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Escrito por • 28/01/2009

notícias: internet passa jornais [e vai passar TV]

pew internet newspapers as duas primeiras imagens deste texto dão uma idéia do tamanho do problema que a indústria de notícias já enfrenta, hoje, e também a pedreira daqui pra frente. à esquerda, um gráfico do pew research center for people and the press mostra que os jornais foram superados pela internet, este ano, como fonte de informação nos EUA.

entre 2007 e 2008, as notícias dos jornais ganharam 1% de audiência, as da TV perderam 4% e a internet –como fonte de informação- ganhou 16%. os totais de audiência, somados, passam de 100% porque a resposta é de escolhas múltiplas. de seu pico, em 2002, a TV perdeu 12 pontos; do pico de 2003, o rádio perdeu 15 pontos. por outro lado, de sua base de 2001, que é quando banda começa a se tornar realmente disponível para a internet nos EUA, a audiência para notícias, na rede, saiu de 13 para 40 pontos. sinal dos tempos.

internet empata com tv entre os jovens.mas mudança ainda mais radical já é percebida na faixa etária entre 18 a 29 anos. olhe a tabela à direita: nela, a internet já empata com TV como principal fonte de informação, enquanto rádio, jornais e revistas estão muito atrás. para os mais jovens, TV perdeu 11 pontos entre 2007/8 e a internet cresceu 25 pontos. isso pode ser resultado do interesse despertado pela campanha eleitoral americana, com o time vencedor usando a rede ostensivamente e atraindo, para lá, uma grande parcela dos mais jovens… ou vice-versa: o fato dos jovens estarem na rede fez o time de obama levar boa parte da campanha para lá e, com isso, quem já vivia a campanha, na rede, acabou vendo as notícias sobre a eleição e outras por lá mesmo. e pode ser uma combinação –definitiva- dos dois fatores.

estes resultados estão em linha com dois textos recentes deste blog, um sobre o destino [quase certo] dos jornais de papel, de 2 de dezembro passado, quando falávamos de mais de 13 mil jornalistas e pessoal auxiliar demitidos nos EUA, no ano, até então. nos últimos dias de 2008, mais 2 mil perderam o emprego levando a mais de 15.500 demissões no setor, nos EUA, em um único ano. no primeiro mês de 2009, quase 1.000 jornalistas e e assistentes já foram demitidos por lá. é como se toda uma era, incluindo a dos grandes jornais, estivesse chegando ao fim, com ícones como o new york times e o chicago tribune em vias de passar, também, para a história. o outro texto era sobre o crescimento da publicidade na internet, no brasil, que vem aumentando aí pelos 45% por ano, ritmo no qual deve passar rádio em 2009, depois de já ter empatado, em 2008, com TV por assinatura. e o total do investimento em propaganda, por sinal, deve cair na soma de todos os meios à medida que a internet cresce… como diz jeff zucker, da NBC, a revolução da informação é a transformação de dólares analógicos em centavos digitais.

e no brasil, quando é que veremos coisas como o PEW está descobrindo nos EUA? sem contar com mais e melhores pesquisas sobre comportamento na internet, pra começar, precisamos de muito mais banda e universalização. outro texto publicado aqui no blog, em setembro, relatava uma pesquisa da universidade de oxford onde o brasil aparece no honroso terceiro lugar… de baixo pra cima, em uma lista de 42 países, quando o assunto é qualidade da banda larga. ainda precisamos descobrir, por aqui, que quem não tem banda larga [mesmo] não tem internet.

logo depois, precisamos fazer a tal banda chegar em todos os lugares e à vasta maioria das pessoas no país, especialmente os locais mais remotos e à gente mais necessitada. feito isso, não vai dar outra: vai rolar por aqui o que está ocorrendo no mundo inteiro e iremos todos, e de uma vez por todas, para a internet. inclusive o rádio, jornais e TV, com muito maior contribuição, colaboração e controle do que se chamava de audiência, no passado, e que hoje se torna, onde há banda para todos, uma multitude de comunidades, criativas, participativas…

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0 Responses to notícias: internet passa jornais [e vai passar TV]

  1. sergio righi disse:

    ocorre que a qualidade das notícias na Internet são muito ruins… textos mal redigidos, com erros de português e também de digitação… os assuntos geralmente são tratados de maneira muito superficial… creio que o público mais exigente ainda prefere um bom jornal impresso…

  2. sergio righi disse:

    ocorre que a qualidade das notícias na Internet são muito ruins… textos mal redigidos, com erros de português e também de digitação… os assuntos geralmente são tratados de maneira muito superficial… creio que o público mais exigente ainda prefere um bom jornal impresso…

  3. sergio righi disse:

    ocorre que a qualidade das notícias na Internet são muito ruins… textos mal redigidos, com erros de português e também de digitação… os assuntos geralmente são tratados de maneira muito superficial… creio que o público mais exigente ainda prefere um bom jornal impresso…

  4. Ricardo disse:

    O jornal impresso tem tradição, porém as pessoas estão optado por praticidade, eu mesmo prefiro mil vezes ler jornal a partir de meu celular e notebook, muito mais interessante pois quando preciso pesquisar por mais outros assuntos ali mesmo faço isso, então acaba se tornando mais agradável além de proveitoso.

  5. Ricardo disse:

    O jornal impresso tem tradição, porém as pessoas estão optado por praticidade, eu mesmo prefiro mil vezes ler jornal a partir de meu celular e notebook, muito mais interessante pois quando preciso pesquisar por mais outros assuntos ali mesmo faço isso, então acaba se tornando mais agradável além de proveitoso.

  6. Ricardo disse:

    O jornal impresso tem tradição, porém as pessoas estão optado por praticidade, eu mesmo prefiro mil vezes ler jornal a partir de meu celular e notebook, muito mais interessante pois quando preciso pesquisar por mais outros assuntos ali mesmo faço isso, então acaba se tornando mais agradável além de proveitoso.

  7. Elaine disse:

    é uma questao de tempo pra internet também oferecer a notícia mais aprofundada, meu caro.
    e a notícia do jornal impresso hoje tá toda `comprada` pelo lado B do assunto… melhor ler um fato puro e simples na net, e tirar as próprias conclusoes, que comprar as conclusoes dos outros!!!!

  8. Elaine disse:

    é uma questao de tempo pra internet também oferecer a notícia mais aprofundada, meu caro.
    e a notícia do jornal impresso hoje tá toda `comprada` pelo lado B do assunto… melhor ler um fato puro e simples na net, e tirar as próprias conclusoes, que comprar as conclusoes dos outros!!!!

  9. Elaine disse:

    é uma questao de tempo pra internet também oferecer a notícia mais aprofundada, meu caro.
    e a notícia do jornal impresso hoje tá toda `comprada` pelo lado B do assunto… melhor ler um fato puro e simples na net, e tirar as próprias conclusoes, que comprar as conclusoes dos outros!!!!

  10. zulmira disse:

    Concordo com o Sergio. Ricardo é um bobão techie.

    Não importa a forma. O que vale é conteúdo.
    Lady Zu

  11. zulmira disse:

    Concordo com o Sergio. Ricardo é um bobão techie.

    Não importa a forma. O que vale é conteúdo.
    Lady Zu

  12. zulmira disse:

    Concordo com o Sergio. Ricardo é um bobão techie.

    Não importa a forma. O que vale é conteúdo.
    Lady Zu

  13. zulmira disse:

    Eliane, força na peruca e pensa com a raiz.

  14. zulmira disse:

    Eliane, força na peruca e pensa com a raiz.

  15. zulmira disse:

    Eliane, força na peruca e pensa com a raiz.

  16. Leo disse:

    Esse Silvio Meira é só papo…só quer aparecer.. pára de ficar se achando o bom da tecnologia e se preocupa com o CESAR, que ja demitiu mais de 200 engenheiros em menos de 6 meses…

  17. Leo disse:

    Esse Silvio Meira é só papo…só quer aparecer.. pára de ficar se achando o bom da tecnologia e se preocupa com o CESAR, que ja demitiu mais de 200 engenheiros em menos de 6 meses…

  18. Leo disse:

    Esse Silvio Meira é só papo…só quer aparecer.. pára de ficar se achando o bom da tecnologia e se preocupa com o CESAR, que ja demitiu mais de 200 engenheiros em menos de 6 meses…

  19. Maicon disse:

    Verdadeiramente o destino dos meios de comunicações em pápeis irão se “atualizar”… mudarao sua forma de transmissao para via Web! Entretanto, o acesso a essa “nova era de jornais” se dará nas maos de poucos, pois atualmente não é todos que possuem condições necessárias para estarem pagando Banda Larga.. um bom exemplo é na minha cidade, custa cerca de R$ 100,00… ou seja, enquanto nao houver uma melhor distribuição e acessibilidade a “Internet Banda Larga”, é mais viável pagar uma assinatura semestral de algum jornal ou um exemplar na banca…

  20. Maicon disse:

    Verdadeiramente o destino dos meios de comunicações em pápeis irão se “atualizar”… mudarao sua forma de transmissao para via Web! Entretanto, o acesso a essa “nova era de jornais” se dará nas maos de poucos, pois atualmente não é todos que possuem condições necessárias para estarem pagando Banda Larga.. um bom exemplo é na minha cidade, custa cerca de R$ 100,00… ou seja, enquanto nao houver uma melhor distribuição e acessibilidade a “Internet Banda Larga”, é mais viável pagar uma assinatura semestral de algum jornal ou um exemplar na banca…

  21. Maicon disse:

    Verdadeiramente o destino dos meios de comunicações em pápeis irão se “atualizar”… mudarao sua forma de transmissao para via Web! Entretanto, o acesso a essa “nova era de jornais” se dará nas maos de poucos, pois atualmente não é todos que possuem condições necessárias para estarem pagando Banda Larga.. um bom exemplo é na minha cidade, custa cerca de R$ 100,00… ou seja, enquanto nao houver uma melhor distribuição e acessibilidade a “Internet Banda Larga”, é mais viável pagar uma assinatura semestral de algum jornal ou um exemplar na banca…

  22. Marcela disse:

    Mas a extinção dos jornais de papel é algo prenunciado desde que notícias passaram a ser divulgadas gratuitamente pela internet. Para que pagar para obter infomações limitadas, se na internet há uma fonte inesgotável e gratuita? Eu tenho 23 anos e essa é minha única fonte de informação. Jornais de papel nunca li nem comprei, e televisão não tenho tempo para assistir. Pra mim essa pesquisa só revelou o que já era óbvio.

  23. Marcela disse:

    Mas a extinção dos jornais de papel é algo prenunciado desde que notícias passaram a ser divulgadas gratuitamente pela internet. Para que pagar para obter infomações limitadas, se na internet há uma fonte inesgotável e gratuita? Eu tenho 23 anos e essa é minha única fonte de informação. Jornais de papel nunca li nem comprei, e televisão não tenho tempo para assistir. Pra mim essa pesquisa só revelou o que já era óbvio.

  24. Marcela disse:

    Mas a extinção dos jornais de papel é algo prenunciado desde que notícias passaram a ser divulgadas gratuitamente pela internet. Para que pagar para obter infomações limitadas, se na internet há uma fonte inesgotável e gratuita? Eu tenho 23 anos e essa é minha única fonte de informação. Jornais de papel nunca li nem comprei, e televisão não tenho tempo para assistir. Pra mim essa pesquisa só revelou o que já era óbvio.

  25. bruno disse:

    A internet traz algo que os jornais não conseguem: real time information. Imagine acompanhar as notícias de catástrofes como a de santa catarina pelo jornal, se fosse parente das vítimas? O caos na Terra. Esperar toda manhã por uma notícia nova, além de pagar pela possibilidade de vir algo de interesse. Desculpem Sergio, Zulmira e outros analógicos por aqui, ou vocês lêem muito pouco ou não sabem achar nada na internet. Possivelmente uma combinação dos dois.

  26. bruno disse:

    A internet traz algo que os jornais não conseguem: real time information. Imagine acompanhar as notícias de catástrofes como a de santa catarina pelo jornal, se fosse parente das vítimas? O caos na Terra. Esperar toda manhã por uma notícia nova, além de pagar pela possibilidade de vir algo de interesse. Desculpem Sergio, Zulmira e outros analógicos por aqui, ou vocês lêem muito pouco ou não sabem achar nada na internet. Possivelmente uma combinação dos dois.

  27. srlm disse:

    aí acima há um comentário do seguinte teor…
    ———————————————————
    Leo
    leo@gmail.com | 200.214.187.2

    Esse Silvio Meira é só papo…só quer aparecer.. pára de ficar se achando o bom da tecnologia e se preocupa com o CESAR, que ja demitiu mais de 200 engenheiros em menos de 6 meses…

    De notícias: internet passa jornais [e vai passar TV], 28/01/2009, 9:28
    ——————————————————–

    [leitores, disclosure: ao contrario de muitos, leo sabe que eu sou fundador e cientista chefe do c.e.s.a.r, um instituto de inovacao em e com tecnologias da informação e comunicacao em recife, http://www.cesar.org.br]

    leo, tudo bem? este meu reply é só pra lhe dizer que o c.e.s.a.r tinha, em junho de 2008, 550 pessoas… e tem, hoje, 550 pessoas. nos últimos OITO meses, nosso head count esta absolutamente estavel.

    NOVENTA pessoas sairam do c.e.s.a.r neste periodo e outras NOVENTA foram contratadas. isso e absolutamente normal no setor de TICS. no momento, temos VINTE vagas para engenheiros de software.

    se voce esta no c.e.s.a.r e a performance de seu trabalho e BOA, nao ha nenhuma razao pra se preocupar; se voce NAO ESTA, pode se candidatar: entre em http://www.cesar.org.br e procure o banco de curriculos. temos SETE MIL E QUINHENTOS curriculos ativos, la, no momento.

    se voce SAIU do c.e.s.a.r por performance ou porque as oportunidades do momento nao casavam com suas competencias, de uma olhada em http://www.cesar.edu.br, nossa pos-graduacao PROFISSIONAL em engenharia de software. o mercado precisa MUITO de BONS engenheiros e, para eles, em qualquer futuro proximo, vai sempre haver um lugar, no c.e.s.a.r ou em alguma das outras DEZ MIL instituicoes e empresas de TICs no brasil… alem das centenas de milhares de empresas que empregam gente de TICs no país.

    de resto, grato pela oportunidade criada, por voce, para que eu pudesse falar sobre este assunto aqui. inté.

    silvio meira

  28. srlm disse:

    aí acima há um comentário do seguinte teor…
    ———————————————————
    Leo
    leo@gmail.com | 200.214.187.2

    Esse Silvio Meira é só papo…só quer aparecer.. pára de ficar se achando o bom da tecnologia e se preocupa com o CESAR, que ja demitiu mais de 200 engenheiros em menos de 6 meses…

    De notícias: internet passa jornais [e vai passar TV], 28/01/2009, 9:28
    ——————————————————–

    [leitores, disclosure: ao contrario de muitos, leo sabe que eu sou fundador e cientista chefe do c.e.s.a.r, um instituto de inovacao em e com tecnologias da informação e comunicacao em recife, http://www.cesar.org.br]

    leo, tudo bem? este meu reply é só pra lhe dizer que o c.e.s.a.r tinha, em junho de 2008, 550 pessoas… e tem, hoje, 550 pessoas. nos últimos OITO meses, nosso head count esta absolutamente estavel.

    NOVENTA pessoas sairam do c.e.s.a.r neste periodo e outras NOVENTA foram contratadas. isso e absolutamente normal no setor de TICS. no momento, temos VINTE vagas para engenheiros de software.

    se voce esta no c.e.s.a.r e a performance de seu trabalho e BOA, nao ha nenhuma razao pra se preocupar; se voce NAO ESTA, pode se candidatar: entre em http://www.cesar.org.br e procure o banco de curriculos. temos SETE MIL E QUINHENTOS curriculos ativos, la, no momento.

    se voce SAIU do c.e.s.a.r por performance ou porque as oportunidades do momento nao casavam com suas competencias, de uma olhada em http://www.cesar.edu.br, nossa pos-graduacao PROFISSIONAL em engenharia de software. o mercado precisa MUITO de BONS engenheiros e, para eles, em qualquer futuro proximo, vai sempre haver um lugar, no c.e.s.a.r ou em alguma das outras DEZ MIL instituicoes e empresas de TICs no brasil… alem das centenas de milhares de empresas que empregam gente de TICs no país.

    de resto, grato pela oportunidade criada, por voce, para que eu pudesse falar sobre este assunto aqui. inté.

    silvio meira

  29. srlm disse:

    aí acima há um comentário do seguinte teor…
    ———————————————————
    Leo
    leo@gmail.com | 200.214.187.2

    Esse Silvio Meira é só papo…só quer aparecer.. pára de ficar se achando o bom da tecnologia e se preocupa com o CESAR, que ja demitiu mais de 200 engenheiros em menos de 6 meses…

    De notícias: internet passa jornais [e vai passar TV], 28/01/2009, 9:28
    ——————————————————–

    [leitores, disclosure: ao contrario de muitos, leo sabe que eu sou fundador e cientista chefe do c.e.s.a.r, um instituto de inovacao em e com tecnologias da informação e comunicacao em recife, http://www.cesar.org.br]

    leo, tudo bem? este meu reply é só pra lhe dizer que o c.e.s.a.r tinha, em junho de 2008, 550 pessoas… e tem, hoje, 550 pessoas. nos últimos OITO meses, nosso head count esta absolutamente estavel.

    NOVENTA pessoas sairam do c.e.s.a.r neste periodo e outras NOVENTA foram contratadas. isso e absolutamente normal no setor de TICS. no momento, temos VINTE vagas para engenheiros de software.

    se voce esta no c.e.s.a.r e a performance de seu trabalho e BOA, nao ha nenhuma razao pra se preocupar; se voce NAO ESTA, pode se candidatar: entre em http://www.cesar.org.br e procure o banco de curriculos. temos SETE MIL E QUINHENTOS curriculos ativos, la, no momento.

    se voce SAIU do c.e.s.a.r por performance ou porque as oportunidades do momento nao casavam com suas competencias, de uma olhada em http://www.cesar.edu.br, nossa pos-graduacao PROFISSIONAL em engenharia de software. o mercado precisa MUITO de BONS engenheiros e, para eles, em qualquer futuro proximo, vai sempre haver um lugar, no c.e.s.a.r ou em alguma das outras DEZ MIL instituicoes e empresas de TICs no brasil… alem das centenas de milhares de empresas que empregam gente de TICs no país.

    de resto, grato pela oportunidade criada, por voce, para que eu pudesse falar sobre este assunto aqui. inté.

    silvio meira

  30. Felipe Pugliesi disse:

    O cruzamento das curvas – ascendente da internet e descendente do jornal impresso – está acontecendo com antecedência de pouco mais de dois anos, considerando o que indicavam estudos do próprio Pew Research, que até o ano passado fazia projeções apontando 2011, como data provável para esta interseção.
    Essa realidade americana agora vai aprofundar por lá um fenômeno preconizado Kevin Keller, especialista em gestão estratégica de marcas, com doutorado em marketing pela Duke university, e autor de vários livros sobre o assunto, traduzidos para o português pela Pearson.
    Keller acha essencial que as empresas anunciantes aprendam a construir marcas investindo de forma inteligente e criativa na internet. Em um de seus livros, “Gestão Estratégica de Marcas”, cuja tradução para o português teve a participação de Marcos Machado, professor de marketing estratégico dos curos de MBA da ESPM, ele cita diversas campanhas que souberam usar a internet para ampliar o impacto da comunicação.
    Mas ainda falta o Pew realizar um estudo sociológico sobre as curvas de receitas publicitárias da internet, do jornal e da TV. Estas curvas terão um cruzamento um pouco mais tardio, visto que a inversão representa também uma mudança cultural. Basta ler acima alguns comentaristas do blog para perceber do que estou falando. Talvez, os filhos e os netos da geração Y não precisem do “átomo” impresso em papel. Eles terão acesso aos bits de informação por aparelhos eletrônicos portáteis ligados a redes globalizadas de informação. Então, construir marcas será um desafio ainda maior.
    É por isso que Keller fala em segmentação e customização como chaves para entender e trabalhar nessa nova diversidade de consumidores que estão surgindo ao lado da globalização e da convergência eletrônica.

  31. Felipe Pugliesi disse:

    O cruzamento das curvas – ascendente da internet e descendente do jornal impresso – está acontecendo com antecedência de pouco mais de dois anos, considerando o que indicavam estudos do próprio Pew Research, que até o ano passado fazia projeções apontando 2011, como data provável para esta interseção.
    Essa realidade americana agora vai aprofundar por lá um fenômeno preconizado Kevin Keller, especialista em gestão estratégica de marcas, com doutorado em marketing pela Duke university, e autor de vários livros sobre o assunto, traduzidos para o português pela Pearson.
    Keller acha essencial que as empresas anunciantes aprendam a construir marcas investindo de forma inteligente e criativa na internet. Em um de seus livros, “Gestão Estratégica de Marcas”, cuja tradução para o português teve a participação de Marcos Machado, professor de marketing estratégico dos curos de MBA da ESPM, ele cita diversas campanhas que souberam usar a internet para ampliar o impacto da comunicação.
    Mas ainda falta o Pew realizar um estudo sociológico sobre as curvas de receitas publicitárias da internet, do jornal e da TV. Estas curvas terão um cruzamento um pouco mais tardio, visto que a inversão representa também uma mudança cultural. Basta ler acima alguns comentaristas do blog para perceber do que estou falando. Talvez, os filhos e os netos da geração Y não precisem do “átomo” impresso em papel. Eles terão acesso aos bits de informação por aparelhos eletrônicos portáteis ligados a redes globalizadas de informação. Então, construir marcas será um desafio ainda maior.
    É por isso que Keller fala em segmentação e customização como chaves para entender e trabalhar nessa nova diversidade de consumidores que estão surgindo ao lado da globalização e da convergência eletrônica.

  32. Felipe Pugliesi disse:

    O cruzamento das curvas – ascendente da internet e descendente do jornal impresso – está acontecendo com antecedência de pouco mais de dois anos, considerando o que indicavam estudos do próprio Pew Research, que até o ano passado fazia projeções apontando 2011, como data provável para esta interseção.
    Essa realidade americana agora vai aprofundar por lá um fenômeno preconizado Kevin Keller, especialista em gestão estratégica de marcas, com doutorado em marketing pela Duke university, e autor de vários livros sobre o assunto, traduzidos para o português pela Pearson.
    Keller acha essencial que as empresas anunciantes aprendam a construir marcas investindo de forma inteligente e criativa na internet. Em um de seus livros, “Gestão Estratégica de Marcas”, cuja tradução para o português teve a participação de Marcos Machado, professor de marketing estratégico dos curos de MBA da ESPM, ele cita diversas campanhas que souberam usar a internet para ampliar o impacto da comunicação.
    Mas ainda falta o Pew realizar um estudo sociológico sobre as curvas de receitas publicitárias da internet, do jornal e da TV. Estas curvas terão um cruzamento um pouco mais tardio, visto que a inversão representa também uma mudança cultural. Basta ler acima alguns comentaristas do blog para perceber do que estou falando. Talvez, os filhos e os netos da geração Y não precisem do “átomo” impresso em papel. Eles terão acesso aos bits de informação por aparelhos eletrônicos portáteis ligados a redes globalizadas de informação. Então, construir marcas será um desafio ainda maior.
    É por isso que Keller fala em segmentação e customização como chaves para entender e trabalhar nessa nova diversidade de consumidores que estão surgindo ao lado da globalização e da convergência eletrônica.

  33. Arruda disse:

    Silvio Meira,

    sua resposta ao leitor Léo foi um ato falho. Você provou que é um líder inseguro e ameaçou o cara de despedida achando que ele trabalha nesse tal de César. Além de ser um metido, você deu uma de imperador John Neschling, sabe, aquele maestro bundão e autoritário. VIVA O LÉO!

  34. Arruda disse:

    Silvio Meira,

    sua resposta ao leitor Léo foi um ato falho. Você provou que é um líder inseguro e ameaçou o cara de despedida achando que ele trabalha nesse tal de César. Além de ser um metido, você deu uma de imperador John Neschling, sabe, aquele maestro bundão e autoritário. VIVA O LÉO!

  35. Arruda disse:

    Silvio Meira,

    sua resposta ao leitor Léo foi um ato falho. Você provou que é um líder inseguro e ameaçou o cara de despedida achando que ele trabalha nesse tal de César. Além de ser um metido, você deu uma de imperador John Neschling, sabe, aquele maestro bundão e autoritário. VIVA O LÉO!

  36. Tia Zulmira disse:

    Meninos, sem brigas.

    Para o nosso querido Silvio Meira, contemporâneo do Mc Luhan, o meio ainda é a mensagem. Gente, a mensagem é que é o meio.

    Lady Zu

  37. Tia Zulmira disse:

    Meninos, sem brigas.

    Para o nosso querido Silvio Meira, contemporâneo do Mc Luhan, o meio ainda é a mensagem. Gente, a mensagem é que é o meio.

    Lady Zu

  38. Tia Zulmira disse:

    Meninos, sem brigas.

    Para o nosso querido Silvio Meira, contemporâneo do Mc Luhan, o meio ainda é a mensagem. Gente, a mensagem é que é o meio.

    Lady Zu

  39. Fabio Pompeu disse:

    É inexorável a tendência. Importante também notar que a informação cada vez tem mais importância e é mais necessária. Na medida em que os empregos diminuem, a possibilidade de produzir informação sem necessidade de investimentos monstruosos cresce, e há oportunidades para muita gente. Oportunidade! Vagas, não. Viva a livre iniciativa!

  40. Fabio Pompeu disse:

    É inexorável a tendência. Importante também notar que a informação cada vez tem mais importância e é mais necessária. Na medida em que os empregos diminuem, a possibilidade de produzir informação sem necessidade de investimentos monstruosos cresce, e há oportunidades para muita gente. Oportunidade! Vagas, não. Viva a livre iniciativa!

  41. Fabio Pompeu disse:

    É inexorável a tendência. Importante também notar que a informação cada vez tem mais importância e é mais necessária. Na medida em que os empregos diminuem, a possibilidade de produzir informação sem necessidade de investimentos monstruosos cresce, e há oportunidades para muita gente. Oportunidade! Vagas, não. Viva a livre iniciativa!

  42. Julio Verdi disse:

    Talves ocorra com a notícia impressa o mesmo que ocorreu com a música paga. A diferença é que a música baixada pela internet é a mesma produzida pelo artista. Qto ao textos, podem ser manipuláveis, tendo se teor alterado do que fora criado originalmente pelo jornalista. A questão toda é: será que as próximas gerações vão se preocupar muito com teor de textos?

    A Saída seria mesmo os grandes veículos de informações manterem seus sites gratuitos, patrocinados por publicidade. Isso garante a fidelidade das notícias reais.

  43. Julio Verdi disse:

    Talves ocorra com a notícia impressa o mesmo que ocorreu com a música paga. A diferença é que a música baixada pela internet é a mesma produzida pelo artista. Qto ao textos, podem ser manipuláveis, tendo se teor alterado do que fora criado originalmente pelo jornalista. A questão toda é: será que as próximas gerações vão se preocupar muito com teor de textos?

    A Saída seria mesmo os grandes veículos de informações manterem seus sites gratuitos, patrocinados por publicidade. Isso garante a fidelidade das notícias reais.

  44. Julio Verdi disse:

    Talves ocorra com a notícia impressa o mesmo que ocorreu com a música paga. A diferença é que a música baixada pela internet é a mesma produzida pelo artista. Qto ao textos, podem ser manipuláveis, tendo se teor alterado do que fora criado originalmente pelo jornalista. A questão toda é: será que as próximas gerações vão se preocupar muito com teor de textos?

    A Saída seria mesmo os grandes veículos de informações manterem seus sites gratuitos, patrocinados por publicidade. Isso garante a fidelidade das notícias reais.

  45. Isto é uma mudança que venho sentindo há algum, a propaganda feita na internet é mais eficiente e tem mais amplitude que em Jornal.

  46. Isto é uma mudança que venho sentindo há algum, a propaganda feita na internet é mais eficiente e tem mais amplitude que em Jornal.

  47. Isto é uma mudança que venho sentindo há algum, a propaganda feita na internet é mais eficiente e tem mais amplitude que em Jornal.

  48. Clarissa Siqueira disse:

    Ainda existem pessoas que não conseguem ler textos mais rebruscados e profundos na tela do computador…
    Por isso o jornal impresso nunca vai acabar porque sempre haverá aqueles que desejam ler as notícias de maneira mais aprofundada, com análises críticas sobre o futuro dos fatos.
    Mas o problema que existe hoje não está no crescimento da comunicação na web, mas na posição dos jornalistas. Se todos tiverem a iniciativa de de interagir com os novos meios e “abrir as mentes” para as novidades não haveria tanta crise nas redações. Jornalista é um ‘bicho’ teimoso e não aceita mudanças muito fácil não… acaba quebrando a cara.

  49. Clarissa Siqueira disse:

    Ainda existem pessoas que não conseguem ler textos mais rebruscados e profundos na tela do computador…
    Por isso o jornal impresso nunca vai acabar porque sempre haverá aqueles que desejam ler as notícias de maneira mais aprofundada, com análises críticas sobre o futuro dos fatos.
    Mas o problema que existe hoje não está no crescimento da comunicação na web, mas na posição dos jornalistas. Se todos tiverem a iniciativa de de interagir com os novos meios e “abrir as mentes” para as novidades não haveria tanta crise nas redações. Jornalista é um ‘bicho’ teimoso e não aceita mudanças muito fácil não… acaba quebrando a cara.

  50. Clarissa Siqueira disse:

    Ainda existem pessoas que não conseguem ler textos mais rebruscados e profundos na tela do computador…
    Por isso o jornal impresso nunca vai acabar porque sempre haverá aqueles que desejam ler as notícias de maneira mais aprofundada, com análises críticas sobre o futuro dos fatos.
    Mas o problema que existe hoje não está no crescimento da comunicação na web, mas na posição dos jornalistas. Se todos tiverem a iniciativa de de interagir com os novos meios e “abrir as mentes” para as novidades não haveria tanta crise nas redações. Jornalista é um ‘bicho’ teimoso e não aceita mudanças muito fácil não… acaba quebrando a cara.

  51. strdhs disse:

    vai voces todos para a merda !! que pohhha !!!!

  52. strdhs disse:

    vai voces todos para a merda !! que pohhha !!!!

  53. Honda accord disse:

    A internet traz algo que os jornais não conseguem: real time information. Imagine acompanhar as notícias de catástrofes como a de santa catarina pelo jornal, se fosse parente das vítimas? O caos na Terra. Esperar toda manhã por uma notícia nova, além de pagar pela possibilidade de vir algo de interesse. Desculpem Sergio, Zulmira e outros analógicos por aqui, ou vocês lêem muito pouco ou não sabem achar nada na internet. Possivelmente uma combinação dos dois.

  54. Honda accord disse:

    A internet traz algo que os jornais não conseguem: real time information. Imagine acompanhar as notícias de catástrofes como a de santa catarina pelo jornal, se fosse parente das vítimas? O caos na Terra. Esperar toda manhã por uma notícia nova, além de pagar pela possibilidade de vir algo de interesse. Desculpem Sergio, Zulmira e outros analógicos por aqui, ou vocês lêem muito pouco ou não sabem achar nada na internet. Possivelmente uma combinação dos dois.

  55. Honda accord disse:

    A internet traz algo que os jornais não conseguem: real time information. Imagine acompanhar as notícias de catástrofes como a de santa catarina pelo jornal, se fosse parente das vítimas? O caos na Terra. Esperar toda manhã por uma notícia nova, além de pagar pela possibilidade de vir algo de interesse. Desculpem Sergio, Zulmira e outros analógicos por aqui, ou vocês lêem muito pouco ou não sabem achar nada na internet. Possivelmente uma combinação dos dois.