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Escrito por • 04/05/2009

IRPF: hora de inovar, de novo

semana passada foi o fim da temporada do imposto de renda. o conjunto de infraestruturas e sistemas que permite mais de 25 milhões de brasileiros declararem, online, seu ajuste de contas com a receita é um dos mais bem sucedidos exemplos mundiais de governo eletrônico. só os mais velhos, que tinham que enfrentar [além das alíquotas] os formulários de papel e a fila, confusão e carimbos do sistema bancário sabe do que a gente tá falando.

e olhe que governo eletrônico não significa o fim da burocracia. muito pelo contrário: se quem está do lado de lá –o governo- se confundir, os do lado de cá –cidadãos, contribuintes, empresas- podem ter muito mais problemas do que tinham com o velho sistema papel-caneta-e-carimbo. neste aspecto, o brasil é campeão: o peso da nossa burocracia, nos negócios e na vida das pessoas, é quase quatro vezes maior do que cingapura.

mas, no caso do IRPF, houve competência e sorte do lado do governo. declarar imposto de renda no brasil, hoje, é muito simples, mesmo com a parafernália de regras que temos por aqui. como não simplificaremos as regras, no médio prazo pelo menos, está na hora da receita federal inovar [de novo!] e simplificar, radicalmente, a declaração do imposto.

charge de ivan cabral; clique na imagem para visitar o site dele

como? a receita bem que poderia disponibilizar, em seu site, o que ela acha que já sabe sobre nosso passado fiscal recente. de posse do cpf, do recibo da última declaração [fechada] e, caso se ache necessário, de uma assinatura eletrônica [não acho que precisa tanto…] a gente pegaria, no site, o formulário juntamente com os dados que a receita já reuniu, durante o ano, sobre nossa vida fiscal.

de posse desta pré-declaração, tudo o que faríamos seria concordar ou discordar da receita e acrescentar –se fosse o caso- coisas que, por um ou outro motivo, ela ainda não sabe [e vai, não se engane, saber, mais cedo ou mais tarde], ou não confere com o que fizemos. aí a nossa vida, e a da receita, iria ficar muito mais fácil.

é possível? sim. é difícil? não. enquanto o ano se desenrola, a receita já acumula dados de empregadores, empresas, profissionais liberais, todo tipo de negócios e pessoas. nestes dados, já estamos nós e nossas receitas e despesas. ainda por cima, não se muda de emprego todo ano, por exemplo; há uma chance muito boa de que o cnpj de sua principal fonte de renda, ano que vem, seja o mesma deste ano. da mesma forma, filhos não mudam de escola como de camisa; não só a receita poderia deixar no meu arquivo o nome e o cnpj da escola das crianças, se não quisesse me dizer quanto ela acha que eu paguei à escola… mas ela sabe, ao fim do ano, quanto meu cpf transferiu para o cnpj da escola. e eu só teria, se ela me dissesse, que confirmar tal número. ou não.

o mesmo raciocínio vale para um sem número de situações. ninguém se separa e recasa todo ano, troca de médico, de carro, de casa… todo ano. ou seja, a vida das pessoas não sofre uma revolução fiscal em pouco tempo. e todas aquelas que passam por tal alteração caem, como não poderia deixar de ser, na malha fina do leão, até que provem o contrário.

uma parte dos dados, como o endereço, dependentes e bens, já fica armazenada na minha declaração anterior, que é importada para a declaração corrente. mas isso é muito pouco e meu risco é muito alto. quanta gente não perde seu disco, tem o laptop roubado, quantas situações de perda de dados podem ocorrer, entre uma e outra declaração?…mas a receita pode fazer mais, muito mais do que nos entregar, a cada fim de ano, um arquivo contendo o que ela acha que já sabe sobre nós.

pode estar na hora da receita prover, para quem quiser, um IRPF online, como serviço. e não só: em tal serviço, eu deveria poder acompanhar, à medida que passam os meses, como estão ficando meus acertos com o fisco. desta forma, a minha declaração de ajuste [que é o que entregamos na semana passada] seria só de ajuste mesmo, final. seria uma operação muito mais simples do que fazemos hoje, quando temos que entrar dezenas [pra quem tem pouca coisa a declarar] de documentos e passá-los todos pelo crivo do software da receita, em uns poucos dias.

ao mesmo tempo, construir a declaração de rendimentos e ajuste no correr do ano seria mais justo, mais democrático, mais eficiente, eficaz e prático para todos… menos para os sonegadores, que passariam a viver em um ambiente fiscalizado mais de perto e em tempo mais real.

parte deste ambiente, por sinal, está sendo construído no país inteiro, pela via de instrumentos como notas fiscais eletrônicas, que acabam com os velhos blocos impressos, aumentam a confiabilidade da nota, a capacidade de fiscalização e diminuem as possibilidades de sonegação. em pouco tempo, todas as empresas terão que, necessariamente, emitir nota fiscal eletrônica. o que significa que, seja lá o que estivermos pagando, a receita [municipal, estadual e federal…] saberá. na hora. no menor detalhe, tipo big brother fiscal.

ora, diríamos eu e você: me contem fora dessa. mas não dá mais. estamos vivendo um processo antigo, continuado e cada vez mais intenso de virtualização da economia. pode haver cada vez mais dinheiro na rua; mas cada vez menos dinheiro circula usando sua representação clássica de papel-moeda. a moeda, que é um virtual, representante do poder de compra, está sendo virtualizada de vez: deixa de ser metal, papel e plástico e passa a ser informação, pura e simples, registro de transação em [muitos, de preferência] sistemas de informação espalhados pela economia.

imagea receita federal tem competências tecnológicas e humanas para fazer até mais do que se sugere aqui. muito mais. mas já seria muito bom se, na minha declaração de ajuste de 2010, eu e outros vinte e tantos milhões de brasileiros pudéssemos começar a partir do que ela já sabe sobre as nossas contas. tudo muito mais simples e objetivo, governo eletrônico para pagadores de imposto que recolhem [aqui] como os do primeiro mundo e merecem tratamento de primeira classe.

e a história, ou o plano, do IRPF “como serviço”, conferido, preenchido e corrigido online, durante o ano inteiro, todo dia que quiséssemos, poderia ficar para 2011. a receita sabe e pode fazer. é só querer. e tomara que queira.

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0 Responses to IRPF: hora de inovar, de novo

  1. Bruno Bezerra disse:

    Pois é Silvio, a nota fiscal eletrônica é o primeiro grande passo desse processo. Você foi muito feliz usando a expressão tipo big brother fiscal, afinal de contas é isso que já acontece. Contudo, além dos pontos que você citou existem vários outros pontos de inovação (mudança de atitude) que nossa Receita Federal poderia fazer fluir:

    – da mesma forma que eu, você, nós, vós e eles poderíamos ter on line nossa vida fiscal, a receita deveria ter uma opção de consulta on line que mostrasse o caminho que nosso dinheiro percorreu da entrada (Declarações de Pessoa Física e Jurídica) até as mais diversas saídas (investimentos) um rastreamento de cada centavo pago de impostos, como se colocássemos um GPS em cada centavo pago.

    – Outro ponto seria subsidiar equipamentos eletrônicos, como emissor de cupom fiscal (impressora fiscal), emissor de nota fiscal eletrônica, software, micro e toda parafernália necessária para as microempresas (micro mesmo, aquela bem miudinha) que não tem capacidade de investir por exemplo 5.000,00 em pra se enquadrar numa obrigação fiscal. Não custa nada lembrar que a imensa maioria das nossas empresas são microempresas, e muitas, muitas delas sem condições de bancar tal investimento para cumprir tal exigência fiscal. Isso não é nenhuma novidade, afinal as empresas de telefônica móvel subsidiam aparelhos aos seus clientes.

    – Pra finalizar, a grande inovação seria a racionalização dos recursos disponíveis por parte do Governo, seja ele real e/ou virtual, para que nós contribuintes (ou seja pagadores de impostos) não tenhamos que continuar nessa eterna bitributação, onde pagamos nossos impostos, mas por outro lado se quisermos uma boa assistência de saúde temos que pagar um plano de saúde privado; pagamos impostos, mas se quisermos uma segurança razoável em casa ou na empresa temos que contratar uma empresa de segurança privada; pagamos impostos, mas se quisermos uma educação de qualidade para nossos filhos temos que matricular os mesmos em escolas privadas…

    Aproveitei o gancho do seu post para aprofundar um pouco mais o debate no blog Atitude Empreendedora (www.brunobezerra.blogspot.com), com um post chamado Big Brother Fiscal, acreditando que a principal lição que podemos tirar de tudo isso é que INOVAR é antes de tudo MUDAR de ATITUDE.

  2. Bruno Bezerra disse:

    Pois é Silvio, a nota fiscal eletrônica é o primeiro grande passo desse processo. Você foi muito feliz usando a expressão tipo big brother fiscal, afinal de contas é isso que já acontece. Contudo, além dos pontos que você citou existem vários outros pontos de inovação (mudança de atitude) que nossa Receita Federal poderia fazer fluir:

    – da mesma forma que eu, você, nós, vós e eles poderíamos ter on line nossa vida fiscal, a receita deveria ter uma opção de consulta on line que mostrasse o caminho que nosso dinheiro percorreu da entrada (Declarações de Pessoa Física e Jurídica) até as mais diversas saídas (investimentos) um rastreamento de cada centavo pago de impostos, como se colocássemos um GPS em cada centavo pago.

    – Outro ponto seria subsidiar equipamentos eletrônicos, como emissor de cupom fiscal (impressora fiscal), emissor de nota fiscal eletrônica, software, micro e toda parafernália necessária para as microempresas (micro mesmo, aquela bem miudinha) que não tem capacidade de investir por exemplo 5.000,00 em pra se enquadrar numa obrigação fiscal. Não custa nada lembrar que a imensa maioria das nossas empresas são microempresas, e muitas, muitas delas sem condições de bancar tal investimento para cumprir tal exigência fiscal. Isso não é nenhuma novidade, afinal as empresas de telefônica móvel subsidiam aparelhos aos seus clientes.

    – Pra finalizar, a grande inovação seria a racionalização dos recursos disponíveis por parte do Governo, seja ele real e/ou virtual, para que nós contribuintes (ou seja pagadores de impostos) não tenhamos que continuar nessa eterna bitributação, onde pagamos nossos impostos, mas por outro lado se quisermos uma boa assistência de saúde temos que pagar um plano de saúde privado; pagamos impostos, mas se quisermos uma segurança razoável em casa ou na empresa temos que contratar uma empresa de segurança privada; pagamos impostos, mas se quisermos uma educação de qualidade para nossos filhos temos que matricular os mesmos em escolas privadas…

    Aproveitei o gancho do seu post para aprofundar um pouco mais o debate no blog Atitude Empreendedora (www.brunobezerra.blogspot.com), com um post chamado Big Brother Fiscal, acreditando que a principal lição que podemos tirar de tudo isso é que INOVAR é antes de tudo MUDAR de ATITUDE.

  3. Ola, Silvio. Ha tempos, deixei uma postagem no meu blog sobre o mesmo assunto, http://zeluisbraga.wordpress.com/2008/04/16/declaracao-do-imposto-de-renda-estresse/, que foi lida e divulgada por ex-aluno que trabalha por lá. Final do ano passado, tive noticias de que para 2010, a RFB planeja uma mudança nas declarações, nesse rumo de já deixar lançado no formulário a informação que já estiver disponivel na receita. Melhora muito, aumenta a segurança dos dados, evita transcrições e erros por conta delas, diminui o estresse… e não custa nada, é apenas uma questão, mais uma vez, de usar a informação disponivel.

  4. Ola, Silvio. Ha tempos, deixei uma postagem no meu blog sobre o mesmo assunto, http://zeluisbraga.wordpress.com/2008/04/16/declaracao-do-imposto-de-renda-estresse/, que foi lida e divulgada por ex-aluno que trabalha por lá. Final do ano passado, tive noticias de que para 2010, a RFB planeja uma mudança nas declarações, nesse rumo de já deixar lançado no formulário a informação que já estiver disponivel na receita. Melhora muito, aumenta a segurança dos dados, evita transcrições e erros por conta delas, diminui o estresse… e não custa nada, é apenas uma questão, mais uma vez, de usar a informação disponivel.

  5. Rafael disse:

    Só que é cômodo pra receita continuar do jeito que está silvio. A dificuldade com o programa faz, por incrivel que pareça, muitas pessoas atrasarem a entrega da declaração e perderem o prazo, o que enche um pouco mais os cofres do governo. É o mesmo motivo do inss quase sempre negar aposentadorias por invalidez de quem já comprovadamente fez perícia. Só dando a aposentadoria quando é acionada na justiça.

  6. Rafael disse:

    Só que é cômodo pra receita continuar do jeito que está silvio. A dificuldade com o programa faz, por incrivel que pareça, muitas pessoas atrasarem a entrega da declaração e perderem o prazo, o que enche um pouco mais os cofres do governo. É o mesmo motivo do inss quase sempre negar aposentadorias por invalidez de quem já comprovadamente fez perícia. Só dando a aposentadoria quando é acionada na justiça.

  7. Gilmar disse:

    A grande inovação da Receita Federal e do Governo seria diminuir a carga de tributos, isso sim seria uma inovação do #$%§&# e o que arrecadar gastar com austeridade. O programa que a Receita usa ou deixa de usar é o que menos importa, o que ninguém mais aguenta é pagar tantos impostos.

  8. Gilmar disse:

    A grande inovação da Receita Federal e do Governo seria diminuir a carga de tributos, isso sim seria uma inovação do #$%§&# e o que arrecadar gastar com austeridade. O programa que a Receita usa ou deixa de usar é o que menos importa, o que ninguém mais aguenta é pagar tantos impostos.

  9. Maíra Tavares e Vanessa Piauilino disse:

    Sílvio, seria muito bom se o governo realmente adotasse essa solução. Isto seria simples de fazer, basta vontade. Inclusive o governo poderia facilitar a vida do contribuinte ao preencher o formulário, visto que muitos têm dúvidas na hora de fazê-lo. Por exemplo, poderia haver um serviço de atendimento on-line, no qual as pessoas pudessem tirar essas dúvidas, o que agilizaria o processo e diminuiria a quatidade de erros cometidos. Seria interessante também se outros serviços do governo fossem informatizados.

  10. Maíra Tavares e Vanessa Piauilino disse:

    Sílvio, seria muito bom se o governo realmente adotasse essa solução. Isto seria simples de fazer, basta vontade. Inclusive o governo poderia facilitar a vida do contribuinte ao preencher o formulário, visto que muitos têm dúvidas na hora de fazê-lo. Por exemplo, poderia haver um serviço de atendimento on-line, no qual as pessoas pudessem tirar essas dúvidas, o que agilizaria o processo e diminuiria a quatidade de erros cometidos. Seria interessante também se outros serviços do governo fossem informatizados.

  11. Víctor Medeiros e Mariane Mariz disse:

    De fato, o IRPF possui informações sobre todos que, se divulgadas para o contribuinte, facilitariam em muito o processo de declaração.
    Entretanto, se o IRPF consegue essas informações, porque ele exige essas declarações? Simples: se algo passar desapercebido, o contribuinte terá adicionado na sua declaração. Então, porque não apenas mostrar o que se sabe para permitir pequenas atualizações? Simples também: se o IRPF NÃO sabe que você possui algum bem, e você SABE dessa falha, o que te impediria de buscar maneiras de tirar proveito dessa situação? Pessoas mal-intencionadas precisam declarar tudo o que têm porque não sabem até onde vai o conhecimento do IRPF em relação a seus bens.
    O modelo atual garante certa segurança para o governo e dificulta fraudes ao custo de uma grande dor de cabeça para o contribuinte. Mas a vida do povo pode ser facilitada: por que declarar o imposto só uma vez no ano? Uma possibilidade é manter em um portal duas versões da sua declaração de imposto de renda: uma com os dados confirmados pelo contribuinte, e outra com as novas informações conhecidas pelo sistema, mas ainda não confirmadas pelo usuário. Apenas a primeira estaria visível para a pessoa física, e ela teria a obrigação de acessar o portal e inserir qualquer modificação ou aquisição de bens dentro de um determinado prazo. Se uma declaração específica não ocorrer e o governo tiver conhecimento, uma multa seria imediatamente aplicada.
    O contribuinte não precisaria se lembrar tudo de uma vez no fim do ano (bastaria inserir novas informações quando necessário), a justiça ainda teria a vantagem de não permitir que alguém saiba quais informações o IRPF não possui e ainda teríamos uma maior agilidade no processo de acompanhamento do fisco tanto para o governo quanto para a pessoa física.

    Por Víctor Medeiros (vbom) e Mariane Mariz (mmv)

  12. Víctor Medeiros e Mariane Mariz disse:

    De fato, o IRPF possui informações sobre todos que, se divulgadas para o contribuinte, facilitariam em muito o processo de declaração.
    Entretanto, se o IRPF consegue essas informações, porque ele exige essas declarações? Simples: se algo passar desapercebido, o contribuinte terá adicionado na sua declaração. Então, porque não apenas mostrar o que se sabe para permitir pequenas atualizações? Simples também: se o IRPF NÃO sabe que você possui algum bem, e você SABE dessa falha, o que te impediria de buscar maneiras de tirar proveito dessa situação? Pessoas mal-intencionadas precisam declarar tudo o que têm porque não sabem até onde vai o conhecimento do IRPF em relação a seus bens.
    O modelo atual garante certa segurança para o governo e dificulta fraudes ao custo de uma grande dor de cabeça para o contribuinte. Mas a vida do povo pode ser facilitada: por que declarar o imposto só uma vez no ano? Uma possibilidade é manter em um portal duas versões da sua declaração de imposto de renda: uma com os dados confirmados pelo contribuinte, e outra com as novas informações conhecidas pelo sistema, mas ainda não confirmadas pelo usuário. Apenas a primeira estaria visível para a pessoa física, e ela teria a obrigação de acessar o portal e inserir qualquer modificação ou aquisição de bens dentro de um determinado prazo. Se uma declaração específica não ocorrer e o governo tiver conhecimento, uma multa seria imediatamente aplicada.
    O contribuinte não precisaria se lembrar tudo de uma vez no fim do ano (bastaria inserir novas informações quando necessário), a justiça ainda teria a vantagem de não permitir que alguém saiba quais informações o IRPF não possui e ainda teríamos uma maior agilidade no processo de acompanhamento do fisco tanto para o governo quanto para a pessoa física.

    Por Víctor Medeiros (vbom) e Mariane Mariz (mmv)

  13. Hélio Vicente, Leandro do Carmo e Lucas Ventura disse:

    Essa solução é de fato interessante. Daria um teor de atualização ao processo de Declaração do imposto, facilitando a vida de ambos os lados e tornando mais ágil o processo de fiscalização de possíveis sonegadores. Um melhoramento seria uma declaração dos dados do contribuinte a cada mês, particionando o trabalho de investigação e fiscalização da malha fina.

  14. Hélio Vicente, Leandro do Carmo e Lucas Ventura disse:

    Essa solução é de fato interessante. Daria um teor de atualização ao processo de Declaração do imposto, facilitando a vida de ambos os lados e tornando mais ágil o processo de fiscalização de possíveis sonegadores. Um melhoramento seria uma declaração dos dados do contribuinte a cada mês, particionando o trabalho de investigação e fiscalização da malha fina.

  15. Leonardo Valeriano, Fábio Soares, Maryane Brasilino disse:

    A idéia proposta acima é muito boa, no entanto, o prazo de um mês seria desnecessário, pois, se em um ano “filhos não mudam de escola como de camisa”, imagina só em um mês.
    Além disso, para aqueles que não estão familiarizadas com o sistema eletrônico, seria interessante que o governo promovesse uma campanha de divulgação do passo-a-passo da declaração.
    Esta campanha poderia ser similar às campanhas realizadas pelo TRE em época de votação, nas quais o cidadão aprende a utilizar a urna eletrônica.

  16. Leonardo Valeriano, Fábio Soares, Maryane Brasilino disse:

    A idéia proposta acima é muito boa, no entanto, o prazo de um mês seria desnecessário, pois, se em um ano “filhos não mudam de escola como de camisa”, imagina só em um mês.
    Além disso, para aqueles que não estão familiarizadas com o sistema eletrônico, seria interessante que o governo promovesse uma campanha de divulgação do passo-a-passo da declaração.
    Esta campanha poderia ser similar às campanhas realizadas pelo TRE em época de votação, nas quais o cidadão aprende a utilizar a urna eletrônica.

  17. Iúri Ribeiro, Sérgio René e Tiago Oliveira Bernardo. disse:

    Assim como o portal de Transparência, o sistema de declaração de imposto de renda da Receita Federal do Brasil é modelo para o mundo. Ambos, incialmente o segundo, utilizam a tecnologia da informação para facilitar a vida da população e do governo – quando quer trabalhar corretamente. Porém, no caso do Imposto de Renda, ainda existem melhorias que podem ser introduzidas não só no sistema em si mas em todo o processo de declaração. O sistema atual tenta pegar o contribuinte de surpresa, no seu erro. A receita já tem informações declaradas pelas empresas e esperam os contribuintes informarem esses dados já sabidos para a “conferência fiscal”, mas se o seu Zé, lá de Taperoá ou de Maraial, que trabalha seis dias na semana sem férias esquecer de declarar R$ 300,00 que recebeu do mercadinho da região por um serviço prestado em uma manhã de sábado? Acontece, sabemos que isso acontece. Ele irá para a auditoria da Receita, para a malha fina, porque esqueceu de declarar tal dado, por “sonegar imposto”. Assim a receita pega o traidor da nação, lhe impõe uma multa e atrapalha parte da vida de um cidadão trabalhador de bem (atrapalhar a vida de um milhão de sonegadores vale muito menos do que a de uma única pessoa de bem).
    Se fossem informados os seus dados a cada contribuinte, como proposto por Silvio, esse problema seria resolvido e não tirariam o direito de o contribuinte tentar sonegar ou burlar a pátria amada, pois o mesmo teria total controle dos dados e da declaração final. Isso tudo impediria a existência de injustiças que infelizmente hoje acontecem. Além dessa proposta acima descrita, de feedback ao contribuinte, poderiam ser estudadas as possibilidades de geração de declarações mensais/parciais para facilitar a construção da declaração final como também da criação de um dispositivo on-line (no browser) de declaração o que eliminaria o incomodo ato de baixar as versões anuais da declaração e suas atualizações menos bugadas.

  18. Iúri Ribeiro, Sérgio René e Tiago Oliveira Bernardo. disse:

    Assim como o portal de Transparência, o sistema de declaração de imposto de renda da Receita Federal do Brasil é modelo para o mundo. Ambos, incialmente o segundo, utilizam a tecnologia da informação para facilitar a vida da população e do governo – quando quer trabalhar corretamente. Porém, no caso do Imposto de Renda, ainda existem melhorias que podem ser introduzidas não só no sistema em si mas em todo o processo de declaração. O sistema atual tenta pegar o contribuinte de surpresa, no seu erro. A receita já tem informações declaradas pelas empresas e esperam os contribuintes informarem esses dados já sabidos para a “conferência fiscal”, mas se o seu Zé, lá de Taperoá ou de Maraial, que trabalha seis dias na semana sem férias esquecer de declarar R$ 300,00 que recebeu do mercadinho da região por um serviço prestado em uma manhã de sábado? Acontece, sabemos que isso acontece. Ele irá para a auditoria da Receita, para a malha fina, porque esqueceu de declarar tal dado, por “sonegar imposto”. Assim a receita pega o traidor da nação, lhe impõe uma multa e atrapalha parte da vida de um cidadão trabalhador de bem (atrapalhar a vida de um milhão de sonegadores vale muito menos do que a de uma única pessoa de bem).
    Se fossem informados os seus dados a cada contribuinte, como proposto por Silvio, esse problema seria resolvido e não tirariam o direito de o contribuinte tentar sonegar ou burlar a pátria amada, pois o mesmo teria total controle dos dados e da declaração final. Isso tudo impediria a existência de injustiças que infelizmente hoje acontecem. Além dessa proposta acima descrita, de feedback ao contribuinte, poderiam ser estudadas as possibilidades de geração de declarações mensais/parciais para facilitar a construção da declaração final como também da criação de um dispositivo on-line (no browser) de declaração o que eliminaria o incomodo ato de baixar as versões anuais da declaração e suas atualizações menos bugadas.

  19. Thyago Porpino disse:

    Eu gostei da idéia do atendimento online, se o governo possuisse um atendimento ao cliente tão bom quanto empresas online como a amazon, nós não teríamos do que reclamar. Muitas vezes, a solução perfeita, é uma combinação de soluções menores, então se pudéssemos combinar, a solução de Silvio, com um ótimo atendimento online, onde as pessoas poderiam se comunicar em tempo real com atendentes capacitados, pela internet., as coisas iam melhorar muito.

  20. Thyago Porpino disse:

    Eu gostei da idéia do atendimento online, se o governo possuisse um atendimento ao cliente tão bom quanto empresas online como a amazon, nós não teríamos do que reclamar. Muitas vezes, a solução perfeita, é uma combinação de soluções menores, então se pudéssemos combinar, a solução de Silvio, com um ótimo atendimento online, onde as pessoas poderiam se comunicar em tempo real com atendentes capacitados, pela internet., as coisas iam melhorar muito.

  21. Felipe José Arruda, Hugo de Lima Santos e Igor Cézar disse:

    As idéias são bastante interessantes e ajudariam de forma significativa a declaração das pessoas, que para muitos é um stress. Já foi um bom avanço a declaração ocorrer eletronicamente, e para melhorar ainda mais, basta boa vontade do governo, e tem um tempo razoável até a declaração do próximo ano. Com a idéia apresentada, a declaração seria de uma forma mais rápida e direta, diminuindo os
    transtornos e stress nesta atividade, além de melhorar a fiscalização contra sonegadores. Como todo sistema gera dúvidas ao usuário
    quanto ao seu uso, alguma forma de auxílio eletrônico também poderia ser implementado, para garantir um menor número de erros no ato da declaração, o que é melhor para ambas as partes.

  22. Felipe José Arruda, Hugo de Lima Santos e Igor Cézar disse:

    As idéias são bastante interessantes e ajudariam de forma significativa a declaração das pessoas, que para muitos é um stress. Já foi um bom avanço a declaração ocorrer eletronicamente, e para melhorar ainda mais, basta boa vontade do governo, e tem um tempo razoável até a declaração do próximo ano. Com a idéia apresentada, a declaração seria de uma forma mais rápida e direta, diminuindo os
    transtornos e stress nesta atividade, além de melhorar a fiscalização contra sonegadores. Como todo sistema gera dúvidas ao usuário
    quanto ao seu uso, alguma forma de auxílio eletrônico também poderia ser implementado, para garantir um menor número de erros no ato da declaração, o que é melhor para ambas as partes.

  23. Dayvid Victor, Henrique Menezes, Denys Farias disse:

    Essa é uma idéia muito interessante, pois facilitaria a vida do contribuinte brasileiro diminuindo a burocracia do processo de declaração de imposto de renda. O melhor dessa idéia é que facilita o processo de ambos os lados, tanto do lado do governo, que pode fiscalizar mais de perto e evitar sonegação de impostos quanto do lado de contribuinte, que não terá mais o trabalho de fazer declarações repetitivas todo ano (como pagamentos de escola) e ainda auxilia o contribuinte eliminando (ou ao menos diminuindo) a necessidade da contratação de contadores para fazer a declaração.

  24. Dayvid Victor, Henrique Menezes, Denys Farias disse:

    Essa é uma idéia muito interessante, pois facilitaria a vida do contribuinte brasileiro diminuindo a burocracia do processo de declaração de imposto de renda. O melhor dessa idéia é que facilita o processo de ambos os lados, tanto do lado do governo, que pode fiscalizar mais de perto e evitar sonegação de impostos quanto do lado de contribuinte, que não terá mais o trabalho de fazer declarações repetitivas todo ano (como pagamentos de escola) e ainda auxilia o contribuinte eliminando (ou ao menos diminuindo) a necessidade da contratação de contadores para fazer a declaração.

  25. Diego Spíndola, Hugo de Alencar e Rafael Santana disse:

    Concordamos que essa solução de disponibilizar uma pré-declaração on-line facilitaria o processo de declaração do imposto. E com a movimentação fiscal monitorada eletronicamente e instantaneamente adicionada ao perfil do contribuinte, o controle da sonegação seria bem mais efetivo.

    Tomara que alguém do governo tenha acesso a essas idéias, ou que elas sejam encaminhadas a parlamentares influentes, pretensos senadores e deputados, já que próximo ano temos eleições: é um bom momento para apresentar propostas inovadoras, e, como estas, de cunho bastante eleitoral.

  26. Diego Spíndola, Hugo de Alencar e Rafael Santana disse:

    Concordamos que essa solução de disponibilizar uma pré-declaração on-line facilitaria o processo de declaração do imposto. E com a movimentação fiscal monitorada eletronicamente e instantaneamente adicionada ao perfil do contribuinte, o controle da sonegação seria bem mais efetivo.

    Tomara que alguém do governo tenha acesso a essas idéias, ou que elas sejam encaminhadas a parlamentares influentes, pretensos senadores e deputados, já que próximo ano temos eleições: é um bom momento para apresentar propostas inovadoras, e, como estas, de cunho bastante eleitoral.

  27. Bruno Pimentel (bap), Flávio Wanderley (fwd) e Ruan Carvalho (rvbc) disse:

    A adoção dessa idéia seria ótima para a população. Afinal, não é sempre que uma mudança beneficia mais de vinte e cinco milhões de pessoas. Muitos dos nossos dados não mudam tão rapidamente e o uso de notas fiscais eletrônicas já auxiliaria bastante na construção desse novo serviço. Caso a declaração final fosse muito diferente da pré-declaração, isso poderia ser um sinal de sonegação. Se uma mudança torna o sistema mais eficiente e é possível de ser feita, o que a receita está esperando? Seria ótimo se a idéia já fosse adotada em 2010.

  28. Bruno Pimentel (bap), Flávio Wanderley (fwd) e Ruan Carvalho (rvbc) disse:

    A adoção dessa idéia seria ótima para a população. Afinal, não é sempre que uma mudança beneficia mais de vinte e cinco milhões de pessoas. Muitos dos nossos dados não mudam tão rapidamente e o uso de notas fiscais eletrônicas já auxiliaria bastante na construção desse novo serviço. Caso a declaração final fosse muito diferente da pré-declaração, isso poderia ser um sinal de sonegação. Se uma mudança torna o sistema mais eficiente e é possível de ser feita, o que a receita está esperando? Seria ótimo se a idéia já fosse adotada em 2010.

  29. Pedro Augusto Lopes Barbosa, Guilherme Ramalho Magalhães, Paulo Henrique Muniz Ferreira disse:

    Já temos uma solução muito boa para o problema apresentado então nossa solução segeu o mesmos princípios só que mudamos os moldes do tipo de declaração. Podemos declarar threads de redes familiares onde uma árvore é gerada apartir da mais
    alta renda familiar e uma mesma declaração (é usada para todas as pessoas desse “núcleo”). Neste esquema teríamos
    um jeito de diminuir o número de input de sistema e verificar
    núcleos de sonegação. O sistema evitaria casos em que as pessoas empurram bens não declarados para o nome de outros parentes.

  30. Pedro Augusto Lopes Barbosa, Guilherme Ramalho Magalhães, Paulo Henrique Muniz Ferreira disse:

    Já temos uma solução muito boa para o problema apresentado então nossa solução segeu o mesmos princípios só que mudamos os moldes do tipo de declaração. Podemos declarar threads de redes familiares onde uma árvore é gerada apartir da mais
    alta renda familiar e uma mesma declaração (é usada para todas as pessoas desse “núcleo”). Neste esquema teríamos
    um jeito de diminuir o número de input de sistema e verificar
    núcleos de sonegação. O sistema evitaria casos em que as pessoas empurram bens não declarados para o nome de outros parentes.

  31. Bruno Thiago Monteiro da Silva disse:

    Tem horas que parece que a receita quer ver o que o contribuinte irá declarar para averiguar possíveis discrepâncias. Concordo com Silvio quando ele fala que o que facilitaria bastante a declaração do imposto de renda seria a adoção da nota fiscal eletrônica que agilizaria o processo e evitaria fraudes. Evitaria também o contribuinte ter de lembrar-se de todos os seus gastos durante o ano.

  32. Bruno Thiago Monteiro da Silva disse:

    Tem horas que parece que a receita quer ver o que o contribuinte irá declarar para averiguar possíveis discrepâncias. Concordo com Silvio quando ele fala que o que facilitaria bastante a declaração do imposto de renda seria a adoção da nota fiscal eletrônica que agilizaria o processo e evitaria fraudes. Evitaria também o contribuinte ter de lembrar-se de todos os seus gastos durante o ano.

  33. Bruno Pimentel, Ruan Carvalho, Flávio Wanderley disse:

    A internet seria a ferramenta mestra usada pelo governo para tentar facilitar a vida do cidadão quando ele fosse declarar seu imposto. Compras em lojas teriam suas notas ficais enviadas diretamente ao sistema federal como registro e automaticamente armazenada. Mas e se alguém adquirisse um carro de luxo produzido artesanalmente, como seria declarado? E se alguém comprasse uma mansão usando o nome de terceiros? A maioria das pessoas “realmente” estaria nesse big brother fiscal, enquanto que aqueles que querem e podem sonegar, continuariam sonegando.
    O que poderia ser feito, além disso, é o governo dar a opção de o contribuinte poder acessar um site que, não somente diria os seus gastos atuais, mas também permitiria a declaração destes em qualquer época do ano, fazendo com que o processo não se acumule em corridas semanas.

  34. Bruno Pimentel, Ruan Carvalho, Flávio Wanderley disse:

    A internet seria a ferramenta mestra usada pelo governo para tentar facilitar a vida do cidadão quando ele fosse declarar seu imposto. Compras em lojas teriam suas notas ficais enviadas diretamente ao sistema federal como registro e automaticamente armazenada. Mas e se alguém adquirisse um carro de luxo produzido artesanalmente, como seria declarado? E se alguém comprasse uma mansão usando o nome de terceiros? A maioria das pessoas “realmente” estaria nesse big brother fiscal, enquanto que aqueles que querem e podem sonegar, continuariam sonegando.
    O que poderia ser feito, além disso, é o governo dar a opção de o contribuinte poder acessar um site que, não somente diria os seus gastos atuais, mas também permitiria a declaração destes em qualquer época do ano, fazendo com que o processo não se acumule em corridas semanas.

  35. Julio Cesar Fort (jcsf) e Tiago Mendonça (tftcm) disse:

    Muito embora nenhum de nós dois tenhamos ainda passado pelo tormento que é ter prestar contas com o Leão, sabemos da dificuldade que se tem em recolher toda a documentação necessária para a declaração de imposto de renda, juntar aqueles recibos de pagamentos feitos ou recebidos, etc.
    A idéia exposta por Silvio de tornar o processo de declaração de imposto de renda em “software as a service (SaaS)”, é muito interessante para ambos os lados. Para o governo, que poderá exercer ainda mais a sua função de “Big Brother fiscal” e desta forma reduzir a evasão fiscal e outros problemas relacionados à sonegação de impostos, pois, como as notas fiscais eletrônicas, o sistema permitiria o monitoramento constante e em tempo real. Para o contribuinte, será bem mais fácil, rápido e o livraria do incômodo de ter de lembrar de cada transação financeira realizada ao longo do ano.
    Contudo, o design e implementação de um sistema crítico como esse deve ser muito bem estudado e certamente levará alguns anos para ser adotado em larga escala.

  36. Julio Cesar Fort (jcsf) e Tiago Mendonça (tftcm) disse:

    Muito embora nenhum de nós dois tenhamos ainda passado pelo tormento que é ter prestar contas com o Leão, sabemos da dificuldade que se tem em recolher toda a documentação necessária para a declaração de imposto de renda, juntar aqueles recibos de pagamentos feitos ou recebidos, etc.
    A idéia exposta por Silvio de tornar o processo de declaração de imposto de renda em “software as a service (SaaS)”, é muito interessante para ambos os lados. Para o governo, que poderá exercer ainda mais a sua função de “Big Brother fiscal” e desta forma reduzir a evasão fiscal e outros problemas relacionados à sonegação de impostos, pois, como as notas fiscais eletrônicas, o sistema permitiria o monitoramento constante e em tempo real. Para o contribuinte, será bem mais fácil, rápido e o livraria do incômodo de ter de lembrar de cada transação financeira realizada ao longo do ano.
    Contudo, o design e implementação de um sistema crítico como esse deve ser muito bem estudado e certamente levará alguns anos para ser adotado em larga escala.

  37. Artur, Lauro e Maria disse:

    Fazer com que a receita já informe o que sabe sobre nós é uma ótima maneira de diminuir esse estresse gerando no mês da declaração do imposto de renda. Porem se formos fazer esse métodos que foi descrito acima, teriamos uma fiscalização mais de perto, no mês a mês, o que seria uma obrigação a mais de todo mês atualizar seus dados na receita, que querendo ou não requer um tempo, no qual em alguns meses pode ser um tempo precioso, pois a maioria deixaria para o último dia do mês fazer sua atualização de renda, se tornando o dia 30 como o dia da atualização de renda, sendo a correria para achar os documentos para sua atualização, desvirtuando da idéia inicial. Mas isso tende a melhorar com a virtualização do “dinheiro”, no qual facilita o controle sobre as transferências, podendo saber, de onde e para onde a certa quantia está indo e num futuro não muito longe, essa transferência já estaria integrada ao sistema da receita, onde ao pagar o colégio do seu filho, já seria avisado ao leão que o cpf tal entregou uma quantia ao cnpj da escola, tendo com isso um controle próximo sem a necessidade de um gasto de tempo a mais pelo contribuinte.

  38. Artur, Lauro e Maria disse:

    Fazer com que a receita já informe o que sabe sobre nós é uma ótima maneira de diminuir esse estresse gerando no mês da declaração do imposto de renda. Porem se formos fazer esse métodos que foi descrito acima, teriamos uma fiscalização mais de perto, no mês a mês, o que seria uma obrigação a mais de todo mês atualizar seus dados na receita, que querendo ou não requer um tempo, no qual em alguns meses pode ser um tempo precioso, pois a maioria deixaria para o último dia do mês fazer sua atualização de renda, se tornando o dia 30 como o dia da atualização de renda, sendo a correria para achar os documentos para sua atualização, desvirtuando da idéia inicial. Mas isso tende a melhorar com a virtualização do “dinheiro”, no qual facilita o controle sobre as transferências, podendo saber, de onde e para onde a certa quantia está indo e num futuro não muito longe, essa transferência já estaria integrada ao sistema da receita, onde ao pagar o colégio do seu filho, já seria avisado ao leão que o cpf tal entregou uma quantia ao cnpj da escola, tendo com isso um controle próximo sem a necessidade de um gasto de tempo a mais pelo contribuinte.

  39. Pedro Ribeiro disse:

    A internet poderia ser usada como meio mas só o numero de cpf e o numero da ultima declaração podem não ser sulficientes para resolver os problemas de segurança. Quem sabe a ultilização de padrões biométricos poderiam ajudar quanto a segurança das informações de cada brasileiro. Acho que o sistema brasileiro é muito bom, com sua automatização mas acho que essas mudanças propostas podem simplificar, e muito, a vida dos brasileiros. Com o acompanhamento, real poderia evitar ainda mais esse erro na declaração dos gastos e essa declaração já praticamente completa iria evitar a sonegação que é tão grande no pais, trazendo mais recursos para o brasil e quem sabe, se o dinheiro não for desviado, trazer o desenvolvimento para o brasil.

  40. Pedro Ribeiro disse:

    A internet poderia ser usada como meio mas só o numero de cpf e o numero da ultima declaração podem não ser sulficientes para resolver os problemas de segurança. Quem sabe a ultilização de padrões biométricos poderiam ajudar quanto a segurança das informações de cada brasileiro. Acho que o sistema brasileiro é muito bom, com sua automatização mas acho que essas mudanças propostas podem simplificar, e muito, a vida dos brasileiros. Com o acompanhamento, real poderia evitar ainda mais esse erro na declaração dos gastos e essa declaração já praticamente completa iria evitar a sonegação que é tão grande no pais, trazendo mais recursos para o brasil e quem sabe, se o dinheiro não for desviado, trazer o desenvolvimento para o brasil.

  41. João Carlos, Maria Carolina, Rubem Moreira disse:

    O governo brasileiro, embora seja muito burocrático, está conseguindo grandes avanços na informatização dos seus sistemas, simplificando a vida do cidadão que hoje, vota de forma muito mais segura que antigamente, que pode se aposentar em menos tempo agora, que pode fazer sua declaração de imposto de renda em casa, entre outros avanços que o Brasil conseguiu sair na frente, e graças a isso facilita a vida do brasileiro. Mas como dito no blog, faltam muitas coisas ainda a serem melhoradas, alguns detalhes que faz o usuário economizar tempo e que este recurso não demandaria tanto esforço para disponibilizar ao usuário. São detalhes, que devem ser olhados com cuidado para fazer a diferença entre um serviço normal, e um serviço diferencial, digno de aplausos.

  42. João Carlos, Maria Carolina, Rubem Moreira disse:

    O governo brasileiro, embora seja muito burocrático, está conseguindo grandes avanços na informatização dos seus sistemas, simplificando a vida do cidadão que hoje, vota de forma muito mais segura que antigamente, que pode se aposentar em menos tempo agora, que pode fazer sua declaração de imposto de renda em casa, entre outros avanços que o Brasil conseguiu sair na frente, e graças a isso facilita a vida do brasileiro. Mas como dito no blog, faltam muitas coisas ainda a serem melhoradas, alguns detalhes que faz o usuário economizar tempo e que este recurso não demandaria tanto esforço para disponibilizar ao usuário. São detalhes, que devem ser olhados com cuidado para fazer a diferença entre um serviço normal, e um serviço diferencial, digno de aplausos.

  43. Jonathan Alves, Osaman Torres, David disse:

    Apostamos na idéia de se ter um ajuste anual e um ajuste on-line. No ajuste online o contribuinte poderá informar a qualquer hora (dentro de uma prazo fixo, de1ano por exemplo) qualquer modificação em seus tributos/deduções, já o ajuste anual seria apenas uma consolidação de tudo que foi informado. Nesse caso todas as pessoas que não tivessem modificações durante o ano não precisariam fazer o ajuste anual, já estaria pronto! Lógico que o governo bravamente diria: “e os sonegadores vão a forra…” mas aí isso já é outra história, jamais encontraremos uma solução totalmente eficaz contra todo e qualquer sonegador, o que podemos fazer é amenizar a situação e para tal propomos uma espécie de CENSO fiscal, não uma malha fina que por muitas vezes faz o cruzamento de informações de um usuário leigo em termos contábeis e/ou de informática com os dados que a receita já possui, mas estamos falado de levantamento fiscal, ao menos amostral com uma pesquisaa mais criteriososa. Não acredito em grandes dificuladades para realização de tal idéia, pois hoje somos obrigados a responder ao IBGE que em pesquisas muito bem elaboradas e com tecnologia de ponta são capazes de retratar todo o perfil da população brasileira quem dirá uma amostra,

  44. Jonathan Alves, Osaman Torres, David disse:

    Apostamos na idéia de se ter um ajuste anual e um ajuste on-line. No ajuste online o contribuinte poderá informar a qualquer hora (dentro de uma prazo fixo, de1ano por exemplo) qualquer modificação em seus tributos/deduções, já o ajuste anual seria apenas uma consolidação de tudo que foi informado. Nesse caso todas as pessoas que não tivessem modificações durante o ano não precisariam fazer o ajuste anual, já estaria pronto! Lógico que o governo bravamente diria: “e os sonegadores vão a forra…” mas aí isso já é outra história, jamais encontraremos uma solução totalmente eficaz contra todo e qualquer sonegador, o que podemos fazer é amenizar a situação e para tal propomos uma espécie de CENSO fiscal, não uma malha fina que por muitas vezes faz o cruzamento de informações de um usuário leigo em termos contábeis e/ou de informática com os dados que a receita já possui, mas estamos falado de levantamento fiscal, ao menos amostral com uma pesquisaa mais criteriososa. Não acredito em grandes dificuladades para realização de tal idéia, pois hoje somos obrigados a responder ao IBGE que em pesquisas muito bem elaboradas e com tecnologia de ponta são capazes de retratar todo o perfil da população brasileira quem dirá uma amostra,

  45. Acredito tal automatização da receita federal ser bastante interessante, podendo ser tirado um grande proveito dela ! Porém o fato de dar crédito para os braisleiros acrescentarem quaisquer fatores que estejam faltando à receita é um pocuo distante de nossa realidade ! Acho que o Brasil ainda não está preparado para tal inovação ..

  46. Acredito tal automatização da receita federal ser bastante interessante, podendo ser tirado um grande proveito dela ! Porém o fato de dar crédito para os braisleiros acrescentarem quaisquer fatores que estejam faltando à receita é um pocuo distante de nossa realidade ! Acho que o Brasil ainda não está preparado para tal inovação ..

  47. Renato Parente (rp2) e Mateus Araújo (mab) disse:

    Isso de um Imposto de Renda contínuo durante o ano, não só no período que o programa aparece para baixar e declarar poderia ajudar, inclusive, os próprios órgãos públicos, uma vez que eles também precisam gerar informações sobre salários, gastos em geral. o problema maior é a burrocracia…

  48. Renato Parente (rp2) e Mateus Araújo (mab) disse:

    Isso de um Imposto de Renda contínuo durante o ano, não só no período que o programa aparece para baixar e declarar poderia ajudar, inclusive, os próprios órgãos públicos, uma vez que eles também precisam gerar informações sobre salários, gastos em geral. o problema maior é a burrocracia…

  49. Leonardo disse:

    Outra idéia que já me surgiu há alguns anos vai por outra linha, que poderia ser complementar a sua.

    Sempre me pergunto porque tenho que digitar tudo que minhas contrapartes me mandam impressos. É oportunidade de cometer erros de digitação, equívocos sobre a classificação da entrada e até mesmo oportunidade para fraudes (porque não?)

    Eu penso que a receita poderia fornecer um formato padronizado de dados (digamos um xml), possivelmente até uns módulos de software já prontos, para os informes de rendimentos e outras informações.

    Assim o meu empregador me enviaria aquele arquivo e eu simplesmente dou um importar no programinha da receita. Sem erros, sem dúvidas, sem perda de tempo. E este arquivo poderia vir até com um check-sum ou hash de algum tipo que seria enviado em lote pelo empregador para a receita. Assim se o check-sum não bater (e porque não bateria em algo tão automatizado) já seria caso de levantar suspeitas.

    O mesmo valeria para os bancos e outros prestadores. Bastaria no fim das contas preencher outras miudezas como gastos com profissionais liberais, ou compras/vendas de patrimonio.

    []s

  50. Leonardo disse:

    Outra idéia que já me surgiu há alguns anos vai por outra linha, que poderia ser complementar a sua.

    Sempre me pergunto porque tenho que digitar tudo que minhas contrapartes me mandam impressos. É oportunidade de cometer erros de digitação, equívocos sobre a classificação da entrada e até mesmo oportunidade para fraudes (porque não?)

    Eu penso que a receita poderia fornecer um formato padronizado de dados (digamos um xml), possivelmente até uns módulos de software já prontos, para os informes de rendimentos e outras informações.

    Assim o meu empregador me enviaria aquele arquivo e eu simplesmente dou um importar no programinha da receita. Sem erros, sem dúvidas, sem perda de tempo. E este arquivo poderia vir até com um check-sum ou hash de algum tipo que seria enviado em lote pelo empregador para a receita. Assim se o check-sum não bater (e porque não bateria em algo tão automatizado) já seria caso de levantar suspeitas.

    O mesmo valeria para os bancos e outros prestadores. Bastaria no fim das contas preencher outras miudezas como gastos com profissionais liberais, ou compras/vendas de patrimonio.

    []s