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Escrito por • 20/05/2010

estratégia: seu negócio e as [ou nas] redes sociais [4]

este é o penúltimo [pelo menos por enquanto] de uma série de textos deste blog sobre estratégias de negócios em redes sociais. nos primeiros tres textos, começamos discutindo a influência de redes sociais e, dentro delas, mostrando que volume de contatos [ou tamanho da rede] pode não ter muito a ver com o poder da rede; depois, fizemos e tentamos responder a pergunta “por que um negócio [qualquer] precisa de uma estratégia de redes sociais”? pode ser óbvio, mas você ficaria surpreso com a porcentagem de negócios que não tem uma, por mínima que seja.

no terceiro texto, discutimos uma matriz proposta por jeremiah owyang [em Evolution of Social Media Integration and Corporate Websites] onde se discute as estratégias de conexão dos sites empresariais com as redes sociais; owyang trata o problema de uma forma direta, simples e operacional.

hoje, aqui, a idéia é começar a discutir o que seriam os níveis abstratos [sem entrar em detalhes operacionais] de estratégias de negócio em redes sociais, usando o mesmo ponto de partida de owyang, que é o negócio na web mas desarticulado das mídias sociais onde, não por acaso, estão seus clientes atuais e potenciais.

pra tentar definir uma espécie de escala richter de negócios em redes sociais, vou dividir toda a vasta gama de possibilidades em apenas dez níveis, o que vai deixar muita coisa de fora e vai juntar muita coisa que não necessariamente deveria estar agregada no mesmo nível [deixando muita gente descontente…], mas temos que ser práticos. a partir do que está escrito abaixo, cada um redefine os níveis, tira uns, bota outros, cria estágios intermediários… e assim caminha a humanidade.

nossos níveis estratégicos de redes sociais nos negócios [ou, de outra forma, de negócios em redes sociais] vão de zero a nove: zero, você está mortinho da silva na rede e provavelmente seu negócio vai dançar; reze pro plano nacional de banda larga fracassar, pois um país sem rede é a única chance de você continuar vivo; nove, você é sua comunidade, seu negócio está completamente em rede, dos produtos e serviços ao atendimento, sua inovação é aberta e é capaz de seus usuários serem também seus parceiros e participarem dos processos de tomada de decisão do seu negócio, que é deles também…

já que sabemos os dois extremos, vamos lá, dar nomes e especificar os estágios estratégicos de redes sociais nos negócios:

zero, ou isolamento: corresponde a não haver nenhuma presença de seu negócio em qualquer rede social; é como se ele não existisse. marcou bobeira, quem toma conta da bagaça e mais todos os seus clientes estão entre os 2% dos brasileiros [acima de 18 anos] que nem sabem que orkut existe [e é uma rede social].

você poderia até arguir que seu negócio, uma padaria, não precisa disso; afinal de contas, pão é tudo a mesma coisa. aqui pra nós, não é não: boa parte do que uma padaria acaba se tornando se constrói através do boca a boca sobre a qualidade do pão e outros produtos e serviços, e o boca a boca, hoje, está nas redes, nas redes sociais. se sua padaria está no nível zero, espere o efeito da rede social da padaria mais próxima. nível zero quer dizer zero mesmo: nem você fala ou articula seu negócio em redes sociais e, muito pior, talvez, ninguém fala de você, nem mal.

antes da gente falar do nível um, talvez valha a pena dizer que em alguma hora do futuro próximo ninguém mais vai falar de “redes sociais” como se diz hoje ao mencionarmos orkut, twitter e facebook. é provável que aconteça a mesma coisa que rolou com “ciberespaço”: lembra quando foi a última vez que você ouviu isso? pois é. como tudo está o “ciberespaço”, o “ciber” desapareceu e tudo voltou a ser, de novo, puro e simples espaço. nós, humanos, somos gregários e estamos o tempo todo “em rede”, rede social, por sinal; estas “redes sociais” de que falamos, como orkut, são as virtuais; e virtual não é o oposto de real, mas sim de concreto e ambos são reais. e a “concretude” dos relacionamentos e amizades no mundo real não é tão “dura” assim… o que tornará esta transição, ou fusão, entre as redes concretas e abstratas, ainda mais fácil e célere. daí…

um: você [seu negócio] não tem qualquer estratégia e nenhuma presença em redes sociais, mas seus clientes e usuários falam de você por lá. provavelmente você sabe que redes sociais existem, é quase certo que você tenha um perfil em alguma delas, esteja ligado no que está acontecendo, só não ligou –ainda, porque talvez ainda não encontrou- o que se fala sobre seu negócio, na rede, com seu negócio, em rede.

de novo, a padaria: tem quem esteja falando bem e mal do seu pão, mas você não sabe e não sabe que poderia fazer uso destas conversações, ao participar delas, para aumentar o alcance de seu negócio. faz parte. um dia você aprende, se seu negócio chegar lá…

dois: seu negócio ainda não tem nenhuma estratégia e presença nas redes sociais, mas seus clientes e usuários –sua comunidade externa, em potencial- e, agora, seus colaboradores estão engajados em conversações nas redes sociais.

é bem possível que clientes, usuários e colaboradores não estejam nas mesmas conversas, nas mesmas redes, falando das mesmas coisas; se estiverem se encontrando, também é possível que a cacofonia seja a mais desarranjada possível. afinal de contas, nunca, nenhum dia sequer, você discutiu com ninguém, na empresa, se deveria haver um perfil numa rede social e como este perfil iria ser pilotado, por quem, com que intensidade… e que verdades corporativas ele iria propalar. vai ver você descobre, um dia, quando um cliente baixar o sarrafo em alguma falha de sua operação e um de seus colaboradores partir pro “nem adianta reclamar que aqui é assim mesmo” ou, talvez pior, perder a esportiva com o futuro ex-cliente…

tres: estamos quase lá, pois neste estágio sua empresa tem uma presença formal em uma ou mais redes sociais, mas ainda sem qualquer estratégia. isso lhe leva a ter uma voz que pode ser identificada, e é “real”… mas que pode não ter nenhuma capacidade de estabelecer e manter relacionamentos coerentes com sua comunidade de clientes e usuários, atuais ou futuros.

no nível tres está a vasta maioria das empresas; e ele corresponde ao segundo estágio da matriz de owyang, literalmente onde sua empresa está dizendo, no seu site, coisas como “siga-nos no twitter, facebook, etc.” e “compartilhe este conteúdo”. ao fazê-lo, você está criando portas para uma participação mais efetiva no universo das redes sociais, mas está agregando valor a redes sociais sobre as quais não tem o menor controle.

ao mesmo tempo, a falta de uma estratégia de participação em redes sociais –algo muito diferente de uma estratégia de “comunicação” usada em empresas de porte médio para cima- pode fazer com que seu uso das redes sociais seja, na melhor das hipóteses, irrelevante. já mostramos que o número de pessoas que faz parte da sua rede social não a torna necessariamente relevante. por outro lado, a intensidade da interação, para ser relevante e dar resultados, depende muito de sua qualidade: minha desconfiança [cada vez mais certeza] é que campanhas do tipo “siga-me” ou “retuite-me” [sic] no twitter para ganhar descontos ou prêmios descartáveis têm um alcance muito limitado no tempo e no volume de usuários.

claro que empresas de todos os portes estão tentando acertar seu passo social, e muitas ao mesmo tempo, agora. danado é que a maior parte das pessoas que cuida do que se convencionou chamar de “presença social” das empresas parece não ter uma vida social muito ativa. senão, o que explicaria o último tweet de empresas que se relacionam com dezenas de milhares de pessoas por dia estar separado do penúltimo por exatos sete dias? difícil pensar que nada de relevante tenha acontecido no período…

quatro: a empresa não só tem uma presença em redes sociais, mas tem uma ou mais estratégias para associar tal presença ao que acontece no seu site e, em particular, ao que acontece com os clientes e usuários, em seu site.

este nível agrega os estágios 3, 4 e 5 da matriz de owyang, o que quase certamente quer dizer que muitas empresas vão ter muitas dificuldades para estabelecer-se competentemente neste estágio. pra lembrar o que isso quer dizer, o estágio 3 de owyang é ligação, estimulando conexão; o 4 é experiência socialmente integrada e o 5 é agregar as conversações ao seu site. ou seja, estamos falando de, ao atingir competência neste nível, você poder ser comparado a crispin porter + bogusky e se gabar de ter uma estratégia que transformou seu site corporativo em um espelho do que se diz, na rede, sobre você. se, no texto anterior, você não clicou na figura abaixo pra ir ver o que é, não perca a oportunidade.

image20[1]

se eu fosse você e não estivesse numa agência de propaganda, eu perguntaria… mas, e se fosse o nível quatro de uma padaria?… era a mesma coisa, do mesmo jeito? claro que não, e por um variado número de razões. que a gente vai continuar a discutir amanhã, aqui mesmo, pra este texto não ficar longo demais. afinal, ainda faltam cinco estágios pra gente chegar no nirvana das redes sociais, onde, como já se disse, você é sua comunidade, seu negócio está completamente em rede, dos produtos e serviços ao atendimento, sua inovação é aberta e é capaz de seus usuários serem também seus parceiros e participarem dos processos de tomada de decisão do seu negócio, que é deles também

até lá.

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0 Responses to estratégia: seu negócio e as [ou nas] redes sociais [4]

  1. Juliana disse:

    Que agonia ler texto todo em letras minúsculas. Juro que não consigo!

  2. Juliana disse:

    Que agonia ler texto todo em letras minúsculas. Juro que não consigo!

  3. Tassio Vale disse:

    Criar uma estratégia para redes sociais não parece ser trivial. Mas obrigatória. Com o PNBL as diversas classes sociais do país deixarão de ir ao comércio para ficarem conectados em algumas situações.

    Eu já considero o “nível 4” sensacional para uma empresa implementar. Aguardo pelos outros níveis no próximo post. Acredito que pessoas famosas (presidentes, artistas, etc.) também estariam incluídos nesse plano estratégico para redes sociais.

    Dúvida: Silvio, se uma estratégia como a de nível 4 fosse utilizada nas eleições brasileiras desse ano por algum candidato, até que ponto você acha que isso influenciaria o voto de algum cidadão?

  4. Tassio Vale disse:

    Criar uma estratégia para redes sociais não parece ser trivial. Mas obrigatória. Com o PNBL as diversas classes sociais do país deixarão de ir ao comércio para ficarem conectados em algumas situações.

    Eu já considero o “nível 4” sensacional para uma empresa implementar. Aguardo pelos outros níveis no próximo post. Acredito que pessoas famosas (presidentes, artistas, etc.) também estariam incluídos nesse plano estratégico para redes sociais.

    Dúvida: Silvio, se uma estratégia como a de nível 4 fosse utilizada nas eleições brasileiras desse ano por algum candidato, até que ponto você acha que isso influenciaria o voto de algum cidadão?

  5. Charlie Brown disse:

    Acho muito estressante ler textos que impõem que hoje em dia qualquer negócio precisa participar de redes sociais eletrônicas. O caso que você colocou, de uma padaria, mostra bem isso: Padarias já estão mergulhadas em redes sociais, das mais diversas, mas você acha que elas DEVEM estar em redes sociais ELETRÔNICAS, o que é bem diferente. Você aconselha o dono da padaria a comprar micro, abrir conta em Facebook, Orkut, Twitter, ter um site, etc… Claro que isso é bom, mas…. não faz parte do negócio ! Isso é um plus, um diferencial, é algo que você tem que pagar a mais, tem que ter uma equipe pra abrir o site, formatar o wordpress, responder o twitter, o email, o Orkut, o FaceBook…
    Eu sou desenvolvedor, e acho que eu e você respiramos redes sociais eletrônicas hoje porque são a coisa mais inovadora e interessante que surgiu ultimamente. Mas isso não quer dizer que nossa realidade sirva pra todos. Impor isso, é, em tese, catequização – e nem sempre indios precisam de espelhos.

    • srlm disse:

      redes sociais [das virtuais] não são a realidade de nerds que escrevem código nas suas casas nas sextas feiras às duas da manhã; 98% dos brasileiros maiores de 18 anos sabe que orkut existe e mais de 95% dos que estão na rede têm algum tipo de presença em redes sociais. acho que isso diz tudo.

      até concordo com o “estressante” de seu comentário; mas imagine o BUZZ que deve ter rolado quando começou a eletricidade, o telefone… e o impacto disso nos negócios. note que a infra de internet [e as aplicações e serviços em cima dela está se universalizando mais rápido do que qualquer otra utilidade conhecida.

      quer ver um exemplo? energia elétrica começou, no brasil, em 1883, com a a instalação da usina hidrelétrica ribeirão do inferno em diamantina, MG. mais de 120 anos depois, não está disponível para todos e o programa de universalização de eletricidade no país não 25 anos, na prática talvez menos de 15.

      não se pode pensar em negócios sem energia elétrica. muito menos em negócios sem rede. só que rede vai “pegar” muito antes, em escala, do que eletricidade. e quem não tiver competência nisso, ou não usar competências disso, nos negócios, pode ir se preparando para se dirigir ao grande cemitério dos CNPJs…

  6. Charlie Brown disse:

    Acho muito estressante ler textos que impõem que hoje em dia qualquer negócio precisa participar de redes sociais eletrônicas. O caso que você colocou, de uma padaria, mostra bem isso: Padarias já estão mergulhadas em redes sociais, das mais diversas, mas você acha que elas DEVEM estar em redes sociais ELETRÔNICAS, o que é bem diferente. Você aconselha o dono da padaria a comprar micro, abrir conta em Facebook, Orkut, Twitter, ter um site, etc… Claro que isso é bom, mas…. não faz parte do negócio ! Isso é um plus, um diferencial, é algo que você tem que pagar a mais, tem que ter uma equipe pra abrir o site, formatar o wordpress, responder o twitter, o email, o Orkut, o FaceBook…
    Eu sou desenvolvedor, e acho que eu e você respiramos redes sociais eletrônicas hoje porque são a coisa mais inovadora e interessante que surgiu ultimamente. Mas isso não quer dizer que nossa realidade sirva pra todos. Impor isso, é, em tese, catequização – e nem sempre indios precisam de espelhos.

    • srlm disse:

      redes sociais [das virtuais] não são a realidade de nerds que escrevem código nas suas casas nas sextas feiras às duas da manhã; 98% dos brasileiros maiores de 18 anos sabe que orkut existe e mais de 95% dos que estão na rede têm algum tipo de presença em redes sociais. acho que isso diz tudo.

      até concordo com o “estressante” de seu comentário; mas imagine o BUZZ que deve ter rolado quando começou a eletricidade, o telefone… e o impacto disso nos negócios. note que a infra de internet [e as aplicações e serviços em cima dela está se universalizando mais rápido do que qualquer otra utilidade conhecida.

      quer ver um exemplo? energia elétrica começou, no brasil, em 1883, com a a instalação da usina hidrelétrica ribeirão do inferno em diamantina, MG. mais de 120 anos depois, não está disponível para todos e o programa de universalização de eletricidade no país não 25 anos, na prática talvez menos de 15.

      não se pode pensar em negócios sem energia elétrica. muito menos em negócios sem rede. só que rede vai “pegar” muito antes, em escala, do que eletricidade. e quem não tiver competência nisso, ou não usar competências disso, nos negócios, pode ir se preparando para se dirigir ao grande cemitério dos CNPJs…

  7. Eduardo Moraes disse:

    Parabéns pela série sobre tema tão relavante e atual.
    Realmente, novas ferramentas de interaçao com os clientes estão surgindo e as empresas que não souberem se adaptar perderam espaço junto aos clientes. Poucas empresas no Brasil estão sabendo se adaptar esse novo contexto.

    É uma busca por novos processos de gestão de relacionamento e sistemas na nuvem que podem se interligar a tudo isso.

  8. Eduardo Moraes disse:

    Parabéns pela série sobre tema tão relavante e atual.
    Realmente, novas ferramentas de interaçao com os clientes estão surgindo e as empresas que não souberem se adaptar perderam espaço junto aos clientes. Poucas empresas no Brasil estão sabendo se adaptar esse novo contexto.

    É uma busca por novos processos de gestão de relacionamento e sistemas na nuvem que podem se interligar a tudo isso.

  9. Anselmo Lacerda disse:

    Está série de textos sobre redes sociais tem sido muito interessante e principalmente mais instigante pelo fato de analisamos todos os processos e relacionamentos que envolvem as redes sociais. Além disso, atuação das redes sociais nas empresas como suporte para tomada de decisões e feedback por partes dos interagentes.
    O Nível 4 para mim é mais interessante para as empresas, as dúvidas são muitas, dentre elas, como manter a rede ativa durante todo o processo? Como torná-la atrativa para os interagentes?
    Aguardando ansiosamente os próximos textos para comentar!

  10. Anselmo Lacerda disse:

    Está série de textos sobre redes sociais tem sido muito interessante e principalmente mais instigante pelo fato de analisamos todos os processos e relacionamentos que envolvem as redes sociais. Além disso, atuação das redes sociais nas empresas como suporte para tomada de decisões e feedback por partes dos interagentes.
    O Nível 4 para mim é mais interessante para as empresas, as dúvidas são muitas, dentre elas, como manter a rede ativa durante todo o processo? Como torná-la atrativa para os interagentes?
    Aguardando ansiosamente os próximos textos para comentar!

  11. Paulo Nasc disse:

    Interessantíssima essa série. Acompanhando-a sentí-me como se estivesse expondo um grande segredo que, uma vez revelado, talvez muitas coisas se tornassem diferentes. Têm tudo a ver com “A Cauda Longa” e “Free: Grátis – O Futuro dos Preços” de Chris Anderson diretor de redação da Wired. Paragens ao grande mestre Silvio Meira.

  12. Paulo Nasc disse:

    Interessantíssima essa série. Acompanhando-a sentí-me como se estivesse expondo um grande segredo que, uma vez revelado, talvez muitas coisas se tornassem diferentes. Têm tudo a ver com “A Cauda Longa” e “Free: Grátis – O Futuro dos Preços” de Chris Anderson diretor de redação da Wired. Paragens ao grande mestre Silvio Meira.

  13. ESCUTA CELULAR – APRENDA COMO FAZER UMA ESCUTA CELULAR

    O site Apostila Hacker esta disponibilizando um tutorial com material secreto sobre escutas celulares, que mostra como qualquer pessoa pode fazer uma escuta celular sem nem uma dificuldade, essa escuta realmente funciona, qualquer criança é capaz de fazer após ler o tutorial, muitas pessoas não sabem como fazer isso por não conhecerem alguns segredos, e quais programas usar, é isso que o tutorial mostra, a escuta é realizada sem que a pessoa saiba e você terá acesso a quase todos os dados do celular da pessoa, como mensagens que ela recebe, pode escutar as ligações que ela recebe e que ela realiza, e em alguns casos ate meso saber onde ela esta através de rastreamento.

    ESCUTA CELULAR;
    GRAMPO CELULAR;
    MONITORAR CELULAR;
    RASTREAR CELULAR;
    MONITORAR MENSAGENS DO CELULAR;
    MENSAGENS DO CELULAR;
    ESCUTAR O QUE A PESSOA FALA NO CELULAR;
    FAÇA VOCÊ MESMO SUA ESCUTA CELULAR;
    COMO FAZER UM GRAMPO CELULAR;
    COMO ESCUTAR TUDO O QUE FALA NO CELUAR;

    A apostila se encontra no site:
    http://www.apostilahacker.com.br

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