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Escrito por • 26/03/2010

máquinas de sonhar

leia este parágrafo com calma; se você não lê inglês, não se desespere, o texto está traduzido logo abaixo: “The human imagination is an amazing thing. As children, we spend much of our time in imaginary worlds, substituting toys and make-believe for the real surroundings that we are just beginning to explore and understand. As we play, we learn. And as we grow, our play gets more complicated. We add rules and goals. The result is something we call games”.

a imaginação humana é fantástica. quando crianças, nós passamos a maior parte do tempo em mundos imaginários, substituindo o mundo real ao redor, que estamos aprendendo a explorar [e entender], por brinquedos e faz de conta. à medida que brincamos, aprendemos. enquanto crescemos, nossas brincadeiras se tornam mais complexas, pois adicionamos regras e objetivos. ao fim e ao cabo, o resultado é o que chamamos de jogos. ou games, se você quiser. o texto em inglês é de will wright, criador de nada menos do que the sims e spore, para quem o nintendo wii é só um brinquedo [e não um console de jogos propriamente dito]. ok, você diria: afinal, ninguém é perfeito. mas ele tem lá suas razões. abaixo, spore num celular

a conclusão do artigo [dream machines, ou máquinas de sonhar, de abril de 2006] na wired é: “Games are evolving to entertain, educate, and engage us individually. These personalized games will reflect who we are and what we enjoy, much as our choice of books and music does now. They will allow us to express ourselves, meet others, and create things that we can only dimly imagine. They will enable us to share and combine these creations, to build vast playgrounds. And more than ever, games will be a visible, external amplification of the human imagination.”

…os jogos eletrônicos estão evoluindo para entreter, educar e engajar cada um de nós. os jogos personalizados vão refletir quem somos e do que gostamos, tanto quanto nossas escolhas de música e literatura. eles vão ser nosso meio de expressão, nossos pontos de encontro e vão nos permitir criar coisas que nem podemos [hoje] imaginar direito. os games vão nos permitir compartilhar e combinar tais criações, criando playgrounds de todo tamanho. mais que nunca, games serão uma amplificação externa e visível da imaginação humana…

a geração que começou a vida jogando [virtualmente, e não bola de gude] só, e depois on-line [e depois em grandes redes de conhecidos], que tem hoje entre 5 e 25 anos, é o “us” de wright. são os nós que aprenderam a jogar no modo 2 de michael gibbons [no lugar, em rede, sob demanda, no contexto, multidisciplinar, fora da escola, orientado a problemas] e estão aprendendo a fazer mundos virtuais basicamente do mesmo jeito, pois o modo 1 [na escola, sistematizado, disciplinar… burocrático] não foi onde os jogos [de todos os tipos] foram criados. e muito menos jogados. é proibido jogar, no modo 1… no modo 1, que é muito sério, jogos são brincadeiras intoleráveis.

world of warcraft patch110

as novas crianças, [que bom para elas!] terão que desbravar o mundo por si sós, pois quem não joga [muito intimamente] não vai nunca entender o “…jogos vão ser nosso meio de expressão, nossos pontos de encontro e vão nos permitir criar coisas que nem podemos [hoje] imaginar direito. os games vão nos permitir compartilhar e combinar tais criações, criando playgrounds de todo tamanho.” e muito menos vai saber especificar, analisar ou criticar, que seja, um jogo. professores, pais, tutores e quetais teriam que estar jogando spore [a sporepedia tem mais de 140 milhões de criações] e world of warcraft, que tem mais de dez milhões de usuários para discutir games de forma minimamente apropriada. no limite inferior, deveriam estar jogando nem que fosse farmville no facebook, que tem mais usuários mensais do que toda a internet brasileira. segundo algumas contas, o dobro: oitenta milhões.

alguém de 50, 60 anos, aí, pra entrar nesse mundo e ensinar aos mais jovens?… ou melhor: para aprender com eles?

e mais: estamos muito longe de ver a roda viva parar. quando a atual geração de gamers amadurecer, quando o[a] presidente do brasil for um gamer, os processos de mudança terão criado [no modo 3, 4… de então] outra turma, ligada sabe-se lá em que, e que terá as mesmas reclamações [de não ter guias, de não ser entendida e conseqüentemente valorizada] que os jovens de hoje às vezes têm. da mesma forma, haverá uns velhinhos, inclusive o presidente-gamer, achando que tudo o que “essa juventude” faz é perda de tempo.

mas é sempre assim, e isso é muito bom: a humanidade sempre se renova com os desbravadores vindo normalmente de fora do “sistema”. é lá fora, num mundo que nossas máquinas de sonhar imaginam muito bem, que reside nossa esperança…

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0 Responses to máquinas de sonhar

  1. Muito bom o post, principalmente quando diz “quando o[a] presidente do brasil for um gamer”. Acho que os jovens de hoje entendem mais e sabem lidar com essa máquina de sonhar.

  2. Muito bom o post, principalmente quando diz “quando o[a] presidente do brasil for um gamer”. Acho que os jovens de hoje entendem mais e sabem lidar com essa máquina de sonhar.

  3. Instituto Tavistock disse:

    A “engenharia social” pode ser definida como a técnica de moldagem das crenças e padrões de comportamento de um grupo social para facilitar o seu controle pelos grupos detentores do poder político e econômico. Sua aplicação é feita, principalmente, por intermédio dos meios de comunicação de massa, geralmente controlados pelos grupos dominantes.

    O principio básico da “engenharia social” é a neutralização da razão que orienta as atitudes individuais e a sua substituição pela irracionalidade coletiva. No livro “Battle for the Mind: A Physiology of Conversion and Brainwashing” (Batalha pela mente: uma fisiologia da conversão e da lavagem cerebral), de 1957, o Dr. William Sargant, um especialista do Instituto Tavistock que passou vários anos estudando o “otimismo tecnológico” da população dos EUA, descreve o conceito: “Vários tipos de crenças podem ser implantados em um grande número de pessoas, depois que as funções cerebrais tenham sido suficientemente perturbadas pelo medo, raiva ou excitação acidentais ou deliberadamente induzidas. Dos resultados causados por tais distúrbios, o mais comum é a capacidade de julgamento temporariamente prejudicada e a suscetibilidade elevada. Suas várias manifestações de grupo são às vezes classificadas sob o rótulo de `instinto de rebanho’ e aparecem mais espetacularmente em tempo de guerra, durante epidemias severas e em todos os períodos similares de perigo comum, que aumentam a inquietação e, assim, a suscetibilidade individual e de massa”.

  4. Instituto Tavistock disse:

    A “engenharia social” pode ser definida como a técnica de moldagem das crenças e padrões de comportamento de um grupo social para facilitar o seu controle pelos grupos detentores do poder político e econômico. Sua aplicação é feita, principalmente, por intermédio dos meios de comunicação de massa, geralmente controlados pelos grupos dominantes.

    O principio básico da “engenharia social” é a neutralização da razão que orienta as atitudes individuais e a sua substituição pela irracionalidade coletiva. No livro “Battle for the Mind: A Physiology of Conversion and Brainwashing” (Batalha pela mente: uma fisiologia da conversão e da lavagem cerebral), de 1957, o Dr. William Sargant, um especialista do Instituto Tavistock que passou vários anos estudando o “otimismo tecnológico” da população dos EUA, descreve o conceito: “Vários tipos de crenças podem ser implantados em um grande número de pessoas, depois que as funções cerebrais tenham sido suficientemente perturbadas pelo medo, raiva ou excitação acidentais ou deliberadamente induzidas. Dos resultados causados por tais distúrbios, o mais comum é a capacidade de julgamento temporariamente prejudicada e a suscetibilidade elevada. Suas várias manifestações de grupo são às vezes classificadas sob o rótulo de `instinto de rebanho’ e aparecem mais espetacularmente em tempo de guerra, durante epidemias severas e em todos os períodos similares de perigo comum, que aumentam a inquietação e, assim, a suscetibilidade individual e de massa”.

  5. Anselmo Lacerda disse:

    A facilidad do aprendizado proporcionada muita vezes pela satisfação jogar um Game permite que seja possível abrir novas possibilidade de adquirir novos conhecimentos, criar formas novas de experimentação.

    Sobretudo, estimular a busca pelo conhecimento permitindo que facilmente que seja incorporado na vida dos individuos. Além disso, possibilita que possamos ensinar ou demonstrar algo complexo por meio da utilização de Jogos Eletrônicos, torna-se uma façanha que pode render bons frutos.

    Isto, está apenas começando, as mudanças trazidas pelos Games podem ser refletidas no comportamento dos individuso e nos processos vivenciados por eles no ambiente.

  6. Anselmo Lacerda disse:

    A facilidad do aprendizado proporcionada muita vezes pela satisfação jogar um Game permite que seja possível abrir novas possibilidade de adquirir novos conhecimentos, criar formas novas de experimentação.

    Sobretudo, estimular a busca pelo conhecimento permitindo que facilmente que seja incorporado na vida dos individuos. Além disso, possibilita que possamos ensinar ou demonstrar algo complexo por meio da utilização de Jogos Eletrônicos, torna-se uma façanha que pode render bons frutos.

    Isto, está apenas começando, as mudanças trazidas pelos Games podem ser refletidas no comportamento dos individuso e nos processos vivenciados por eles no ambiente.

  7. Bruno Magalhães disse:

    Os jogos atuais realmente são um aprendizado, temos de adquirir cada vez mais habilidades para jogar um jogo de corrida, luta, esportivos… Há também o raciocínio rápido, do tipo abre uma porta, atira que lá vem zumbi. E o incrível é como tem gente que ganha experiencia como se já estivesse vivido as mesmas situações, adquiridas no sims e farmville . Estamos simulando a vida! Essa nova geração que já nasceu com video game em casa é muito evoluída, adaptam mais rápido as novas tecnologias, tem muito mais acessos a informações , conseguintemente estão amadurecendo mais cedo. Acho que vou seguir a dica dos mais novos. Bom final de semana.

  8. Bruno Magalhães disse:

    Os jogos atuais realmente são um aprendizado, temos de adquirir cada vez mais habilidades para jogar um jogo de corrida, luta, esportivos… Há também o raciocínio rápido, do tipo abre uma porta, atira que lá vem zumbi. E o incrível é como tem gente que ganha experiencia como se já estivesse vivido as mesmas situações, adquiridas no sims e farmville . Estamos simulando a vida! Essa nova geração que já nasceu com video game em casa é muito evoluída, adaptam mais rápido as novas tecnologias, tem muito mais acessos a informações , conseguintemente estão amadurecendo mais cedo. Acho que vou seguir a dica dos mais novos. Bom final de semana.

  9. Erico Fileno disse:

    “Jogar significa libertar-se dos horrores do mundo, por meio da reprodução miniaturizada”. Essa frase de Walter Benjamin pode tomar um ar alienante, mas procuro ver com um olhar mais otimista. Acredito no jogo como uma fonte rica de ensino e aprendizagem.

    Segundo Friederich Froebel, o ato de jogar possui 4 valores fundamentais e que, na minha opinião serão fundamentais na formação da nova geração de governantes e líderes mundiais:

    -Em primeiro lugar, o valor experimental do jogo, isto é, o que ele permite ao jovem desenvolver como experiência, como manipulação, como um laboratório de novos conhecimentos;

    -Em segundo lugar, o valor da estruturação, contribuição para a construção e estruturação da personalidade do jovem; É o passar das fases…cada vez mais difícil (Alguma relação com a nossa vida?)

    -Em terceiro lugar, o valor da relação; de que maneira a brincadeira permite ao jovem relacionar-se com os outros e com o meio social em que vive; E os jogos colaborativos (multiplayer) aprofundam ainda mais o espírito social do jogo.

    -Em quarto lugar, o valor lúdico como tal: que prazer, alegrias e emoções o jogo vai causar aos jovens que participam dessa atividade. É o “experienciar” o nosso mundo, criando um contexto sensorial de eterno aprendizado.

    Esperamos para ver como será a próxima fase desse jogo. E olha que estamos jogando no nível “very difficult”…

  10. Erico Fileno disse:

    “Jogar significa libertar-se dos horrores do mundo, por meio da reprodução miniaturizada”. Essa frase de Walter Benjamin pode tomar um ar alienante, mas procuro ver com um olhar mais otimista. Acredito no jogo como uma fonte rica de ensino e aprendizagem.

    Segundo Friederich Froebel, o ato de jogar possui 4 valores fundamentais e que, na minha opinião serão fundamentais na formação da nova geração de governantes e líderes mundiais:

    -Em primeiro lugar, o valor experimental do jogo, isto é, o que ele permite ao jovem desenvolver como experiência, como manipulação, como um laboratório de novos conhecimentos;

    -Em segundo lugar, o valor da estruturação, contribuição para a construção e estruturação da personalidade do jovem; É o passar das fases…cada vez mais difícil (Alguma relação com a nossa vida?)

    -Em terceiro lugar, o valor da relação; de que maneira a brincadeira permite ao jovem relacionar-se com os outros e com o meio social em que vive; E os jogos colaborativos (multiplayer) aprofundam ainda mais o espírito social do jogo.

    -Em quarto lugar, o valor lúdico como tal: que prazer, alegrias e emoções o jogo vai causar aos jovens que participam dessa atividade. É o “experienciar” o nosso mundo, criando um contexto sensorial de eterno aprendizado.

    Esperamos para ver como será a próxima fase desse jogo. E olha que estamos jogando no nível “very difficult”…

  11. Marcelo Frota Pinto Pessoa disse:

    De fato, jogos podem ser compreendidos como uma “extensão da imaginação humana”, afinal, nos jogos podemos ser quem nós quisermos, temos liberdade para sonhar e concretizar este sonho, ainda que de forma virtual. Também é fato que aprendemos muitas coisas jogando, afinal, a vida nada mais é que um jogo, onde estamos a cada momento nos aprimorando e superando desafios. Mas até que ponto esta “vida” virtual é saudável? até que ponto este mundo de imaginação invade o nosso mundo real? Existem estudos comprovando que o “vício” no mundo virtual atrapalha o aprendizado acadêmico além de causar danos psicológicos, como depressão. Mas como é de senso comum “tudo em excesso faz mal”.

  12. Marcelo Frota Pinto Pessoa disse:

    De fato, jogos podem ser compreendidos como uma “extensão da imaginação humana”, afinal, nos jogos podemos ser quem nós quisermos, temos liberdade para sonhar e concretizar este sonho, ainda que de forma virtual. Também é fato que aprendemos muitas coisas jogando, afinal, a vida nada mais é que um jogo, onde estamos a cada momento nos aprimorando e superando desafios. Mas até que ponto esta “vida” virtual é saudável? até que ponto este mundo de imaginação invade o nosso mundo real? Existem estudos comprovando que o “vício” no mundo virtual atrapalha o aprendizado acadêmico além de causar danos psicológicos, como depressão. Mas como é de senso comum “tudo em excesso faz mal”.

  13. Dener disse:

    Não teremos mais amigos imaginário, teremos amigos virtuais, presentes em jogos, presentes em sonhos.
    O texto é bem interessante e senti inclusive uma crítica sobre o que a juventude de hoje fará quando chegar a vez deles de terem 50 anos…

  14. Dener disse:

    Não teremos mais amigos imaginário, teremos amigos virtuais, presentes em jogos, presentes em sonhos.
    O texto é bem interessante e senti inclusive uma crítica sobre o que a juventude de hoje fará quando chegar a vez deles de terem 50 anos…

  15. Mariza Guimarães disse:

    Muito bom o artigo. Nos faz refletir sobre a importância da orientação para solução de problemas, que a nossa geração não tem. Esta que cresceu apertando botões e vendo imagens aparecerem, não tem paciência de analisar o contexto que não seja orientado à finalidade para o que estão direcionados. É uma reflexão interessante para mim e colegas que estão diariamente em sala de aula, disputando a atenção e interesse dos alunos.

  16. Mariza Guimarães disse:

    Muito bom o artigo. Nos faz refletir sobre a importância da orientação para solução de problemas, que a nossa geração não tem. Esta que cresceu apertando botões e vendo imagens aparecerem, não tem paciência de analisar o contexto que não seja orientado à finalidade para o que estão direcionados. É uma reflexão interessante para mim e colegas que estão diariamente em sala de aula, disputando a atenção e interesse dos alunos.

  17. Lucas André Pequeno Paes disse:

    Jogos de computadores aguçam sim a mente a novas perspectivas com relacao a imaginação. Tornam mais evidentes fatores como: Pensar para se resolver um problema em diversas situações como se a pessoa estivesse lá, mas sem que isso a tire a vida, como em jogos que simulam guerras; faz com que a pessoa amadureça mais rápido para lidar com situações de possiveis tentativas de iludibriação (Afinal de contas so se adquire certas experiencias vivenciando-as). No entanto, acredito que se nao for usado de uma forma controlada e consciente passa a ser um meio de degradação mental ja que torna-se um vicio que se alimenta através da inconsciencia do prazer de satisfaze-lo, passando a ser um ambiente de refugio para a realidade muitas vezes de muita dor e sofrimento. Efeito comparavel a uma droga “um acido” qualquer. Concluindo, acredito que o jogo da vida seja um ambiente muito mais interessante para se aprender e amadurecer mesmo que isso custe a propria.

  18. Lucas André Pequeno Paes disse:

    Jogos de computadores aguçam sim a mente a novas perspectivas com relacao a imaginação. Tornam mais evidentes fatores como: Pensar para se resolver um problema em diversas situações como se a pessoa estivesse lá, mas sem que isso a tire a vida, como em jogos que simulam guerras; faz com que a pessoa amadureça mais rápido para lidar com situações de possiveis tentativas de iludibriação (Afinal de contas so se adquire certas experiencias vivenciando-as). No entanto, acredito que se nao for usado de uma forma controlada e consciente passa a ser um meio de degradação mental ja que torna-se um vicio que se alimenta através da inconsciencia do prazer de satisfaze-lo, passando a ser um ambiente de refugio para a realidade muitas vezes de muita dor e sofrimento. Efeito comparavel a uma droga “um acido” qualquer. Concluindo, acredito que o jogo da vida seja um ambiente muito mais interessante para se aprender e amadurecer mesmo que isso custe a propria.

  19. Héctor Pinheiro disse:

    É inegável que jogos podem auxiliar no desenvolvimento mental e perceptual do ser humano. Do jeito que as coisas estão indo, acredito que num futuro não muito distante, o processo de virtualização será tão eficiente que poderemos simular nosso mundo “real” num jogo de computador. A barreira que divide o real do virtual será tão tênue que não mais perceberemos diferenças.
    E isso nos abre uma infinidade de possibilidades. Poderemos ir a lugares que nunca imaginaríamos poder ir e ter sensações que há muito desejamos. Porém, isso também trará sérias preocupações. Hoje em dia, muitos jovens passam horas e até dias jogando jogos on line, dando mais valor aos personagens virtuais do que à própria vida real. Imaginando esse problema daqui a alguns anos, teremos muitas pessoas que preferirão estar em nesse mundo “irreal”, onde poderíamos ter total liberdade.
    Bom, acho que os jogos devem evoluir sem que se esqueça os principais objetivos dele: entreter, educar, ensinar, culturalizar. E isso só ocorre quando o significado do jogo para a vida das pessoas é controlado.

  20. Héctor Pinheiro disse:

    É inegável que jogos podem auxiliar no desenvolvimento mental e perceptual do ser humano. Do jeito que as coisas estão indo, acredito que num futuro não muito distante, o processo de virtualização será tão eficiente que poderemos simular nosso mundo “real” num jogo de computador. A barreira que divide o real do virtual será tão tênue que não mais perceberemos diferenças.
    E isso nos abre uma infinidade de possibilidades. Poderemos ir a lugares que nunca imaginaríamos poder ir e ter sensações que há muito desejamos. Porém, isso também trará sérias preocupações. Hoje em dia, muitos jovens passam horas e até dias jogando jogos on line, dando mais valor aos personagens virtuais do que à própria vida real. Imaginando esse problema daqui a alguns anos, teremos muitas pessoas que preferirão estar em nesse mundo “irreal”, onde poderíamos ter total liberdade.
    Bom, acho que os jogos devem evoluir sem que se esqueça os principais objetivos dele: entreter, educar, ensinar, culturalizar. E isso só ocorre quando o significado do jogo para a vida das pessoas é controlado.

  21. Julio Domingues Ferraz disse:

    Acho bastante oportuna a discussão do papel desempenhado na sociedade pelos games, que compõem um mercado relativamente jovem e cujas oportunidades de expansão são muitas. Will Wright está certíssimo ao dizer que os jogos estão evoluindo para “entreter e engajar cada um de nós”, pois já há experiências voltadas a adultos e públicos não-convencionais, direcionadas a seus respectivos interesses. Porém, não estou certo de que os games irão “educar”. Sob que ponto de vista ocorreria essa “educação”? Os games com certeza “educam”, uma vez que devemos nos submeter às regras de um universo virtual inexplorado. Mas será que eles educam um ser humano, no contexto em que vivemos? A maioria dos jogos atuais apresentam situações extremas (como os de guerra), desafiadoras e irreais, em que o instinto prevalece, desvirtuando o conhecimento adquirido, já que o mesmo é inaplicável aos respectivos jogadores e suas relações no nosso universo e sociedade. Dou crédito às palavras de Will, no entanto, porque seus jogos realmente são educativos, não só instigando a imaginação dos jogadores, como também ensinando valores sociais, ética e moral ao público infantil, como os comportamentos possíveis de um indivíduo em sua comunidade e suas consequências, vide The Sims e Spore.

  22. Julio Domingues Ferraz disse:

    Acho bastante oportuna a discussão do papel desempenhado na sociedade pelos games, que compõem um mercado relativamente jovem e cujas oportunidades de expansão são muitas. Will Wright está certíssimo ao dizer que os jogos estão evoluindo para “entreter e engajar cada um de nós”, pois já há experiências voltadas a adultos e públicos não-convencionais, direcionadas a seus respectivos interesses. Porém, não estou certo de que os games irão “educar”. Sob que ponto de vista ocorreria essa “educação”? Os games com certeza “educam”, uma vez que devemos nos submeter às regras de um universo virtual inexplorado. Mas será que eles educam um ser humano, no contexto em que vivemos? A maioria dos jogos atuais apresentam situações extremas (como os de guerra), desafiadoras e irreais, em que o instinto prevalece, desvirtuando o conhecimento adquirido, já que o mesmo é inaplicável aos respectivos jogadores e suas relações no nosso universo e sociedade. Dou crédito às palavras de Will, no entanto, porque seus jogos realmente são educativos, não só instigando a imaginação dos jogadores, como também ensinando valores sociais, ética e moral ao público infantil, como os comportamentos possíveis de um indivíduo em sua comunidade e suas consequências, vide The Sims e Spore.

  23. Júlio Gil Freire disse:

    Com o avanco da tecnologia, os games serão cada vez mais jogados e por um grupo muito mais eclético que o atual.

    Isso fará com que se alienem de coisas do mundo real, principalmente das que não tem nenhuma relação com os jogos (como jogos de guerra teriam). Como existem muitas pessoas que não tem consciência dessa alienação, se os jogos estiverem muito difundidos, teremos uma sociedade que não se importa com o que acontece de verdade, mas só com o que acontece no seu mundo virtual.

    Concordo que professores e pais deveriam ter um embasamento em jogos para poderem falar dos mesmos, mas com o intuito de orientar o seu pupilo e deixar claro que ele vive numa sociedade, e não num HD.

  24. Júlio Gil Freire disse:

    Com o avanco da tecnologia, os games serão cada vez mais jogados e por um grupo muito mais eclético que o atual.

    Isso fará com que se alienem de coisas do mundo real, principalmente das que não tem nenhuma relação com os jogos (como jogos de guerra teriam). Como existem muitas pessoas que não tem consciência dessa alienação, se os jogos estiverem muito difundidos, teremos uma sociedade que não se importa com o que acontece de verdade, mas só com o que acontece no seu mundo virtual.

    Concordo que professores e pais deveriam ter um embasamento em jogos para poderem falar dos mesmos, mas com o intuito de orientar o seu pupilo e deixar claro que ele vive numa sociedade, e não num HD.

  25. Júlio Gil Freire disse:

    Com o avanco da tecnologia, os games serão cada vez mais jogados e por um grupo muito mais eclético que o atual.

    Isso fará com que se alienem de coisas do mundo real, principalmente das que não tem nenhuma relação com os jogos (como jogos de guerra teriam). Como existem muitas pessoas que não tem consciência dessa alienação, se os jogos estiverem muito difundidos, teremos uma sociedade que não se importa com o que acontece de verdade, mas só com o que acontece no seu mundo virtual.

  26. Júlio Gil Freire disse:

    Com o avanco da tecnologia, os games serão cada vez mais jogados e por um grupo muito mais eclético que o atual.

    Isso fará com que se alienem de coisas do mundo real, principalmente das que não tem nenhuma relação com os jogos (como jogos de guerra teriam). Como existem muitas pessoas que não tem consciência dessa alienação, se os jogos estiverem muito difundidos, teremos uma sociedade que não se importa com o que acontece de verdade, mas só com o que acontece no seu mundo virtual.

  27. Lais Varejão Vital disse:

    Uma característica unica do ser humano é sua capacidade de sonhar, de imaginar diferentes realidades, os jogos permitem isso, a projeção de desejos que, muitas vezes, não é possível materializar no ‘mundo real’. Através dos jogos, você pode, de alguma forma, explorar sua imaginação, sem se prender a limitações. Tudo é possível, e isso fascina milhares de pessoas! Imperceptivelmente, você vai revelando características de sua personalidade, afinal, você põe um pouco (ou muito) de você mesmo no personagem, ou avatar, como prefiram chamar. Para meninas, jogar ‘the sims’ pode ser fascinante, pois elas projetam por exemplo, seus gostos pessoais na decoração da casa, ou também, que atitudes gostariam de tomar, mas nem sempre é possível.

    Contudo, ainda que fascinantes, jogos também podem ser perigosos, pois podem ser viciantes. A ilusão de uma vida virtual, pode atrapalhar relações do mundo concreto. Um grande exemplo disso é o caso do casal coreano que mataram a filha de três meses de fome, pois estavam muito ocupados cuidando da filha virtual. http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/news/2010/03/03/240916-coreia-do-sul-prende-casal-viciado-em-jogos-que-deixou-a-filha-morrer-de-fome

    Jogos têm um papel importante no entretenimento, na educação e no engajamento das pessoas, mas não devem representar uma fuga permanente da realidade!

  28. Lais Varejão Vital disse:

    Uma característica unica do ser humano é sua capacidade de sonhar, de imaginar diferentes realidades, os jogos permitem isso, a projeção de desejos que, muitas vezes, não é possível materializar no ‘mundo real’. Através dos jogos, você pode, de alguma forma, explorar sua imaginação, sem se prender a limitações. Tudo é possível, e isso fascina milhares de pessoas! Imperceptivelmente, você vai revelando características de sua personalidade, afinal, você põe um pouco (ou muito) de você mesmo no personagem, ou avatar, como prefiram chamar. Para meninas, jogar ‘the sims’ pode ser fascinante, pois elas projetam por exemplo, seus gostos pessoais na decoração da casa, ou também, que atitudes gostariam de tomar, mas nem sempre é possível.

    Contudo, ainda que fascinantes, jogos também podem ser perigosos, pois podem ser viciantes. A ilusão de uma vida virtual, pode atrapalhar relações do mundo concreto. Um grande exemplo disso é o caso do casal coreano que mataram a filha de três meses de fome, pois estavam muito ocupados cuidando da filha virtual. http://virgula.uol.com.br/ver/noticia/news/2010/03/03/240916-coreia-do-sul-prende-casal-viciado-em-jogos-que-deixou-a-filha-morrer-de-fome

    Jogos têm um papel importante no entretenimento, na educação e no engajamento das pessoas, mas não devem representar uma fuga permanente da realidade!

  29. Ivan Luiz de França Neto disse:

    “…os jogos eletrônicos estão evoluindo para entreter, educar e engajar cada um de nós.”

    Concordo com o texto, os jogos de hoje não estão voltados apenas para nossa diversão, embora essa seja uma função importante. Hoje, além de nos divertir os jogos tem um papel bastante importante no nosso desenvolvimento, já que os mesmos nos permitem “criar coisas que nem podemos [hoje] imaginar direito”. Os jogos mechem com a imaginação humana e como diria Albert Einstein:

    “A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.”

  30. Ivan Luiz de França Neto disse:

    “…os jogos eletrônicos estão evoluindo para entreter, educar e engajar cada um de nós.”

    Concordo com o texto, os jogos de hoje não estão voltados apenas para nossa diversão, embora essa seja uma função importante. Hoje, além de nos divertir os jogos tem um papel bastante importante no nosso desenvolvimento, já que os mesmos nos permitem “criar coisas que nem podemos [hoje] imaginar direito”. Os jogos mechem com a imaginação humana e como diria Albert Einstein:

    “A imaginação é mais importante que o conhecimento. O conhecimento é limitado. A imaginação envolve o mundo.”

  31. Arthur de Lima Padilha disse:

    Gostei da analogia feita com uma máquina de sonhar, sempre escutei que é durante a noite (precisamente sonhando) que o cérebro concretiza toda informação que recolhemos durante o dia. Se levarmos ao pé da letra, e virmos os jogos como máquinas de sonhar, seria como se estivéssemos concretizando a informação imediatamente.

    Outro ponto que gostaria de levantar, é que não precisamos de uma base científica para provar que tudo que gera prazer para o ser humano se torna imensamente atraente. E o intuito dos jogos, na sua maioria, é de proporcionar diversão. Desse modo, pode ser possível, unir a trasmissão de várias notícias atuais ou até o ensino de línguas (que uma grande quantidade de jovens busca, entretanto frequentando cursos particulares). O quero dizer com isso, é que porque não criar um jogo que todos os usuários vivenciassem exatamente as notícias que acontecem no seu país, ou seja, um jogo com um enredo não pré-definido, que proporcionaria aos usuários experiências tais quais estão acontecendo no seu país (um jeito divertido de “ler o jornal”, digamos), abrangendo a parte econômica, política, policial, de esportes…..

    Garanto que teria uma grande repercussão na comunidade jovem, além de ser essencialmente educativo!

  32. Arthur de Lima Padilha disse:

    Gostei da analogia feita com uma máquina de sonhar, sempre escutei que é durante a noite (precisamente sonhando) que o cérebro concretiza toda informação que recolhemos durante o dia. Se levarmos ao pé da letra, e virmos os jogos como máquinas de sonhar, seria como se estivéssemos concretizando a informação imediatamente.

    Outro ponto que gostaria de levantar, é que não precisamos de uma base científica para provar que tudo que gera prazer para o ser humano se torna imensamente atraente. E o intuito dos jogos, na sua maioria, é de proporcionar diversão. Desse modo, pode ser possível, unir a trasmissão de várias notícias atuais ou até o ensino de línguas (que uma grande quantidade de jovens busca, entretanto frequentando cursos particulares). O quero dizer com isso, é que porque não criar um jogo que todos os usuários vivenciassem exatamente as notícias que acontecem no seu país, ou seja, um jogo com um enredo não pré-definido, que proporcionaria aos usuários experiências tais quais estão acontecendo no seu país (um jeito divertido de “ler o jornal”, digamos), abrangendo a parte econômica, política, policial, de esportes…..

    Garanto que teria uma grande repercussão na comunidade jovem, além de ser essencialmente educativo!

  33. Diego Leitão(dlbf) disse:

    Creio que o mundo “Virtual” nada mais é do que uma forma de demonstrar de os pontos de vista de determinadas pessoas sobre algum assunto.Como o senhor dos anéis que reflete de forma lúdica os tempos da guerra vivídos pelo autor.E como já foi dito em pesquisas alguns jogos ajudam na melhora de raciocínio lógico,raciocínio rápido, melhora na coordenação motora e muito mais.

  34. Diego Leitão(dlbf) disse:

    Creio que o mundo “Virtual” nada mais é do que uma forma de demonstrar de os pontos de vista de determinadas pessoas sobre algum assunto.Como o senhor dos anéis que reflete de forma lúdica os tempos da guerra vivídos pelo autor.E como já foi dito em pesquisas alguns jogos ajudam na melhora de raciocínio lógico,raciocínio rápido, melhora na coordenação motora e muito mais.

  35. Ícaro Valgueiro Malta Moreira disse:

    Dizer que jogos é apenas um meio de entreterimento é algo extremamente errado, afinal jogos combinam emoção, desafios e aprendizagem de forma a descontrair o usuário durante seu uso. As vezes, voce consegue aprender muitas coisas sem nem mesmo perceber, e também podemos aumentar nossa capacidade de raciocínio lógico.
    Um jogo de adventure requer muito mais raciocínio lógico e interpretação de texto do que as provas de vestibular exigem. Além disso, jogos provêem a inclusão social de muitas pessoas, pois dá a elas a capacidade de fazer coisas que não podem realizar na vida real.

    Sobre a virtualização, acredito que no futuro não haverá diferenças entre o real e virtual, e atos que cometemos nos jogos virtuais terão consequências no mundo real.
    Imagino, eu jogando meu MMORPG e mato algum noob por me irritar, alguns minutos depois a polícia chega na minha casa me acusando de homicídeo culposo.
    Alguns podem achar idiotice ou até loucura o que eu falei, mas isso é apenas uma barreira que nossos costumes atuais impõem a tal tipo de pensamento. Será que no futuro realmente haverá impunidade nos jogos? Será que essa barreira do real e virtual ainda existirá?

  36. Ícaro Valgueiro Malta Moreira disse:

    Dizer que jogos é apenas um meio de entreterimento é algo extremamente errado, afinal jogos combinam emoção, desafios e aprendizagem de forma a descontrair o usuário durante seu uso. As vezes, voce consegue aprender muitas coisas sem nem mesmo perceber, e também podemos aumentar nossa capacidade de raciocínio lógico.
    Um jogo de adventure requer muito mais raciocínio lógico e interpretação de texto do que as provas de vestibular exigem. Além disso, jogos provêem a inclusão social de muitas pessoas, pois dá a elas a capacidade de fazer coisas que não podem realizar na vida real.

    Sobre a virtualização, acredito que no futuro não haverá diferenças entre o real e virtual, e atos que cometemos nos jogos virtuais terão consequências no mundo real.
    Imagino, eu jogando meu MMORPG e mato algum noob por me irritar, alguns minutos depois a polícia chega na minha casa me acusando de homicídeo culposo.
    Alguns podem achar idiotice ou até loucura o que eu falei, mas isso é apenas uma barreira que nossos costumes atuais impõem a tal tipo de pensamento. Será que no futuro realmente haverá impunidade nos jogos? Será que essa barreira do real e virtual ainda existirá?

  37. Irineu Martins de Lima Moura disse:

    A “gamificação” do mundo está realmente se tornando um fato. Os jogos que antigamente eram somente “coisa de criança” hoje se expandiram de modo a atingir praticamente todas as faixas etárias. Até mesmo em algumas empresas o ambiente sério do trabalho vem incorporando elementos antes visto somente nos video-games. É o imaginário de muita gente se concretizando!

  38. Irineu Martins de Lima Moura disse:

    A “gamificação” do mundo está realmente se tornando um fato. Os jogos que antigamente eram somente “coisa de criança” hoje se expandiram de modo a atingir praticamente todas as faixas etárias. Até mesmo em algumas empresas o ambiente sério do trabalho vem incorporando elementos antes visto somente nos video-games. É o imaginário de muita gente se concretizando!

  39. Existe uma tendência de trazer diversão para o trabalho. Empresas como a Disney traz elementos de jogos RPGs para estimular seus funcionários. A empresa TopCoder pega dos RPGs o sistema de pontuação. A empresa “The Game of Work” fornece ludificação a outras empresas atualmente estão entre os clientes dela Microsoft, AT&T, PEPSI, FBI, Força Aérea Americana, McDonalds, 3M entre outras que podem ser vistas na seguinte lista: http://www.gameofwork.com/list.html

    A pergunta que fica é: Por que empresas tão grandes acham que é vantajoso usar ludificação e empresas pequenas não? No meu ponto de vista empresas pequenas tem medo(talvez preconceito) de “Inovar”. Recentemente foi lançado um longa metragem no Japão chamado “Summer War” é um filme de ficção onde tudo pode ser resolvido dentro de um MMORPG. Este filme me fez pensar como muita coisa no mundo poderia ser muito mais facilmente resolvido se tivessemos representações virtuais para ir pra outros cantos, falar com pessoas diferentes, derrepente comprar ações na bolsa de valor, pegar o ingresso do jogo, alugar filmes e estar em casa ao mesmo tempo em um único local de forma intuitiva como se a pessoa estivesse no local, podendo falar com as outras pessoas que estão no local…

    Como poderíamos ser mais felizes se tudo que fizéssemos fosse imediatamente recompensado como Jogos, como poderíamos ter mais tempo se pudéssemos participar de reuniões “presenciais” sem sair de casa através do sistema de avatares.

    As próximas gerações de chefes e trabalhadores estariam tão ligados a este sistema que seria um pré-requisito ter um avatar para trabalhar na empresa.

  40. Existe uma tendência de trazer diversão para o trabalho. Empresas como a Disney traz elementos de jogos RPGs para estimular seus funcionários. A empresa TopCoder pega dos RPGs o sistema de pontuação. A empresa “The Game of Work” fornece ludificação a outras empresas atualmente estão entre os clientes dela Microsoft, AT&T, PEPSI, FBI, Força Aérea Americana, McDonalds, 3M entre outras que podem ser vistas na seguinte lista: http://www.gameofwork.com/list.html

    A pergunta que fica é: Por que empresas tão grandes acham que é vantajoso usar ludificação e empresas pequenas não? No meu ponto de vista empresas pequenas tem medo(talvez preconceito) de “Inovar”. Recentemente foi lançado um longa metragem no Japão chamado “Summer War” é um filme de ficção onde tudo pode ser resolvido dentro de um MMORPG. Este filme me fez pensar como muita coisa no mundo poderia ser muito mais facilmente resolvido se tivessemos representações virtuais para ir pra outros cantos, falar com pessoas diferentes, derrepente comprar ações na bolsa de valor, pegar o ingresso do jogo, alugar filmes e estar em casa ao mesmo tempo em um único local de forma intuitiva como se a pessoa estivesse no local, podendo falar com as outras pessoas que estão no local…

    Como poderíamos ser mais felizes se tudo que fizéssemos fosse imediatamente recompensado como Jogos, como poderíamos ter mais tempo se pudéssemos participar de reuniões “presenciais” sem sair de casa através do sistema de avatares.

    As próximas gerações de chefes e trabalhadores estariam tão ligados a este sistema que seria um pré-requisito ter um avatar para trabalhar na empresa.

  41. Caio César disse:

    Acredito que, em conformidade com a previsão do PIP para a Internet em 2020, cada vez mais o mundo virtual e o real se mesclam. Os jogos são um bom exemplo disso. As pessoas procuram expressar cada vez mais aspectos do mundo real no mundo virtual, como pode ser visto nas redes sociais, fóruns e jogos. Porém a importância do jogo não se limita à diversão. Existem empresas que misturam o ambiente de trabalho com o ambiente de diversão, de tal forma que as pessoas trabalham se divertindo e se sentem motivadas a continuar realizando aquela tarefa. Sem contar que o ambiente de jogo é bastante propício à imaginação e criatividade.

  42. Caio César disse:

    Acredito que, em conformidade com a previsão do PIP para a Internet em 2020, cada vez mais o mundo virtual e o real se mesclam. Os jogos são um bom exemplo disso. As pessoas procuram expressar cada vez mais aspectos do mundo real no mundo virtual, como pode ser visto nas redes sociais, fóruns e jogos. Porém a importância do jogo não se limita à diversão. Existem empresas que misturam o ambiente de trabalho com o ambiente de diversão, de tal forma que as pessoas trabalham se divertindo e se sentem motivadas a continuar realizando aquela tarefa. Sem contar que o ambiente de jogo é bastante propício à imaginação e criatividade.

  43. Leonardo Vieira de Carvalho disse:

    Jogos são uma nova forma de interação (infelizmente ainda mal vista por alguns) que é capaz de proporcionar a um indivíduo sensações, emoções e momentos de certa forma únicos.

    Em 2004 Steven Spielberg disse: “I think the real indicator [that games have become a storytelling art form] will be when somebody confesses that they cried at level 17.”, creio que já chegamos a tal ponto. O nível de complexidade, narrativa e psicológica, ao qual diversos jogos já chegaram e as fortes comunidades formadas em torno destes demonstram o poder desta forma de interação.

    Se um livro ou filme são capazes de levar um indivíduo a refletir sobre aquilo que ele acredita, ou sobre certos paradigmas enfiados em nossas cabeças, por que um jogo, que é uma mídia muito mais interativa, não seria capaz de modificar o nosso comportamento ou pelo menos de nos fazer refletir um pouco que seja sobre um dado assunto?

    Jogos são sim um novo paradigma de interação, e ao contrário do que muitos pensam, não são apenas uma outra forma de se divertir. Os jogos oferecem novas formas de organização, motivação, interação e reflexão à sociedade, e cabe a nós saber aproveitar isto corretamente.

    Caso discorde do que foi dito, recomendo que dê uma olhada nos seguintes jogos de Terry Kavanagh: Judith(http://www.increpare.com/2009/04/judith/) e Don’t Look Back(http://www.kongregate.com/games/TerryCavanagh/dont-look-back), que apesar de serem jogos graficamente simples, oferecem experiências bastante interessantes. Recomendo jogar Judith sozinho e com o fone de ouvido no máximo, a experiência é realmente muito interessante…

  44. Leonardo Vieira de Carvalho disse:

    Jogos são uma nova forma de interação (infelizmente ainda mal vista por alguns) que é capaz de proporcionar a um indivíduo sensações, emoções e momentos de certa forma únicos.

    Em 2004 Steven Spielberg disse: “I think the real indicator [that games have become a storytelling art form] will be when somebody confesses that they cried at level 17.”, creio que já chegamos a tal ponto. O nível de complexidade, narrativa e psicológica, ao qual diversos jogos já chegaram e as fortes comunidades formadas em torno destes demonstram o poder desta forma de interação.

    Se um livro ou filme são capazes de levar um indivíduo a refletir sobre aquilo que ele acredita, ou sobre certos paradigmas enfiados em nossas cabeças, por que um jogo, que é uma mídia muito mais interativa, não seria capaz de modificar o nosso comportamento ou pelo menos de nos fazer refletir um pouco que seja sobre um dado assunto?

    Jogos são sim um novo paradigma de interação, e ao contrário do que muitos pensam, não são apenas uma outra forma de se divertir. Os jogos oferecem novas formas de organização, motivação, interação e reflexão à sociedade, e cabe a nós saber aproveitar isto corretamente.

    Caso discorde do que foi dito, recomendo que dê uma olhada nos seguintes jogos de Terry Kavanagh: Judith(http://www.increpare.com/2009/04/judith/) e Don’t Look Back(http://www.kongregate.com/games/TerryCavanagh/dont-look-back), que apesar de serem jogos graficamente simples, oferecem experiências bastante interessantes. Recomendo jogar Judith sozinho e com o fone de ouvido no máximo, a experiência é realmente muito interessante…

  45. Arthur Cireno Rizzo disse:

    Sera que os pioneiros na criacao de jogos eletronicos iriam imaginar a megaindustria que iria se desenvolver ao redor dos games… acho que nao… eu acho que a tecnologia nos surpreende cada vez mais. sempre evoluindo numa velocidade mais rapida que nossas expectativas.
    Atraves de jogos, podemos nos abstrair do mundo real. entrar num mundo virtual de coisas inimaginaveis onde podemos experimentar um pouco das coisas que imaginamos mas que sao impossiveis de acontecer de verdade. O avanco da teconologia tem um grande papel no aumento dessa experiencia.
    Acho bastante interessante introduzir aspectos de jogos, no ambiente de trabalho. Imagino que a motivacao proporcionada pelos jogos pode aumentar e bastante o rendimento de um funcionario. E como disse Caio “Sem contar que o ambiente de jogo é bastante propício à imaginação e criatividade”. Acho que nao vai demorar muito tempo ate que outras empresas adotem partes desse sistema.

  46. Arthur Cireno Rizzo disse:

    Sera que os pioneiros na criacao de jogos eletronicos iriam imaginar a megaindustria que iria se desenvolver ao redor dos games… acho que nao… eu acho que a tecnologia nos surpreende cada vez mais. sempre evoluindo numa velocidade mais rapida que nossas expectativas.
    Atraves de jogos, podemos nos abstrair do mundo real. entrar num mundo virtual de coisas inimaginaveis onde podemos experimentar um pouco das coisas que imaginamos mas que sao impossiveis de acontecer de verdade. O avanco da teconologia tem um grande papel no aumento dessa experiencia.
    Acho bastante interessante introduzir aspectos de jogos, no ambiente de trabalho. Imagino que a motivacao proporcionada pelos jogos pode aumentar e bastante o rendimento de um funcionario. E como disse Caio “Sem contar que o ambiente de jogo é bastante propício à imaginação e criatividade”. Acho que nao vai demorar muito tempo ate que outras empresas adotem partes desse sistema.

  47. Ivson Diniz dos Santos disse:

    Acredito muito que esse mundo, no qual a geração gamer ingressando, modificará seu processo de produção de novos negocios, agregando valores que fazem de um jogo algo atraente e viciante e que assim possam aumentar o desempenho dos trabalhadores, chegando ao ponto afirmado por Chuck Coonradt (fundador da empresa The Game of Work) que disse “People will pay for the privilege of working harden than they work when they are paid.”

  48. Ivson Diniz dos Santos disse:

    Acredito muito que esse mundo, no qual a geração gamer ingressando, modificará seu processo de produção de novos negocios, agregando valores que fazem de um jogo algo atraente e viciante e que assim possam aumentar o desempenho dos trabalhadores, chegando ao ponto afirmado por Chuck Coonradt (fundador da empresa The Game of Work) que disse “People will pay for the privilege of working harden than they work when they are paid.”

  49. Creio que toda mudança nos ideais está, necessariamente, atrelada a contestações por parte dos que não fazem (diretamente) parte dos revolucionários. A tal mudança dos ideais a qual me refiro é a nova maneira como os jovens, principalmente, gastam o seu tempo livre. Esta brincadeira de jogos torna-se cada vez mais séria e torna-se em uma forma de se manter financeiramente. Resta saber quando esta tendência será aceita de maneira total pela sociedade.

  50. Creio que toda mudança nos ideais está, necessariamente, atrelada a contestações por parte dos que não fazem (diretamente) parte dos revolucionários. A tal mudança dos ideais a qual me refiro é a nova maneira como os jovens, principalmente, gastam o seu tempo livre. Esta brincadeira de jogos torna-se cada vez mais séria e torna-se em uma forma de se manter financeiramente. Resta saber quando esta tendência será aceita de maneira total pela sociedade.

  51. Bruno Marcolino Sandres disse:

    Não é recente a tendência de jogos expressarem cada vez mais os anseios da tal “máquina de sonhos”, é notável a personificação cada vez mais intensa do usuário no seu personagem dentro dos cenários virtuais.
    Mais do que isso, jogos tem proporcionado puzzles cada vez mais complexos para seus jogadores, os quais se sentem desafiados e motivados a superar os desafios, individualmente ou em grupos (jogos atuando na engenharia social).
    São inegáveis e talvez incontáveis as possibilidades de crescimento e aprendizado provenientes da utilização de jogos: raciocínio lógico, concentração, estratégia, comunicação, entre outros. No entanto, assim como qualquer ambiente virtual, promove experiências tão fora da realidade que podem acabar “arrancando” os usuários desta realidade, aprisionando-os num mundo imaginário, ou seja, vantagens existem, horizontes inexplorados e promissores também, contanto que sejam incorporados de maneira consciente (podendo abandonar, parcialmente, o que for mais recente em termos de tecnologia em certas situações).

  52. Bruno Marcolino Sandres disse:

    Não é recente a tendência de jogos expressarem cada vez mais os anseios da tal “máquina de sonhos”, é notável a personificação cada vez mais intensa do usuário no seu personagem dentro dos cenários virtuais.
    Mais do que isso, jogos tem proporcionado puzzles cada vez mais complexos para seus jogadores, os quais se sentem desafiados e motivados a superar os desafios, individualmente ou em grupos (jogos atuando na engenharia social).
    São inegáveis e talvez incontáveis as possibilidades de crescimento e aprendizado provenientes da utilização de jogos: raciocínio lógico, concentração, estratégia, comunicação, entre outros. No entanto, assim como qualquer ambiente virtual, promove experiências tão fora da realidade que podem acabar “arrancando” os usuários desta realidade, aprisionando-os num mundo imaginário, ou seja, vantagens existem, horizontes inexplorados e promissores também, contanto que sejam incorporados de maneira consciente (podendo abandonar, parcialmente, o que for mais recente em termos de tecnologia em certas situações).

  53. Paulo Oliveira disse:

    Os avanços na área tecnológica possibilitaram que os games se aprimorassem mais, trazendo como conseqüência uma maior sensação de realidade nos jogos virtuais. Com isso, o ser humano volúvel à idéia de imaginar novos mundos, embarcando em realidades que possivelmente não seriam vividas, mergulha na possibilidade de viver em um mundo só seu.

    Não discordo que a “gameficação” tenha consigo seu lado positivo, visto que principalmente os jovens têm a necessidade de se sentirem controladores da sua “realidade”, lhe sendo possível, através dos jogos eletrônicos, expressarem seu modo de ver a sociedade. Isso acaba gerando uma sensação de prazer, e como tudo que gera prazer vicia, tem também seu lado negativo.

    Quando esse vício não é controlado para que assim o uso seja de maneira consciente, acabam surgindo transtornos na mente do usuário, como, por exemplo, a confusão do mundo real com o virtual. Isso pode ocasionar sérios problemas, visto que muitos dos jogos retratam a violência/guerra. Por isso, acho válido o uso dos jogos para o entretenimento e diversão desde que seu uso seja de uma maneira equilibrada não prejudicando o convívio do usuário no mundo real.

  54. Paulo Oliveira disse:

    Os avanços na área tecnológica possibilitaram que os games se aprimorassem mais, trazendo como conseqüência uma maior sensação de realidade nos jogos virtuais. Com isso, o ser humano volúvel à idéia de imaginar novos mundos, embarcando em realidades que possivelmente não seriam vividas, mergulha na possibilidade de viver em um mundo só seu.

    Não discordo que a “gameficação” tenha consigo seu lado positivo, visto que principalmente os jovens têm a necessidade de se sentirem controladores da sua “realidade”, lhe sendo possível, através dos jogos eletrônicos, expressarem seu modo de ver a sociedade. Isso acaba gerando uma sensação de prazer, e como tudo que gera prazer vicia, tem também seu lado negativo.

    Quando esse vício não é controlado para que assim o uso seja de maneira consciente, acabam surgindo transtornos na mente do usuário, como, por exemplo, a confusão do mundo real com o virtual. Isso pode ocasionar sérios problemas, visto que muitos dos jogos retratam a violência/guerra. Por isso, acho válido o uso dos jogos para o entretenimento e diversão desde que seu uso seja de uma maneira equilibrada não prejudicando o convívio do usuário no mundo real.

  55. Certo, jogos são bons. Jogo desde criança, tive Master System, SNES e até hoje jogo meu Wii. Agora, acho que há um exagero na influência dos jogos sobre a imaginação. É extremamente válido traçar correspondências entre os sistemas do nosso dia-a-dia e os jogos favoritos dos jovens (comprar e vender ações é meio que um jogo não é?). Estudar o comportamento humano identificando semelhanças entre suas diferentes manifestações, isto é, o que há de igual nos jogos, nas redes sociais, na economia e etc é importante para termos uma definição precisa do que é um “jogo”. Mas ainda que o conceito de jogo só começou a ser entendido e ampliado agora, nós sempre nos comportamos dessa maneira: regras, dificuldade, objetivos.
    Acho que o fator mais positivo e diferencial dos jogos atuais é a capacidade de gerar conteúdo. Agora você pode criar seus personagens, personalizá-lo nos mínimos detalhes. Isso nos torna produtores de cultura, de conteúdo cultural (jogo é cultura, afinal, faz parte da vida de cada um e da sociedade). Diferentemente da geração coca-cola que ficou atrás de um sofá absorvendo uma cultura enlatada criada por poucos em Hollywood, nós agora temos uma cultura colaborativa consumida por muitos mas também gerada por qualquer um que quiser. E isso não vale só para jogos, vide Wikipedia, Youtube, etc. É uma característica da nossa geração que os bons jogos incorporaram. E é essa colaboração o que influencia a imaginação dos jovens de hoje, e não o jogo em si.

  56. Certo, jogos são bons. Jogo desde criança, tive Master System, SNES e até hoje jogo meu Wii. Agora, acho que há um exagero na influência dos jogos sobre a imaginação. É extremamente válido traçar correspondências entre os sistemas do nosso dia-a-dia e os jogos favoritos dos jovens (comprar e vender ações é meio que um jogo não é?). Estudar o comportamento humano identificando semelhanças entre suas diferentes manifestações, isto é, o que há de igual nos jogos, nas redes sociais, na economia e etc é importante para termos uma definição precisa do que é um “jogo”. Mas ainda que o conceito de jogo só começou a ser entendido e ampliado agora, nós sempre nos comportamos dessa maneira: regras, dificuldade, objetivos.
    Acho que o fator mais positivo e diferencial dos jogos atuais é a capacidade de gerar conteúdo. Agora você pode criar seus personagens, personalizá-lo nos mínimos detalhes. Isso nos torna produtores de cultura, de conteúdo cultural (jogo é cultura, afinal, faz parte da vida de cada um e da sociedade). Diferentemente da geração coca-cola que ficou atrás de um sofá absorvendo uma cultura enlatada criada por poucos em Hollywood, nós agora temos uma cultura colaborativa consumida por muitos mas também gerada por qualquer um que quiser. E isso não vale só para jogos, vide Wikipedia, Youtube, etc. É uma característica da nossa geração que os bons jogos incorporaram. E é essa colaboração o que influencia a imaginação dos jovens de hoje, e não o jogo em si.

  57. Bruno Galvão Falcão disse:

    Do ponto de vista da criação os video games são fantásticos, criatividade junta só tende a levar a mais criatividade. Mas o grande problema dos jogos é misturar a vida real com a virtual, nem todo mundo tem capacidade de separar dois mundos diferentes, ainda mais quando crianças. Essa falata de separação acaba em casos extremos como pessoas atirando em escolas e alienação da vida real, pois preferem o mundo virtual no qual estão inseridos.

  58. Bruno Galvão Falcão disse:

    Do ponto de vista da criação os video games são fantásticos, criatividade junta só tende a levar a mais criatividade. Mas o grande problema dos jogos é misturar a vida real com a virtual, nem todo mundo tem capacidade de separar dois mundos diferentes, ainda mais quando crianças. Essa falata de separação acaba em casos extremos como pessoas atirando em escolas e alienação da vida real, pois preferem o mundo virtual no qual estão inseridos.

  59. Paulo de Barros e Silva Filho disse:

    Quando eu reflito sobre os jogos e o impacto deles na sociedade eu gosto de fazer uma analogia com a bebida alcoolica, ambos são divertidos e aceitos pela sociedade, mas também são viciantes e em excesso podem causar terríveis consequências. Eu espero que a tecnologia sempre nos surpreenda na questão de games, explorando o limite de nossas imaginações, mas também espero que nós, e nossos filhos e filhas saibam sempre diferenciar o mundo real do virtual, e apreciem os jogos sempre com moderação.

  60. Paulo de Barros e Silva Filho disse:

    Quando eu reflito sobre os jogos e o impacto deles na sociedade eu gosto de fazer uma analogia com a bebida alcoolica, ambos são divertidos e aceitos pela sociedade, mas também são viciantes e em excesso podem causar terríveis consequências. Eu espero que a tecnologia sempre nos surpreenda na questão de games, explorando o limite de nossas imaginações, mas também espero que nós, e nossos filhos e filhas saibam sempre diferenciar o mundo real do virtual, e apreciem os jogos sempre com moderação.

  61. Everton Martins Guimarães disse:

    Qualquer novidade é bem vinda. Se for bem usada…
    Jogos ajudando na educação, nos reflexos, raciocínio lógico e etc.
    Mas não deixar as pessoas mais tempo dentro de casa. deixar de sair com seus amigos pra ficar dentro de casa jogando. Se meus amigos vão todos estar dentro do jogo, o que vou fazer na rua? esse cenário é muito estranho pra mim e espero ñ ver meus filhos me dizerem algo desse tipo.
    Mas de resto… acho muito interessante ver a evolução dos games. Eu mesmo me vejo com 60 anos me divertindo com jogos eletronicos. Gosto muito de novidades e meus filhos vão acabar gostando também, mas sempre com limites.

  62. Everton Martins Guimarães disse:

    Qualquer novidade é bem vinda. Se for bem usada…
    Jogos ajudando na educação, nos reflexos, raciocínio lógico e etc.
    Mas não deixar as pessoas mais tempo dentro de casa. deixar de sair com seus amigos pra ficar dentro de casa jogando. Se meus amigos vão todos estar dentro do jogo, o que vou fazer na rua? esse cenário é muito estranho pra mim e espero ñ ver meus filhos me dizerem algo desse tipo.
    Mas de resto… acho muito interessante ver a evolução dos games. Eu mesmo me vejo com 60 anos me divertindo com jogos eletronicos. Gosto muito de novidades e meus filhos vão acabar gostando também, mas sempre com limites.

  63. Augusto César Benvenuto de Almeida disse:

    Já existe vários métodos de interação humana via jogos, temos os jogos multiplayer que podem ser rodados via rede ou com um amigo.

    Chegamos ao ponto de criarmos vidas em redes MMO como no jogo WoW citado no post ou no Second Life, jogo esse que controlamos um avatar que desempenharia uma vida virtual idealizada por nós.

    Existem pessoas que ganham a vida em cima desses jogos, vendem contas ou praticam uma espécie de comércio virtual.

    Tenho uma visão que no futuro possa acontecer algo como no filme Gamer onde pessoas controlam outras pessoas.

  64. Augusto César Benvenuto de Almeida disse:

    Já existe vários métodos de interação humana via jogos, temos os jogos multiplayer que podem ser rodados via rede ou com um amigo.

    Chegamos ao ponto de criarmos vidas em redes MMO como no jogo WoW citado no post ou no Second Life, jogo esse que controlamos um avatar que desempenharia uma vida virtual idealizada por nós.

    Existem pessoas que ganham a vida em cima desses jogos, vendem contas ou praticam uma espécie de comércio virtual.

    Tenho uma visão que no futuro possa acontecer algo como no filme Gamer onde pessoas controlam outras pessoas.

  65. Pedro Henrique A. e Silva disse:

    Acho que os jogos podem ter um importante papel pedagógico hoje. Além de explorar e desafiar a criatividade dos jogadores, ainda fazem com que a capacidade de resolução de problemas torne-se mais aguçada. É uma pena que ainda sejam vistos como mera brincadeira, sem nada a acrescentar à vida do indivíduo.

  66. Pedro Henrique A. e Silva disse:

    Acho que os jogos podem ter um importante papel pedagógico hoje. Além de explorar e desafiar a criatividade dos jogadores, ainda fazem com que a capacidade de resolução de problemas torne-se mais aguçada. É uma pena que ainda sejam vistos como mera brincadeira, sem nada a acrescentar à vida do indivíduo.

  67. Romero Teixeira Gonçalves disse:

    Com o avanço tecnológico, os jogos passaram de brincadeira de crianças para algo que pessoas de todas as idades usam. Pois jogos não só incitam a imaginação como através deles podemos abstrair do mundo real, fazendo coisas como dito em sala de aula: imorais e antiéticas.

  68. Romero Teixeira Gonçalves disse:

    Com o avanço tecnológico, os jogos passaram de brincadeira de crianças para algo que pessoas de todas as idades usam. Pois jogos não só incitam a imaginação como através deles podemos abstrair do mundo real, fazendo coisas como dito em sala de aula: imorais e antiéticas.

  69. Romero Teixeira Gonçalves disse:

    Só complementando acima..

    e sem sofrer as consequências

  70. Romero Teixeira Gonçalves disse:

    Só complementando acima..

    e sem sofrer as consequências

  71. David Benko disse:

    Há um potencial muito grande a ser explorado nos jogos como ferramentas de auxilio ao aprendizado pois se une o útil ao agradável e o aluno só tem a ganhar nesse aspecto.
    Creio que os jogos educativos vieram para revolucionar o modo de aprendizagem principalmente de crianças. Infelizmente a maioria das escolas (principalmente públicas) não tem condições de ter a infraestrutura necessária ou mesmo professores e diretores conservadores acham que isso seja uma perda de tempo e dinheiro. Porém a tendencia é que cada vez mas os custos de um laboratório diminuam e a tecnologia educativa esteja cada vez mais acessível e presente na vida de todos.

  72. David Benko disse:

    Há um potencial muito grande a ser explorado nos jogos como ferramentas de auxilio ao aprendizado pois se une o útil ao agradável e o aluno só tem a ganhar nesse aspecto.
    Creio que os jogos educativos vieram para revolucionar o modo de aprendizagem principalmente de crianças. Infelizmente a maioria das escolas (principalmente públicas) não tem condições de ter a infraestrutura necessária ou mesmo professores e diretores conservadores acham que isso seja uma perda de tempo e dinheiro. Porém a tendencia é que cada vez mas os custos de um laboratório diminuam e a tecnologia educativa esteja cada vez mais acessível e presente na vida de todos.

  73. Arthur Lima disse:

    Acho muito linda essa história de transformar o real em virtual, mas fico ainda com a bola de gude, o pião, o futebol. Virtualizar o real passou a ser um vício do ser humano e, como todo e qualquer vício, se não controlado, causa um final é triste para todos.

  74. Arthur Lima disse:

    Acho muito linda essa história de transformar o real em virtual, mas fico ainda com a bola de gude, o pião, o futebol. Virtualizar o real passou a ser um vício do ser humano e, como todo e qualquer vício, se não controlado, causa um final é triste para todos.

  75. Winícius Santos de A. Marques disse:

    É uma realidade que a cada dia há um aumento significante de games e gamers no mundo. De fato, os jogos deixaram de ser algo infantil e passaram a ser levados a sério pelos fabricantes, que perceberam o gigantesco mercado que tinham em mãos. Atualmente, vêm se tornando mais complexos, atraentes e bem mais viciantes, invadindo outras áreas, entre elas a das redes sociais (chega a ser absurdo o número de adeptos dos jogos no facebook, por exemplo). Ainda mais com o crescente público das novas gerações de jogadores em busca continuamente de interfaces inovadoras e que proporcionem o máximo de entretenimento e interatividade, para continuar dando asas à imaginação. Nesse ritmo não me surpreenderia num futuro próximo ter o tal presidente gamer.

  76. Winícius Santos de A. Marques disse:

    É uma realidade que a cada dia há um aumento significante de games e gamers no mundo. De fato, os jogos deixaram de ser algo infantil e passaram a ser levados a sério pelos fabricantes, que perceberam o gigantesco mercado que tinham em mãos. Atualmente, vêm se tornando mais complexos, atraentes e bem mais viciantes, invadindo outras áreas, entre elas a das redes sociais (chega a ser absurdo o número de adeptos dos jogos no facebook, por exemplo). Ainda mais com o crescente público das novas gerações de jogadores em busca continuamente de interfaces inovadoras e que proporcionem o máximo de entretenimento e interatividade, para continuar dando asas à imaginação. Nesse ritmo não me surpreenderia num futuro próximo ter o tal presidente gamer.

  77. Edilson Ferreira da Silva disse:

    É fato que jogos personalizados refletem nossos gostos musicais, preferências e estilo de cada um que cria uma conta. Os jogos estimulam o espírito de competitividade das crianças, jovens e adultos, eles deixam mais claro o funcionamento da sociedade e relação de metas que ela impõe para as pessoas tão como estimular a criatividade das usuários. Entretanto não são todos os jogos que tem algum objetivo cultural ou educacional, mas no mínimo servem para canalizar o estresse causado pela sociedade. Uma ressalva a esses é que quando não aplicados na faixa etária indicada podem causar danos, que podem ser sérios a vida em sociedade do indivíduo, o que vem acontecendo constantemente; indivíduos com sérios problemas de relacionamento.

  78. Edilson Ferreira da Silva disse:

    É fato que jogos personalizados refletem nossos gostos musicais, preferências e estilo de cada um que cria uma conta. Os jogos estimulam o espírito de competitividade das crianças, jovens e adultos, eles deixam mais claro o funcionamento da sociedade e relação de metas que ela impõe para as pessoas tão como estimular a criatividade das usuários. Entretanto não são todos os jogos que tem algum objetivo cultural ou educacional, mas no mínimo servem para canalizar o estresse causado pela sociedade. Uma ressalva a esses é que quando não aplicados na faixa etária indicada podem causar danos, que podem ser sérios a vida em sociedade do indivíduo, o que vem acontecendo constantemente; indivíduos com sérios problemas de relacionamento.

  79. Natália Cabral disse:

    Jogos são maravilhosos, não só para crianças. Qualquer pessoa gosta de sonhar, de imaginar, de criar personagens e simular. Porém, há limites e não se deve confundir a vida real com a virtual. Porém, o vício causada pelo jogo faz com que esse se torne prejudicial, embora seu principal objetivo seja diversão.

  80. Anália Lima disse:

    A integração de elementos de jogos naquilo que consideramos como coisas mais “sérias” já é fato e vem crescendo cada dia mais. Os jogos estimulam a criatividade, imaginação, estratégias para romper obstáculos (entre muitos outros aspectos) e podem agregar valor àquilo que realizamos. A “gamificação” do real (se bem feita), pode nos fazer enxergar e agir de uma forma diferente. Um forma muito mais estimulante e motivadora diante dos desafios da nossa própria realidade. Seria o virtual contribuindo e influenciando de maneira positiva no contexto do real.

  81. Anália Lima disse:

    A integração de elementos de jogos naquilo que consideramos como coisas mais “sérias” já é fato e vem crescendo cada dia mais. Os jogos estimulam a criatividade, imaginação, estratégias para romper obstáculos (entre muitos outros aspectos) e podem agregar valor àquilo que realizamos. A “gamificação” do real (se bem feita), pode nos fazer enxergar e agir de uma forma diferente. Um forma muito mais estimulante e motivadora diante dos desafios da nossa própria realidade. Seria o virtual contribuindo e influenciando de maneira positiva no contexto do real.

  82. Douglas Medeiros disse:

    Os jogos realmente tem influenciado muito do pensamento da geração de hoje, o citado “modo 2” faz todo sentido,
    hoje em dia resolvemos as coisas deferente dos nossos pais.
    Não sei quanto as implicações que tudo isso vai trazer à gente, ao nosso modo de viver,
    mas, pelo menos, o que mais me chamou atenção é que definitivamente temos e , provavelmente teremos mais ainda,
    uma computação, quer seja a rede, games,
    que vai nos fazer viver de uma maneira bastante diferente.
    Pelo jeito que vão as coisas hoje em dia realmente
    parece que a vida das pessoas ficará cada vez mais regida (ou conectada) por uma grande rede.
    Até mesmo conheço gente (fora da faixa dos 5 aos 25!) que “leva a sério” aquele jogo
    do Orkut que botaram agora.
    Pelo visto através do mundo eletrônico é que será expresso muito do que o homem
    é e pensa. Acredito que vamos chegar a esse ponto por que cada vez mais as pessoas encontram
    um lugar na rede para serem ouvidas, para falar o que pensam, criar, compartilhar e aprender, emfim,
    nunca em momento algum da história nos comunicamos tanto e com tanta rapidez, e com o avanço da web e aplicações
    que dêem asas ao usuário isso certamente será uma realidade.

  83. Diogo Torres de Melo Medeiros disse:

    A visão da grande maioria das pessoas é que jogos são nada mais nada menos do que entretenimento. Mas essa visão está bastante equivocada, afinal os jogos são muito mais do que isso, servem como uma abstração ao mundo real e também podem ser uma ótima ferramenta de ensino e de trabalho.O jogo tem o poder de “prender” as pessoas, logo as pessoas prestariam muito mais atenção ao uma aula de um professor gamer por exemplo.

  84. Diogo Torres de Melo Medeiros disse:

    A visão da grande maioria das pessoas é que jogos são nada mais nada menos do que entretenimento. Mas essa visão está bastante equivocada, afinal os jogos são muito mais do que isso, servem como uma abstração ao mundo real e também podem ser uma ótima ferramenta de ensino e de trabalho.O jogo tem o poder de “prender” as pessoas, logo as pessoas prestariam muito mais atenção ao uma aula de um professor gamer por exemplo.

  85. Alice Ramos de Araújo disse:

    Eu acredito muito no que foi dito! Acho que realmente os jogos são 1) razões para a gente se motivar 2) um modo de transformar coisas corriqueiras em mais fáceis de assimilar e depois dividir. É como se cada aspecto da nossa vida fosse de fato um jogo. Você estuda, para tirar uma nota, pra receber uma recompensa, pra ganhar reconhecimento, enfim…
    Só que as recompensas/reconhecimentos na vida real não são tão “gritantes” como uma pessoa gostaria, em um jogo a coisa é diferente. Com efeitos visuais e mil e um artefatos, você sente a cada momento que seu esforço vale a pena e por isso continua jogando.
    Então porque é que as coisas não evoluiriam para um pensamento mais de “game”? Quando, afinal, como foi dito, a geração de “gamers” ta chegando no mercado, no poder, eles são os novos profissionais. E com isso creio que as coisas vão mudar um pouco.

  86. Luís Felipe Prado D'Andrada disse:

    Concordo com visão de que os jogos não tem como única função a diversão. Muitos jogos requerem muitas outras coisas do jogador, como raciocinio lógico e criatividade. Apesar disso, nem sempre os jogos trazem coisas positivas, como muitos MMORPGs que fazem com que algumas pessoas vivam mais no mundo do jogo do que na vida real.

  87. Luís Felipe Prado D'Andrada disse:

    Concordo com visão de que os jogos não tem como única função a diversão. Muitos jogos requerem muitas outras coisas do jogador, como raciocinio lógico e criatividade. Apesar disso, nem sempre os jogos trazem coisas positivas, como muitos MMORPGs que fazem com que algumas pessoas vivam mais no mundo do jogo do que na vida real.

  88. Cleivson Siqueira de Arruda disse:

    Num contexto de virtualização, facilmente se percebe a já inserção do mundo “real” no mundo “virtual”. Os games tão aí não somente pra ser uma brincadeira, mas para permitir que através de “brincadeiras” possamos fazer coisas novas, nos reinventar. Segundo a teoria da gameficação do professor Geber Ramalho do Centro de Informática da UFPE, tudo no mundo pode ser refletido e analisado como um jogo, seja de forma mais ou menos explícita e a partir do momento que enxergamos essa realidade, podemos nos divertirmos com o sistema e nos motivarmos até mesmo com as coisas mais sacais e burocráticas do dia-a-dia

  89. Diego Phoenix disse:

    Sem dúvida essa nova geração, onde as crianças convivem com o virtual desde cedo, está muito mais preparada para resolver problemas (e em grupo!) e criar soluções criativas. Mas aí vem o porém: vendo a geração de gamers de hoje, será que estamos preparados pra encarar uma virtualização cada vez maior onde possivelmente o mundo virtual vai estar mais conectado ao mundo real? Pra acompanhar esse ritmo, é preciso uma mudança na metodologia de ensino atual pra não deixar que a vida vire uma “brincadeira” sem fim.

  90. Diego Phoenix disse:

    Sem dúvida essa nova geração, onde as crianças convivem com o virtual desde cedo, está muito mais preparada para resolver problemas (e em grupo!) e criar soluções criativas. Mas aí vem o porém: vendo a geração de gamers de hoje, será que estamos preparados pra encarar uma virtualização cada vez maior onde possivelmente o mundo virtual vai estar mais conectado ao mundo real? Pra acompanhar esse ritmo, é preciso uma mudança na metodologia de ensino atual pra não deixar que a vida vire uma “brincadeira” sem fim.

  91. Vinícius Viana disse:

    Virtualizar para interagir e buscar soluções para problemas reais é um grande avanço na filosofia do comportamento social. Poder testar souluções para situações que inviabilizam o transporte, a segurança e o convívio em um ambiente que simula a nossa sociedade é uma grande mudança nos paradigmas relacionais da sociedade. Games, talvez, sejam exemplos de como isso pode acontecer.

  92. Laís Sousa disse:

    Hoje em dia o preconceito com estes jogos, e com aqueles que jogam também, é o principal motivo para que seja difícil enxergar este mundo dos games como um avanço, que tem muitas coisas boas a acrescentar para os jovens e, porque não?, adultos de hoje. Enquanto a sociedade estiver com o conceito de que jogar é algo que se deve fazer “durante o tempo livre, quando não há nada mais produtovo a se fazer”, será dificil difundir esta idéia de ludificação dos ambientes convencionais, entre estes o ambiente de trabalho. Porém começar este processo de ludificação, mostrando que o jogo pode aumentar nossa produtividade nas atividades mais comuns, é um ótimo passo para mudar esta visão antiquada do mundo.

  93. Laís Sousa disse:

    Hoje em dia o preconceito com estes jogos, e com aqueles que jogam também, é o principal motivo para que seja difícil enxergar este mundo dos games como um avanço, que tem muitas coisas boas a acrescentar para os jovens e, porque não?, adultos de hoje. Enquanto a sociedade estiver com o conceito de que jogar é algo que se deve fazer “durante o tempo livre, quando não há nada mais produtovo a se fazer”, será dificil difundir esta idéia de ludificação dos ambientes convencionais, entre estes o ambiente de trabalho. Porém começar este processo de ludificação, mostrando que o jogo pode aumentar nossa produtividade nas atividades mais comuns, é um ótimo passo para mudar esta visão antiquada do mundo.

  94. Gabriel do Amaral Moreira disse:

    Como foi dito no post, de certa forma, a sociedade funciona assim, as pessoas tendem a achar que as maneiras certas de agir, aprender e se desenvolver são aquelas mesmas que costumavam ser em suas juventude. Porém, essa é uma visão um tanto conservadora e não consensual, até porque, me parece que, cada vez mais, a humanidade está flexível e acostumada ao novo. Cabe, então, aos jovens, mostrarem, de maneira convincente, aos “velhos”, que comandam as instituições sociais, que seus costumes e jogos não são mera perda de tempo, mas instrumentos que podem contribuir para o crescimento pessoal de alguma forma.

  95. E se colocássemos toda motivação de online gamers para solucionar os problemas do mundo? Games podem salvar o planeta: http://www.ted.com/talks/jane_mcgonigal_gaming_can_make_a_better_world.html

  96. Amber Baker disse:

    Is that my Fullmetal Kartikeya I see there? xP

    Sorry, I don’t speak Portuguese.