizado para análise;

    5)Por força do Contrato TSE 032/2008, as entidades denominadas FACTI e
    CenPRA, apresentaram relatórios parciais onde se apontam sugestões para
    correção de vulnerabilidades detectadas nos sistemas, sugestões estas
    que provocaram alterações diretas nos programas-fonte.

    6)Nosso pedido para conhecer os relatórios da FACTI não foi atendido,
    restringido, desta forma, o direito dado pelo § 1º do Art. 66 da Lei
    9.504/97;

    7)A esta negativa somou-se à negativa de informar quais foram as
    modificações feitas no código-fonte por influência dos relatórios da FACTI.

    8)A simples afirmação de que as recomendações da FACTI são de pouca
    importância não merece nosso crédito considerando a negativa de
    apresentá-las. Também não merece crédito a alegada necessidade de
    sigilo, visto termos assinado o compromisso de sigilo exigido.

    9)Sob estas condições, tornou-se impossível conferir se as
    vulnerabilidades apontadas foram sanadas uma vez as citadas modificações
    estavam dispersas e não identificadas entre milhões de linhas de
    código-fonte.

    10) Também não foram aceitas as sugestões formais apresentadas peloPDT
    para dar maior confiabilidade para os procedimentos de verificação de
    assinaturas digitais.

    11) Não podendo contar com regras de verificação de assinaturas
    confiáveis, o PDT teve que optar por não apor sua assinatura digital
    sobre os sistemas produzidos.

    Por fim, o PDT declara que nossa participação ao longo de todo o
    processo de desenvolvimento dos sistemas eleitorais e, especialmente,
    nossa assinatura MANUAL na ata da Cerimônia de Compilação, Assinatura e
    Lacração dos Sistemas Eleitorais de 2008 não significa nossa aprovação e
    validação do Sistema Eleitoral Informatizado por este ainda incluir
    procedimentos e codificação impossíveis de serem avaliados na prática.

    Nestes Termos, aguarda-se inclusão desta
    DECLARAÇÃO na ATA final da Cerimônia de Lacração dos Sistemas Eleitorais
    de 2008

    Brasília, 12 de setembro de 2008.
    Assinam,
    Sr. Osvaldo Peres Maneschy – Assessor da Presidência do PDT
    Adv. Maria Aparecida Silva da Rocha Cortiz – Advogada do PDT
    Eng. Amílcar Brunazo Filho – Representante Técnico do PDT

  90. Como age o TSE por trás das cortinas, longe das lentes televisivas:

    —–Mensagem original—–
    De: votoeletronico@googlegroups.com [mailto:votoeletronico@googlegroups.com] Em nome de Amilcar Brunazo Filho
    Enviada em: domingo, 14 de setembro de 2008 09:53
    Para: Fórum do Voto Eletrônico; CIVILIS; Fórum da Cidadania em Santos
    Assunto: {VotoEletronico} DECLARAÇÃO PÚBLICA – sobre a Lacração dos Sistemas Eleitorais

    DECLARAÇÃO PÚBLICA do PDT apresentada ao final da Cerimônia de
    Assinatura e Lacração dos Sistemas Eleitorais de 2008 no TSE, ocorrida
    entre os dias 08 e 12 de setembro.

    Nela são denunciados fatos ocorrido dentro do processo de
    desenvolvimento que contradizem a alegada transparência
    eleitoral, tais como:

    – foi negado aos partidos conhecerem os Relatórios FACTI-CenPRA que
    apontavam vulnerabilidades na segurança das urnas eletrônicas, impedindo
    aos partidos poder verificar se foram sanadas as vulnerabilidades
    conhecidas e encontradas.

    – houve casos em que o código-fonte compilado para assinatura e lacração
    era diferente do que era mostrado para consulta dos partidos.

    Porém, para que o declarado ficasse escondido da sociedade e
    CONFIGURANDO PURO ABUSO DE AUTORIDADE, esta Declaração Pública, apesar
    de formalmente apresentada (com documento devidamente protocolado)
    dentro da cerimônia, NÃO FOI INCLUIDA NA ATA OFICIAL produzida pelo TSE.

    Obs.: Se fossem falsas estas afirmações, certamente o declarante seria
    processado pelo administrador eleitoral. Mas não fomos processados, nem
    seremos, porque o que afirmamos pode ser provado em juizo.

    Eng. Amilcar Brunazo Filho
    Representante Técnico do PDT junto ao TSE

    ___________________________________________________
    DECLARAÇÃO PÚBLICA

    Referente à

    Cerimônia de Assinatura e Lacração dos Sistemas Eleitorais de 2008 no TSE

    O Partido Democrático Trabalhista – PDT, já qualificado, por seus
    representantes regularmente credenciados, tendo apresentado sugestões
    para as resoluções do TSE em fevereiro de 2008, tendo acompanhado a
    apresentação e desenvolvimento dos sistemas eleitorais desde seu inicio
    em abril de 2008 e, agora, tendo participado Cerimônia de Assinatura e
    Lacração dos Sistemas Eleitorais, para que se registre na ata desta
    referida cerimônia e para contribuir para futuros aperfeiçoamentos do
    processo como um todo, apresenta DECLARAÇÃO PÚBLICA nos termos que se
    seguem:

    1)A adoção do sistema operacional aberto Linux nas urnas eletrônicas
    contribuiu positivamente para o incremento da transparência,
    simplificação e inteligibilidade do conjunto de programas utilizados nas
    urnas eletrônicas;

    2)Mesmo simplificado em relação aos anos anteriores, o sistema ainda
    apresenta porte suficientemente grande para tornar inviável sua
    avaliação com segurança pelas entidades interessadas, dificuldade
    agravada pelas modificações feitas nos programas-fonte até a última hora
    antes da compilação;

    3)A rigor, sobre as versões finais de muitos subsistemas, restaram
    poucas horas e, às vezes, minutos para a avaliação final sobre os
    programas apresentados para a compilação, como se pode constatar pela
    datas registradas nos arquivos fonte e respectivos compilados;

    4)Ocorreu falta de sincronia na apresentação dos códigos-fontes para
    avaliação, constatando-se casos em que, em dado momento, o código-fonte
    já compilado era versão diferente do disponibilizado para análise;

    5)Por força do Contrato TSE 032/2008, as entidades denominadas FACTI e
    CenPRA, apresentaram relatórios parciais onde se apontam sugestões para
    correção de vulnerabilidades detectadas nos sistemas, sugestões estas
    que provocaram alterações diretas nos programas-fonte.

    6)Nosso pedido para conhecer os relatórios da FACTI não foi atendido,
    restringido, desta forma, o direito dado pelo § 1º do Art. 66 da Lei
    9.504/97;

    7)A esta negativa somou-se à negativa de informar quais foram as
    modificações feitas no código-fonte por influência dos relatórios da FACTI.

    8)A simples afirmação de que as recomendações da FACTI são de pouca
    importância não merece nosso crédito considerando a negativa de
    apresentá-las. Também não merece crédito a alegada necessidade de
    sigilo, visto termos assinado o compromisso de sigilo exigido.

    9)Sob estas condições, tornou-se impossível conferir se as
    vulnerabilidades apontadas foram sanadas uma vez as citadas modificações
    estavam dispersas e não identificadas entre milhões de linhas de
    código-fonte.

    10) Também não foram aceitas as sugestões formais apresentadas peloPDT
    para dar maior confiabilidade para os procedimentos de verificação de
    assinaturas digitais.

    11) Não podendo contar com regras de verificação de assinaturas
    confiáveis, o PDT teve que optar por não apor sua assinatura digital
    sobre os sistemas produzidos.

    Por fim, o PDT declara que nossa participação ao longo de todo o
    processo de desenvolvimento dos sistemas eleitorais e, especialmente,
    nossa assinatura MANUAL na ata da Cerimônia de Compilação, Assinatura e
    Lacração dos Sistemas Eleitorais de 2008 não significa nossa aprovação e
    validação do Sistema Eleitoral Informatizado por este ainda incluir
    procedimentos e codificação impossíveis de serem avaliados na prática.

    Nestes Termos, aguarda-se inclusão desta
    DECLARAÇÃO na ATA final da Cerimônia de Lacração dos Sistemas Eleitorais
    de 2008

    Brasília, 12 de setembro de 2008.
    Assinam,
    Sr. Osvaldo Peres Maneschy – Assessor da Presidência do PDT
    Adv. Maria Aparecida Silva da Rocha Cortiz – Advogada do PDT
    Eng. Amílcar Brunazo Filho – Representante Técnico do PDT

  91. Antonio disse:

    Vejo tempestade em copo d’agua.
    Qualquer empresa que tem um mínimo de zelo pela sua rede faz o bloqueio de diversos sites via proxy. è muito comum a lista de sites bloqueados conter urls que possuam blog,

  92. Antonio disse:

    Vejo tempestade em copo d’agua.
    Qualquer empresa que tem um mínimo de zelo pela sua rede faz o bloqueio de diversos sites via proxy. è muito comum a lista de sites bloqueados conter urls que possuam blog,

  93. Antonio disse:

    Sobre a audiência do voto eletronico que ocorreu em Brasília.
    Apenas 2 fatos que demonstram muita coisa.

    1 – Sobre o voto impresso em 2002.
    foi dito que a culpa dos problemas era do TSE, que não havia em lugar nehum orientação ao mesário que ele deveria retirar uma fita que vedava a urna, e por isso os votos impressos não eram coletados, ocasionando problemas, foi dito em bom e alto som a todos os deputados presentes.
    Isso não é verdade a instrução está lá no manual do mesario 2002.

    2 – Sobre o voto cantado
    foi dada uma explicação totalmente pejorativa e errada deste sistema, quem falou sobre ele demonstrou que não sabe como ele funciona, se aquilo tivesse sido dito entre tecnicos de urna seria motivo de piada.

    Mas como não havia ninguem do TSE lá, esses abusrdos passaram por verdades.

  94. Antonio disse:

    Sobre a audiência do voto eletronico que ocorreu em Brasília.
    Apenas 2 fatos que demonstram muita coisa.

    1 – Sobre o voto impresso em 2002.
    foi dito que a culpa dos problemas era do TSE, que não havia em lugar nehum orientação ao mesário que ele deveria retirar uma fita que vedava a urna, e por isso os votos impressos não eram coletados, ocasionando problemas, foi dito em bom e alto som a todos os deputados presentes.
    Isso não é verdade a instrução está lá no manual do mesario 2002.

    2 – Sobre o voto cantado
    foi dada uma explicação totalmente pejorativa e errada deste sistema, quem falou sobre ele demonstrou que não sabe como ele funciona, se aquilo tivesse sido dito entre tecnicos de urna seria motivo de piada.

    Mas como não havia ninguem do TSE lá, esses abusrdos passaram por verdades.

  95. E só o SISTEMA ELEITORAL BRASILEIRO é inexpugnável ???!!!!!!!!!!

    Só rindo, e muito, da PLENIPOTÊNCIA DO TSE !!!

    http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=40672

    Jornal diz que hackers invadiram programa de controle do LHC
    Hackers conseguiram se infiltrar no programa do Grande Colisor de Hádrons (LHC), centro da experiência da Organização Européia para a Pesquisa Nuclear (Cern) destinada a reproduzir as condições físicas da origem do Universo, informa o jornal britânico The Daily Telegraph.

    De acordo com o veículo, os hackers, aparentemente de origem grega, postaram uma nota na qual evidenciavam os defeitos do sistema de segurança do projeto.

    Os piratas estiveram “a apenas um passo” de entrar no sistema de controle de um dos enormes detectores do LHC, um ímã de 12,5 toneladas, segundo o jornal.

    Ainda de acordo com o Daily Telegraph, os hackers asseguraram que não queriam interromper a experiência, que começou quarta-feira, 10, no Cern, mas sim expor os riscos que correm sua infra-estrutura.

    “Estamos arriando suas calças porque não queremos vê-los correr nus por todas as partes tentando se esconder quando estiverem em pânico”, escreveram.

    O jornal britânico informou que apenas um arquivo foi prejudicado. (Fonte: Estadão Online)

  96. E só o SISTEMA ELEITORAL BRASILEIRO é inexpugnável ???!!!!!!!!!!

    Só rindo, e muito, da PLENIPOTÊNCIA DO TSE !!!

    http://noticias.ambientebrasil.com.br/noticia/?id=40672

    Jornal diz que hackers invadiram programa de controle do LHC
    Hackers conseguiram se infiltrar no programa do Grande Colisor de Hádrons (LHC), centro da experiência da Organização Européia para a Pesquisa Nuclear (Cern) destinada a reproduzir as condições físicas da origem do Universo, informa o jornal britânico The Daily Telegraph.

    De acordo com o veículo, os hackers, aparentemente de origem grega, postaram uma nota na qual evidenciavam os defeitos do sistema de segurança do projeto.

    Os piratas estiveram “a apenas um passo” de entrar no sistema de controle de um dos enormes detectores do LHC, um ímã de 12,5 toneladas, segundo o jornal.

    Ainda de acordo com o Daily Telegraph, os hackers asseguraram que não queriam interromper a experiência, que começou quarta-feira, 10, no Cern, mas sim expor os riscos que correm sua infra-estrutura.

    “Estamos arriando suas calças porque não queremos vê-los correr nus por todas as partes tentando se esconder quando estiverem em pânico”, escreveram.

    O jornal britânico informou que apenas um arquivo foi prejudicado. (Fonte: Estadão Online)

  97. —–Mensagem original—–
    De: votoeletronico@googlegroups.com [mailto:votoeletronico@googlegroups.com] Em nome de Amilcar Brunazo Filho
    Enviada em: segunda-feira, 15 de setembro de 2008 09:19
    Para: Fórum do Voto Seguro; Fórum do Voto Eletrônico
    Assunto: {VotoEletronico} Lacração dos Sistemas anulada pelo TSE

    A Cerimônia de Assinatura e Lacração dos sistemas eleitorais que ocorreu
    no dia 12 passado e que foi divulgada com algum alarde pela imprensa e
    pelo prório TSE, foi anulada em virtude de erros encontrados nos
    programas compilados.

    Os erros estão sendo corrigidos de última hora e a nova assinatura e
    lacração está programada para hoje, dia 15/09.

    Esta nova cerimônia não mereceu igual divulgação pelo TSE que prefere
    que seus erros passem despercebidos.

    Apenas 3 partidos (PDT, PT e PR) enviaram técnicos para analisar os
    sistemas apresentados pelo TSE e dois deles (PDT e PR) tinham se
    recusado a assinar digitalmente os sistemas por não avalizarem o que viram.

    A OAB assinou os sistemas sem que tenham feito uma avaliação de fato.
    Seu representante não analisou nenhuma documentação apresentada.

    Os erros encontrados ocorriam nos arquivos de log (como no caso de
    Alagoas em 2006) cuja especificação, por incrível que pareça, ainda não
    está pronta. Quer dizer, numa inversão total dos métodos recomendados de
    produção de software, os programas do TSE são feitos antes das prórias
    especificações.

    Estes improvisos provocam os erros e confirmam a avaliação negativa do
    PDT e do PR, o que levou o PDT a apresentar uma Declaração Publica que
    pode ser vista em:
    http://pdt12.locaweb.com.br/paginas.asp?id=485

    [ ]s
    Eng. Amilcar Brunazo Filho – Santos, SP
    http://www.votoseguro.org
    —————–
    SEI EM QUEM VOTEI,
    ELES TAMBÉM,
    MAS SÓ ELES SABEM QUEM RECEBEU MEU VOTO

  98. —–Mensagem original—–
    De: votoeletronico@googlegroups.com [mailto:votoeletronico@googlegroups.com] Em nome de Amilcar Brunazo Filho
    Enviada em: segunda-feira, 15 de setembro de 2008 09:19
    Para: Fórum do Voto Seguro; Fórum do Voto Eletrônico
    Assunto: {VotoEletronico} Lacração dos Sistemas anulada pelo TSE

    A Cerimônia de Assinatura e Lacração dos sistemas eleitorais que ocorreu
    no dia 12 passado e que foi divulgada com algum alarde pela imprensa e
    pelo prório TSE, foi anulada em virtude de erros encontrados nos
    programas compilados.

    Os erros estão sendo corrigidos de última hora e a nova assinatura e
    lacração está programada para hoje, dia 15/09.

    Esta nova cerimônia não mereceu igual divulgação pelo TSE que prefere
    que seus erros passem despercebidos.

    Apenas 3 partidos (PDT, PT e PR) enviaram técnicos para analisar os
    sistemas apresentados pelo TSE e dois deles (PDT e PR) tinham se
    recusado a assinar digitalmente os sistemas por não avalizarem o que viram.

    A OAB assinou os sistemas sem que tenham feito uma avaliação de fato.
    Seu representante não analisou nenhuma documentação apresentada.

    Os erros encontrados ocorriam nos arquivos de log (como no caso de
    Alagoas em 2006) cuja especificação, por incrível que pareça, ainda não
    está pronta. Quer dizer, numa inversão total dos métodos recomendados de
    produção de software, os programas do TSE são feitos antes das prórias
    especificações.

    Estes improvisos provocam os erros e confirmam a avaliação negativa do
    PDT e do PR, o que levou o PDT a apresentar uma Declaração Publica que
    pode ser vista em:
    http://pdt12.locaweb.com.br/paginas.asp?id=485

    [ ]s
    Eng. Amilcar Brunazo Filho – Santos, SP
    http://www.votoseguro.org
    —————–
    SEI EM QUEM VOTEI,
    ELES TAMBÉM,
    MAS SÓ ELES SABEM QUEM RECEBEU MEU VOTO

  99. Ricardo Urbano disse:

    Sou um menino da noite da informatica … me deixa 10 minutos com uma urna eletrônica nas mãos , que eu mostro a todos como se faz uma fraude …. se não coseguir em 10 minutos pode me levar preso ou aposto a minha vida …..deixa são 10 minutos >>>SECRETÀRIO

  100. Ricardo Urbano disse:

    Sou um menino da noite da informatica … me deixa 10 minutos com uma urna eletrônica nas mãos , que eu mostro a todos como se faz uma fraude …. se não coseguir em 10 minutos pode me levar preso ou aposto a minha vida …..deixa são 10 minutos >>>SECRETÀRIO