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Escrito por • 10/09/2008

eleições: maior problema é a concentração de poderes

este é o último texto da série em que publicamos uma entrevista com amilcar brunazo filho, engenheiro e programador que acompanha desde 2000 o desenvolvimento do sistema eleitoral brasileiro. a primeira parte, com o currículo de brunazo e o contexto de nossa conversa, está neste link. na pergunta inicial da entrevista, tratamos de uma consultoria contratada pelo TSE para avaliar a segurança das urnas e que já concluiu que o sistema de votação do país mais parece uma peneira. na segunda, tratamos de segurança e fraude na votação, e onde e como gente que entende do sistema poderia atacar o processo eleitoral.

a seguir, a última das perguntas que fizemos [por emeio] a brunazo filho e sua resposta, como nos foi enviada.

blog: você tem sido uma das pessoas a criticar, contínua e consistemente, o processo eleitoral eletrônico. o que sua experiência de anos a fio em contato com os processos, pessoas e instituições envolvidas nos ensina? será que é possivel ter uma eleição eficiente e, ao mesmo tempo, eficaz, segura e a custos razoáveis?

Em 1996, quando comecei a me interessar pela segurança do voto eletrônico, eu achava que bastaria corrigir alguns erros de projeto das urnas eletrônicas, como a falta do voto materializado para auditoria e a irresponsável identificação do eleitor na mesma máquina de votar, que o problema estaria resolvido.

Mas acabei descobrindo que, aqui no Brasil, o problema da confiança e transparência do processo eleitoral nasce em outro nível, o do acúmulo de poderes nas eleições. No Brasil não há a tri-partição de poderes eleitorais. Uma mesma entidade (o TSE) tem os poderes de 1) escrever as regras, 2) administrar as eleições, 3) definir o que pode ser fiscalizado, 4) controlar e distribuir toda a verba oficial e, o que é uma aberração, 5) julgar até os casos em que é ré como executora e administradora do processo eleitoral. Tamanha concentração de poderes não ocorre no resto do mundo, como mostra o estudo do Senado que pode ser baixado deste link (em formato aberto que pode ser lido com o OpenOffice).

Agora, mais experiente, eu acredito que somente separando as pessoas do administrador eleitoral, do regulamentador, do fiscal e do juiz é que poderemos construir sistemas eleitorais controlados e com resultados passíveis de conferência. Feita esta separação, logo a sociedade encontraria como tornar as urnas eletrônicas mais confiáveis dentro de custos aceitáveis.

Mas como "poder não se pede, se toma", uma boa parte da sociedade haveria que se engajar numa cruzada pela "Partição dos Poderes Eleitorais", senão nada acontecerá. Quem tem poder em excesso não vai abrir mão dele espontaneamente e, como sempre acontece, os puxa-sacos e os lambe-botas continuarão os defendendo.

♦ ♦♦ ♦♦♦♦ ♦♦♦♦♦♦♦♦ ♦♦♦♦ ♦♦ ♦

o assunto, obviamente, não se esgota aqui e tampouco nesta eleição. o autor deste blog sempre defendeu a tese de que a votação eletrônica tem sido melhor do que as velhas urnas e mapas de totalização [veja aqui um texto nosso, de 2004]. há evidências de que a bagunça eleitoral diminuiu muito com a adoção do sistema eletrônico de votação e, por isso, está de parabéns o TSE e o brasil.

mas, ao mesmo tempo, e à medida que o conhecimento sobre o sistema eletrônico e suas falhas se espalha pela sociedade, cada vez mais gente vai entendendo como fraudar o processo [veja aqui outro texto nosso, de 2006], e desta vez sem deixar rastro algum. não é possível falar em eleições limpas e listas de candidatos sujos sem que, ao mesmo tempo, se discuta a segurança e transparência do processo eleitoral. na berlinda, por isso, estão o TSE e o brasil.

parece evidente que o mecanismo de segurança por obscuridade, escondendo o software e os mecanismos de segurança, e ausência de sistemas e instituições independentes de conferência e auditoria do processo eleitoral, conjugados com a concentração de todos os poderes eleitorais em um único corpo, o TSE, não contribui para uma eleição de melhor qualidade e sobre a qual pairem menos suspeitas. estruturar o processo de tal forma que os planejadores planejem, os administradores administrem, os executores executem e os julgadores julguem parece óbvio. mas não é, tanto que não está sendo feito, apesar das investidas da sociedade, até agora desorganizada, nesta direção.

muito se disse, nos comentários aos textos anteriores do blog, sobre a eleição no resto do mundo. é bom que se saiba que eleição é fraudada em todo lugar, de condomínio e diretório acadêmico até presidência das mais educadas e pacatas repúblicas. e ninguém, do lado de cá do blog, é ingênuo a ponto de estar propondo a importação do sistema dali ou de outrem e muito menos a volta ao papel e mapas antigos, para substituir o nosso.

estamos propondo, e parece que muito mais gente está, inclusive no legislativo nacional e na comunidade de segurança de informação, que melhoremos nosso próprio processo, a ponto de torná-lo tão bom quanto possível, referência mundial de verdade e capaz de ser exportado para outros, muitos outros países. se o sistema é tão bom assim, por que a gente não faz o bem e, ainda por cima, ganha dinheiro com as urnas e o sistema eleitoral, realizando eleições no mundo inteiro? ou será que não podemos ter uma "embraer" do voto?…

talvez não. porque primeiro é preciso não fugir ao debate, ao escrutínio público, ao questionamento aberto e amplo da sociedade. seguindo o exemplo de sociedades democráticas e abertas como irã, arábia saudita e china, o TSE -pelo que um passarinho me contou- está filtrando, internamente, o acesso a este blog. quem entrar em nosso endereço encontra o texto “Página Bloqueada de Acordo com a Resolução Nº-20882/2001 do TSE” e mais nada. todos os outros blogs do terra magazine podem ser acessados normalmente, como era o caso deste blog até a série de perguntas e respostas sobre o voto eletrônico. por que será? [@11:30… o blog está vetado em toda a rede do TSE, incluindo todos os prédios dos TREs brasil afora…]

na ditadura militar, muitos dos textos -bons e ruins- que nos faziam questionar o estado de coisas eram proibidos. andar de metrô ou ônibus com um deles na mão… nem pensar. nem no bar ou restaurante, tampouco na escola. só se você quisesse perder -no mínimo- umas unhas no DOI-CODI. cantar sua canção predileta? uuui… e esta não é uma parte "legal" da história do brasil. e nem precisava da ação da polícia política da época, pois os puxa-sacos e os lambe-botas a que brunazo se refere estavam lá, prontos pra apontar "o mal" que estava tentando destruir a sociedade da época. e nada disso é novidade: o brasil tem uma looonga história de censura.

mas… enquanto os colaboradores do TSE estiverem lendo [e eu também leio!] iuri rubim e o blog das ruas, odara carvalho e paula guedes no blog do repique [pixadores barbarizam galeria!] e altino machado no blog da amazônia [e os índios do peru!] vai estar rolando, menos de um mês antes das eleições de 2008, uma ampla discussão, na rede e fora dela, talvez sem ninguém do TSE, sobre o processo eleitoral. tomara que o TSE não seja vítima da síndrome da ilha fiscal. tomara.

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0 Responses to eleições: maior problema é a concentração de poderes

  1. Hugo disse:

    Cansei de comentar sobre isso com meus familiares e amigos, alguém têm que tentar frear esse sistema urgente, precisamos parar de ir fazer papel de PATETA, nos dias de eleições.

  2. Hugo disse:

    Cansei de comentar sobre isso com meus familiares e amigos, alguém têm que tentar frear esse sistema urgente, precisamos parar de ir fazer papel de PATETA, nos dias de eleições.

  3. Pablo disse:

    O que parece um complicador sério são os políticos e seus asseclas que não conseguem se eleger e que ficam procurando culpados, atirando para todos os lados. É o caso dos políticos do PDT, partido que não elege mais ninguém (o povo já se cansou da enganação) e que contratou esse engenheiro para ficar divulgando inverdades, como uma forma de justificar o fracasso eleitoral. Ele está denunciando uma CONSPIRAÇÃO NACIONAL: só se elegem aqueles que são escolhidos pelo TSE, que, por uma dessas coincidências inimagináveis, são sempre os escolhidos pelo povo. Então, o TSE está correto. Tem gente precisando encontrar o que fazer.

  4. Pablo disse:

    O que parece um complicador sério são os políticos e seus asseclas que não conseguem se eleger e que ficam procurando culpados, atirando para todos os lados. É o caso dos políticos do PDT, partido que não elege mais ninguém (o povo já se cansou da enganação) e que contratou esse engenheiro para ficar divulgando inverdades, como uma forma de justificar o fracasso eleitoral. Ele está denunciando uma CONSPIRAÇÃO NACIONAL: só se elegem aqueles que são escolhidos pelo TSE, que, por uma dessas coincidências inimagináveis, são sempre os escolhidos pelo povo. Então, o TSE está correto. Tem gente precisando encontrar o que fazer.

  5. Alex disse:

    Infelizmente, no Brasil a população acha que aquela pessoa que critica está sempre certa. Devemos analisar toda a situação de forma imparcial. Antes de sair acusando e condenando todas as instituições governamentais, devemos também reconhecer os benefícios que elas trazem. É claro que há muita coisa errada no país. Mas se tudo estivesse jogado sem nenhuma ordem, o país inteiro estaria numa situação caótica. No caso do TSE, não discordo que possa haver falhas, mas antes de condenar o tribunal devemos reconhecer tudo o que já foi feito pelo órgão. Seria muito mais benéfico a população e/ou os críticos se colocarem ao lado do TSE para juntos buscarem melhorias, do que ficar criticando como se fosse uma briga.
    Uma democracia só progride se a população se unir ao governo. Mesmo que este não seja um exemplo de honestidade.
    Tiremos a revolta de dentro de nós e exaltemos nosso sentimento de patriotismo. Assim o país vai pra frente. Nós somos o Brasil.

  6. Alex disse:

    Infelizmente, no Brasil a população acha que aquela pessoa que critica está sempre certa. Devemos analisar toda a situação de forma imparcial. Antes de sair acusando e condenando todas as instituições governamentais, devemos também reconhecer os benefícios que elas trazem. É claro que há muita coisa errada no país. Mas se tudo estivesse jogado sem nenhuma ordem, o país inteiro estaria numa situação caótica. No caso do TSE, não discordo que possa haver falhas, mas antes de condenar o tribunal devemos reconhecer tudo o que já foi feito pelo órgão. Seria muito mais benéfico a população e/ou os críticos se colocarem ao lado do TSE para juntos buscarem melhorias, do que ficar criticando como se fosse uma briga.
    Uma democracia só progride se a população se unir ao governo. Mesmo que este não seja um exemplo de honestidade.
    Tiremos a revolta de dentro de nós e exaltemos nosso sentimento de patriotismo. Assim o país vai pra frente. Nós somos o Brasil.

  7. Roger Chadel disse:

    Alex escreveu: “Uma democracia só progride se a população se unir ao governo”. Esta afirmação é a antítese da democracia. Na verdade a democracia só progride se houver oposição. Não existe sistema político perfeito, porque ele é feito de homens, e os homens não são perfeitos. O acúmulo de poderes é que estraga o governo. Se não fosse assim, as ditaduras seriam a melhor forma de governo. Você disse “É claro que há muita coisa errada no país”. Pois é a oposição que obriga o governo a consertar essas coisas erradas. O governo as conserta e se reelege ou não as conserta e é a oposição que se elege e vai tentar consertar. No caso da urna eletrônica, ela é um avanço, sem dúvida, mas por ter sido desenvolvida de modo autoritário, sem a devida discussão com a sociedade científica e acadêmica, ela tem vícios e erros. Eu estou satisfeito por ver que, graças a essa oposição, o TSE já mudou muita coisa, como por exemplo, a troca do sistema operacional pelo Linux. Mas ainda há muito a mudar. E se não houver oposição que levante e aponte os problemas, o TSE vai se acomodar e deixar como está. Nesses 10 anos de votação eletrônica, houve evolução, mas os que têm interesse em fraudar o sistema também aperfeiçoaram seus conhecimentos e seus métodos, portanto o TSE não pode se acomodar. É preciso aplaudir as coisas boas que a urna eletrônica trouxe, mas também rebater os erros. O povo precisa ter voz ativa e parar de pensar que tudo que vem do governo é bom por definição. Vaquinha de presépio não!

  8. Roger Chadel disse:

    Alex escreveu: “Uma democracia só progride se a população se unir ao governo”. Esta afirmação é a antítese da democracia. Na verdade a democracia só progride se houver oposição. Não existe sistema político perfeito, porque ele é feito de homens, e os homens não são perfeitos. O acúmulo de poderes é que estraga o governo. Se não fosse assim, as ditaduras seriam a melhor forma de governo. Você disse “É claro que há muita coisa errada no país”. Pois é a oposição que obriga o governo a consertar essas coisas erradas. O governo as conserta e se reelege ou não as conserta e é a oposição que se elege e vai tentar consertar. No caso da urna eletrônica, ela é um avanço, sem dúvida, mas por ter sido desenvolvida de modo autoritário, sem a devida discussão com a sociedade científica e acadêmica, ela tem vícios e erros. Eu estou satisfeito por ver que, graças a essa oposição, o TSE já mudou muita coisa, como por exemplo, a troca do sistema operacional pelo Linux. Mas ainda há muito a mudar. E se não houver oposição que levante e aponte os problemas, o TSE vai se acomodar e deixar como está. Nesses 10 anos de votação eletrônica, houve evolução, mas os que têm interesse em fraudar o sistema também aperfeiçoaram seus conhecimentos e seus métodos, portanto o TSE não pode se acomodar. É preciso aplaudir as coisas boas que a urna eletrônica trouxe, mas também rebater os erros. O povo precisa ter voz ativa e parar de pensar que tudo que vem do governo é bom por definição. Vaquinha de presépio não!

  9. Quero dar meus parabéns ao entrevistador e ao entrevistado. Acompanho o assunto há tempos pela imprensa estrangeira – já que a nacional se acovardou e se omitiu esse tempo todo – e considero ambos os depoimentos muito importantes para o Brasil nesse momento.

    Mas não foi só a tecnologia que se disseminou pela sociedade nos últimos anos. O crime organizado – política e econômicamente poderoso – também. Ainda não conseguimos a permissão do TSE para testar as urnas contra invasão. Mas os criminosos – como sempre mutissimo mais rápidos do que a Justiça e as instituições democráticas – já demonstraram como é fácil invadir a privacidade do Supremo Tribunal Federal, instância máxima da Justiça à qual se vincula diretamente o TSE, presidido periodicamente por um de seus Ministros.

    Os bandidos já deram seu recado e a prova de sua capacidade e voracidade. O recado já foi entendido e assim, finalmente, Brasília e seus garotos de recado começam a acordar sobressaltados para aquilo que o Professor Brunazo e muitos outros já comporvaram há muito tempo.

    Deve-se notar que não há aqui qualquer novidade, nenhum “furo” de reportagem, nenhum segredo. Está tudo rigorosamente anotado e registrado nos anais do TSE, eleição após eleição, e na imprensa mundial. Só não viu quem não quis. E por que ninguém quis?

  10. Quero dar meus parabéns ao entrevistador e ao entrevistado. Acompanho o assunto há tempos pela imprensa estrangeira – já que a nacional se acovardou e se omitiu esse tempo todo – e considero ambos os depoimentos muito importantes para o Brasil nesse momento.

    Mas não foi só a tecnologia que se disseminou pela sociedade nos últimos anos. O crime organizado – política e econômicamente poderoso – também. Ainda não conseguimos a permissão do TSE para testar as urnas contra invasão. Mas os criminosos – como sempre mutissimo mais rápidos do que a Justiça e as instituições democráticas – já demonstraram como é fácil invadir a privacidade do Supremo Tribunal Federal, instância máxima da Justiça à qual se vincula diretamente o TSE, presidido periodicamente por um de seus Ministros.

    Os bandidos já deram seu recado e a prova de sua capacidade e voracidade. O recado já foi entendido e assim, finalmente, Brasília e seus garotos de recado começam a acordar sobressaltados para aquilo que o Professor Brunazo e muitos outros já comporvaram há muito tempo.

    Deve-se notar que não há aqui qualquer novidade, nenhum “furo” de reportagem, nenhum segredo. Está tudo rigorosamente anotado e registrado nos anais do TSE, eleição após eleição, e na imprensa mundial. Só não viu quem não quis. E por que ninguém quis?

  11. Roger Chadel disse:

    Pablo escreveu: “… o PDT (…) contratou esse engenheiro para ficar divulgando inverdades, como uma forma de justificar o fracasso eleitoral”. Quais são essas inverdades, Pablo? Estou curioso. Quer dizer que o que o TSE afirma é a verdade, e quem questionar e mentiroso? Você também disse que o engenheiro Brunazo é contratado pelo PDT para justificar o fracasso eleitoral. Ora, está mais do que divulgado que o engenheiro Brunazo foi contratado também pelo PT. O PT também precisa justificar o fracasso eleitoral? Por que essa meia-verdade, Pablo? E de onde você tirou essa idéia de que ele denuncia que só se elege quem o TSE escolheu? Essa urna eletrônica já elegeu candidatos de todos os partidos, inclusive do próprio PDT, será que o TSE é tão maluco assim? O que o engenheiro Brunazo denuncia, assim como o fórum do Voto Eletrônico, é que a urna tem falhas, e é possível algum fraudador se aproveitar disso para modificar o resultado das eleições. Ao ler seu comentário sem pé nem cabeça, começo a perceber a quem o engenheiro Brunazo se refere com seu último parágrafo da entrevista de hoje: “Quem tem poder em excesso não vai abrir mão dele espontaneamente e, como sempre acontece, os puxa-sacos e os lambe-botas continuarão os defendendo”.

  12. Roger Chadel disse:

    Pablo escreveu: “… o PDT (…) contratou esse engenheiro para ficar divulgando inverdades, como uma forma de justificar o fracasso eleitoral”. Quais são essas inverdades, Pablo? Estou curioso. Quer dizer que o que o TSE afirma é a verdade, e quem questionar e mentiroso? Você também disse que o engenheiro Brunazo é contratado pelo PDT para justificar o fracasso eleitoral. Ora, está mais do que divulgado que o engenheiro Brunazo foi contratado também pelo PT. O PT também precisa justificar o fracasso eleitoral? Por que essa meia-verdade, Pablo? E de onde você tirou essa idéia de que ele denuncia que só se elege quem o TSE escolheu? Essa urna eletrônica já elegeu candidatos de todos os partidos, inclusive do próprio PDT, será que o TSE é tão maluco assim? O que o engenheiro Brunazo denuncia, assim como o fórum do Voto Eletrônico, é que a urna tem falhas, e é possível algum fraudador se aproveitar disso para modificar o resultado das eleições. Ao ler seu comentário sem pé nem cabeça, começo a perceber a quem o engenheiro Brunazo se refere com seu último parágrafo da entrevista de hoje: “Quem tem poder em excesso não vai abrir mão dele espontaneamente e, como sempre acontece, os puxa-sacos e os lambe-botas continuarão os defendendo”.

  13. É indiscutível o nível de isenção e probidade deste insígne Blog.

    O Jornalista Silvio Meira, com esta matéria, está prestando um serviço de interesse público e até para a Segurança Institucional Brasileira, pois, se a Fundamental Essencialidade expressa no Parágrafo Único do Artigo 1o de nossa Carta Magna, de que TODO O PODER EMANA DO POVO não for devidamente respeitada na instrumentação do Artigo 14o da mesma Carta, que frisa: A SOBERANIA POPULAR será exercida pelo sufrágio universal e pelo VOTO direto e SECRETO… , de nada servirá todo o restante do texto constitucional, já que a ORIGEM DO PODER terá sido transformada em ADUBO pelo TSE, um TRIBUNAL SUPERIOR que deveria primar pela excelência do Sistema Eleitoral Brasileiro e não, apenas, pela PLENIPOTÊNCIA de seu Corpo de Ministros.

  14. É indiscutível o nível de isenção e probidade deste insígne Blog.

    O Jornalista Silvio Meira, com esta matéria, está prestando um serviço de interesse público e até para a Segurança Institucional Brasileira, pois, se a Fundamental Essencialidade expressa no Parágrafo Único do Artigo 1o de nossa Carta Magna, de que TODO O PODER EMANA DO POVO não for devidamente respeitada na instrumentação do Artigo 14o da mesma Carta, que frisa: A SOBERANIA POPULAR será exercida pelo sufrágio universal e pelo VOTO direto e SECRETO… , de nada servirá todo o restante do texto constitucional, já que a ORIGEM DO PODER terá sido transformada em ADUBO pelo TSE, um TRIBUNAL SUPERIOR que deveria primar pela excelência do Sistema Eleitoral Brasileiro e não, apenas, pela PLENIPOTÊNCIA de seu Corpo de Ministros.

  15. Comentário por Pablo — 10.09.08 @ 09:35

    Comentário por Alex — 10.09.08 @ 10:21

    Percam alguns dias analisando TODA A DOCUMENTAÇÃO e o HISTÓRICO das LUTAS PELO DESENVOLVIMENTO DE NOSSAS URNAS ELETRÔNICAS registradas na página do Engenheiro Amilcar Brunazo Filho, http://www.votoseguro.org e nos Fóruns sobre o Voto Seguro, http://www.brunazo.eng.br/voto-e/imagens/forum-e1.gif , que chegaram a conclusão lógica de que LUTAMOS PELO DESENVOLVIMENTO DESTAS URNAS ELETRÔNICAS e não contra o TSE.

    O único problema é que o TSE, em sua PLEINPOTÊNCIA, não aceita discutir o assunto e ainda apela para uma atriz grávida para declarar que o seu sistema é perfeito e impoluto, QUANDO ISTO, NA VERDADE, CONSTITUI UMA GRANDE E INSIDIOSA MENTIRA.

  16. Comentário por Pablo — 10.09.08 @ 09:35

    Comentário por Alex — 10.09.08 @ 10:21

    Percam alguns dias analisando TODA A DOCUMENTAÇÃO e o HISTÓRICO das LUTAS PELO DESENVOLVIMENTO DE NOSSAS URNAS ELETRÔNICAS registradas na página do Engenheiro Amilcar Brunazo Filho, http://www.votoseguro.org e nos Fóruns sobre o Voto Seguro, http://www.brunazo.eng.br/voto-e/imagens/forum-e1.gif , que chegaram a conclusão lógica de que LUTAMOS PELO DESENVOLVIMENTO DESTAS URNAS ELETRÔNICAS e não contra o TSE.

    O único problema é que o TSE, em sua PLEINPOTÊNCIA, não aceita discutir o assunto e ainda apela para uma atriz grávida para declarar que o seu sistema é perfeito e impoluto, QUANDO ISTO, NA VERDADE, CONSTITUI UMA GRANDE E INSIDIOSA MENTIRA.

  17. Acabo de disponibilizar o arquivo “O Segredo das Eleições de 2002.MDI, no endereço http://groups.google.com/group/votoeletronico/files?hl=pt-BR , que pode ser visualizado com o programa Microsoft Office Document Imaging, sobre as bombásticas declarações do Desembargador Manoel Moreira, Ex-Presidente do TRE-BA, sobre o DESAPARECIMENTO de 8.000 (oito mil) FLASH CARDS (Cartões de Memória que iserem os Programas nas Urnas Eletrônicas), durante a sua gestão como Presidente daquele TRE-BA e, como recebeu ordem do TSE para abafar o caso.

  18. Acabo de disponibilizar o arquivo “O Segredo das Eleições de 2002.MDI, no endereço http://groups.google.com/group/votoeletronico/files?hl=pt-BR , que pode ser visualizado com o programa Microsoft Office Document Imaging, sobre as bombásticas declarações do Desembargador Manoel Moreira, Ex-Presidente do TRE-BA, sobre o DESAPARECIMENTO de 8.000 (oito mil) FLASH CARDS (Cartões de Memória que iserem os Programas nas Urnas Eletrônicas), durante a sua gestão como Presidente daquele TRE-BA e, como recebeu ordem do TSE para abafar o caso.

  19. Para quem não possui o Microsoft Office Document Imaging, disponibilizei o arquivo “O Segredo das Eleições 2002.doc”, no endereço

    http://groups.google.com/group/votoeletronico/files?hl=pt-BR

    que será aberto normalmente pelo Word.

  20. Para quem não possui o Microsoft Office Document Imaging, disponibilizei o arquivo “O Segredo das Eleições 2002.doc”, no endereço

    http://groups.google.com/group/votoeletronico/files?hl=pt-BR

    que será aberto normalmente pelo Word.

  21. Em resumo, para quem atira pedras nos responsáveis pelo Fórum do Voto-Seguro, disponibilizamos toneladas de documentos em nossa página http://www.votoseguro.org, para demonstrar a integridade e a lisura de propósitos de nosso grupo.

    PORTANTO, SÓ NÃO AS VÊ, QUEM SÓ QUER DEFENDER SEUS PONTOS DE VISTA DE FORMA PASSIONAL, SECTÁRIA E IRRESPONSÁVEL.

  22. Em resumo, para quem atira pedras nos responsáveis pelo Fórum do Voto-Seguro, disponibilizamos toneladas de documentos em nossa página http://www.votoseguro.org, para demonstrar a integridade e a lisura de propósitos de nosso grupo.

    PORTANTO, SÓ NÃO AS VÊ, QUEM SÓ QUER DEFENDER SEUS PONTOS DE VISTA DE FORMA PASSIONAL, SECTÁRIA E IRRESPONSÁVEL.

  23. Antonio disse:

    É um espanto para mim descobrir que o eng. Brunazzo, que se diz tão conhecedor do processo eleitoral brasileiro, não sabe que na primeira versão da urna eletrônica, em 1996, o voto foi impresso e colocado numa urna plástica acoplada a urna eletrônica. Detalhe: nenhum partido pediu recontagem de votos à época….

  24. Antonio disse:

    É um espanto para mim descobrir que o eng. Brunazzo, que se diz tão conhecedor do processo eleitoral brasileiro, não sabe que na primeira versão da urna eletrônica, em 1996, o voto foi impresso e colocado numa urna plástica acoplada a urna eletrônica. Detalhe: nenhum partido pediu recontagem de votos à época….

  25. Comentário por Antonio — 10.09.08 @ 20:29

    Defendemos que a contagem das Cédulas Eleitorais em meio físico seja feita em 2 ou 3% das Urnas que ~serão sorteadas após o encerramento da Coleta de Votos e depois da Emissão dos Boletins de Urna e, havendo diferença entre o número de votos de cada candidato e o total de votos no Boletim de Urna, outras 2 (duas) urnas teriam suas Cédulas também contadas e, de uma forma exponencial, havendo diferenças, todas as urnas daquela Zona Eleitoral teriam os seus votos contados.

    O pedido de recontagem pelos Partidos Políticos ou seus Candidatos, seria feito em casos específicos em que as estatísticas ou os fiscais ou delegados apresentassem impugnações embasadas em irregularidades previstas no Código Eleitoral.

    Portanto, seu questionamento não procede, já que o TSE não efetuou o referido sorteio.

  26. Comentário por Antonio — 10.09.08 @ 20:29

    Defendemos que a contagem das Cédulas Eleitorais em meio físico seja feita em 2 ou 3% das Urnas que ~serão sorteadas após o encerramento da Coleta de Votos e depois da Emissão dos Boletins de Urna e, havendo diferença entre o número de votos de cada candidato e o total de votos no Boletim de Urna, outras 2 (duas) urnas teriam suas Cédulas também contadas e, de uma forma exponencial, havendo diferenças, todas as urnas daquela Zona Eleitoral teriam os seus votos contados.

    O pedido de recontagem pelos Partidos Políticos ou seus Candidatos, seria feito em casos específicos em que as estatísticas ou os fiscais ou delegados apresentassem impugnações embasadas em irregularidades previstas no Código Eleitoral.

    Portanto, seu questionamento não procede, já que o TSE não efetuou o referido sorteio.

  27. Nenhuma novidade disse:

    Até agora tudo o que eu consegui ler sobre fraudes em eleições eletrônicas resumiu-se ou à repetição de fraudes que já aconteciam na eleição convencional em papel ou questões onde você fecha uma porta e abre uma janela.
    O problema não parece ser com o meio, mas com o processo como um todo. E isso todo mundo sabe que precisa mudar.
    Eleitores-fantasma, votos de eleitores faltosos, troca de votos, adulteração na contagem, tudo isso já era possível antes e continua possível hoje.
    O título de eleitor é um dos documentos mais (com perdão da palavra) vagabundos que existem no país. Não tem foto, se tira em qualquer cartório e com tantos Josés da Silva homônimos por aí é simplesmente impossível controlar duplicações.
    Creio que um passo mais eficaz na direção de uma solução definitiva seria a unificação de todos os documentos.
    Um único cartão que fosse simplesmente um identificador único e armazenasse informações atualizadas sobre tudo da vida da pessoa.
    Informações médicas, biométricas (foto, digital, assinatura, senha), permissões (carteira de motorista, porte de arma, direitos especiais), tudo.

  28. Nenhuma novidade disse:

    Até agora tudo o que eu consegui ler sobre fraudes em eleições eletrônicas resumiu-se ou à repetição de fraudes que já aconteciam na eleição convencional em papel ou questões onde você fecha uma porta e abre uma janela.
    O problema não parece ser com o meio, mas com o processo como um todo. E isso todo mundo sabe que precisa mudar.
    Eleitores-fantasma, votos de eleitores faltosos, troca de votos, adulteração na contagem, tudo isso já era possível antes e continua possível hoje.
    O título de eleitor é um dos documentos mais (com perdão da palavra) vagabundos que existem no país. Não tem foto, se tira em qualquer cartório e com tantos Josés da Silva homônimos por aí é simplesmente impossível controlar duplicações.
    Creio que um passo mais eficaz na direção de uma solução definitiva seria a unificação de todos os documentos.
    Um único cartão que fosse simplesmente um identificador único e armazenasse informações atualizadas sobre tudo da vida da pessoa.
    Informações médicas, biométricas (foto, digital, assinatura, senha), permissões (carteira de motorista, porte de arma, direitos especiais), tudo.

  29. Sr. Antônio,
    Escondido no anonimato é fácil agredir quem se apresenta de peito aberto. Em seus comentários sempre dirige seus argumentos contra a minha pessoa.

    Eu digo (na terceira parte de entrevista) que o administrador eleitoral acumula poderes, o que resulta em abuso e obscurantismo no processo eleitoral. Você responde que eu não conheço a eleição de 1996. Conheço sim, Sr. Antônio. Melhor que o Sr., explico adiante.

    Eu digo (na segunda parte) que existem vulnerabilidades que podem ser exploradas por fraudadores. Você diz que eu quero apenas jogar o nome de outros na lama e que não apresento provas.

    Eu digo (na primeira parte) que há mais de dois anos solicitei, junto com os técnicos de outros partidos, permissão do TSE para apresentar as provas formal e oficialmente (em testes de penetração), e que o TSE e os demais que lhe enganam se omitem e só fogem da questão. Como você também se omite.

    Nas eleições de 2006 os votos eram impressos mas não eram mostrados para conferência e confirmação do eleitor. Não eram o que, no meio acadêmico no exterior, chamam de VVPAT (Voter Verifiable Print Audit Trail) ou, como traduzi, Voto Impresso Conferido Pelo Eleitor.

    Sem serem vistos pelo eleitor antes de serem apurados, não tinham nenhuma serventia para efeito de recontagem ou conferência da apuração, uma vez que um programa fraudulento que desviasse votos poderia imprimir votos falsos e o eleitor não tinha como conferí-los. Um fiscal que pedisse sua recontagem estaria assinando um atestado de idiota.

    Desde 1999 tenho textos aprovados nos principais congressos acadêmicos do Brasil (ITA, SBC, WSEG, etc.) e sempre falei sobre isso. Você tem algum artigo seu aprovado em congressos de tecnologia categorizados explicando como poderia ser feita uma auditoria de votos que o eleitor não viu?
    Tenho certeza que não.

    Este seu comentário mostra que você me critica sem nunca ter lido o que escrevo desde 1999. Também revela que é você quem não conhecia a eleição de 1996.

    Mas, Sr. Antônio, o mais importante é que criticas à minha pessoa não tem a capacidade de alterar os fatos que denuncio. A cor da minha pele, a religião que pratico, minhas preferências sexuais e meus interesses econômicos, por mais condenáveis que forem, não alteram o fato de que:

    1) No Brasil não existe tri-partição de poderes no processo eleitoral;
    2) Que isto resulta em obscurantismo e em autoritarismo (e no puxa-saquismo de praxe);
    3) Que o TSE se recusa a permitir testes de ataques abertos nas urnas eletrônicas;
    4) Que contratou (eu até indiquei o nº do contrato) a FACTI e o CenPRA para fazerem testes secretos;
    5) que o teste revelou falhas de segurança insanáveis nas urnas eletrônicas;
    6) Que eles mantém secreto o relatório para continuar iludindo os seus fiéis do Santo Baite;

    Você, Sr. Antônio, que se pretende tão bem informado, tem conhecimento do conteúdo destes relatórios da empresa FACTI?
    Sabe me explicar porque as urnas brasileiras foram rejeitadas em TODOS, eu disse TODOS, os países que vieram estudá-la?

  30. Sr. Antônio,
    Escondido no anonimato é fácil agredir quem se apresenta de peito aberto. Em seus comentários sempre dirige seus argumentos contra a minha pessoa.

    Eu digo (na terceira parte de entrevista) que o administrador eleitoral acumula poderes, o que resulta em abuso e obscurantismo no processo eleitoral. Você responde que eu não conheço a eleição de 1996. Conheço sim, Sr. Antônio. Melhor que o Sr., explico adiante.

    Eu digo (na segunda parte) que existem vulnerabilidades que podem ser exploradas por fraudadores. Você diz que eu quero apenas jogar o nome de outros na lama e que não apresento provas.

    Eu digo (na primeira parte) que há mais de dois anos solicitei, junto com os técnicos de outros partidos, permissão do TSE para apresentar as provas formal e oficialmente (em testes de penetração), e que o TSE e os demais que lhe enganam se omitem e só fogem da questão. Como você também se omite.

    Nas eleições de 2006 os votos eram impressos mas não eram mostrados para conferência e confirmação do eleitor. Não eram o que, no meio acadêmico no exterior, chamam de VVPAT (Voter Verifiable Print Audit Trail) ou, como traduzi, Voto Impresso Conferido Pelo Eleitor.

    Sem serem vistos pelo eleitor antes de serem apurados, não tinham nenhuma serventia para efeito de recontagem ou conferência da apuração, uma vez que um programa fraudulento que desviasse votos poderia imprimir votos falsos e o eleitor não tinha como conferí-los. Um fiscal que pedisse sua recontagem estaria assinando um atestado de idiota.

    Desde 1999 tenho textos aprovados nos principais congressos acadêmicos do Brasil (ITA, SBC, WSEG, etc.) e sempre falei sobre isso. Você tem algum artigo seu aprovado em congressos de tecnologia categorizados explicando como poderia ser feita uma auditoria de votos que o eleitor não viu?
    Tenho certeza que não.

    Este seu comentário mostra que você me critica sem nunca ter lido o que escrevo desde 1999. Também revela que é você quem não conhecia a eleição de 1996.

    Mas, Sr. Antônio, o mais importante é que criticas à minha pessoa não tem a capacidade de alterar os fatos que denuncio. A cor da minha pele, a religião que pratico, minhas preferências sexuais e meus interesses econômicos, por mais condenáveis que forem, não alteram o fato de que:

    1) No Brasil não existe tri-partição de poderes no processo eleitoral;
    2) Que isto resulta em obscurantismo e em autoritarismo (e no puxa-saquismo de praxe);
    3) Que o TSE se recusa a permitir testes de ataques abertos nas urnas eletrônicas;
    4) Que contratou (eu até indiquei o nº do contrato) a FACTI e o CenPRA para fazerem testes secretos;
    5) que o teste revelou falhas de segurança insanáveis nas urnas eletrônicas;
    6) Que eles mantém secreto o relatório para continuar iludindo os seus fiéis do Santo Baite;

    Você, Sr. Antônio, que se pretende tão bem informado, tem conhecimento do conteúdo destes relatórios da empresa FACTI?
    Sabe me explicar porque as urnas brasileiras foram rejeitadas em TODOS, eu disse TODOS, os países que vieram estudá-la?

  31. marcos disse:

    Qualquer um que tenha o minimo de conhecimento de informatica, sabe que nao se pode usar um diskete em urna eletronica, onde pode-se utiliza-lo p dar boot na maquina..So nao fazem algo realmente seguro pq n querem!!!!

  32. marcos disse:

    Qualquer um que tenha o minimo de conhecimento de informatica, sabe que nao se pode usar um diskete em urna eletronica, onde pode-se utiliza-lo p dar boot na maquina..So nao fazem algo realmente seguro pq n querem!!!!

  33. daniel disse:

    isso nao e o q eu quero voces sao filhos da puta

  34. daniel disse:

    isso nao e o q eu quero voces sao filhos da puta

  35. Fabio Martins disse:

    Estudos, como nesta série, sobre o nosso boneco de sistema eleitoral valem exponencialmente em alcance e conteúdo.
    Mas no acender, no clarear e no apagar das luzes, o que conta mesmo pra valer é uma Legilsação Politica digna de uma Nação, quer tenha poucos ou milhões de eleitores como no caso do Brasil.

  36. Fabio Martins disse:

    Estudos, como nesta série, sobre o nosso boneco de sistema eleitoral valem exponencialmente em alcance e conteúdo.
    Mas no acender, no clarear e no apagar das luzes, o que conta mesmo pra valer é uma Legilsação Politica digna de uma Nação, quer tenha poucos ou milhões de eleitores como no caso do Brasil.