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Escrito por • 12/03/2012

marketing: agora, direto pra você [via DNA]?…

palestra no SXSW semana passada, seguida de artigos na SMT, forbes e outros, chama atenção para uma nova e verdadeiramente radical forma de marketing direto: a que tem por base o código genético. se nós andamos preocupados com o rastro [ou pegada] informacional que deixamos na web, o que rola no mundo real é ainda mais preocupante: deixamos um milhão de células por aí, por dia, cada uma delas capaz de contar nossa história nos mínimos detalhes. paul saarinen [da yamamoto] e scott fahrenkrug [da u. of minnesota] fizeram uma pergunta trivial, mas de implicações nem tanto, no SXSW: e se agências [e marcas…] resolvessem fazer marketing [ou "conversar" conosco] em termos da informação disponível no nosso DNA?

o DNA diz que alergias podemos ter, doenças mas prováveis; decodificar o DNA fornece uma base de dados de cerca de um milhão de pontos sobre o dono. não sobre o que ele faz, mas sobre o que é. no lado "fazer", faceBook informa que sabe, com 33% de acerto, se você sairá de seu relacionamento atual ou não. isso é muito pouco: empresas de avaliação de crédito sabem se e quando você vai se separar com 98% de certeza. a trilha de dados do "fazendo" é usada, há muito, para marketing "comportamental", desde [o elementar] saber de onde estamos vindo quando chegamos a uma página na web, até o que compramos online antes, para sugerir o que comprar agora, entre muitas e muitas coisas que se sabe sobre nossa vida informacional [mesmo que não saibamos disso, nem como deixamos o rastro].

para que seria usado o rastro de dados do "vivendo", a informação contida no código da sua [e da minha] vida? talvez [ou certamente?] junto com os dados do "fazendo"? depende de quem está no controle. se somos nós, podemos usar nossos dados, do DNA inclusive, para filtrar a web. quero filtrar  6-hidroxi-5-[(4-sulfofenil)azo]-2-naftalenossulfonato dissódico porque sou alérgico a isso [por exemplo]. e o faria sem ir atrás da fórmula, porque talvez a alergia esteja escrita lá no meu DNA. se ele fosse usado como filtro, por mim, para "ver" a web com tal "lente", nem anunciantes perderiam tempo comigo, nem eu com eles. mas… e se "eles" tivessem o controle do meu DNA e pudessem fazer o que bem quisessem com ele?… se proteger [ou anonimizar] os dados do nosso emeio e cartão de crédito já eram um grande problema, imagine, agora, proteger o código da própria vida.

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0 Responses to marketing: agora, direto pra você [via DNA]?…

  1. rebecca disse:

    ai, q medinho

  2. Alex disse:

    As pessoas se submetem porque querem. Se começarmos a eliminar os grandes proprietários e acionistas de empresas, e suas famílias com eles, o capitalismo multinacional se arruinaria rapidamente… podemos voltar ao sadio capitalismo das pequenas empresas, é o só nos rebelarmos e colocar no paredão esses e tb jornalistas e colunistas que fazem a apologia ao neoliberalismo. Na verdade é muito fácil saber onde mora , ir lá e eliminar o mal mela raiz!

  3. Diogo disse:

    Seu texto é uma bagunça. Será que é preciso estudar jornalismo para escrever um texto legível? O assunto é importantíssimo, pois requeria, pelo menos, alguém que depreeenda as normas de uma boa escrita, faculdade quase que extinta pelo nosso coloquialismo excessivo. A informalidade tem seus limites. Esse tipo de texto mata qualquer forma de crescimento intelectual de todas as partes, do escritor ao podre leitor. Blog não é sinônimo de “eu tô no controle, minhas regras!”
    Assassinaram a gramática. Eis um dos assassinos aqui, meu povo.

    Como você espera fomentar algo, se você não sabe se comunicar zelosa e lucidamente?

    Francamente, nós deixe livre de suas lambanças. Dê espaço para as pessoas competentes. Ou vá visitar os livros!

    Tanta gente talentosa por aí querendo seu espaço, e, você, ocupando um lugar que não te pertence. Isso se chama “ter autenticidade” ou “ser legítimo”.

    Imerecido e indevido!

    Caí fora!

    Diogo Scopel

  4. Felipe disse:

    Eu adoro o Silvio. Já fui em palestras e admiro muito como profissional e pesquisador da minha área. Mas confesso que é muito cansativo ler seus textos com esse jeito de escrever característico.

  5. Robson disse:

    O texto é espanta burro.

  6. Roberto Jr. disse:

    Ué… 33% de acerto para uma resposta do tipo “Sim/Não”? Se eu jogar uma moeda eu não acertaria, provavelmente, em média 50% das vezes?

  7. Carlos Azevedo disse:

    “nós deixe livre”, “Caí fora” <=== e esse nazismo, o que é? Só porque você está comentando em um blog acha que tem o direito de assassinar a grafia das palavras da nossa querida língua portuguesa, acrescentando um indevido acento agudo em uma palavra tão trivial, até mesmo para os pouco letrados?

    Meu caro nobre cavalheiro defensor da pureza linguística de nossa língua matre, Diogo Scopel, eu que lhe digo: “Caí” fora você!

    Você se sentirá melhor lendo gramáticas e manuais de língua portuguesa do que textos cujos conteúdos parecem não despertar em você tanto interesse quanto a forma. Meu caro, você é um peixe fora d’água aqui. Parabéns pela sua justa preocupação com os limites da “informalidade”. No entanto, o seu comentário é um tiro no pé. Aprenda a escrever antes de querer se mostrar um hábil utilizador da norma culta que, aliás, é completamente irrelevante para aqueles que realmente compreendem e absorvem os ricos conteúdos transmitidos pelo brilhante cientista da computação, Silvio Meira.

    Sem mais,
    Carlos Azevedo

  8. Túlio Caraciolo disse:

    viu o caso da target?

    http://www.forbes.com/sites/kashmirhill/2012/02/16/how-target-figured-out-a-teen-girl-was-pregnant-before-her-father-did/

    descobriu, antes do pai, que a garota tava gravida. o pesquisador falou demais, por isso vazou. agora, calaram ele! 😀

  9. Carlos Azevedo disse:

    Pois é, Roberto. O engraçado é que se a decisão é binária, é possível inverter a decisão (o que era “sim” passa a ser “não” e vice-versa) e, pela lógica, acabamos acertando em média, nesse caso, 77%! Também achei estranho o dado. Qualquer taxa de acerto inferior a 50% em classificação binária é esquisita.

    Abraço.

  10. José Eduardo disse:

    No exemplo da target fica claro o quão danoso esse tipo de informação pode ser caso chegue a mãos erradas (o pai da garota). Infelizmente é cada vez mais fácil fazer esse tipo de inferência.

    Precisamos nos preocupar com as consequências jurídicas disso.

    Cabe a legislação regular o nível de intrusão/divulgação de informações inferidas?

    Caberia processo por dano causado pela divulgação de dados inferidos? Seria isso injúria? Ou invasão de privacidade pura e simples?

  11. Romano disse:

    Engraçadas essas críticas de “assassinato da gramática”, o que não é o caso nos textos do professor de forma alguma. A escolha da estética no “blog” é livre, pois não é um texto científico padrão a que o professor está tão acostumado pelos inúmeros trabalhos publicados: referenciados, embasados e com contribuições à ciência e à tecnologia, além da formação de inúmeros pesquisadores que hoje são mestres ou doutoures e que dão continuidade à tarefa de formar, só para dizer o mínimo.
    O movimento concretista na nossa literartura ousou muito mais e nem por isso foi considerado um “assassinato linguístico”, senão vejamos o que diz abaixo:

    “- Elaboração artística em busca da forma precisa; – Ênfase na racionalidade, no raciocínio e na ciência; – Uso de figuras abstratas nas artes plásticas. – União entra a forma e o conteúdo na obra de arte; – Na literatura, os poetas concretistas buscavam utilizar efeitos gráficos, aproximando a poesia da linguagem do design; – Envolvimento com temas sociais (a partir da década de 1960);…”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Concretismo

    E, afinal, se alguém se sente tão irritado com essa forma, ainda tem a escoha de não ler o texto e de nem frequentar o “blog”, já que prefere a forma ao conteúdo. Ou não?

  12. Yuri disse:

    Diogo Scopel, você tem todo o direito de não ler. Não muito mais que isso. A mesma informação pode ser encontrada em outras fontes, inclusive mencionadas pelo próprio bagunceiro. Você não o contratou e determinou nada. Você não é dono do idioma, nem do blog. Que te amedrontas, ao final? Queres sugerir uma lei que controle a escrita de blogs? ועט זאַמלען קאָוקאַנאַץ!

  13. linu estorvo disse:

    Carlos Azevedo,

    Gostei do seu comentário ao comentário do Diogo Scopel; valeu!!

    Quanto a porcentagem sobre uma afirmação binária . . .; o texto afirma: “informa que sabe, com 33% de acerto, se você sairá de seu relacionamento atual ou não”, isso quer dizer que dos n eventos, de saida ou “ficada” no relacinamento, há um percentual de 33% de acerto, exemplificando: n=100, 18 realmente saíram e 72 ficaram, e o FaceBook, afirmou que dos 18 só dez sairiam, e, que dos 72 só 23 ficariam, portanto, acertou 10 dos que sairam e 23 dos que ficaram, totaliando 33, em 100: 33%.

  14. Diogo disse:

    Sr. Carlos Azevedo,

    Seu comentário:

    “nós deixe livre”, “Caí fora” <=== e esse nazismo, o que é? Só porque você está comentando em um blog acha que tem o direito de assassinar a grafia das palavras da nossa querida língua portuguesa, acrescentando um indevido acento agudo em uma palavra tão trivial, até mesmo para os pouco letrados?

    Meu caro nobre cavalheiro defensor da pureza linguística de nossa língua matre, Diogo Scopel, eu que lhe digo: “Caí” fora você!

    Você se sentirá melhor lendo gramáticas e manuais de língua portuguesa do que textos cujos conteúdos parecem não despertar em você tanto interesse quanto a forma. Meu caro, você é um peixe fora d’água aqui. Parabéns pela sua justa preocupação com os limites da “informalidade”. No entanto, o seu comentário é um tiro no pé. Aprenda a escrever antes de querer se mostrar um hábil utilizador da norma culta que, aliás, é completamente irrelevante para aqueles que realmente compreendem e absorvem os ricos conteúdos transmitidos pelo brilhante cientista da computação, Silvio Meira.

    Sem mais,
    Carlos Azevedo

    Comentário por Carlos Azevedo — segunda-feira, 12 de março de 2012 @ 17:17

    Então, a expressão “Caí fora” está perfeitamente adequada e apropriada as minhas intenções. Isto é primeira pessoa do singular do pretérito perfeito do indicativo do verbo ‘cair’, não estou mandando ninguém “cair fora”. Eu caí fora. Deu para entender, agora? (interpretação, meu caro, in.ter.pre.ta.ção). O pronome pessoal “nós” realmente deveria estar sem o acento agudo, como função oblíqua do pronome. Mas, passou pela sua cabeça que isso é um erro aceitável e tratável, sendo isto fruto de distração ou desatenção?

    Que papo é esse de nazismo, rapaz? Tem que se saber abstrair as coisas. O que é que eu escrevi que te deu margem à essas ideias tortas? Nazista é a sua vovozinha. Quem é contrário as suas ideologias vira, repentinamente, um nazista ou algo parecido? Que papo é esse, meu caro? Hein, que papo é esse? (gostaria muito de ler uma resposta a respeito disto. Foi bravo para me caluniar e despeitar, agora seja destemido para se explicar dessa asneira. Explique-se)

    Sem sequer me conhecer superficialmente, você, Carlos Azevedo, já me jugou da cabeça aos pés. Quem é que está querendo “se mostrar um hábil utilizador da norma culta” aqui (quanta baboseira verborréica!)? Eu escrevo bem o suficiente para que os outros me entendam (se você não se lembra, deixe-me refrescar o seu aventuroso sótão, com ou sem macaquinhos: quem escreve, escreve para alguém). Isso se chama legibilidade. Eu não sou erudito em porcaria nenhuma!, nem estou tentando ser melhor que ninguém aqui. Mas, sou mais tenaz e arguto que qualquer um desses seus amiguinhos de facebook e playstation. Pode acreditar. Minha parte é o presente e o futuro (um bom e solidário futuro). E você, o que você é? O quê? O que você é, inquilino do mundo de Beakman?

    Eu não vim até aqui a fazer inimigos (mas se tiver que fazer… faria).

    Eu não estou aqui para duvidar da capacidade intelectual do autor do texto. Muito menos para o achincalhar. Só que esse texto é inaceitável e inteligível. Ora, quem escreve para algo com tamanha visibilidade, com tantos leitores, deveria zelar melhor pelos bons costumes pertinentes a comunicação, que é a ligação entre os interessados e os fomentadores de ideias. Sacou? Ou devo soletrar? Eu era o interessado. Mas, infelizmente, faltou o fomentador.

    Quem esta agindo como fascista (leia ‘nazista’, palavra dita uma vez de forma imprópria por C. Azevedo. O que ele tentou balbuciar era a palavra ‘fascista”. Mas ele ainda não percebeu a diferença entre as duas) aqui é você, o ferrolho medroso. Quando avistou algo que os olhos de Vossa Excelência não concordam, logo se muniu com pedras e arrogância, para, então, apedrejar o “insubordinado” que ousou a blasfemar contra seu mentor. Isso sim é fascismo, o fato de não respeitar a quem enxerga o mundo e as coisas diferentemente, com suas próprias razoáveis convicções, diferente de sua patota, assim como ter o direito de ler algo decente e asseado.

    Você deveria dar três pulinhos e se sentir feliz por encontrar alguém que ainda se preocupa com essas “minimidades sem valor” ao invés de se desatinar contra quem quer corrigir essa destruição intensiva das poucas coisas boas entre essas ruínas de um mundo absurdo em que vivemos. Ou você é pio o suficiente para achar que este tipo texto em uma grande coporação de comunicação é viável?

    Eu acho que você é pio o suficiente. Releia as suas palavras, Carlos Azevedo:
    “…NORMA CULTA que, aliás, é COMPLETAMENTE IRRELEVANTE para aqueles que realmente compreendem e absorvem os ricos conteúdos transmitidos pelo brilhante cientista da computação, Silvio Meira.”

    Aí está, seu atestado de “?” (use sua aventurosa cabecinha para achar uma palavra que caia bem depois da preposição).

    Com essas palavras acima fica fácil depreender a sua labuta em defender esse emaranhado de palavras. Silvio Meira significa mais que textos medonhos para você. Brilhante até na hora de barbarizar a gramática, não é, Carlos Azevedo?

    Carlos Azedo disse: “Parabéns pela sua justa preocupação com os limites da “informalidade” . Muito obrigado, contudo você pode guardar seu elogio reptiliano para os seus semelhantes ou de natureza parecida.

    Meu nome é Diogo Scopel. Adoro quando os bazófiadores veem até a mim com suas prosápias. Para com eles, estou sempre propenso a comprar uma boa briga.

  15. Diogo disse:

    Você é Affonso Romano de Sant’Anna?

    Engraçadas essas críticas de “assassinato da gramática”, o que não é o caso nos textos do professor de forma alguma. A escolha da estética no “blog” é livre, pois não é um texto científico padrão a que o professor está tão acostumado pelos inúmeros trabalhos publicados: referenciados, embasados e com contribuições à ciência e à tecnologia, além da formação de inúmeros pesquisadores que hoje são mestres ou doutoures e que dão continuidade à tarefa de formar, só para dizer o mínimo.
    O movimento concretista na nossa literartura ousou muito mais e nem por isso foi considerado um “assassinato linguístico”, senão vejamos o que diz abaixo:

    “- Elaboração artística em busca da forma precisa; – Ênfase na racionalidade, no raciocínio e na ciência; – Uso de figuras abstratas nas artes plásticas. – União entra a forma e o conteúdo na obra de arte; – Na literatura, os poetas concretistas buscavam utilizar efeitos gráficos, aproximando a poesia da linguagem do design; – Envolvimento com temas sociais (a partir da década de 1960);…”

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Concretismo

    E, afinal, se alguém se sente tão irritado com essa forma, ainda tem a escoha de não ler o texto e de nem frequentar o “blog”, já que prefere a forma ao conteúdo. Ou não?

    Comentário por Romano — segunda-feira, 12 de março de 2012 @ 18:44

    Não estou irritado com essa forma. Esse texto está vinculado ao um grande grupo coporativo de comunicação. Aí que mora perigo, uma vez que os fomentadores desses blogs estão totalmente descomprometidos com a legibilidade (vocês não acham isto importante, até mesmo em um blog com teor científico de uma corporação grande?). Eu sei me criar. Vou para outra freguesia, sem dúvidas. Mas, tem gente que não. Querer falar ou fazer besteira, tudo bem. Contudo, há lugar próprio para isso.

    Este texto pretende ser um texto jornalístico cientifíco, mas, no fim, acabou por ser nem um nem outro. Virou, como você sugeriu, uma peça de arte. Um grande emaranhado de palavras que podem ser usado para forrar a gaiola de periquito de alguém ou ser admirado como uma simples arte. Mais o quê?

    Ser legível. É isso o que eu quero. Que se dane o resto. Não sou gerundino e muito menos jacobino (Marcos Bagno e Deonísio da Silva Sérgio Nogueira). Vejam no site do Observatório da Imprensa, o vídeo ” A língua falada e a Escrita”.

    Romano, tem muita gente que diverge de sua posição. Agora, defender este emaranhado de palavras…francamente, amigo.

    Silvio Meira é um artista ou cientista?

    Você espera que ele seja uma Tarsila do Amaral ou um cientista respeitadamente legível? Ou não, nada disso?

    Eu poderia tentar ser um comediante. Quantas pessoas iriam rir de mim? É por isso que eu não sou comediante. Porque eu não sei fazer com que as pessoas riam.

    E se o blog “não é um texto científico padrão”, que deixe isso claro quando tentar falar sobre assuntos de tanta complexidade. Vocês falam de intelectual para intelectual (grande coisa). Eu falo de leitor para intelectual. Eu, o leitor. Você, o que você quiser ser.

    Vocês estão fechando seus olhos para um aspecto muito importante dessa bazófia toda. Além de outras coisas, o que eu estou a falar, é de CREDIBILIDADE e RESPEITABILIDADE. (xeque-mate, eu creio)

    Quem quer saber do cientista depois de ler essa coisa que uns e outros chamam de texto ou arte?

    A Arte é ‘subjetivo’. As Ciências são ‘exatidão’.

    Diogo Scopel

  16. Diogo disse:

    correção: “…que pode ser usado..”.

  17. Romano disse:


    . Você é Affonso Romano de Sant’Anna?
    . Este texto pretende ser um texto jornalístico cientifíco…
    . Romano, tem muita gente que diverge de sua posição.
    . Vocês falam de intelectual para intelectual (grande coisa). Eu falo de leitor para intelectual. Eu, o leitor. Você, o que você quiser ser.
    . A Arte é ’subjetivo’. As Ciências são ‘exatidão’.

    Prezado colega comentarista Diogo:

    1. Não, não sou o citado.
    2. Esse não é um texto jornalístico, como já foi dito várias vezes nesse “blog’.
    3. E é bom que tenha mesmo pessoas que divirjam de minha opinião. Senão o que eu estaria fazendo aqui? Criticar e não ser criticado? Isso não existe. É próprio da natureza humana, mas procuro sempre ser educado e fundamentar meus argumentos para que possamos conversar, trocar idéias. Esse é o espírito do “blog” como eu o vejo.
    4. Não sou intelectual. Não gosto de rótulos. Krisnamurti sempre rejeitou rótulos de “pensador”, “filósofo”, “mestre”, ou qualquer outro. Dizia ele que, “só entrava em uma conversa se não houvesse o menor compromisso de se chegar a uma conclusão”. Ainda, “que nós devemos ter a mente sempre igual a de uma criança, aberta para o novo, e não embotada com condicionamentos”. É isso que eu pratico. Mas sendo objetivo, aqui somos todos leitores e comentaristas. Não me coloquei em nenhum pedestal. Você que me colocou, indevidamente.
    5. Se a arte é subjetivo e a ciência exatidão, o que dizer de Oscar Niemeyer que dá um trabalho danado aos engenheiros calculistas para tornar realidade suas obras? Arte e engenharia caminham juntas. Assim eu considero.

    Não é que foi lançado o livro “Whos´s in Charge – Free Will and the Science of the Brain” (ainda não disponível em nosso idioma) ? Resumindo: “Você é livre para escolher?”. Não o li ainda, mas com certeza o farei, nem que seja para discordar. Isso é ciência meu caro. Divergir. Espero que na próxima oportunidade estejamos conversando sobre outros assuntos, aqui mesmo no “blog”, se assim você quiser: você é livre para escolher?

    No mais, saudações cordiais. A todos!

  18. linu estorvo disse:

    Diogo Scopel,

    Você disse que disse: “Caí fora”, mas ainda está aqui. Cumpra a palavra dada(e ainda escrita) e caia fora.

    O que provocou alguns comentários contrários ao seu, foi a sua falta de respeito com que tratou o Dr. Silvio Meira, um profissional/intelectual com relevantíssimos trabalhos prestados à ciência e ao Brasil, que se posiciona com humildade e altivez perante os mais variados assuntos.

    Em tempo: eu e muitos que acompanham este Blog entendemos perfeitamente o que o Dr. Silvio Meira transmitiu, sem esforço.

  19. Diogo disse:

    Oi,

    Depois de escrever meu último texto, eu fui à casa de duas amigas. Mesmo na companhia de gente tão bacana, não pude tirar da ideia o assunto. Na verdade, com o pouco de sensatez que me restara do dia, eu percebi que minha passagem por aqui não foi nada rendosa. Reconheço que não usei de meus melhores votos. Reconheço que eu não estimulei. Reconheço que tenho que melhorar e ser mais cortês e afável. Não acredito que eu tenha trazido luz ao assunto. Por fim, acabei por levantar mais repúdio do que entendimento. Eu ainda mantenho minha posição de que sinto que este tipo coisa é assunto seríssimo. A forma como lemos e interpretamos as coisas influencia diretamente em nosso pensamento, logo em nosso comportamento. Não precisamos ir fundo em nossas psiques para pormenorizar tão óbvia constatação. Por isso quero ler bem, independente do lugar. Penso que, quando lendo, estou ajudando a fortalecer meu caráter e meu amor platônico pela cidadania. Mas, a forma como nós expomos isso pode até definir nossos caracteres. Eu gosto de dormir em paz. Por isso venho até aqui antes de dormir, não para pedir desculpas, pois não acho que eu tenha feito algo maligno, mas para dizer que eu me importo com todos e, assim, claro, estou ciente que não fui muito feliz em minha maneira de me manifestar (vamos falar assim). Eu aprendi uma lição valiosa esta noite. Meu dever é de zelar por nós, não de ser o nosso mais ferrenho crítico. Espero que ainda possa haver tempo para discursões saudáveis.

    Professor, o assunto o qual você trata é muito importante. Sei de sua boa reputação. Obrigado por nos informar.

    As pessoas não só podem, como devem, ser semelhantes ao que elas se identificam. Isto pode ser uma ou mil coisas ao mesmo tempo. Elas podem flutuar no mundo da hibridez. Elas devem se liberar em novas ondas de rejuvenescimento. Isto é muito salutar. Não se edifica ‘o novo’ sem antes dar-lhe uma boa chance prévia. Nietzsche disse que não há razão ou verdade única que explique a existência de nada.

    A vida é oblíqua. A interpreta melhor quem aprendeu a interpretar o maior número possível de manifestações da mesma, dentro de infinitas possibilidades. A vida não é binária. Não é ‘sim’ e ‘não’. Não é ‘preto’ ou ‘branco’. Suas cores nunca serão limitadas ou contidas pela estupidez humana. Nem nos mais desérticos estados de natureza.Todavia, ela é bem dada ao pluralismo. Seria burrice achar que não há espaço para as diversidades e as divergências. O que se parece com o oposto do que nós consideramos o ideal não é, necessariamente, o negativo fiel de nossos falsos contrários, oras.

    Amanhã estarei aqui para ler as prováveis críticas e repressões merecidas. Nunca deixaria alguém sem o seu direito de resposta. Vou lê-las mesmo sabendo que posso ler o que não quero ler.

    Atenciosamente,

    Diogo Scopel

  20. Romano disse:

    Prezado Diogo,

    da minha parte, seja bem-vindo ao “bloco dos comentaristas”, “estéticos-filosóficos-carnavelescos”, como já disse o artista e comediante Juca Chaves (espero não ter errado). Você acabou de dar uma lição de humildade e reflexão. Isso se chama inteligência. Boa leitura, comentários e um ótimo começo de dia. Por mim, página virada!

    Atenciosamente,
    Romano.

  21. Romano disse:

    Já que andei extrapolando o assunto mesmo, segue um bom texto sobre criatividade, mas que tem a ver com o tema DNA:

    “How To Be Creative”
    Updated March 12, 2012, 6:25 p.m. ET – Jonah Lehrer
    http://online.wsj.com/article/SB10001424052970203370604577265632205015846.html?mod=WSJ_hp_mostpop_read

    The image of the ‘creative type’ is a myth. Jonah Lehrer on why anyone can innovate—and why a hot shower, a cold beer or a trip to your colleague’s desk might be the key to your next big idea.

    But creativity is not magic, and there’s no such thing as a creative type. Creativity is not a trait that we inherit in our genes or a blessing bestowed by the angels. It’s a skill. Anyone can learn to be creative and to get better at it. New research is shedding light on what allows people to develop world-changing products and to solve the toughest problems. A surprisingly concrete set of lessons has emerged about what creativity is and how to spark it in ourselves and our work.

    The science of creativity is relatively new. Until the Enlightenment, acts of imagination were always equated with higher powers. Being creative meant channeling the muses, giving voice to the gods. (“Inspiration” literally means “breathed upon.”) Even in modern times, scientists have paid little attention to the sources of creativity.

  22. Elvira disse:

    Independente de escrever legal, errado ou assassinando a gramática, o que Sílvio quer é soltar a discussão no mundo dizendo: “olha, isso está sendo considerando, precisamos ficar atento as possibilidades”. É isso o que devemos fazer, discutir com clareza e lógica pois sabemos o quanto o mundo gira e as coisas que antes nos parecia absurdo, estão aí controlando a vida das pessoas, inclusive e principalmente a WEB.
    Um ótimo dia a todos!!!

  23. linu estorvo disse:

    Ufffa!! Valeu!!! Diogo, Romano, Elvira, Carlos Azevedo e demais. Que bom.

  24. Carlos Azevedo disse:

    Caro Diogo Scopel,

    temos aqui um padrão clássico em blogs e fóruns de discussão na Web:

    (1). uma pessoa, a qual deseja desafogar suas frustrações em relação a um conteúdo lido [aqui denominada “o reclamante”], expressa publicamente acusações irrelevantes, infundadas e desnecessárias sobre o conteúdo e/ou o estilo de escrita e/ou a conduta pessoal/profissional do autor de um dado texto; (2). alguém [no caso, eu e mais algumas outras pessoas, denominadas “os incomodados”] se sente “incomodado” com essa situação e resolve responder com dureza, tentando expor o absurdo da situação para que “o reclamante” reflita sobre o que escreveu, sinta vergonha alheia e, com sorte, poupe-nos de ler não simplesmente opiniões contrárias, mas comentários ofensivos [ver trechos abaixo] ao autor do texto, com quem, como você bem apontou, eu [e outros] me identifico, aprecio e valorizo. (3). “o reclamante” então usa do seu direito à réplica e ataca “os incomodados”, expondo aquilo que julga ser absurdo [segue-se então o padrão “lixo na entrada, lixo na saída”, ou, “absurdo que gera absurdos”], acrescentando outros ataques absurdos e de teor cada vez mais ofensivo, ad infinitum.

    Geralmente, eu evito a tréplica ao máximo, pois conheço muito bem como tudo isso funciona. Mas, como você me “desafiou” publicamente a fazer isso, lhe darei as explicações devidas, esperando amenizar a sua ira e descontentamento com o meu e outras respostas ao seu comentário aqui.

    ++ Em primeiro lugar, vamos analisar as suas acusações infundadas realizadas na etapa (1):

    A. “Esse tipo de texto mata qualquer forma de crescimento intelectual de todas as partes”. Você realmente mantém isso? Você basicamente afirmou que ninguém tem condições de crescer intelectualmente dada a forma com que o texto está escrito. Pois bem, desnecessário dizer o quanto isso é falso. Pode ser verdade para você, mas daí você generalizar escrevendo “de todas as partes” é de uma falta de educação sem tamanho com o autor.

    B. “Blog não é sinônimo de ‘eu tô no controle, minhas regras!'”. Engraçado você ter se sentido “julgado” quando você faz começa fazendo julgamentos precipitados sobre o autor. Quem disse a você que o fato do Silvio utilizar a linguagem e o estilo que tanto lhe incomodam se deve a mostrar aos outros que ele está no controle ou que faz as próprias regras? Você realmente acha que esse é um dos motivos para ele se dar ao trabalho de manter esse blog?

    C. “Assassinaram a gramática. Eis um dos assassinos aqui, meu povo”. Isso é de uma grosseria e falta de educação e respeito sem tamanhos.

    D. “Como você espera fomentar algo, se você não sabe se comunicar zelosa e lucidamente?”. Só porque ele escreve em um estilo não padrão você o acusa de não ser zeloso com o texto? E lúcido? Ele seria então algum lunático que divaga no meio do texto? É isso mesmo o que você quis dizer?

    E. “Francamente, nós deixe livre de suas lambanças.” Grosseria. “Lambanças”. Sério? Sem comentários.

    F. “Dê espaço para as pessoas competentes.”. Não precisa ser um gênio para deduzir que isso é o mesmo que dizer que o Silvio não é competente. Discordo veementemente, mas respeito a sua opinião. Todavia, acho totalmente desnecessário você se dar o trabalho de expressar isso no quintal dele.

    G. “Ou vá visitar os livros!”. Quanta grosseria.

    H. “você, ocupando um lugar que não te pertence.”. Quem é você para julgar se esse espaço é ou não merecido? Você conhece a história de vida do Silvio? Sabe o quanto ele lutou para ter esse espaço? Sabe o quanto inúmeras pessoas têm se beneficiado com as leituras postadas? Novamente, você abusa da grosseria e falta de bom senso.

    I. “Imerecido e indevido!” Por conta do estilo de escrita? Sério? Ok, essa foi uma boa forma de fechar o seu texto com mais uma expressão grosseira.

    Conclusão: 90% do seu comentário contém julgamentos, preconceitos e grosserias.

    ++ Agora permita-me esclarecer alguns pontos do meu comentário anterior, já que você disse que “gostaria muito de ler uma resposta a respeito disto”:

    A. “Que papo é esse de nazismo, rapaz?”. Em primeiro lugar, fico surpreso em você interpretar o meu comentário literalmente porque, se realmente eu estivesse lhe acusando de ser “nazista” (ou “facista”, como você prefere) com base no que você escreveu, eu realmente seria louco, doente mental e você deveria simplesmente ter me ignorado. Entretanto, permita-me educá-lo sobre uma expressão urbana comum (em especial nos EUA): http://www.urbandictionary.com/define.php?term=English%20Nazi Leia a explicação e você irá entender que a minha intenção foi apontar o fato de que você seria um “nazista linguístico”, vamos assim dizer. Ou seja, uma pessoa que se atém à forma da escrita (ou fala) e que é capaz de ignorar completamente o assunto abordado (como você de fato o fez no seu comentário) e focar-se apenas nos supostos erros gramaticais e/ou ortográficos. É simplesmente isso o que eu tinha em mente. Essa é uma expressão bem conhecida nos EUA, embora eu admita que não é no Brasil. Entendido? Espero que sim.

    B. “você, Carlos Azevedo, já me jugou da cabeça aos pés.” É mesmo? Eu discordo. Se você se sentiu injustiçado com a minha retratação da sua postura, lamento. Não lhe julguei “da cabeça aos pés”. Julguei a sua postura. E, aliás, você parece ser bem melhor na tarefa de julgar as pessoas do que eu.

    C. “Nazista é a sua vovozinha.”; “”sou mais tenaz e arguto que qualquer um desses seus amiguinhos de facebook e playstation.”; “O que você é, inquilino do mundo de Beakman?”; “estou sempre propenso a comprar uma boa briga.”. Vendo depois o seu terceiro comentário, eu acho que você estava apenas em um dia ruim, querendo desabafar, só isso. Você se sentiu ferido e quis pagar com a mesma moeda, como dizem. Normal e aceitável. Eu já esperava por isso. Mas convenhamos, você também não esperava ter o seu primeiro comentário grosseiro rebatido com veemência? Então o que eu peso é: você realmente queria uma “boa briga”. E encontrou.

    D. Sinceramente, estou escrevendo isso a contragosto, mas me vi na obrigação moral de fazê-lo, dado o seu “pedido”.

    E. Fico feliz em saber que você refletiu e reconheceu o quão absurdo foi o seu primeiro comentário. Da minha parte, reconheço que não se deve combater o mal com o mal, de modo que também errei ao tentar ironizar os seus comentários.

    F. Dou por encerrada essa discussão, esperando sinceramente que você não torne a repetir os mesmos erros. No final, você está certo: vamos zelar pelas pessoas. Portanto, eu também tentarei ignorar comentários grosseiros e infundados no futuro para não gerar ainda mais ira nas pessoas.

    Agora sim, sem mais e respeitosamente,
    Carlos Azevedo.

  25. Diogo disse:

    Oi,

    Como eu havia dito antes, estou aqui para ler todos os comentários (já havia os lido antes. Agora, estou aqui para respondê-los). E fiquei muito feliz com amabilidade do Romano, com a remissão de pena do Linu Estorvo [da Elvira também] e com as justas críticas do Carlos Azevedo. Pisei na bola, eu sei! Mas, Carlos, não haverá mais este tipo de atitude de minha parte. Espero que com os restos mortais desse meu sofisma verbal e moral se faça uma relação frutífera e camaradal. Eu realmente aprendi esta lição. Obrigado a todos. Obrigado, Professor (espero que o senhor possa relevar tal comportamento errante).

    Enfim, Vamos falar um pouco do que interessa?

    Leiam:

    http://www.actionbioscience.org/genomic/crg.html

    DNA Patents Create Monopolies on Living Organisms
    Council for Responsible Genetics
    Reprint of a CRG position paper.

    Articlehighlights:

    Patenting of life forms should be considered unethical because:

    it fosters biopiracy of indigenous resources
    turns life forms into commodities to be used for profit
    hinders the free-flow of scientific research
    destroys economic sustainability of developing nations

    April 2000

    The Neem tree was in legal dispute between India, where it grows, and an American company that claimed a patent on one of the tree’s compounds, azadirachtin. Photo: Neem tree flowers by Oksana Hlodan.

    Note: Because some of the information in this article may be outdated, it has been archived.
    Cells, bacteria, and even plant extracts have been patented.
    Genes for sale

    Cells from a human spleen … mice that are genetically predisposed to get cancer … bacteria that can digest oil … an extract from a tree native to India … There are at least two features that these all have in common:

    they are derived from living organisms
    they all have been patented as “human inventions”

    Patents have been placed on all or part of a living organism.

    Rapid developments in biotechnology during the last decade have enabled corporations and scientists to alter nature’s handiwork for commercial profit. A major strategy for private exploitation in this area is to obtain the patent rights to an organism or its component parts. As these developments affect all of society, we need to decide whether any corporation, institution, or individual should have the right to private ownership of life.
    Patents ensure profits through monopolies.
    Why patent?

    Patents were historically developed to insure that inventors could share in the financial returns and benefits deriving from the use of their inventions. With the development of the modern corporation, patent rights were always assigned to the company rather than an individual. This gives the patent holder a form of monopoly control for 20 years from the filing of the patent, and creates a legal means of limiting competition. Private investors generally regard such monopolies as favorable to their interests, so in many industries patents aid in the development of new products.
    Since 1980, life forms were no longer considered a natural product but a commodity.
    The first patents on life

    For over two hundred years living organisms have been excluded from patent laws; life forms were considered a “product of nature” and not a human invention. The non-patentable status of living organisms changed with the 1980 landmark Supreme Court case Diamond v. Chakrabarty. The court decided in a narrow 5-4 decision that a strain of bacteria that had been modified by the insertion of new genes was patentable because it was not naturally occurring. The foreign genes gave the bacteria the ability to break down hydrocarbons, and its “inventors” hoped it might be useful for cleaning up oil spills.
    It is now possible to patent entire species of microorganisms.

    Industrial societies have always permitted ownership of individual animals. However, until recently no corporation, institution or individual could own the rights to an entire strain or species of organism, nor could they patent components of organisms such as cells, genes or proteins. All of these are part of our global living heritage. The granting of patents on microorganisms and increased pressure from the biotechnology industries began a “slippery slope” progression towards the patenting of more complex life forms.
    Genetically engineered mice have been patented as ‘inventions.’
    Patents on life

    Patents on animal life: In 1988, a Harvard University biologist was granted a patent for a mouse that had been engineered for increased susceptibility to cancer. The “Harvard Oncomouse” became the first animal to be considered an invention by the U.S. Patent and Trademark Office. It established a precedent within patent procedures for patenting genetically modified animals. Although this research was intended to benefit human health, the question remains about the ethics of patenting complex living beings. The U.S. Congress has never explicitly addressed the question of whether animal genes and cells can be corporate property.

    Someone else may own your genes, cell lines, or tissues.

    Patents on human life: A most alarming aspect of patenting life is the patenting of human genes, cell lines and tissues. Corporate patent attorneys have lobbied the Patent office that these “products of nature” are patentable once they have been isolated to produce a form not found outside of a laboratory. For example, in 1976 a leukemia patient named John Moore had surgery at the University of California to remove his cancerous spleen. The University was later granted a patent for a cell line called “Mo,” removed from the spleen, which could be used for producing valuable proteins. The long term commercial value of the cell line was estimated at over one billion dollars. Mr. Moore demanded the return of the cells and control over his body parts, but the California Supreme Court decided that he was not entitled to any rights to his own cells after they had been removed from his body.

    Exchange of certain seeds and plants is no longer possible because they have been patented.

    Patents on food crops: American farmers and consumers throughout this century have fought against the inclusion of food crops under the patent laws. Corporate control over plant varieties themselves has been regarded as contrary to the interests of the general population. Patenting plant life will also intensify the inequality between the developing and industrialized nations. The open exchange of seeds and plant material over the centuries has given the U.S. and Europe potatoes and tomatoes from Latin America, soybeans from China, and wheat, rye and barley from the Middle East, to name but a few. The developing world has never received compensation or recognition for these intellectual and technological contributions. Patenting plant life will exacerbate this inequality. While centuries of innovation by indigenous farmers have created most of the food crops grown today, the tinkering by agribusiness entitles them to claim a plant as their own invention, and receive all profits from its use. This “biocolonialism” will continue the pattern of a few transnational corporations profiting at the expense of large numbers of indigenous farmers.

    Bioprospecting, or collecting natural products, is now big business.

    The hunt for new genes to exploit for profit is regarded as a vast new frontier in science and industry. “Bioprospectors” are mining the rich genetic resources of the Third World for pharmaceutical compounds and other products, often using indigenous knowledge as their guide. As a result, indigenous communities could end up paying royalties for products based on plants and knowledge that they have been using for centuries.
    Are patents necessary to provide incentive to scientists and business?
    Searching the world over

    As new DNA sequences on our chromosomes are being identified, entrepreneurial scientists are applying for patents in order to claim exclusive rights to research and profits from thousands of such gene sequences. The Human Genome Organization (HUGO) is an international membership organization of individual scientists dedicated to coordinating efforts in genome research. HUGO recently released a statement in favor of the right of those who have determined the biological functions or products of the genes to patent their work. Patents are necessary, they claim, to provide financial incentive for scientists to do meaningful research. Does the research of molecular biologists give them the right to own genes?
    A gene bank project aims to preserve the genes of disappearing cultures.

    A project associated with HUGO is the Human Genome Diversity Project. Designated by critics as the “Vampire Project,” it aims to collect blood, hair and cell samples from up to 700 indigenous communities throughout the world. The stated goal is to gather genetic information from “vanishing” indigenous communities before these people disappear as a result of increasing industrialization and political repression. Many indigenous groups are outraged that researchers might patent genes without the consent of the communities of origin. All of the targeted groups agree that the goal of cultural preservation could be achieved by better methods than merely keeping their genes frozen away in a laboratory tissue museum. As Chief Leon Shenandoah of the Onondaga Council of Chiefs wrote in a letter to the National Science Foundation, “If there is a concern for our demise, then help us survive on our terms.”
    Gandhi’s tree: a case of biopiracy

    The neem tree, a native of the Indian subcontinent, has a myriad of applications in traditional Indian Ayurvedic and Tibetan medicine, agriculture, and household use, as well as being symbolic as “Gandhi’s favorite tree.” Its usefulness is known throughout India. The Latin name, Azadirachta indica, is derived from the Persian for “free tree,” as even the poorest families have access to its beneficial properties.
    A corporation tried to patent a compound of the neem tree, which provides a living for large populations.

    However, it is possible that Indian citizens will soon be required to pay royalties on the products produced from the neem, since a patent has been granted to the U.S. company W.R. Grace on a compound in the tree (azadirachtin) for the production of a biopesticide. In 1993, over five hundred thousand South Indian farmers rallied to protest foreign patents on plants such as the neem, and launched a nation-wide resistance movement. Under free trade agreements such as GATT (General Agreement on Tariffs and Trade), countries of the developing world will feel strong pressures to implement U.S.-style patent systems. Multi-national corporations can make large profits on their “discoveries,” while depriving the communities which have fostered this knowledge for centuries of the choice of how they would like to use their own knowledge and native species.
    The CRG opposes all forms of patenting life
    Patents on life forms hinder research, indigenous economies, and genetic diversity.

    No individual, institution or corporation should be able to claim ownership over species or varieties of living organisms. Nor should they be able to hold patents on organs, cells, genes or proteins, whether naturally occurring, genetically altered or otherwise modified. Our reasons are:

    Patents make important products more expensive and less accessible. The biotech industry claims that patents are necessary so that innovative, life-saving technologies will be developed. In actuality, patents enable companies to create a monopoly on a product, permitting artificially high pricing. As a result, products such as drugs are often priced out of reach for many of those who need them.

    Patents in science promote secrecy and hinder the exchange of information. By patenting products of research, the free flow of ideas and information necessary for cooperative scientific efforts is reduced. Scientific materials required for research will become more expensive and difficult to purchase if one corporation owns the rights to the material.

    Patents exploit taxpayer-funded research. The development of biotechnology rests on 50 years of federally funded biomedical research. Corporations can make profits on their patented products by charging high prices to the citizens whose tax dollars supported the research and development of the products. Citizens are unfairly being asked to pay twice for medicines and other products.

    Patents promote unsustainable and inequitable agricultural policies. A disastrous decline in genetic diversity could be the result of patenting of crop species. The genetic diversity inherent in living systems makes patent claims difficult to defend. The development of genetically uniform organisms would make it easier for corporations to maintain their patent claims. Biotech companies holding broad spectrum patents on food crops will lure farmers to grow modified varieties with promises of greater yields and disease resistance. However, numerous examples worldwide show the “improved” crops have failed to hold up to corporate promises, and led to the loss of the rich diversity of traditional crop varieties.

    First World patenting of Third World genetic resources represents theft of community resources. Patents held by the industrialized world on resources from the developing world will serve as a tool for the North to accumulate more wealth from the already economically impoverished South. Microorganisms, plants, animals and even the genes of indigenous people have been patented for the production of pharmaceuticals and other products. Requiring developing nations to pay royalties to the wealthy industrial nations for products derived from their own natural resources and innovation is robbery.

    Conclusion: Patents on life forms are ethically and morally unacceptable.

    Patents on living organisms are morally objectionable to many. Patenting organisms and their DNA promotes the concept that life is a commodity and the view that living beings are “gene machines” to be exploited for profit. If it is possible to consider a modified animal an invention, are patents and marketing of human reproductive cells far behind? Patents derive from concepts of individual innovation and ownership, which may be foreign to cultures which emphasize the sharing of community resources and the free exchange of seeds and knowledge.

    Editor’s Note (6/02): The number of patents on living organisms and their parts continues to grow. The international group ActionAid’s 2002 research revealed that six agrochemical companies hold over 900 patents on varieties of the world’s five major staple food crops.1 The year before, the U.S. Patent Office awarded 20,000 gene patents and another 25,000 were pending.2

    Charnas, R. 2002. “No patents on life: Working group update.” GeneWatch, 15:3.
    Albright, M., 2002. “The end of the revolution.” GeneWatch, 15:3.

    © April 2000, Council for Responsible Genetics. CRG position paper reprinted with permission. See reprint policy.

    The Council for Responsible Genetics (CRG), founded in 1983, is a national U.S. nonprofit organization of scientists, public health advocates, physicians, lawyers, environmentalists, and other concerned citizens. CRG monitors the development of new genetic technologies in two broad program areas: human genetics, and commercial biotechnology and the environment. Current CRG work includes creating model legislation and providing public education. In addition, CRG publishes a bi-monthly newsletter, GeneWatch that continually monitors the ethical, social and ecological impacts of biotechnology. http://www.gene-watch.org

    Isso me recorda a ECO-92 ou a “Cúpula da Terra”. Sabe o que era a ECO-92? A Rio-92 era nada mais do que uma forma de legalizar o “gene packing” de companhias que querem controlar até extratos (e substâncias) de plantas que são usadas milenarmente por determidas culturas (*). Desse modo, elas podem entrar em qualquer florestas ou ecossistema do mundo, recolher material genético e se darem atribuições a qualquer medicamento ou composto que leve tal estrutura molecular. Ou seja, depois o assunto chegaria a esfera humana: o projeto genoma humano, liderado por uma empresa privada chamada “Celera Genomics”. Eles não conseguiram patentiar os genes ainda. Muito porque a maioria dos cientistas concordam que o “o gene da vida” não pertence a ninguém. Mas os pequisadores clamam o prêmio pelo seus 25.000 genes humanos mapeados. E, é claro, eles vão achar um jeito de lucrar com isso (as empresas farmacêuticas). Como? Usando os mafiosos da saúde, os semideuses alvos: médicos e as suas malditas associações. “Este produto é aprovado pela associação Brasileira de Demartologia”, mas poderia ser de psiquiatria, de oftalmologia ou similar. É através do lero desses homens, que estão acima do bem ou do mal, que eles nos convencem do que é bom para nós mesmos. Se isso for feito, uma campanha publicitária de massa para convencer-nos a “liberar” nossos conteúdos genéticos, será pela inegável franqueza médica. Quem mais sabe tanto a respeito do que é bom para seu o corpo e a sua saúde? Então, rédea curta para com os “doutores” sem doutorado.

    * (Claro que tinha muita gente séria, levando isso a sério, envolvida com a Rio-92. Menos os Estados Unidos [leia governo do E.U.A])

    Infelizmente, tenho que ir agora. O tempo urge!

    Mas, nós temos coisas que já são realidade com o que nos preocupar:

    O ‘chip’ subcutanêo, isso já é um levante real, e a cafonice de não usar cartão de crédito (eu não tenho um. Nem conta em banco. Duro? Nem um pouco. Sou muito feliz sem eles! Sou cafona mesmo 🙂

    Tenho que ir. Eu volto depois.

    Um ótimo dia a todos,

    Diogo Scopel

  26. Diogo disse:

    Correção: “…associação Brasileira de DERMATOLOGIA…”

    Té mais!

    Diogo

  27. Diogo disse:

    Cheguei em casa agora e vi que eu enviei o rascunho em que estava escrevendo na página. Mas como é muito desconfortável escrever aqui, comecei a escrever no editor de texto. Antes de ‘clicar’ eu esqueci de colar o texto pronto. Já entenderam, né!? meti os pés pelas mãos. Então aí está o meu texto:

    Isso me recorda a ECO-92 ou a “Cúpula da Terra”. Sabe o que era a ECO-92? A Rio-92 era nada mais do que uma forma de legalizar o “gene packing” de companhias que querem controlar até extratos de plantas que são usadas milenarmente por determinadas culturas (*), podendo, posteriormente, fazer delas uma marca registrada. Mas apesar disto, o Rio-92 tem uma agenda com temas importantíssimos, de fomentação de políticas ecológicas até o consumismo canibal do norte do mundo. Desse modo, as companhias podem entrar em qualquer floresta ou ecossistema do planeta, recolher material genético -com o pretexto de estar lá para ajudar a desenvolver e levar tecnologia para o local- e se darem atribuições a qualquer medicamento ou composto que leve tal estrutura molecular pregressa, mas papada pelos mesmos usuais suspeitos. Ou seja, depois o assunto chegaria a esfera humana: o Projeto Genoma humano. Em 1998, liderando uma empresa privada chamada Celera Genomics, o cientista Craig Venter, representante do âmbito privado e um dos pioneiros do PG, tenta patentear 200 ou mais genes. Mas, Bill Clinton, barrara o assédio da empresa, em 2000. Venter é fundador da Celera Genomics, que curiosamente foi fundada no mesmo ano,1998, deixando claro o porquê de sua criação. Venter clama seu prêmio, terá êxito ou não? Ainda não sabemos. Eles não conseguiram patentiar os genes ainda, muito porque a maioria dos cientistas concordam que o “o gene da vida” não pertence a ninguém. Mas, os pesquisadores que representam esse nicho extremamente especializado e restrito irão clamar o prêmio pelos seus 25.000 genes humanos mapeados (ainda não alcançados). E, é claro, eles vão achar um jeito de lucrar e se deificar com isso (as empresas farmacêuticas e biotecnologia). Como? Usando os mafiosos da saúde, a parte ruim da medicina, os semideuses alvos: médicos que se associam com corporações, direta ou indiretamente, e as suas malditas associações. “Este produto é aprovado pela associação Brasileira de Dermatologia”, mas poderia ser de psiquiatria, de oftalmologia ou similar. É através do lero desses homens, que acham que estão acima do bem ou do mal, que eles nos convencem do que é bom para nós mesmos. Se isso for feito, uma campanha publicitária de massa para convencer-nos a “liberar” nossos conteúdos genéticos, será pela inegável franqueza médica. Quem mais sabe tanto a respeito do que é bom para seu o corpo e a sua saúde? Então, rédea curta para com os “doutores” sem doutorado. Se houver mais uma tentativa de estereotipar os gostos, marcar os passos de nossas vidas e ou se tentar usar as proteínas das pessoas como uma bola de cristal, que seja pelos genes, ora! Nós nunca vamos pertencer a ninguém mesmo. Nós somos anomalias. Que protejamos as crianças.

    O preço de um mapeamento de genes pessoal irá custar 10 dólares em um futuro próximo. Mais barato que um Mclanche infeliz.

    * (Claro que tinha muita gente séria, levando isso a sério, envolvida com a Rio-92. Menos os Estados Unidos [leia governo do E.U.A])

    Infelizmente, tenho que ir agora. O tempo urge!

    Mas, nós temos coisas que já são realidade com o que nos preocupar:

    O ‘chip’ subcutanêo – ver VeryChip – e a cafonice de não usar cartão de crédito (eu não tenho um. Nem conta em banco. Duro? Nem um pouco. Sou muito feliz sem eles!) http://www.businessweek.com/technology/content/feb2008/tc20080211_165324.htm

    – principais fontes: http://www.actionbioscience.org/genomic/crg.html
    http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Genome_Project
    https://www.celera.com
    minhacabeça.com

    Tenho que ir. Eu volto depois.

    Um ótimo dia a todos,

    Diogo Scopel

  28. Diogo disse:

    (ontem a noite)Cheguei em casa agora e vi que eu enviei o rascunho em que estava escrevendo na página. Mas como é muito desconfortável escrever aqui, comecei a escrever no editor de texto. Antes de ‘clicar’ eu esqueci de colar o texto pronto. Já entenderam, né!? meti os pés pelas mãos. Então aí está o meu texto:

    (O texto, mesmo estando modificado. não está sendo aceito. Deixa pra lá…)