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Escrito por • 15/02/2013

n tweets sobre inovação: 2/10

O blog está publicando uma seleção comentada de tweets de @srlm  sobre inovação e criatividade, empreendedorismo, novos negócios, coisas que nós deveríamos ter em muito maior escala e impacto por aqui. a lista de todos os posts já publicados está neste link. abaixo, os tres de hoje.

12.07.10: pra você que tava vendo futebol: renovação e #INOVAÇÃO na rede… e as chances da microsoft, no meu blog: bit.ly/buaHmF

há uma torcida pra tudo da apple dar certo e outra, tão grande quanto, pra que tudo que a microsoft faz dê errado. em 2010, quase ninguém lembra, redmond lançou –e matou, semanas depois- seu primeiro smartphone, o KIN. aí parecia mesmo que tudo iria dar errado de vez. deu? o texto do link é sobre este contexto.

19.07.10: "objetos sociais": coisas que conectam pessoas a interesses compartilhados bit.ly/aplDGR #inovação #PNW

o link trata de ideias como objetos sociais, coisa que parece muito natural como conector de interesses nas empresas. ideias são essenciais ao processo de inovação mas, ao mesmo tempo, não valem nada. por que? porque ideias são abundantes e estratégia e execução, para trazer a ideia para a realidade, são escassas. ou seja, uma ideia é valiosa quando há, ou se pode encantar, a capacidade de estruturar seu valor [em todos os sentidos] e o processo de criar uma prática ao redor dela.

21.11.10 qual o papel do .GOV na inovação? bit.ly/cgXQUE
/minha visão: 1. educar gente; 2. criar oportunidades; 3. sair da frente

sair “da frente”? como assim?…  assim: o estado "na frente" [e não "à frente"] de tudo atrapalha muito mais do que ajuda; vai contra os processos de criação de oportunidades em maior qualidade e quantidade, inclusive as educacionais. o estado que legisla demais, sobre absolutamente tudo, inevitavelmente cria um sistema inconsistente de normas e regras que nos deixa, a todos, pessoas e empresas, de alguma forma ilegais. e isso, como não poderia deixar de ser, forma a base do processo de "criar dificuldades" para "vender facilidades".

sair da frente é simplificar o país. sair da frente é diminuir o "custo brasil". mas sair da frente não é deixar os agentes econômicos agirem ao seu bel prazer, e sim estabelecer limites, direitos e deveres e, depois, cobrar. sair da frente é criar os espaços para inovar, deixar inovar e depois, com a sociedade, revisar, promover, regular, renovar [e até proibir, porque não?].

o brasil precisa sair da frente do brasil.

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[índice de desenvolvimento humano vs. impostos como %PIB]

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