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Escrito por • 12/05/2009

informática: SBC debate a regulamentação das profissões

debate na revista eletrônica horizontes, da sociedade brasileira de computação [SBC], sobre a regulamentação [ou não] das profissões de informática.

CONTRA A REGULAMENTAÇÃO, ricardo anido, professor da unicamp e diretor de relações profissionais da  sbc [negrito nosso]:

…A restrição do exercício da profissão na área de Informática a detentores de diplomas de alguns cursos não condiz com a realidade, nem no Brasil nem no exterior. Em nenhum país com economia avançada essa restrição existe: Estados Unidos, Inglaterra, França, Alemanha, Japão, Itália, Canadá, por exemplo, não restringem a atuação de profissionais da área. Nossos concorrentes diretos na busca por atração de oportunidades na área de informática, em especial Índia, China, Irlanda e Rússia, também não colocam qualquer restrição à atuação na área. Se a profissão fosse regulamentada na Suíça, Tim Berners-Lee não teria inventado e implementado a primeira versão da World Wide Web, já que ele tem um diploma de Física. Raymond Samuel Tomlinson, com diploma de Engenharia Elétrica, fosse a profissão regulamentada nos EUA, não teria construído o primeiro sistema de correio eletrônico. Bill Gates, primeiro programador e fundador da Microsoft, não terminou seu curso de graduação em Harvard e não poderia ter trabalhado na área e iniciado a maior empresa de software do mundo. 

desde sua fundação, a SBC tem lutado contra a regulamentação das profissões [e não da profissão, pois as profissões de informática são dezenas…] de informática. este combate tem tido sucesso até agora, mas um novo alinhamento de forças, no ambiente legislativo, ameaça restringir a atuação, na área, apenas aos diplomados por algum curso “da área”, registrados em um conselho profissional idem. por trás dos panos, há uma intensa atividade de fábricas de diplomas [que tem vagas, mas não alunos] e virtuais donos de conselhos regionais e federais, interessados nas anuidades dos seus futuros tutelados.

A FAVOR da regulamentação, antônio neto, presidente do sindicato dos trabalhadores em processamento de dados de são paulo [negrito nosso]:

…E o Bill Gates? Todos os modelos de regulamentação que temos proposto pressupõem a exigência de capacidade técnica comprovada apenas para os gerentes, líderes e/ou responsáveis pelo projeto. Pelo que nos consta, Bill Gates jamais foi o responsável (nem o principal executivo da empresa ele era) pelos seus projetos, e se fosse poderia contratar um gerente credenciado e continuar trabalhando normalmente. E os geniozinhos não seriam, em hipótese alguma, excluídos do mercado. Eles seriam, como qualquer pessoa de juízo e bom senso iria exigir, supervisionados por alguém que tivesse noções multidisciplinares e que colocasse ordem na casa. E não poderia fazer qualquer coisa que lhe desse na telha, sem a menor responsabilidade, como, com certeza, todos nós gostaríamos que acontecesse no desenvolvimento de algo que afetasse nossa saúde, segurança, dinheiro, governo, etc.

este blog apóia em gênero, número e grau a posição CONTRA A REGULAMENTAÇÃO promovida pela SBC desde o princípio dos tempos; não é porque o país é cartorial e tem suas relações de profissão, trabalho e emprego ainda no séc. XVIII que nós todos temos que cair no fosso comum e suicidar nosso futuro em nome de um carimbo, um conselho e uma “profissão” como tantas outras que só existem, hoje, só porque são “regulamentadas”.

além do mais, ninguém com mais de dois neurônios quer ser tutelado por qualquer outro alguém que bote “ordem na casa” e, por uma módica quantia, assinaturas nos projetos, como no sistema bisonho-cartorial de profissões regulamentadas  que temos hoje em pindorama.

regular as profissões de informática –se pegasse- teria todo tipo de efeito colateral, afetando inclusive o desenvolvimento de software livre, uma das mais criativas –e desordenadas- atividades do setor de software… que tem o apoio, em gênero, número e grau, de países emergentes como o brasil. segundo ricardo anido [negrito nosso]…

…E como ficaria o movimento de software livre? O desenvolvimento de software de forma cooperativa e distribuída é um dos exemplos mais interessantes e bem sucedidos do uso da tecnologia da Internet para o bem da sociedade. Pessoas com interesses comuns e conhecimento de programação têm desenvolvido soluções avançadas de software, de alta qualidade, que são utilizadas gratuitamente, tanto por empresas, governos ou indivíduos. Através de mecanismos às vezes complexos de revisão para garantia de qualidade, a comunidade de software livre consegue permitir que qualquer pessoa contribua no desenvolvimento dos aplicativos. As contribuições são aceitas considerando exclusivamente a qualidade do código produzido, não importando a nacionalidade, formação escolar ou profissão do contribuinte. Muitos médicos, engenheiros, músicos, físicos, biólogos, dentistas, matemáticos e outros profissionais participam ativamente do desenvolvimento de software livre, com o conhecimento em programação adquirido de forma auto-didata.

pra terminar, anido, em nome da SBC, diz que [negrito nosso]…

…A SBC entende que, para proteger os trabalhadores da área de informática, e lutar por melhores salários e condições de trabalho, o único caminho é fortalecer os sindicatos e as associações de classe. A proteção artificial que uma regulamentação da profissão baseada na exigência de diploma fornece aos trabalhadores da área de informática, pela restrição à atuação de profissionais competentes que não têm diploma, ou têm diploma em outra especialidade, é prejudicial à sociedade como um todo, além de fazer o país rapidamente perder competitividade, com grande prejuízo para as empresas, fechando um círculo vicioso que acabaria por diminuir o número de postos de trabalho na área de informática.

vá, você mesmo, ler a discussão na íntegra. você, eu, nós e nossos representantes no congresso é que vão decidir. tomara, para o brasil e para os brasileiros que trabalham em informática, que –pelo menos neste caso- vença o status quo… pois a atual desregulamentação das profissões de informática é uma das poucas atualidades do nosso regime profissional e trabalhista, de resto um arcabouço merecedor de uma completa e radical reescritura, porque fonte de todo tipo de ineficiências e responsável por uma parte considerável do que se costuma chamar de custo brasil.

e tem mais: há uma campanha em andamento para regulamentar uma porrada de outras profissões, incluindo design e dee-jaying. já imaginou? nem botar um som num bailinho você vai poder mais; para isso, será necessário uma graduação em animação & baladas, incluindo, na grade curricular, cadeiras como o lugar e o tempo do funk na noite carioca e lounge & debussy: uma estética lenta e suave para inaugurações e fins de festa.

e não só: o conselho federal de dee-jaying ordenará que só poderá tocar um certo tipo de música quem já tiver pago as cadeiras correspondentes e, claro, pago a anuidade. para garantir o mais estrito cumprimento das regras, será criada uma patrulha musical, responsável por investigar feijoadas, churrascos, buchadas, festas infantis, bares, restaurantes, casas noturnas e garantir que todo mundo perto de um pick-up é diplomado em curso reconhecido e tem sua carteirinha em dia. claro que o DJ só vai estar tocando o que o conselho autorizar para cada nível de formação e contexto.

pra garantir a ordem na casa, multas de todos os tipos e tamanhos serão lavradas contra os estabelecimentos que não cumprirem as regras [e não contra os supostos DJs, note bem], como forma de coagir a sociedade a acatar a supervisão dos responsáveis pela nossa diversão. botar um CD, ligar um iPod no amplificador ou sintonizar uma estação qualquer e deixar o som rolar, em lugares com mais de 50 pessoas, será terminantemente proibido e o conselho, para garantir o leite das crianças de quem investiu em uma graduação em dee-jaying, passará uma lei federal obrigando tais ambientes a ter um DJ permanente em sua folha, registrado e em dia com suas obrigações profissionais… vade retro.

parece exagero? volte pra informática, reescreva o exemplo dos DJs no contexto de software e programadores [por exemplo] e vai parecer com o que teremos rolando por aí se as profissões de informática forem mesmo regulamentadas. afinal de contas, uma profissão regulamentada é um monopólio… e os “donos” dos monopólios, como mostra a história universal, acabam querendo, sempre, dominar o mundo.

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0 Responses to informática: SBC debate a regulamentação das profissões

  1. Também sou contra a regulamentação , mesmo sendo formado na área. Esse tipo de coisa só instiui o corporativismo e desacelera a inovação.
    A melhor regulamentação é a do bom senso. Se um cara formado em odontologia é melhor programador que o outro q cursou processamento de dados, q se contratem os melhores. Só quem não tem competência e talento é q precisa de uma lei pra se proteger.

  2. Andres disse:

    Sempre fui contra a regulamentação da profissão do jeito que se pretende. Acho que vamos perder produtividade e que vamos acabar limitando nossa quantidade (já insuficiente) de mão-de-obra.
    Além disso, estaremos alimentando a indústria do canudo, como você bem citou!

    Silvio, você poderia me passar seu email? ou então entrar em contato comigo? meu email é ammenendez@gmail.com

  3. Silvio,

    A questão é polemica. Muito. Eu sou a favor de algum tipo de regulamentação. Entretanto isso só seria possível com uma forte melhora no nível de ensino por parte das universidades e cursos de extensão.

    Toda a profissão precisa de uma regulamentação no que diz respeito a um código de ética e conduta dos profissionais. Creio que a exigência de um diploma seria pedir muito em um país onde o percentual de graduados é pífio. Mas, assim como em profissões como as ligadas a área da saúde, engenharias (arquitetura) e outras, convém a existência de um conselho, que regulamente a pratica.

    Nossa área teria maior credibilidade, e pessoas que denigrem a imagem da “profissão” poderiam sofrer as sanções da regulamentação. Como um médico que comete uma sucessão de erros ou um engenheiro que projeta um edifício que afunda ou desaba.

    Eu não acredito no poder do diploma, mas vejo na universidade um diferencial para o profissional. tenho que acreditar na capacidade de educação pois, assim como você, sou professor e me preocupo com a formação de meus alunos.

    Como disse, a discussão é ampla e polêmica.

  4. A resposta para esta questão é simples: “laisse faire”.

    A regulamentação é útil contanto que traga benefícios aos profissionais da área de tecnologia da informação. Sinceramente, acredito que a regulamentação não trará benefício algum. Beneficiados serão a indústria da educação privada, que verá o número de estudantes aumentando nas suas escolas e os sindicatos de processamento de dados, entidades estas de pouca representatividade e que defendem mais os seus próprios interesses do que os interesses dos profissionais que deveria representar.

    Peço desculpas ao sr. Fernando Panissi: discordo de sua opinião. Infelizmente o sistema de ensino brasileiro é ultrapassado e falido. Os recém-formados com os quais tenho contato são graduados em tecnologia e não em técnica. A diferença é sutil. Sabem java, mas não sabem o que é se expressar através de uma linguagem de programação. Sabem bancos de dados SQL, mas não sabem teoria dos conjuntos nem como estruturar as abstrações da informação.

    Diploma, infelizmente, é um pedaço de papel que comprova que você passou por uma faculdade. Por favor, não quero ser desrespeitoso ou agressivo. Apenas vejo a questão por um ponto de vista realista, talvez com um pouco de acidez excessiva.

  5. Luiz Fernando disse:

    Sou formado em Sistemas de Informação e concordo com o que o professor Fernando Panissi disse sobre ser uma discussão polêmica, mesmo porque tudo existem os dois lados da moeda. Levando em consideração a ética profissional que não foi levantada na discussão, na faculdade onde estudei fui amplamente orientado, sobre o ética. Não estou falando que profissionais não-formados, não tenham ética nem que todos profissionais formados tenham ética, isso vai muito do caráter também de cada pessoa, mas pelo menos no meu caso tive alguma orientação sobre. Não sou de todo à favor, nem de todo contra. Abraços.

  6. Andre Mendonca disse:

    O problema eh que o pessoal do sindicato entende muito pouco de desenvolvimento de software.

    A ideia de uma aplicacao ter um “responsavel tecnico” eh simplesmente absurda. E sugerir que um diploma ira qualificar quem quer que seja a exercer tal funcao eh uma idiotice.

    Se o diploma eh um diferencial ou nao (e eu acredito que seja), o mercado ira naturalmente selecionar os profissionais capazes de atender `a demanda.

    E `aqueles preocupados com etica, sugiro a criacao da “Associacao de Profissionais Eticos de Informatica”. Oferecam um certificado e facam uma campanha de marketing encorajando empresas a exigirem tal certificacao. Eu apoio.

    Andre

  7. Paulo disse:

    Essa conversa de monopolio no final do texto sempre me remete a outro mecanismo que muitas empresas (principalmente do Porto Digital) recorrem: O cartel.
    Deixar de contratar funcionarios de empresas que fazem parte do ecossistema para evitar que esses procurem salarios e condicoes melhores é de uma covardia enorme, o que obriga muitos funcionarios a procurar emprego em outras regioes.
    Esse “acordo de cavalheiros” (Prefiro chamar de acordo de canalhas) é hoje um dos maiores empecilhos no desenvolvimento de carreiras na regiao.
    Depois as empresas perdem varios excelentes funcionarios para empresas de outros polos e nao sabem o porque. Sem a concorrencia interna por bons funcionarios, as empresas ficam emfraquecidas, sem oferecer vantagens atraentes aos funcionarios que acabam correndo para centros mais atraentes.
    Afinal de conta, todos concordamos que nao ha nada melhor que uma boa concorrencia para criar empresas mais fortes, seria concorrencia por bons funcionarios uma excessao? Acredito que nao!
    Nao acho que a regulamentacao seria uma solucao para o problema, mas muitas vezes algumas pessoas veem nesse tipo de acao uma saida.

  8. Observador disse:

    Acabar com a aberração da CLT-Flex ninguém quer né?

  9. Marcos disse:

    Um bom exemplo disso é o jornalismo. Vejam como é a qualidade de textos e simples chamadas para os mesmos durante o final de semana (embora isso não ocorra somente durante os finais de semana) nos chamados “portais”, onde são contratados “jornalistas” que mal sabem escrever, frutos da indústria dos canudos. O sujeito é formado, mas será que é melhor – não para o jornal, mas para os leitores – do que aquele sujeito que está lá no jornal há 50 anos, mas que não tem o famoso (e agora imprescindível) canudo?

  10. Luiz Claudio disse:

    Deveriamos seguir o mesmo exemplo nas outras profissões, porque só médico pode execer medicina, porque engenheiro pode assinar obra e assim por diante.
    Ou seja quem estuda para exercer determinada profissão, no meu caso tem que concorrer com jornalista, engenheiro, médico, todo que não conseguem ter sucesso na profissão e vem buscar na informática o que não conseguem na profissão que escolheram.
    Tem que regulamentar sim.

  11. Sou contra!
    Imagino que haja profissões em que o controle e a exigência de formação específica seja necessária, enxergo, por exemplo a necessidade de validação profissional na Medicina, mas não enxergo a mesma exigência no DIreito, embora esta tenha uma das maiores e mais corporativistas organizações profissionais (OAB).
    Sou profissional e professor na área – fiquei contente de ver um aluno na lista de comentários, abç – e lido anualmente com centenas de jovens que buscam formação para que possam alcançar destaque em suas empresas e negócios e me sinto renovado sempre que um deles me conta que atingiu uma posição melhor no trabalho, conseguiu uma certificação importante, está estudando ou pesquisando sobre uma tecnologia específica, tudo para poderem crescer e prestar melhores serviços de tecnologia da informação à sociedade. Precisamos garantir que a concorrência e a necessidade de formação e qualificação sejam livres, definidas pelo interesse particular de lograr sucesso e pela satisfação de “ser o cara” na profissão que cada um escolheu.

  12. Edlane disse:

    Na educação, vejo a informática como um tema transversal, aquele que todos os profissionais devem ter em suas bases. No mercado, entendo que a liberdade de expressão, e acesso aos meios ,facilitará a criação de ferramentas em diversas áreas. Não há limites para a informática.

  13. NAOR ALVES DE LIMA disse:

    Estou agora mesmo participando de uma licitação para profissionais de informática onde se exige que a empresa, representante e atestados de capacidade técnica sejam registrados no CRA. É um absurdo, pois na verdade é uma tentativa destes conselhos em atrair para sí, assim como o CREA, as atividades de informática, o que não tem o mínimo amparo legal. É uma máfia caça-níqueis. Tribunais Superiores já firmaram jurisprudência negando a estes conselhos a tutela sobre a atividade de informática, mas os orgão públicos, por interesses escusos, ou pura ignorância, continuam a exigir tal vínculo.

  14. Rafael disse:

    Tá certo não regulamenta mesmo e aproveita e acaba com o CRM, CREA, COREN e afins.. já que dá pra exercer por puro talento qualquer profissão vamo embora.. até estou pensando em comprar uma broca e tirar o dente podre do meu cachorro.. nasci pra isso.. aproveite e clique aqui..

    http://www.fenaj.org.br/apoiar_campanha.php

  15. Marcio disse:

    Tem que regulamentar sim…. tem muito aventureiro que faz cursinho de 40 horas e acha que é profissional de informática. Quem é sério faz a faculdade, custe o que custar, como foi o meu caso.

  16. ADRIANO disse:

    Trabalho na área de informática a anos, e a mesma já está bastante segmentada com os diversos aplicativos utilizados. E mesmo que o sujeito tenha um diploma, dependendo do software que o fulano irá utilizar, tem que ter certificação.
    Para que mais?????

  17. Celio disse:

    As pessoas que são a favor da regulamentação são aquelas que terão algum tipo de benefício(Conselho representativo por exemplo), não justifica ter que regulamentar uma profissão da qual nem sempre o bom profissional tem conhecimento academico para desenvolver software ou mesmo ser um excelente profissional da área. Conheço pessoas que se destacaram na área, tornandos-se inclusive responsável por representar empresas fora do Brasil com apenas o Curso Técnico que fez.

    Diga não a representação de categoria.

  18. Luiz Roberto Meier disse:

    Comecei a “programar” com 8 anos de idade e agora tenho 32 anos. Já tive 2 empresas, passei em testes da RBS-TV (afiliada da Globo) e também em um SINDUSCON de um Estado extremamente importante do país. Conheci uma mulher formada em uma universidade onde ela afirmava que só sabia “mexer bem” no ACCESS (e tinha diploma em Ciências da Computação). O que prova que alguém é ou não competente é seu trabalho e não um pedaço de papel cheio de tributos e títulos. Antigamente, quando os reis e raínhas não tinham dinheiro suficiente davam títulos de Sir, Barão, Visconde, Conde do Raio que Nos Parta, pelo visto, não só os chips estão diminuindo, mas também o cérebro desse pessoal que quer regular certas profissões.

    O Jô Soares faz entrevistas, logo, ele deve ter diploma de jornalismo? Porque não provocam gente grande (duplo-sentido) como ele? E alguém já ouviu falar em jornalista formado e especializado em Nanotecnologia ou Genética? E em Informática ou computação? Então não podem também trabalhar nessas áreas, já que precisariam fazer 2 cursos, jornalismo + computação ou genética.

    Que país mais sem o que fazer…

  19. Luzimar disse:

    Prezados(a) senhores(a)

    A questão não é castrarem as idéias da tecnologia da informação, e sim a regulamentação de suas atividades. A regulamentação da Medicina, da Contabildidade, do Direito, da arquitetura etc, ciências mais desenvolvidas do mundo só trousseram benefícios sendo regulamentadas, pois assim, os vigaristas e oportunistas sabem que nesses campos será difícil manipular informação ou não responder pela responsabilidade objetiva ou subjetiva.

    Por favor! ignorância tem limite.

    Luzimar Pagotto
    Vitória/ES

  20. Marcos Antônio disse:

    A “criação” ela precisa do esforço, da capacidade e do Insight que podem estar juntos ou não dentro de um diploma, dentro de um curso!
    Não à regulamentação.

  21. Sou contra também.
    Esse absurdo já se desenrola por anos.
    Por que desta nova tentativa?
    É melhor montarmos um site de protestos e assinaturas logo.
    Resolveu em 2005 (que me lembre…)
    Abraços.

  22. Fernando disse:

    Sou contra a regulamentação, pois, comprovadamente, a informática não é uma profissão puramente técnica, ela depende em muito da criatividade de seu usuário e tal regulamentação acabaria por tolher esta criatividade.

  23. vidigal gomes de moais disse:

    Vamos regulamentar nossos profissionais de informatica caso contrario, nosso pais vai ficar prejudicado com a grande emigração desse pessoal qualificado para outros paises. Classe politica agora e com voces.

  24. vidigal gomes de moais disse:

    Vamos regulamentar nossos profissionais de informatica caso contrario, nosso pais vai ficar prejudicado com a grande emigração desse pessoal qualificado para outros paises. Classe politica agora e com voces.

  25. Ex-Cesariano disse:

    Silvio Meira… Pague descentemente aos seus funcionários… para vc é muito fácil falar assim… afinal você montou uma empresa, que não paga porra nenhuma de imposto e onde os unicos que ganham é você e seus baba-ovo… você acha bom que não tenha regulamentação porque recebe 30.000,00 por mês do cesar + 8.000,00 da UFPE (onde vc é lendário por sinal, quem diga seus pobres alunos que são constantemente desrespeitados por suas ausencias…) e quer pagar 1.200,00 pra um recem-formado… isso é que é um absurdo…!

  26. Luzimar,
    Isso não traz benefícios de forma alguma.
    Conheço bem TODAS, digo TODAS as grandes consultorias de Informática de SP e do país.
    O lobby para isto vem deles.
    Você que não seja bobo de acreditar em melhorias. Não haverá.

  27. Luzimar,
    Isso não traz benefícios de forma alguma.
    Conheço bem TODAS, digo TODAS as grandes consultorias de Informática de SP e do país.
    O lobby para isto vem deles.
    Você que não seja bobo de acreditar em melhorias. Não haverá.

  28. Nildo Polverine disse:

    Prezados(as), acho correto a regulamentação em certos aspectos, tais como: Concursos Públicos por exemplo que qualquer profissional formados em determinadas áreas podem prestar concurso para cargos na área de informática e é claro ao contrário não pode, isso sim deveria acabar dando mais chances a quem preferencialmente cursou ou está cursando graduação em área Tecnológica e não Biologia, Pedagogia, etc.

    Nildo Polverine
    Barra da Tijuca/Rj

  29. Mauricio disse:

    Oi tudo bem?
    Gostaria de dizer a quem é contra a regularização, que seria a melhor opção para nossa profissão, pois com meu conhecimento, morei 3 anos na Italia, estou me formando em Ciência da Computação e quanto ao que disse o porta -voz da SBC, la no EXTERIOR NÃO É REGULARIZADA a profissão pois lá EXISTE UMA GRANDE FALTA DE PROGRAMADORES, ENTÃO ELES TRAZEM DE FORA DO PAÍS, SENDO OU NÃO FORMADO, ELES PRATICAMENTE IMPLORAM PARA QUE TU TRABALHE PRA ELES TENDO UM MINIMO CONHECIMENTO, ja aqui NO BRASIL, oque vemos é que EXISTE MUITOS CURSINHOS TECNICOS onde o estudante se forma em 2 ANOS e TIRA o trabalho de quem é da área da computação. Para ter inventado a WORLD WIDE WEB não precisa ser da computação uma vez que a pesquisa é feita numa universidade INTER-DISCIPLINARMENTE. Já no Brasil temos muitos, “repito” MAS MUITOS MESMO trabalhadores na área de informática, tirando o emprego de quem é formado, vocês que são contra gostariam que um médico fizesse um curso de 2 anos para atender vocês, ou um advogado que fosse defender vocês tivesse um cursinho muquifa?

    PENSEM NISSO!!!!

  30. Mauricio disse:

    Oi tudo bem?
    Gostaria de dizer a quem é contra a regularização, que seria a melhor opção para nossa profissão, pois com meu conhecimento, morei 3 anos na Italia, estou me formando em Ciência da Computação e quanto ao que disse o porta -voz da SBC, la no EXTERIOR NÃO É REGULARIZADA a profissão pois lá EXISTE UMA GRANDE FALTA DE PROGRAMADORES, ENTÃO ELES TRAZEM DE FORA DO PAÍS, SENDO OU NÃO FORMADO, ELES PRATICAMENTE IMPLORAM PARA QUE TU TRABALHE PRA ELES TENDO UM MINIMO CONHECIMENTO, ja aqui NO BRASIL, oque vemos é que EXISTE MUITOS CURSINHOS TECNICOS onde o estudante se forma em 2 ANOS e TIRA o trabalho de quem é da área da computação. Para ter inventado a WORLD WIDE WEB não precisa ser da computação uma vez que a pesquisa é feita numa universidade INTER-DISCIPLINARMENTE. Já no Brasil temos muitos, “repito” MAS MUITOS MESMO trabalhadores na área de informática, tirando o emprego de quem é formado, vocês que são contra gostariam que um médico fizesse um curso de 2 anos para atender vocês, ou um advogado que fosse defender vocês tivesse um cursinho muquifa?

    PENSEM NISSO!!!!

  31. Rafael disse:

    Acabei de tirar o dente do cachorro.. a boca dele não para de sangrar mas acho que ele sobrevive (ainda bem que tenho talento!!) , mas também não dá nada.. vou aproveitar a broca e já faço uma cirurgia pra corrigir.. haha e sem CRMV!!! Gostei disso.. acho que vou aproveitar e fazer uma cirurgia bariátrica na minha irmã ela tá uma bola..

  32. Ciro disse:

    O interesse em “regulamentar” é só para se poder criar mais um tributo. Ademais, esse tipo de regulação fere a livre iniciativa e, por conseguinte, o direito de Trabalho, que é fundamento da constituição.

  33. A favor disse:

    Sou a favor da regulamentação. A área de informática sempre foi uma mãe acolhendo todos os insatisfeitos e mal sucedidos de outras áreas. São engenheiros, físicos, matemáticos, administradores etc… Uma gama extensa de profissionais que não conseguiram uma colocação no mercado e então migraram, na maioria das vezes sem preparo algum para a área de TI.

    Nos primórdios até fazia sentido não se exigir uma formação específica para se trabalhar com computação, afinal não existia profissionais preparados. Mas hoje a realidade é outra, várias pessoas investem seu tempo e dinheiro se qualificando, pq não valorizar isso? Com um profissional melhor qualificado, as empresas ganham, a sociedade ganha. Quando se fala em regulamentação, entende-se com isso inclusive a criação de um código de ética. Não que valores éticos tenham que advir somente da criação de um código de ética, mas este além de dar diretrizes, consiste também da criação de uma equipe responsável por fiscalizar e punir profissionais que venham a agir de má fé com a empresa e consequentemente a sociedade.

    Se um contador gosta de programar, pq não fazer uma graduação na área de computação? Afinal se um programador quiser ser um especialista em contabilidade, mesmo podendo aprender o ofício como autodidata, terá que procurar uma universidade para se aperfeiçoar. Se as universidades hoje estão falidas, isso é uma outra história… A saída não é incentivar as pessoas a desistirem de estudar, e sim melhorar o ensino.

    Trabalho com computação, mas adoro cuidar de animais no meu tempo livre, até me informo sobre o assunto, mas nem por isso posso sair por aí medicando “animaiszinhos”, não fui devidamente preparada para tal, isso é até uma questão de respeito com os profissionais especializados no ofício. Então convenhamos, se algum veterinário se descobriu um expert em programação e deseja ganhar a vida nesse ramo, que tal se aperfeiçoar hein?

  34. Eduardo disse:

    sou Engenheiro Agrônomo e trabalho como analista de sistemas. Se essa regulamentação for aprovada, exijo que cada trabalhador rural sem diploma deixe de cultivar a terra, para que eu consiga meu emprego

  35. Alexandre Rufino da Costa disse:

    É muito polêmico, mas existem desvantagem e vantagens, como existem muitas pessoas, que exercem a profissão que era estar regulamentada sem estar regulamentado, pessoas que trabalham como diremos free-lancer (podendo trabalhar bem ou não). Ou seja não seria isso que impediria o movimento software livre de agir.

    Você procuraria um médico para fazer uma cirurgia correndo risco de vida, sabendo que ele não é regulamentado, mesmo assim se algo acontece de errado procuraria o Conselho para puní-lo.

    O que conta é que deve existir é um conselho forte e que funcione, só isso garante o serviço do profissional.
    Com isso o usuário poderá cobrar de alguém aquele erro que aconteceu e que prejudicou ele.

    Existem não só na área de TI, mas em todas as áreas bons e maus profissionais e o usuário deve se proteger dos maus profissionais mas como ele vai saber se ela é um bom ou mal profissional?

  36. Tiago Assumpção disse:

    “Diploma”, objeto oficioso que garante a habilitação… em um mundo onde a credibilidade seja estabelecida.

    “Laissez-faire”, que na realidade informática institui-se “meritocracia”. Confesso que não vejo como fechada a questão sobre como melhor medir-se um profissional, em larga escala — o que preferiria ouvir de estudiosos dos recursos humanos e não de burocrátas de cuja moralidade não me cabe ao teclado apestar.

    Contudo, fechada, absoluta, ao senso comum e à qualquer investigação que se preze, me parece a seguinte questão: se nossas instituições de ensino não têm, falo de sua larguíssima maioria, credibilidade qualquer, por causalidade, não podem servir como parâmetro métrico.
    Pois, se irrelevante à boa-medida o nosso sistema de ensino, que qualidade atribuir às insituições regedoras do dito bom-profissional? Brasileira, vê-se razoável.

    Assim, que seja mantido o “laissez-faire” e que as escolhas sejam mantidas aos contratadores, conjunto de homens que se fazem responsáveis ao *elegerem*; palavra que nesta república se faz semelhante aos objetos acima discutidos — de nulo valor.

  37. rafael ramos disse:

    Em muitos casos sou contra, pois estaria restringindo muito o desenvolvidmento da tecnologia. Mas pense se você ficaria tranquilo em andar em um metro, cujo software de gerência foi feito por alguem que só entende de programação e o caso de uso. Gostaria que toda uma equipe fosse responsavel por isso, um eng, fisico, matematico, tudo tem que ser levado em conta. E esse tipo de preocupação não existe no Brasil!

  38. Josepe disse:

    As únicas pessoas que são contra o projeto são os tecnologos e os que não são formados na área de TI (A grande maioria dos que trabalham na área atualmente).
    Muito legal um físico ou um engenheiro poder fazer concurso na área em que sou formado enquanto eu não posso fazer o mesmo.
    Pior ainda aqueles que fazem um tecnologo com duração de 2 anos, pagando uma mensalidade de menos da metade do valor da de uma graduação e depois vem querendo exercer a mesma função de um cara que ficou 4 anos na faculdade, investindo no mínimo 4 vezes mais na sua formaçao.

  39. Alexandre disse:

    PessoALL,

    só me esclareçam uma coisa.. qual é a diferença entre regulamentação da profissião (que é o reconhecimento dela), e reserva de mercado ?

  40. Ter diploma = bom profissional. Não
    Não ter diploma = mau profissional. Não.
    Ser regulamentado = bom profissional. Não
    Não ser regulamentado= mau profissional. Não.

    Mas parem pra pensar e descubram quem está fomentando isso novamente.
    Ai você descobre quem é ligado a esse politicos.
    E depois você tira sua conclusões.

    Abraços,

  41. Alexandre disse:

    Josepe, eu fiz faculdade de 2 anos em análise de sistemas. isso depois de 15 anos na área. Vc acha que um recém formado em uma faculdade de 4 anos, é melhor do que eu???

  42. Bruno disse:

    Realmente existe uma indústria do diploma: a de curso de especialização em informática, que faz com que qualquer pessoa formada em qualquer area possa prestar concursos para cargos de informática. Aí, é só treinar o português, decorar o primeiro capítulo do livro de redes, as formas normais de banco de dados, mais algum material introdutório de outras matérias que possam vir a cair e pronto, tá lá um engenheiro numa vaga para computação. Porém, se vc fizer um mestradou ou mesmo doutorado em engenharia elétrica, por exemplo, não poderá atuar como engenheiro e o q realmente é ruim: não poderá fazer concursos para a vaga de engenheiro. No dia que eu puder fazer concurso para engenharia elétrica, administração, biblioteconomia, etc. podendo fazer somente uma especialização, eu paro de defender a regulamentação da profissão.

  43. Jayme Alvares disse:

    Gostaria de ter acesso a pesquisa (credibilidade) de quem informou que o software livre foi desenvolvido por médicos , músicos e outros… acredito sim, que pessoas com conhecimento e varias competências inclusive a principal, no caso, na área de T.I.C, contribuiram para o software livre, REGULAMENTAÇÃO X SOFTWARE LIVRE não existiria , como fica? que isso terror aqui, ninguém aqui é idiota, a nao ser quem escreveu isso, pelo amor de Deus.
    Claro que a regulamentação sem a vigilância da sociedade civil e da informática principalmente será cartoriada, mas devemos compreender que é necessária a realidade brasileira, que é bem diferente da estrangeira, e deve sim todo projeto de T.I.C ter assinatura de um profissional da área capacitado e registrado, assim sendo,o profissional assumiria os créditos pelos acertos e erros de seu projeto dando garantia de qualidade e um fórum ao cliente. situações assim como médicos(esses mais coorporativos que nunca), contadores , engenheiros, arquitetos, atuários e outros…., vou para aqui.
    Acaba-se com a bagunça que existe de colocar administrador, médicos, geógrafos e as demais profissões em cargos de supervisão, gerencia e direção na área de T.I.C., principalmente em órgãos públicos.
    Que a regulamentação seja aprovada e suas regras claras e de boa índole, e que a sociedade civil cobre as responsabilidades de quem faz as leis. temos eleições em 2010 que Deus quizer votemos melhor que as vezes anteriores.
    Jayme Alvares

  44. Marcatopoulos Popovariksen disse:

    Se focarmos sob a ótica do talento para determinada profissão, tais regulamentações podem ser prejudiciais, mas se focarmos pela ótica da falta de talento para determinada profissão, então como seria “cobrado” qualquer eventual prejuízo que determinado profissional pudesse causar? Se a indústria da diversão fica totalmente liberada, significa que arca ou deve arcar com o prejuízo que a baderna possa causar na noite, por exemplo. Se um “hacker” desregulamentado, causar um prejuízo de alguns bilhões de dólares, os prejudicados deveriam arcar com o prejuízo também? Não seria melhor conceituar o que seja prejuízo atualmente, afinal, se colhemos os melhores frutos do prejuízo em nosso “meio ambiente” e estamos globalmente empenhados em conceitos como reaproveitar, reutilizar, reorganizar, sustentar, para evitar desastres maiores, alguém poderia evitar o mau uso da informática por algum talentoso psicopata que queira detonar o arsenal nuclear do planeta?

  45. Jose Robson disse:

    Primeiro vamos resolver o caso dos sindicatos. E preciso que o trabalhador tenha livre escolha se quer ou nao fazer parte de algum sindicato. Vivemos em um país democratico, porque então somos obrigado a engolir os sindicatos? Que na maioria das vezes é ultrapassado, ineficaz, intereseiro e incopetente. Sou formado na áres de sistemas de computação e informatica. Não concordo com a criação de um conselho (que provavelmente sera para arrecadar anuidades/mensalidades)

  46. Walter Octaviano disse:

    Sou contra essa regulamentação, da mesma forma que sou contra a regulamentação de algumas outras: estatístico, administrador entre outras. Poderia-se até exigir para assinatura de determinados instrumentos que a pessoa fosse formada na área.
    Isso é nítido interesse dos já “futuros donos” dos conselhos regionais / federais.
    Isso é um equívoco, assim como entendo ser um equívoco a política de cotas nas universidades federais, o que tem tirado delas alguns bons alunos.

  47. Walter Octaviano disse:

    Sou contra essa regulamentação, da mesma forma que sou contra a regulamentação de algumas outras: estatístico, administrador entre outras. Poderia-se até exigir para assinatura de determinados instrumentos que a pessoa fosse formada na área.
    Isso é nítido interesse dos já “futuros donos” dos conselhos regionais / federais.
    Isso é um equívoco, assim como entendo ser um equívoco a política de cotas nas universidades federais, o que tem tirado delas alguns bons alunos.

  48. Ricardo disse:

    Regulamentacao e essencial !
    Tem que ser verificado que TI no Brasil não se ganha dinheiro quanto em paises de 1 mundo. O profissional de TI e um mero recurso enquanto Gerentes, Supervisores, etc nao sabem nada de TI e muitas vezes sao responsaveis por escravisar o profissional de TI.
    Pode verificar que a maioria das empresas ao inves de planejar o sistema, coloca o profissional para compensar a falta de planejamento com horas extras…
    Vi um dia destes uma coisa nao muito incomum, uma vaga para quem tem experiencia em SQL, .net, HTML entre outras tecnologias que exigem conhecimento aprofundado e com remuneracao de R$1100,00.
    No Brasil quem tem valor é o politico, quem tem esquema, governo, justiçca, etc.
    O Brasil precisa valorizar tecnologia e nao tratar Analista como mendigo! Nos USA um Analista Jr ganha 5000 dolares facil. Aqui …

  49. edson disse:

    Quando tememos a concerrência super leal como no caso dos profissionais da área de informática, é pq nos falta qualificação, pois é um mercado q só a seriedade e copetência faz o sucesso, nenhuma regulamentação furada como é em tudo aqui no brasil vai deixar a “casa em ordem” mas sim a dedicação daqueles q aprenderam muitas vezes sozinhos ou quase, como eu, a empresa onde trabalho leva em conta minha seriedade e minha honestidade, e não meu curriculo ou (CRalgumacoisa), pois de certificados o braasil tá cheio, mas de seriedade é um fracasso, começando por esse bando de cartolas querendo se aproveitar em tudo, falta recursos no governo não pq eu não pago cr…. mas pq a mesma corja de sempre rouba tudo.

  50. Felippe Barros disse:

    Concordo com a posição do Panissi.
    Se não houver uma regulamentação, com um conselho regulamentador, a área de TI continuará sofrendo com maus profissionais que, arriscam atuar na área sem embasamento teórico.
    Certas atividades precisam ser regulamentadas, principalmente para valorizar quem se esforçou para estar lá.
    Outra coisa que degrada nossa área são as certificações. Pois são mais valorizadas que um diploma e muito mais fáceis de serem obtidas. Vale lembrar dos “braindumps”.

  51. Sou totalmente contra à reserva de mercado em qualquer situação.
    Porém entendo a questão acadêmica e no nosso modelo social a manutenção da universidade é o caminho disponível para manutenção de um conhecimento sadio, sem místicas.

    No caso da informática, não a considero ainda uma profissão definida e sim um ferramental utilizado pelas diversas profissões.

    Parece-me que o caminho correto, ainda em aberto, seria ser definido alguns pontos essenciais, que os sistemas empresariais, de escrita de softwares, de manutenção de redes e outros que afetam a vida da sociedade, sejam sim assinados por profissionais qualificados e responsáveis, assim como médicos assinam por médicos, advogados por advogados, engenheiros por engenheiros, etc.

    Caso contrário, ao lado de um monte de gênios que temos na informática, vamos continuar criando um monte de curiosos, sem vínculo nenhum com o modelo científico que também trazem prejuízos à sociedade.

  52. Newton Vieira disse:

    Bom, não tenho a opinião que me parece maioria. Sou 100% a favor da regulamentação.
    Sou profissional especializado a um bom tempo e sempre tenho que apagar os caminhos tortuosos que pessoas não ligadas a area construíram.
    Sempre motivei todas as equipes a estudarem, sempre desejei o sucesso profissional de todos, sempre quis receber pessoas que conversam a partir do ponto avançado.
    Evidente que para profissionais de longa data a regulamentação não é interessante, mas os “entrantes” no mercado, sejam de boas instituições, ou não, sempre trazem a carga conceitual básica a ser explorada por seus gestores.

  53. Newton Vieira disse:

    Bom, não tenho a opinião que me parece maioria. Sou 100% a favor da regulamentação.
    Sou profissional especializado a um bom tempo e sempre tenho que apagar os caminhos tortuosos que pessoas não ligadas a area construíram.
    Sempre motivei todas as equipes a estudarem, sempre desejei o sucesso profissional de todos, sempre quis receber pessoas que conversam a partir do ponto avançado.
    Evidente que para profissionais de longa data a regulamentação não é interessante, mas os “entrantes” no mercado, sejam de boas instituições, ou não, sempre trazem a carga conceitual básica a ser explorada por seus gestores.

  54. Cleiton Alves disse:

    Sou contra totalmente.

    Pois em nenhuma instituição do Pais, certifica nenhum aluno a ter conhecimento suficiente, para desenvolver um software que nao venha a dar erros ” BUGS “, se isso acontecesse justificaria a regulamentação, mas como regulamentar algo que sempre ira ter erros? No caso de medicina os medicos nao pode ficar errando em suas cirugias. Se software das gigantes ja nascem com erros, o que dizer de jovens programadores que sao recem formados? So conseguem algo por terem curiosidade e muita paciencia para buscar soluções.

  55. Cleiton Alves disse:

    Sou contra totalmente.

    Pois em nenhuma instituição do Pais, certifica nenhum aluno a ter conhecimento suficiente, para desenvolver um software que nao venha a dar erros ” BUGS “, se isso acontecesse justificaria a regulamentação, mas como regulamentar algo que sempre ira ter erros? No caso de medicina os medicos nao pode ficar errando em suas cirugias. Se software das gigantes ja nascem com erros, o que dizer de jovens programadores que sao recem formados? So conseguem algo por terem curiosidade e muita paciencia para buscar soluções.

  56. Chico disse:

    Isso aconteceu com a Ioga e Acupuntura.No início a medicina dizia que era charalatanismo que não havia base científica.Mas “profissionais” sem diploma praticavam e curavam.Depois que a medicina reconheceu o erro e descobriu o que todos já sabiam ,resolveu regulamentar a profissão.Se antes só os regulamentados pudessem exercer a ioga e acupuntura ,hoje não teríamos essas práticas e se as tivéssemos estaríamos bem atrasados.A informática é uma ciência em formação onde os avanços são diários e muito rápidos feitos por usuários e “amadores” sem representar perigo ou prejuízo algum a sociedade,mas sim imprescindível na concorrência mundial de um setor estratègico.

  57. Contra disse:

    Quem perde o emprego pra um cara com outra formação “sem preparo algum”, deve rever seus conceitos. Currículo não é competência.

  58. Contra disse:

    Quem perde o emprego pra um cara com outra formação “sem preparo algum”, deve rever seus conceitos. Currículo não é competência.

  59. Laura disse:

    A informática comecou com profissionais migrados das mais diversas áreas: físicos, engenheiros, matemáticos, administradores. Estes ajudaram – e muito!- seu desenvolvimento.
    As graduações específicas só começarama a aparecer anos após empresas e instituições financeiras se informatizarem. Qual a justiça em restringir o assunto somente aos formados na área? Eles podem sim ter mais conhecimentos, pois foram aprofundados, mas não tira o mérito de quem desenvolveu carreira em area diversa da sua de formação. Mesmo porque alguns assuntos pedem a ação conjunta de alguem com formação menos técnica com outro mais técnico.
    O mercado está aí, absorvendo tanto um profissional quanto o outro, distinguindo-os de acordo com suas necessidades.

  60. Luiz Cogorno disse:

    Dependendo de como é realizada a regulamentacao, pode ser benefica. Mas o que acontece geralmente é que se criam conselhos federais para as profissoes, que mais servem para cartelizar a profissao que para outra coisa, como a protecao da sociedade. No meu caso como engenheiro civil, desde que iniciei como estagiario, o CREA nao conseguiu criar um sistema eficiente de fiscalizacao, para coiber os grafologos que só assinam projetos e serve apenas para onerar o cidadao, além de manter um monte de gente fazendo nao sei o que. Diploma nào é atestado de competencia.

  61. Carlos Nogueira disse:

    Duas então:
    1) Ao regulamentar ao profissão aquele cara, que não é formado, mas gastou uma banana, por exemplo, num curso de SAP não vai mais poder pedir R$ X/mês. A empresa vai pagar R$ X -10 visto que vai haver conselhos sindicatos e famigeradas ‘tabelas’. Isso já ocorre em profissões como Direito, Psico, Odonto,…

    2) Alguém falu em CLT/Flex… isso no existe! Nem o tal ‘PJ’, é tudo ilegal. Se tem alguma constância, regularidade tanto em tempo quanto em local de realização de um trabalho qualquer caracteriza vínculo empregatício. Daí falta o Ministério/Secretária do Trabalho junto com a Receita dar uma dura nas empresas de TI.

    3) “Se gritar pega ladrão, não fica hum meu irmão…”. Bezerra da Silva

  62. Atila Soares disse:

    Tenho formação em Ti e atua na área, a discussão é válida e pra ilustrar vamos observar o nosso dia a dia. Posso amanhã me inscrever num concurso para administrador ou contador? A resposta é não, porque não possuo formação para tal, mesmo que eu tenha uma empresa de sucesso, e que é por mim administrada. Logo concluímos que se para algumas profssoões essa máxima é valida para nossa deveria valer também. Quantas vezes os senhores deram de cara com clientes super chateados ou até mesmo transtornados que foram passados para trás por “profissionais de TI”. Alguma coisa deve ser feita para garantir a nossa integridade e a de nossos cliente!!

  63. Jorge disse:

    SOU TERMINANTEMENTE CONTRA!!
    Neste Brasil, praticamente tudo que os governantes criam é para tirar algum dinheiro para o ESTADO e emperrar a vida das pessoas.
    Alguém em sã consciência pode acreditar piamente nos conselhos?
    Denuncie um médico, um advogado, um engenheiro, etc., ao seu respectivo conselho e veja o que acontece. As excessões só existem naqueles casos que repercutem na mídia, e não tem como colocar a sujeira embaixo do tapete. Puro CORPORATIVISMO.
    Desenvolvo sistemas há 15 anos, e não sou formado em informática e sim em outra área.
    Desafio qualquer Zé-recem-saído-da-faculdade de informática a desenvolver um sistema (e não um programinha), colocá-lo no mercado e ter sucesso e respeito. Isso demora anos para acontecer.
    Éitca se aprende no berço, e não na faculdade, porque malandro se forma bem antes do colegial, e isso não muda com uma matéria de um semestre.
    Fora isso sempre exisitirão bons profissionais e maus “profissionais” em qualquer área.
    Me parece que não basta ser contra. Temos que nos unir e agir, para proteger este setor, que é chave para o desenvolvimento do país. Fazer valer nosso voto no Congresso, para que estes absurdos não virem leis. Não adianta reclamar e manter a bunda na cadeira. Aqueles que aviltam e pilham o povo, estão lá em Brasilia, lutando por seus interesses escusos.
    E nós? Estaremos onde?

  64. Josepe disse:

    Me pergunto por que não pegam um Tecnólogo em Construção de Edifícios com experiência de mais de 15 anos na área e o contratam como Engenheiro Civil?
    Se isso é aplicado na área de TI deveria ser aplicado em todas as áreas!

  65. ana disse:

    Texto mal escrito. Não conhece letra maiúscula após .(ponto) ???? Ou a culpa é do sistema que passou para lowercase????
    Creio que muitos dos que apoiam a NÃO regulamentação, são, claro, pessoas atuantes na área e auto-ditatas. Algum tipo de regulamentação deve existir, como como disse o Rafael @13:17 então que tirem a regulamentação de todas as outras profissões… Assim, qualquer um pode aprender qualquer coisa por aí e sair aplicando com outras pessoas ou coisas. A regulamentação da profissão é necessária, visa a qualidade dos profissionais (É claro que existem excessões, está cheio de gente por aí com diploma e não sabe quanto é 1+1). O que não impede que as áreas se cruzem, um Eng. Eletricista pode colaborar e trabalhar em conjunto com Analistas de Sistemas.
    E dizer que a regulamentação “é prejudicial à sociedade como um todo, além de fazer o país rapidamente perder competitividade”. Só pode ser piada! Com certeza está faltando estudo para muita gente mesmo.

  66. ana disse:

    Texto mal escrito. Não conhece letra maiúscula após .(ponto) ???? Ou a culpa é do sistema que passou para lowercase????
    Creio que muitos dos que apoiam a NÃO regulamentação, são, claro, pessoas atuantes na área e auto-ditatas. Algum tipo de regulamentação deve existir, como como disse o Rafael @13:17 então que tirem a regulamentação de todas as outras profissões… Assim, qualquer um pode aprender qualquer coisa por aí e sair aplicando com outras pessoas ou coisas. A regulamentação da profissão é necessária, visa a qualidade dos profissionais (É claro que existem excessões, está cheio de gente por aí com diploma e não sabe quanto é 1+1). O que não impede que as áreas se cruzem, um Eng. Eletricista pode colaborar e trabalhar em conjunto com Analistas de Sistemas.
    E dizer que a regulamentação “é prejudicial à sociedade como um todo, além de fazer o país rapidamente perder competitividade”. Só pode ser piada! Com certeza está faltando estudo para muita gente mesmo.

  67. Douglas disse:

    Ola eu me endividei todo fazendo minha faculdade, fazia estágio dava um duro danado. Hoje existem diversos tipos de financiamento o que facilita bastante.
    Sendo assim não justifica a história de que tem milhões sem poder estudar… hoje estuda quem tem vontade, seja na pública ou na particular mas tem condições sim. Tenho amigos que trabalham como desenhistas durante a noite e fazem engenharia civil durante o dia e ainda tem filhos etc, sendo assim como eles conseguem então. Falta de oportunidade não é.
    Quando se fala rem regulamentação vejo nos comentários que parece que vão proibir de usar os computadores, que vão proibir de se concertar um computador ou de programar.
    O que deve acontecer é que para ter uma empresa na área de informática deverá ter um proficional habilitado para tanto (dimplomado), se for desenvolver um software para uma UTI de um hospital deverá ter um profissional que tenha embasamento científico para analisar os requisitos, inspecionar os desenvolvedores, enfim gerenciar. Acho engrassado quando alguns fazem curso de uma linguagem de programação qualquer e no final se dizem programadores, sendo que na verdade eles são utilizadores de uma linguagem especifica. Programar se aprende na faculdade, estudando Paragigmas de Linguagens de Programação, Aspectos, Métricas, Cálculo, Pesquisa Operacional, Arquitetura de Computadores, Projeto de Algoritmos (eu disse projeto de algoritmos e não algoritmos e estrutura de dados).

    Enfim quem fez faculdade sabe do que estou falando.

    Hoje estou cursando mestrado em ciência da computação to dando um duro danado porque além de ter que estudar tenho que trabalhar e tenho família.
    Agora vem me falar que é contra a regulamentação porque não vai dar o duro que eu dou para ver se não muda rapidinho de opinião.

    att douglas

  68. Cleiton Alves disse:

    Boa tarde pessoal!!!

    Bom a primeria regulamentação deveria ser dos nossos sistemas, executio, legislativo e judiciario.

    Em todas essas area exitem malas que usam o povo, agora regulamentar trabalhadores que estao ajudando o Brasil a progredir?

    Os caras do congresso sao votados por nos e agora ele vem com essa de que nao ta nem ai pra opiniao publica, e o fim do mundo mesmo.

    Em todas a areas regulamentas ocorrem erros e no final das contas quem se da bem e so quem tem dinheiro, ou estou errado?

    Vamos deixar quem quer trabalhar livre para trabalhar, tirar o teclado desses genios e o mesmo que darem a ele um revolver para sair assaltando, pois temos mulheres e filhos para sustentar.

    Mas vcs que sao a favor pensem que e melhor ter Bugs feitos por esses sem diplomas onde estao lhe dando trabalhos, do que terem um revolver em sua cabeça te assaltando.

    Um abraço a todos

  69. Cleiton Alves disse:

    Boa tarde pessoal!!!

    Bom a primeria regulamentação deveria ser dos nossos sistemas, executio, legislativo e judiciario.

    Em todas essas area exitem malas que usam o povo, agora regulamentar trabalhadores que estao ajudando o Brasil a progredir?

    Os caras do congresso sao votados por nos e agora ele vem com essa de que nao ta nem ai pra opiniao publica, e o fim do mundo mesmo.

    Em todas a areas regulamentas ocorrem erros e no final das contas quem se da bem e so quem tem dinheiro, ou estou errado?

    Vamos deixar quem quer trabalhar livre para trabalhar, tirar o teclado desses genios e o mesmo que darem a ele um revolver para sair assaltando, pois temos mulheres e filhos para sustentar.

    Mas vcs que sao a favor pensem que e melhor ter Bugs feitos por esses sem diplomas onde estao lhe dando trabalhos, do que terem um revolver em sua cabeça te assaltando.

    Um abraço a todos

  70. IRADO disse:

    SILVIO MEIRA,

    QUE TAL VOCÊ BANIR O DIREITO DE “FALA” (ESSA GENTE VOMITA) À ASSEMBLÉIA AOS “RUDIS” DE PLANTÃO? SEI QUE VOCÊ ACREDITA NUMA ESPÉCIE DE DEMOCRACIA-AUTO-ORGANIZÁVEL, MAS NÃO POSSO ACEITAR QUE TAMANHO RUÍDO EM UMA DISCUSSÃO QUALQUER.

    VOTO NO DESTERRO AOS BÁRBAROS.

  71. dvi disse:

    Vocês já viram algum dentista defendendo alguém em um tribunal?
    Um técnico em informática fazendo uma obturação em alguém??
    ou um pedreiro desenvolvendo um projeto de um prédio??? , bom que a regulamentação atingira muitos isso vai , mas é de suma importância para melhorar a qualidade do software desenvolvido em nosso pais.. e a imagem do profissional da área de informática, afinal quantas vezes o profissional e tachado de enrolados, incompetente etc… muito se dá pelos maus serviços de pessoas que aprendem a programar e dar manutenção em casa e que faz tudo na base do achometro por um preço mais acessível. Assim a qualidade na maioria das vezes é ruim, não que a de um profissional formado não se enquadre as vezes neste contexto, mas é sim em sua minoria. A maioria das pessoas que são contra ou 50% são os profissionais ruis, 30% Alguém que se prejudicará com tal mudança, e os outros 20% pessoas que não tem o trabalho de pesquisar sobre a satisfação com serviços de profissionais formados e não formados, chega de achar que pessoas que seguem tutoriais na internet entendem de informática.

  72. Paulo Augusto Ferracioli disse:

    Antes de pensarem em regulamentar a nossa profissão, existem coisas mais importantes a serem revistas, como uma grade menos sufocante na graduação, professores que muita vez mal sabem para eles, estágio onde querem que você chegue sabendo e empresas que só contratam recém-formados, exigindo-se notável conhecimento em Delphi,C++,Java,ASPI,Visual disso,daquilo, etc, além de termos de falar no mínimo três línguas. Se eu não fosse concursado e longe da Capital, meu diploma estaria na gaveta até hoje.

  73. Alexandre Corso disse:

    Trocamos então o foco.
    Vamos então lutar pela valorização do profissional que busca a especialização, a formação, como um diferencial.
    Todo criador, ou inovador deve ser livre de profissões ou áreas, pois aí limitaremos o processo de criação.
    Se um médico formado quer ser economista, que busque especialização para atuar nesta área. E este poderá ser até melhor do que aquele que só estudou economia.
    Eu creio que é mais fácil um médico aprender a programar para criar um sistema médico do que ensinar medicina a um programador para desenvolver o mesmo sistema.
    Mas veja que o médico deve buscar a qualificação para aprender a programar.

  74. Alexandre disse:

    Josef, não contratam o cara como Engenheiro porque o Crea não Deixa.. mas pergunta para um engenheiro civil se ela faz um prédio sem ter ao seu lado um Mestre de obras.
    E tem outra.. o cara faz faculdade de 4 anos e ve um pouco de analise, de programação, de banco de dados, de SO, de web, de rede… ele sai lá sem saber nem uma coisa nem outra… eu acredito que o futuro da formação em TI será os cursos especialistas. Quer ser da área de rede.. vai fazer rede.. que ser desenvolvedor, vai fazer software ou analise.. quer ser DBA vai fazer banco de dados.

  75. A favor disse:

    Em nenhuma área o simples fato de se ter um diploma é fator determinante para ser considerado um bom profissional. Certamente um profissional que atua a muito tempo no mercado, mesmo sem formação na área, terá um desempenho melhor se comparado a um recém-formado. Isso é óbvio! Senhores profissionais de outras áreas acolhidos pela área de TI, não se sintam tão ofendidos com o assunto regulamentação. Existem problemas com a regulamentação de algumas profissões, o ensino não é dos melhores… Mas tudo isso não é motivo para se optar pelo amadorismo, pela desorganização, pelo despreparo. É necessário melhorar as regras e não se acomodar ao caos.

  76. Trocamos então o foco.
    Vamos então lutar pela valorização do profissional que busca a especialização, a formação, como um diferencial.
    Todo criador, ou inovador deve ser livre de profissões ou áreas, pois aí limitaremos o processo de criação.
    Se um médico formado quer ser economista, que busque especialização para atuar nesta área. E este poderá ser até melhor do que aquele que só estudou economia.
    Eu creio que é mais fácil um médico aprender a programar para criar um sistema médico do que ensinar medicina a um programador para desenvolver o mesmo sistema.
    Mas veja que o médico deve buscar a qualificação para aprender a programar.

  77. Alexandre disse:

    PessoALL, pode haver regulamentação da profissão sem reserva de mercado. Pensem nisso.
    O mercado pode se auto regulamentar.
    O que é preciso é invesitr na qualidade das escolas, na preparação dos profissionais. Faculdades boas terão seus alunos procurados e irão atrais mais alunos. As outras serão obrigadas a fechar ou melhorar.. e assim se faz um ciclo vicioso.
    Ter diploma não é garantia de qualidade, mas dimiui os riscos. E as empresas não querem correr riscos. Busquem no Apinfo por exemplo quantas vagas existem para auto didatasa.. já foi o tempo. Isso é fato. O mercado quer profissionais com formação. O problema é que tem nego com diploma e sem formação.

  78. Tiago Assumpção disse:

    “””””
    Me pergunto por que não pegam um Tecnólogo em Construção de Edifícios com experiência de mais de 15 anos na área e o contratam como Engenheiro Civil?
    Se isso é aplicado na área de TI deveria ser aplicado em todas as áreas!

    Comentário por Josepe — 12.05.09 @ 13:55
    “””””

    Prezado Josepe (que nome bacana), não vou exigir de você diploma em Lógica Simbólica para propor tal relação entre dois objetos, inferindo-se atributos e equivalência por analogia. Parece-me claro que qualquer ser humano é capaz de racionalizar esta questão com eficiência.

    Contudo, cá estou para dizer outra coisa: bananas não devem ser irrestritamente comparadas à maçãs.

    Um abraço.

  79. dvi disse:

    Alexandre acho que deve se fazer especialização sim.. mas de nada adiantará se especializar se o profissional não tiver uma base boa teorica,Regulamentação já…
    Já passou da hora.

  80. Bill disse:

    Tenho 10 anos de informática, não tenho curso superior na área e se preciso dou aula a muitos professores que tem por ai, foi citado o CRM, CREA etc. Eu não vou matar alguém nem prejudicar a sociedade se fizer um programa errado, o problema é que estamos tirando as vagas deles, porque somos melhores, não temos medo de arriscar, como Bill e outros que não tiveram, ao contrario de muitos q preferem ganhar seu dinheiro, fazendo pouco e dando ordens absurdas para os verdadeiros profissionais da área, só porque tem um diploma, claro sou a favor de estudar e ter seu diploma isso é fundamental, mas sou contra essa regulamentação. Respeito todos os PROFISSIONAIS independe de uma papel.Uma pessoa q compra um software tem q ter algum conhecimento e nao sair por ai comprando qualquer coisa.Quando vc vai comprar um carro vc procura saber dele.

  81. Regina disse:

    Por que Advogao tem sua profissão regulamentada?

    Por que Médico tem sua profissão regulamentada?

    Por que Engenheiro tem sua profissão regulamentada?

    Por que Arquiteto tem sua profissão regulamentada?

    Por que Administrador tem sua profissão regulamentada?

    Por que as pessoas formadas na área d Computaçõ não podem ter sua Proffisão regulamentada?

  82. IRADO disse:

    Regina,

    Por que você é tão incapaz?

  83. Guilherme disse:

    Silvio Meira,

    Vamos ser um pouco coerentes…. a regulamentação da profissão não te proibirá você utilizar e fazer o que quiser com o seu PC.
    Tão pouco irá proibir a fazer os seus scripts ou suas páginas da internet.

    Informática é a área que cresce e mais vai crescer neste mundão e não podemos engessar isto!

    O que eu defendo é que para se publicar, vender e comercializar um software ou até mesmo para se vender com o um consultor em informática é necessário ter uma formação!

    É necessário ter um chefe, um responsável, a quem irá responder por aquilo que é feito! No software livre isto poderia ser feito por quem autoriza a contribuição.

    O que não podemos permitir é que um profissional de uma outra área que ouviu que informática dá dinheiro ou que acha que leva jeito, abrir uma micro-empresa ou sair dando consultoria por ai em computadores porque viu um desmontado um dia.

  84. Jorge disse:

    Alexandre Corso – ponto para você…
    Alexandre – ponto para você…
    A graduação, seja ela qual for, dará sempre o embasamento necessário para iniciar a vida profissional. Mas o profissional será reflexo tão somente do seu esforço em se aprimorar e se especializar na área escolhida, e não raro, na especialidade escolhida.
    E um advogado, engenheiro, médico pode sim atuar em outra área tranquilamente com o que lhes foi ensinado na faculdade. Muitas reportagens já foram mostradas Brasil afora, destes profissionais se dando bem em outros setores, como pasteleiros, jornaleiros e outras profissões, e ganhando o seu dinheiro honestamente. Porque os profissionais de TI seriam diferentes?
    Vejam bem que não há demérito em ser advogado e vender pastel em vez de advogar. É apenas um exemplo (que apesar de parecer pejorativo, não o é!), de que muitos se formam e adquirem conhecimentos que lá na frente se mostram infrutíferos, muitas vezes por falta de vocação.
    Parabéns a todos que se esforçam para melhorar de vida, pois fazer um curso superior, além de custoso, exige dedicação e abdicação de muitas outras coisas.
    Contudo, qualquer profissional formado ou não em uma área específica, por vocação (ou até mesmo por necessidade) tem o direito de oferecer o seu préstimo em outra (desde que saiba o que está fazendo).
    Não se iludam que um CONSELHO irá garantir o bom serviço, pois como alguns aqui disseram, pessoas formadas (isso vale para todas as áreas) por vezes se tornam picaretas.
    E no dia que você for vítima de um picareta que estava associado ao CONSELHO, que você pesquisou no site, e este afirmava que era um “profissional regulamentado”, você irá perceber que o CONSELHO não lhe servirá para mais nada.

  85. Alexandre disse:

    DVI, não se engane.. eu tive formação básica. Tive cadeiras de SO, BD, Redes, algoritmo e estrtutura de dados, e outras coisas mais..
    A regulamentação é importante e deve existir, mas ela deveria trazer qualidade ao profissional.
    Diploma não garante qualidade, nem para o analista, nem para o médico, nem para o advogado ou engenheiro.
    Podem olhar nos sites de empregos, quantos pedem curso superior e quantos não. O próprio mercado já faz sua reserva.
    Na informática vc não perde seu emprego pq um tem diploma e o outro não. Perde pq não têm competências adquiridas para exercer a função. Diploma por diploma, tem médico matando gente ai…

  86. Alexandre disse:

    DVI, não se engane.. eu tive formação básica. Tive cadeiras de SO, BD, Redes, algoritmo e estrtutura de dados, e outras coisas mais..
    A regulamentação é importante e deve existir, mas ela deveria trazer qualidade ao profissional.
    Diploma não garante qualidade, nem para o analista, nem para o médico, nem para o advogado ou engenheiro.
    Podem olhar nos sites de empregos, quantos pedem curso superior e quantos não. O próprio mercado já faz sua reserva.
    Na informática vc não perde seu emprego pq um tem diploma e o outro não. Perde pq não têm competências adquiridas para exercer a função. Diploma por diploma, tem médico matando gente ai…

  87. Alexandre disse:

    Alexandre Corso.. vc foi meu colega de faculdade… vc trabalhava no dataprev… entre em contato comigo.
    alexandre@profissionaisdetecnologia.com.br
    Abraços.

  88. A favor disse:

    Jorge,
    Se você realmente pensa que um advogado pode, de uma hora pra outra, sem formação, apenas baseado em sua auto-avaliação – sei o que estou fazendo -, exercer o ofício de um engenheiro por exemplo… Me desculpa, mas muito me preocupa que existam pessoas por aí com esse mesmo pensamento. Me desculpa pela contestação do seu ponto de vista.

  89. Fernando disse:

    A argumentação comparando o som de bailinho é bem infantil, é como obrigar todas pessoas que forem instalar uma tomada a chamar um engenheiro. Vamos parar de sofismas…

  90. Um Qualquer disse:

    Olá, sou Um Qualquer. Prazer. (Faz-me lembrar ao querido Odisseu a desbravar suas cavernas de volta à casa :-))

    Venho a confessar-me ante todos vocês: fui docente (“professor”, para o completo iliterato que observa as minhas palavras) de diversas instituições de ensino superior (pós-graduação) neste e em outros países da América Latina.
    Da minha formação acadêmica, portanto, preciso contar: reprovei três anos letivos entre o ensino fundamental e o ensino médio. Desde então, o mais próximo que estive da comunidade acadêmica foi para prestar meu serviços à universidades particulares em 3 países distintos.

    Assim, ao inscreverem-se em programas de pós-graduação latu-sensu, lembrem-se de mim. Pensem em mim, também, ao refletirem sobre a questão por ora debatida.

  91. Alexandre disse:

    Guilherme, se uma empresa é séria, na hora de comprar algum sistema, ela terá critérios de seleção desse sistema. E certamente irá ter um contrato, prevendo responsabilidades.
    Se ela não têm, não importa se o sistema foi feito pelo amigo do primo do sobrinho do tio da namorada do filho do dono.

  92. Marcatopoulos Popovariksen disse:

    Se focarmos sob a ótica do talento para determinada profissão, tais regulamentações podem ser prejudiciais, mas se focarmos pela ótica da falta de talento para determinada profissão, então como seria “cobrado” qualquer eventual prejuízo que determinado profissional pudesse causar? Se a indústria da diversão fica totalmente liberada, significa que arca ou deve arcar com o prejuízo que a baderna possa causar na noite, por exemplo. Se um “hacker” desregulamentado, causar um prejuízo de alguns bilhões de dólares, os prejudicados deveriam arcar com o prejuízo também? Não seria melhor conceituar o que seja prejuízo atualmente, afinal, se colhemos os melhores frutos do prejuízo em nosso “meio ambiente” e estamos globalmente empenhados em conceitos como reaproveitar, reutilizar, reorganizar, sustentar, para evitar desastres maiores, alguém poderia evitar o mau uso da informática por algum talentoso psicopata que queira detonar o arsenal nuclear do planeta?

  93. Jorge disse:

    A favor…
    a contestação é válida… não se preocupe com isso.
    Mas é um preciosismo muito grande afirmar “de uma hora para outra”.

    Obvio que nada acontece nesse ritmo na vida de ninguém, e não foi isso que afirmei.
    A questão toda é se um ORGÃO REGULADOR é aceitável para TI, pelas suas características multidisciplinares. Os exemplos e arroubos de vários aqui expostos servem tão somente para tipificar situações. Algumas beiram o absurdo (advogado que vende pastel) somente para ampliar a percepão da discussão.
    Discussão essa que é estremamente salutar, pois qualquer que seja a decisão, esta irá mexer com a vida de muitas pessoas. Então que seja a mais proveitosa para todos.
    Aqueles formados nas áreas de TI que pensam que um conselho lhes garantirá mais vagas no mercado de trabalho, poderão se decepcionar muito com isso, pois saberão que na vida real não é assim que funciona.
    De fato, a única coisa que irá acontecer com certeza, é aquela módica taxa de R$ 500,00 que lhe será cobrada regiamente todo início do ano, junto com IPVA, IPTU, matrícula da escola das crianças, despesas com viagem das férias, e aí o sujeito vai falar… P.Q.P.!, mais uma coisa para pagar. Diga-se de passagem que esta taxa não lhe acrescentará nada no seu salário.
    As leis que regem os mercados são de livre concorrência e competência. Como alguém disse aí em cima, muito provavelmente o cara que tem empresa, irá contratar “assinadores de TI” que irão autorizar o funcionamento da empresa, não lhes pagará mais nada por isso, e estes ainda serão responsáveis e pagarão o pato quando necessário (já ouviu dizer que a corda sempre estoura do lado mais fraco). E não adianta dizer que isso não existe. Vide a profissão de farmacêutico (que é regulamentada), quantos vendem a sua assinatura como responsáveis técnicos de drogarias e nunca estão lá?
    Como alguns disseram, é mais fácil garantir o seu pão pela competência.
    A mídia constantemente divulga que existem milhares de vagas de TI abertas e que não são preenchidas por falta de pessoas qualificadas.
    Se o sujeito se forma em TI, se especializa, fuça na internet e aprende, e está qualificado, certamente terá o que fazer em qualquer lugar do planeta.
    O que ocorre é que as empresa que contratam hoje, estão sendo mais seletivas. Com diploma ou sem, será contatado aquele que melhor servir. Obvio que o formado em TI tem maiores e melhores possibilidades. Repito: não é isso que está em julgamento.
    O mercado já regulou. E se aparece um candidato sem diploma, mas que sabe fazer e prova que sabe, porque não contratá-lo?
    E se aparece um formado em TI que não tem as competências necessárias para o mesmo cargo, porque a empresa deveria contratá-lo no lugar de outro? Isso é CORPORATIVISMO, e o corporativismo existe para proteger os incompetentes! Aos que tem competência, o mercado recebe de braços abertos sempre.

  94. Cleiton Moraes disse:

    Tem que haver a regulamentação sim, por que todo mundo acha que sabe informática, então eu sei medicina, odontologia, direito. A pessoa tem que cursar faculdade sim, aguentar algoritimo como todo programador formado aguentou.

  95. Chico disse:

    Tem comentários aqui equivocados que defendem a regulamentação que comparam a informática com medicina ou eng. civil.Não se questiona que uma profissão deve ser regulamentada.O que se questiona é que a informática é um caso a parte,é uma ciência onde a inovação é a característica mais importante e ela vem de várias fontes que seriam suprimidas pela regulamentação,fazendo com que o Brasil fique para trás,prejudicando assim toda a classe.
    OS PRÓPRIOS ESTUDANTES E PROFISSIONAIS BRASILEIROS DE HOJE SE BENEFICIAM DE INOVAÇÕES CRIADAS POR AMADORES E USUÁRIOS DO MUNDO INTEIRO.
    A INFORMÁTICA É UMA CIÊNCIA EM FORMAÇÃO E NÃO SE PODE LIMITAR A FONTE CRIADORA EM FAVOR DE UM MONOPÓLIO QUE É ATÉ JUSTO ,MAS NÃO AGORA,PRO BEM DA PRÓPRIA INFORMÁTICA

  96. Chico disse:

    MUITO LÚCIDO E EQUILIBRADO O COMENTÁRIO DO JORGE ÀS 15:20.

  97. Jorge disse:

    Chico — 12.05.09 @ 15:28, corrobora com o seu comentário!
    Falta foco na discussão de forma geral.

  98. Alexandre disse:

    Uma pergunta para todos.
    Um profissional que fez Engenharia da Computação, Ciência da Computação, está capacitado para realizar as mesmas atividades de quem fez Sistemas de Informação?

  99. Chico disse:

    O PESSOAL A FAVOR DA REGULAMENTAÇÃO COMPARA COM MEDICINA E ENG. CIVIL E OUTROS COM RAZÃO EM MUITOS PONTOS.
    MAS ESQUECEM QUE A MEDICINA ,ENG CIVIL NO INICIO ERA PRATICADA E DESENVOLVIDA POR GENTE SEM QUALIFICAÇÃO ,AMADORES E INTERESSADOS.OCORRERAM ERROS QUE ERAM NECESSÁRIOS PARA OS ACERTOS.
    ISSO ACONTECE COM TODA CIÊNCIA EM FORMAÇÃO E NÃO PODE SER DIFERENTE COM A INFORMÁTICA E É DESENVOLVIDA AINDA HOJE POR GAROTOS,FÍSICOS E “CHUTADORES” EM GERAL.
    VAMOS PENSAR GRANDE E SEREMOS GRANDES.

  100. IRADO disse:

    PROFESSOR CARECA,

    PROPONHO UM SIMPLES ARQUÉTIPO PARA FILTRAR O RUÍDO ABSOLUTO DESTA ASSEMBLÉIA: UMA ADAPTAÇÃO DO TESTE DE TURING BASEADO EM RESTRIÇÕES.

    EXEMPLO A) COLOQUEMOS UM MACACO DISPOSTO A LER E A REPLICAR ESTAS MENSAGENS. A REPLICAÇÃO A UMA DADA MENSAGEM IMPLICARIA NA EXCLUSÃO DE SEU CONTEÚDO DESTE DEBATE.

    EXEMPLO B) CASO A) SEJA DUVIDOSO, PODENDO TRAZER DESPRAZERES À SOCIEDADE PROTETORA DE NOSSOS PRIMOS PELUDOS, SUGIRO ALGO MAIS BRANDO: PEGUE UM DE SEUS ORIENTANDOS E COLOQUE-O À INCUMBÊNCIA DE IMPLEMENTAR FERRAMENTA AO ESTILO SCIGEN [http://pdos.csail.mit.edu/scigen/] QUE FOSSE, TÃO SOMENTE, CAPAZ DE TOMAR ESTAS MENSAGENS COMO ENTRADA E, ACEITAS PELO VERIFICADOR IDIÓTICO, EXCLUÍDAS DESTE FORO HÃO DE SER.

    SARAVÁ.

  101. IRADO disse:

    Tem que haver a regulamentação sim, por que todo mundo acha que sabe informática, então eu sei medicina, odontologia, direito. A pessoa tem que cursar faculdade sim, aguentar algoritimo como todo programador formado aguentou.

    Comentário por Cleiton Moraes — 12.05.09 @ 15:27

    CLEITON, SUA ANTA, VOCÊ INVOCA “ALGORITMOS” MAS NÃO É CAPAZ DE BEM-DEFINIR OBJETOS E SUAS RELAÇÕES.
    A INFORMÁTICA (E SUAS RELACIONADAS CIÊNCIAS) TEM UMA NATUREZA *COMPLETAMENTE DISTINTA* DOS OFÍCIOS E DAS CIÊNCIAS QUE LHES SÃO BASE. CACETE!

  102. A favor disse:

    Jorge, ok! Concordo com a sua observação sobre o meu preciosismo. Apenas quis ser enfática sobre a questão que você colocou, “qualquer profissional formado ou não em uma área específica, por vocação (ou até mesmo por necessidade) tem o direito de oferecer o seu préstimo em outra (desde que saiba o que está fazendo).”. TI não é o melhor exemplo, mas uma pessoa não pode sair por aí exercendo qualquer ofício apenas por se julgar capaz de fazê-lo.

    Apesar de termos opiniões diferentes sobre o âmago da questão (sou a favor da regulamentação, mas concordo que o modelo atual não é o mais adequado), concordo com o Chico, suas observações são bem coerentes.

  103. IRADO disse:

    [ERRATA] *DAS DOS OFÍCIOS POR VOCÊ CITADO E DAS CIÊNCIAS QUE LHES SÃO BASE.

  104. Cleiton Moraes disse:

    o IRADO vai ver se estou na esquina

  105. Cleiton Moraes disse:

    o IRADO vai ver se estou na esquina

  106. Bruno Pivetta disse:

    Eu sou totalmente a favor pois o ensino superior hoje esta bem facil de se fazer, desde que haja interesse e esforço. o governo tem 4 ou 5 bolsas de estudo superior em faculdades particulares e quando o aluno se esforça ele pode conseguir passar em uma federal. isso seria uma valorização em quem perde em média 4 anos ou mais em um curso superior de TI. Como uma engenharia, nós da TI estudamos da mesma forma e nos esforçamos da mesma forma. acho que teriamos que ser valorizados da mesma forma.

  107. IRADO disse:

    TENHO OUTRO JOGO LEGAL!

    QUE TAL O DIPLOMADO PROVADO PUBLICAMENTE UM IDIOTA (AO SENTIDO HOJE COMUM, JÁ QUE O SENTIDO KANTIANO IMPLICARIA EM O DIPLOMADO SER AO MENOS CAPAZ DE REPLICAR COM CORRETUDE UM DADO SISTEMA) TER REVOGADO, PERPÉTUO, O SEU DIREITO AO EMPREGO NESTA REPÚBLICA? o/

  108. Bill disse:

    Gente vamos trabalhar…deixa de papo furado nossa opniao nao Brasil nao Vale nada mesmo…

  109. Fernando disse:

    Um dos maiores problemas em TI é a baixa qualidade do pessoal que trabalha na área, amadores, incompetentes, picaretas de toda espécie proliferam no meio.

    A SBC, que tanto clama contra a regulamentação, deveria ter sido mais atuante e atenta a proliferação de faculdades de baixo nível, de cursos de finais de semana e a distância de baixíssima qualidade. Deveria ter atuado contra a liberalização geral promovida pelo MEC em cursos da área sem o mínimo padrão curricular. Ao invés disso, prefere gastar tempo nesse discussão infrutífera entre little endian e big endian.

    Formei em uma universidade de “ponta” e espero em alguns anos estar totalmente fora da “área” de informática, que possui salários patéticos quando comparados com outras profissões. Dos que formaram comigo, a maioria ou desistiu ou está em vias de desistir do setor privado na área, praticamente todos direcionando para concursos públicos.

    O setor faliu no Brasil antes mesmo de abrir “capital”.

  110. Fernando disse:

    Um dos maiores problemas em TI é a baixa qualidade do pessoal que trabalha na área, amadores, incompetentes, picaretas de toda espécie proliferam no meio.

    A SBC, que tanto clama contra a regulamentação, deveria ter sido mais atuante e atenta a proliferação de faculdades de baixo nível, de cursos de finais de semana e a distância de baixíssima qualidade. Deveria ter atuado contra a liberalização geral promovida pelo MEC em cursos da área sem o mínimo padrão curricular. Ao invés disso, prefere gastar tempo nesse discussão infrutífera entre little endian e big endian.

    Formei em uma universidade de “ponta” e espero em alguns anos estar totalmente fora da “área” de informática, que possui salários patéticos quando comparados com outras profissões. Dos que formaram comigo, a maioria ou desistiu ou está em vias de desistir do setor privado na área, praticamente todos direcionando para concursos públicos.

    O setor faliu no Brasil antes mesmo de abrir “capital”.

  111. Do jeito que o pessoal está falando aí nos comentários, daqui a pouco alguém vem reclamar que o Silvio Meira deveria ser formado em jornalismo pra escrever o blog.

  112. Tiago Assumpção disse:

    Fernando,

    Na américa latina, onde a larga parte da pesquisa e desenvolvimento “de ponta” está na própria universidade ou em um quase vazio conjunto de empresas especializadíssimas, que faz um “acadêmico de ponta” questionando o “empregadorismo popular”?
    Me causa estranheza a sua questão.

  113. Tiago Assumpção disse:

    Fernando,

    Na américa latina, onde a larga parte da pesquisa e desenvolvimento “de ponta” está na própria universidade ou em um quase vazio conjunto de empresas especializadíssimas, que faz um “acadêmico de ponta” questionando o “empregadorismo popular”?
    Me causa estranheza a sua questão.

  114. Bill disse:

    Fernando,

    Vc nao poe fazer outra coisa, vc eh formado em INFORMATICA, em uma UNIVERSIDADE de PONTA, nao pode exercer outo oficio…

  115. Daniel Ângelo disse:

    É claro que a SBC não quer a regulamentação das profissões Além de perder espaço para os conselhos regionais e federal a maioria dos detentores de cadeiras “importantes” lá possuem diplomas de outras área. Os primeiros a sofrerem com as possíveis regulamentações seriam eles.

  116. Jorge disse:

    Daniel Ângelo — 12.05.09 @ 18:18 e outros, se informem, por favor…
    http://www.sbc.org.br/index.php?language=1&subject=368
    http://homepages.dcc.ufmg.br/~bigonha/Sbc/plsbc-faq.html

    A SBC é a favor da Regulamentação da Profissão de Informática?
    Resposta: Sim. E neste sentido a SBC encaminhou em 2003 ao Congresso Nacional um projetode lei (PL 1561/2003) para regulamentar o exercício profissional da Área. A comunidade científica da computação brasileira vem discutindo a questão da regulamentação da profissão de Informática desde antes da criação da SBC em 1978. Fruto dos debates ocorridos ao longo dos anos, nos diversos encontros de sua comunidade científica, em relação às vantagens e desvantagens de uma regulamentação da profissão de informática, a SBC consolidou sua posição institucional em relação a esta questão pela formulação dos seguintes princípios, que, no interesse da Sociedade Brasileira, deveriam ser observados em uma eventual regulamentação da profissão: (1) exercício da profissão de Informática deve ser livre e independer de diploma ou comprovação de educação formal; (2) nenhum conselho de profissão pode criar qualquer impedimento ou restrição ao princípio acima; (3) a área deve ser Auto-Regulada. Os argumentos levantados junto à comunidade da SBC e que nortearam a formulação dos princípios acima estão detalhados na Justificação que acompanha o PL 1561/2003, o qual é integralmente apoiado pela Sociedade de Computação. Resumidamente, a SBS posiciona-se CONTRA o estabelecimento de uma reserva de mercado de trabalho, geralmente instituída pela criação de conselho de profissão em moldes tradicionais, o qual, como já ocorre em muitas outras áreas, pode levar a uma indevida valorização da posse de um diploma em detrimento da posse do conhecimento, que é a habilitação que ele deveria prover. A SBC é a FAVOR de liberdade do exercício profissional, sendo o conhecimento técnico-científico e social, normalmente adquirido em curso superior de boa qualidade, o principal diferencial de competência profissional.

    Regulamentação = SIM
    CONSELHO PROFISSIONAL = NÃO

    Sugiro que acessem o site do SBC e leiam.

  117. Interessante essa matéria da SBC. Concordo em número, gênero e grau que a profissão não deve ser regulamentada, como escrevi no meu blog:

    http://bouguerra.wordpress.com/2009/04/02/regulamentacao-nao-profissionalismo-sim/

    Agora, a questão que sobra é a do papel da SBC…

  118. Interessante essa matéria da SBC. Concordo em número, gênero e grau que a profissão não deve ser regulamentada, como escrevi no meu blog:

    http://bouguerra.wordpress.com/2009/04/02/regulamentacao-nao-profissionalismo-sim/

    Agora, a questão que sobra é a do papel da SBC…

  119. Felipe disse:

    Regulamentar jamais. É uma aberração, um interesse financeiro como aqui o foi mencionado.

    Algumas profissões DEVEM ser regulamentadas por exigirem responsabilidade civil: medicina, direito, engenharia civil, arquitetura, dentre outras.

    A exigência por diplomas na área de tecnologia deve ser de interesse da instituição contratante. afinal, não estamos colocando em risco outras pessoas se o software for desenvolvido seguindo padrões de qualidade.

  120. Fernando disse:

    Jorge,

    Não posso deixar de ver a comicidade dos princípios apresentados pela SBC e lembrar das regras de Asimov:

    1) Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.

    2) Um robô deve obedecer as ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a primeira lei.

    3) Um robô deve proteger sua própria existência desde que tal proteção não entre em conflito com a primeira e a segunda lei.

    Ainda bem que os mercados se auto-regulam e não vivemos crise por agora.

    A área é uma piada, e qualquer semelhança não é mera coincidência.

  121. a n c disse:

    “afinal, não estamos colocando em risco outras pessoas se o software for desenvolvido seguindo padrões de qualidade.” –> HAhaha. Você vive em que mundo?

  122. a n c disse:

    “afinal, não estamos colocando em risco outras pessoas se o software for desenvolvido seguindo padrões de qualidade.” –> HAhaha. Você vive em que mundo?

  123. BARATAS disse:

    Não é novidade que, neste país, toda iniciativa da cadeia produtiva _por mais insignificante_, liberal ou não, sofre a interferência cartorial e política de sindicatos, conselhos, federações e organizações de cumpadrio com fins excusos e mal dissimulados. Com o cerceamento da produção intelectual informática e suas benesses de valor agregado na geração de emprego, divisas e renda. [o que o diabo descarrega de embusteiros aproveitadores __ em todas as áreas__em forma de escreto, não se pode imaginar e/ou quantificar!!]. Ninguém é inocente!

  124. BARATAS disse:

    Não é novidade que, neste país, toda iniciativa da cadeia produtiva _por mais insignificante_, liberal ou não, sofre a interferência cartorial e política de sindicatos, conselhos, federações e organizações de cumpadrio com fins excusos e mal dissimulados. Com o cerceamento da produção intelectual informática e suas benesses de valor agregado na geração de emprego, divisas e renda. [o que o diabo descarrega de embusteiros aproveitadores __ em todas as áreas__em forma de escreto, não se pode imaginar e/ou quantificar!!]. Ninguém é inocente!

  125. Huh disse:

    BARATAS, fala português?

  126. Felipe Lucena disse:

    uma das principais qualidades da informática é justamente essa “desrelugamentação”, pois de certa maneira acelera o crescimento da informação. se o cara formado em psicologia tem maior capacidade para assumir uma área de ti do que um cara de CC, SI, EC,etc que ele ASSUMA!

    até porque existem profissionais não-formados com maior capacidade do muitos graduados. como foi levantando muito no texto, é um discursão polêmica.

  127. JP disse:

    Eu sou a favor da proposta, porém, gostaria que tivesse níveis onde começaria a ter a exigência do diploma.

    Um dentista pode programar, mas eu posso fazer uma simples obturação em alguém sem o CRO?

    Posso rascunhar um auto-cad a planta da minha casa, mas posso construir sem a assinatura do engenheiro com CREA?

    Quem disse que só as pessoas com CREA que tem capacidade em realizar cálculos estruturais? Eu estudei física e sei completamente as leis que regem a resistência dos materiais e forças externas, porque não posso construir?

    Acho que se a regra existe para alguns deve existir para todos .

  128. Luiz disse:

    Confesso que ainda não tenho uma opnião formada sobre este assunto.

    Lendo os argumentos do professor Silvio Meira, fico preocupado com o destino dos diversos softwares livres que criamos. Por outro lado, li aqui muita gente dizendo que os títulos e certificados não são eficazes, principalmente por conta do estado do ensino universitário do Brasil.

    Pois bem, aproximadamente 25 anos atrás o que era o centro de informática da UFPE? Depois de uma campanha do autor deste blog (que foi seguida por outro professor que não lembro o nome) onde todos os professores da universidade teriam que ter título de mestre, e logo em seguida, título de doutor. Atualmente o centro de informática da UFPE está entre os melhores do país e formando alunos muito bem capacitados.

    Desta forma, acredito SIM que títulos e certificados são diferenciais e dão credibilidade a pessoa que o tem.

  129. Fabrício disse:

    Todas as pessoas CONTRÁRIAS a regulamentação são pessoas que trabalham com informática e são formadas em outro curso ou não são formadas.

    Eu QUERIA ver essas pessoas cursando 5 anos de Ciência da Computação em um Universidade de PONTA!!! Eu pagava pra ver!!!!

    Essas pessoas acham que entendem de alguma coisa, mas é muito além disso. Só na faculdade com estudos e pesquisas consegue realmente entender a essência e o sentido de tudo na computação.

    Se todas as profissiões possui regulamentação, com INFORMÁTICA não tem que ser diferente.

  130. Fabrício disse:

    Todas as pessoas CONTRÁRIAS a regulamentação são pessoas que trabalham com informática e são formadas em outro curso ou não são formadas.

    Eu QUERIA ver essas pessoas cursando 5 anos de Ciência da Computação em um Universidade de PONTA!!! Eu pagava pra ver!!!!

    Essas pessoas acham que entendem de alguma coisa, mas é muito além disso. Só na faculdade com estudos e pesquisas consegue realmente entender a essência e o sentido de tudo na computação.

    Se todas as profissiões possui regulamentação, com INFORMÁTICA não tem que ser diferente.

  131. Dmitry L Rocha disse:

    Continua sem saber que no início de frases/orações é com letra maiúscula?

    Parei de ler no primeiro erro.

  132. Fabrício, eu sou formado em uma universidade considerada de ponta (USP), onde passei 4 anos (o tempo normal do curso) e como disse no meu primeiro comentário, sou contra a regulamentação.
    Quase nenhuma profissão tem regulamentação. Vocês estão tomando as exceções e analisando como se fossem regra.

  133. Fabrício, eu sou formado em uma universidade considerada de ponta (USP), onde passei 4 anos (o tempo normal do curso) e como disse no meu primeiro comentário, sou contra a regulamentação.
    Quase nenhuma profissão tem regulamentação. Vocês estão tomando as exceções e analisando como se fossem regra.

  134. Daniel Motta disse:

    Tenho trechos favoritos da carta de Antônio Neto, me fizeram rir:

    “Nosso país é fortemente burocrata e com uma pesada cultura cartorial herdada dos portugueses e enraizada em nossas instituições por mais de 500 anos. As relações na sociedade não têm como não refletir isto. Por isto os intermináveis papelórios, os prolixos verborragismos e, por que não, os conselhos profissionais. Não ter uma profissão regulamentada poderia ser mais adequado em um país em que não houvesse conselhos, mas aqui, onde todos os aspectos profissionais gravitam em torno dos sindicatos e dos conselhos, é uma loucura”

    Ou seja, justifiquemos nossos erros porque estamos a errar desde o princípio, logo não haveria lógica em corrigir!

    Outro:

    “Os críticos da regulamentação costumam alegar que Bill Gates não existiria se ele vivesse em um país com a profissão regulamentada. E que a regulamentação impediria a atividade de outras infinidades de geniozinhos autodidatas por ai. Mentira! Quantos geniozinhos de fato existem? Quantos você conhece?”

    Pessoalmente, nenhum. Mas se a regulamentação desavisadamente coibir o aparecimento de apenas um que seja, ao longo de toda a história, já haveremos de perder com isso.

    Mais:

    “vagas sobrando aos borbotões nas faculdades do país”

    Preste concurso nas boas e certamente disputará vagas antes de ocupá-las. Vide cursinhos.

    Mais uma vez estou de acordo em gênero, número e grau com este blog.

  135. IRADO disse:

    DEMENTE FABRÍCIO,

    “POST HOC ERGO PROPTER HOC”.

    ESTOU POR AFIRMAR QUE “TODAS AS PESSOAS AQUI CONTRA SÃO DÉBEIS E/OU IGNORANTES” SEM QUE, À SORTE DO “A POSTERIORI”, ESTA FALÁCIA CONCRETIZE CONTRA MIM.

    UM CARINHOSO ABRAÇO.

  136. Super Caveman disse:

    Informática não existe. O que chamam de informática não passa de sub-set minúsculo da engenharia elétrica.

    Vocs pensam que estão usando o excel pra fazer uma folha de pagamento – ledo engano.

    Na verdade a folha de pagamento é feita pelos transistores, indutores, capacitores e resistores.

    As camadas de abstração que foram sendo construídas são para os fracos.

    Porta lógica é coisa de bicha.

    Contador é coisa de bicha.

    Somador é coisa de bicha.

    Processador é coisa de bicha.

    Instruction Set é coisa de bicha.

    Assembly é coisa de bicha.

    C é coisa de bicha.

    C++ é coisa de bicha louca.

    Java é coisa de transsexual.

    Linguagens de alto nível, em geral, são coisa de drag queen transformista.

    E é aí, no supra-sumo do não tenho idéia do que estou fazendo por debaixo dos panos, é que atuam as fábricas de diploma que atendem por nomes toscos como: Informática, Sistemas de Informação, Análise de Sistemas. Isso tudo devia ser proibido. Flash é o cacete. Nada, nada, deveria rodar em cima desse desespero de consumo de instruções, de transistor e de energia pra somar 1+1: o script que roda em cima do browser que roda em cima da api do windows que roda em cima do runtime que roda em cima do pc….

    Quem é bom faz tudo na unha, usando componentes discretos.

    E disso, quem entende é o povo formado em engenharia elétrica.

    Deixa com a gente.

  137. Kinn disse:

    Sou a favor da criação de uma espécie de ordem ou conselho.
    Assim ficariam no mercado apenas os profissionais que realmente tem conhecimento e acabaria com os programadores “prostitutos”.

  138. Anonimo disse:

    Corretor de imóveis tem o CRECI. Eu não posso anunciar o apartamento do meu pai no jornal!

  139. Fernando disse:

    O que é totalmente injusto é esse pessoal formado em outras áreas, como direito, engenharia e até arquitetura que fazem um curso qualquer na área de TI e podem ocupar vagas de trabalho da mesma. Enquanto eu que sou formado em Ciência da Computação, não posso receitar um medicamento, defender um réu, construir um prédio. O grande problema da SBC é que é composta pelo pessoal antigo e em que sua maioria são formados em Engenharia Química, Elétrica, Matemáticos. E que não brigam por melhoras e pela valorização da profissão de TI. Aliás que profissão? Quando alguém me pergunta é qual minha profissão eu simplesmente sou obrigado a falar que não sei ou, por default, digo que sou Analista de Sistemas. Como eu devo responder a essa pergunta quando a fizerem? A SBC deveria agir para que nossa “profissão” seja valorizada (não só financeiramente), pois hoje a sociedade não nos valoriza como deveríamos ser valorizados, somos apenas pessoa que sabem mexer com computadores.

  140. Fernando disse:

    O que é totalmente injusto é esse pessoal formado em outras áreas, como direito, engenharia e até arquitetura que fazem um curso qualquer na área de TI e podem ocupar vagas de trabalho da mesma. Enquanto eu que sou formado em Ciência da Computação, não posso receitar um medicamento, defender um réu, construir um prédio. O grande problema da SBC é que é composta pelo pessoal antigo e em que sua maioria são formados em Engenharia Química, Elétrica, Matemáticos. E que não brigam por melhoras e pela valorização da profissão de TI. Aliás que profissão? Quando alguém me pergunta é qual minha profissão eu simplesmente sou obrigado a falar que não sei ou, por default, digo que sou Analista de Sistemas. Como eu devo responder a essa pergunta quando a fizerem? A SBC deveria agir para que nossa “profissão” seja valorizada (não só financeiramente), pois hoje a sociedade não nos valoriza como deveríamos ser valorizados, somos apenas pessoa que sabem mexer com computadores.

  141. Fernando disse:

    Aliás, o que faz a SBC ??? Qual o seu papel no Brasil???

  142. Juan disse:

    É sempre a mesma lenga lenga: é injusto concorrer com “pessoal formado em outras áreas”. Desconfio muito do cidadão que, mesmo tendo estudado informática, teme pessoas que “fazem um curso qualquer na área de TI”. Tive colegas que se formaram e não sabem escrever uma linha de código que preste, mas, como sabem assinar seus nomes, serão os “responsáveis técnicos” dos projetos se essa regulamentação for aprovada.

  143. Fernando disse:

    “É sempre a mesma lenga lenga…”, Juan assim como existem engenheiros, médicos, advogados, dentistas, arquitetos, corretores, contadores… que nem sei como se formaram mas são respeitados e ganham infinitamente mais do os “profissionais” da área de TI

  144. Fernando disse:

    “É sempre a mesma lenga lenga…”, Juan assim como existem engenheiros, médicos, advogados, dentistas, arquitetos, corretores, contadores… que nem sei como se formaram mas são respeitados e ganham infinitamente mais do os “profissionais” da área de TI

  145. Jorge disse:

    Caro Fabrício,

    Gostaria de saber qual a necessidade de faculdade para um administrador de sistema linux onde a prórpria cultura do sistema pede simplesmente para “ler o manual”.

    A faculdade é um ótimo ponto de partida para a formação do profissional de informática mas não é o único principalmente pois toda a informação que é ensinada nas faculdades está aí na world wide web. Basta saber procurar.

  146. IRADO disse:

    SUPER CAVEMAN, SEU MACACO,

    SEM DEVIDAS ABSTRAÇÕES — JOGOS DE PROPÓSITOS, DOMÍNIOS, FECHADOS, COM SUAS RESPECTIVAS PARTÍCULAS BÁSICAS —, ENGENHARIA ELÉTRICA NÃO PASSA DE FÍSICA E FÍSICA NÃO PASSA DE “PORRA NENHUMA”.

    ALIÁS, “SUB-SET” CHAMA-SE “SUBCONJUNTO” NESTA LÍNGUA.

    RETRAÍDO.

  147. Carvalho disse:

    Essa discussao nao vai dá em nada.

    Dica: pega um cargo publico…ganhe bem e va para praia, seja feliz.. viaje bastante. Deixem essa discussao para os politicos… Se mudar tb nao vai te afetar em nada…

    Meu pai trabalho em empresa privada…a vida inteira…lutando para esse Brasil crescer… se aposentou..e tiraram-lhe todos os direitos…Nao tentem ser um feito meu pai.

  148. Vinicius disse:

    Deparemos-nos com a seguinte situação… suponhamos que eu crie um software para controle da aviação do Brasil… por um erro num algoritmo construído por mim, acontece de um avião se chocar frontalmente com outro no ar e morrem trezentas pessoas neste acidente… e aí, como não regulamentar uma profissão que exerce tal responsabilidade?

  149. “E os geniozinhos não seriam, em hipótese alguma, excluídos do mercado. Eles seriam, como qualquer pessoa de juízo e bom senso iria exigir, supervisionados por alguém que tivesse noções multidisciplinares e que colocasse ordem na casa. E não poderia fazer qualquer coisa que lhe desse na telha, sem a menor responsabilidade, como, com certeza, todos nós gostaríamos que acontecesse no desenvolvimento de algo que afetasse nossa saúde, segurança, dinheiro, governo, etc.”

    O que você esquece é que justamente êstes geniozinhoa é que CRIARAM o que os ditos profissionais autorizados, os supoervisores em ” supervisionados por alguém que tivesse noções multidisciplinares e que colocasse ordem na casa” JAMAIS TERIAM SE TRANSFORMADOS EM PROFISSIONAIS.