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Escrito por • 15/12/2011

o ótimo, inimigo mortal do bom [e da sobrevivência]

uma coisa que se aprende empreendendo é que empreender e aprender não são atividades separadas. o processo de empreender qualquer coisa é, em si, um grande aprendizado. lá no CESAR, se costuma nomear o processo de apreendimento, ao invés de empreendimento, para deixar claro que um novo negócio, produto, processo ou serviço é sempre uma grande escola.

e há coisas simples a aprender, ou lembrar, já que tantos aprenderam em outras histórias que se tornaram lugar comum. como "o ótimo é inimigo do bom"… versão brasileira do inglês "first and good beats last and great". e aí você pergunta: como é que o canadense thoora [descoberta e curadoria inteligente de conteúdo], com um investimento semente de US$4.17M, não sabia disso? passou 2 anos em beta fechado, abriu há tres meses e fecha hoje. e a "explicação" é que "no processo de desenvolvimento da solução, tanta coisa nova apareceu na web que tivemos que incluir no projeto"…

qual o papel dos investidores? é provável que tenham aprendido muito com thoora nas últimas semanas. talvez tenha até valido os 8 milhões de reais que podem ter perdido no processo. estivesse lá, eu estaria me perguntando se estava perto o suficiente, se perguntei o que tinha que ser perguntado, se entendi as respostas para fazer novas perguntas, se cheguei a entender qual era o desafio que thoora enfrentava e o que era que a competição iria fazer e em que tempo, se fiz as conexões que deveria ter feito… e se as pessoas que estavam à frente do projeto, que deram tudo para que ele desse certo, eram os empreendedores apropriados para aquele apreendimento… se já tinham apreendido que o ótimo é inimigo mortal do bom. porque investir também é apreender… muito rapidamente e de forma serial.

Relógio

em dezembro de 2011 e janeiro de 2012, o blog publica [ao contrário da norma, aqui] bits: textos pequenos, bem mais frequentes, sobre nossa [mundana] vida digital. ao invés dos raciocínios estruturados e interligados de costume, vamos nos ater a TRÊS parágrafos, no máximo. boa leitura.

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22 Responses to o ótimo, inimigo mortal do bom [e da sobrevivência]

  1. Breno disse:

    Bom texto! Gostei MUITO do seu formato rápido de três parágrafos!

  2. Breno disse:

    Bom texto! Gostei MUITO do seu formato rápido de três parágrafos!

  3. Anderson Lamas disse:

    Olá Silvio! Gosto dos seus textos e inclusive já vi uma palestra sua na Unb e gostei muito.
    Me deixa só perguntar uma coisa, que provavelmente já devem ter te questionado: porque você não usa letras maiusculas no ínicio do texto? Acho que a leitura fica um pouco cansativa.
    Desculpe-me bancar o chato, mas é que a tempos queria perguntar.. 🙂

  4. Anderson Lamas disse:

    Olá Silvio! Gosto dos seus textos e inclusive já vi uma palestra sua na Unb e gostei muito.
    Me deixa só perguntar uma coisa, que provavelmente já devem ter te questionado: porque você não usa letras maiusculas no ínicio do texto? Acho que a leitura fica um pouco cansativa.
    Desculpe-me bancar o chato, mas é que a tempos queria perguntar.. 🙂

  5. Guilhermw disse:

    Gostei do sistema de três parágrafos, e o conteúdo é excelente!

    Porém o Sr. poderia parar de assassinar a língua portuguesa e utilizar as maiúsculas no lugar devido!

  6. Guilhermw disse:

    Gostei do sistema de três parágrafos, e o conteúdo é excelente!

    Porém o Sr. poderia parar de assassinar a língua portuguesa e utilizar as maiúsculas no lugar devido!

  7. Roysson disse:

    Algumas coisas são inegociavelmente imutáveis, são pilares, pois, caso contrário, a anarquia do relativismo prejudica todo o resto. Não pense que não li o seu texo e que não tirei conclusões positivas, mas não dá para deixar de observar duas coisas: Contrariar a Língua Portuguesa e o fato de permanecer no erro, como uma espécie de rebeldia ou marca registrada, que não gera nenhum fruto positivo.

    Se o básico não é respeitado, como ser levado em consideração nas questões mais profundas? O pior de tudo é ser relutante, passando a ideia de descaso não só com a Língua, mas com tantos leitores que se expressam em defesa do Português e que lhe prestigiam.

  8. Roysson disse:

    Algumas coisas são inegociavelmente imutáveis, são pilares, pois, caso contrário, a anarquia do relativismo prejudica todo o resto. Não pense que não li o seu texo e que não tirei conclusões positivas, mas não dá para deixar de observar duas coisas: Contrariar a Língua Portuguesa e o fato de permanecer no erro, como uma espécie de rebeldia ou marca registrada, que não gera nenhum fruto positivo.

    Se o básico não é respeitado, como ser levado em consideração nas questões mais profundas? O pior de tudo é ser relutante, passando a ideia de descaso não só com a Língua, mas com tantos leitores que se expressam em defesa do Português e que lhe prestigiam.

  9. Roner disse:

    ola, irei aqui escrever em defesa e nao defesa, e pra quem importar ou nao, vamos la, o conteudo doque trata-se este micro blog é exatamente a questo do otimo, engraçado que realmente o texto do ponto de vista linguistico esta longe do bom, quem dirá do …? na america tem-se uma politica de que se passou a ser usual vira regra, nao que devemos criar novas regras o tempo todo, mas o imperialismo de manter as regras a custo de nem prestar a atençao ao conteudo, confesso que me deixa estupefato.
    Ao sr. Roysson (<— viu o teu nome esta em maiúsculo, e em repeito tentarei escrever todo este paragrafo baseado em regras mais importantes que o próprio conteúdo do blog em si), a questão mais importante não é nem de longe a mais interessante ao ver não só do sr. Roysson, mas de outros aqui nos comentários mesmo, acredito que ótimo tem haver com rapidez, praticidade, fluidez e do ponto de vista inteligível, entendível.
    a todos um bom fds(<–alguem ñ entdeu o “FDS”?)

  10. Roner disse:

    ola, irei aqui escrever em defesa e nao defesa, e pra quem importar ou nao, vamos la, o conteudo doque trata-se este micro blog é exatamente a questo do otimo, engraçado que realmente o texto do ponto de vista linguistico esta longe do bom, quem dirá do …? na america tem-se uma politica de que se passou a ser usual vira regra, nao que devemos criar novas regras o tempo todo, mas o imperialismo de manter as regras a custo de nem prestar a atençao ao conteudo, confesso que me deixa estupefato.
    Ao sr. Roysson (<— viu o teu nome esta em maiúsculo, e em repeito tentarei escrever todo este paragrafo baseado em regras mais importantes que o próprio conteúdo do blog em si), a questão mais importante não é nem de longe a mais interessante ao ver não só do sr. Roysson, mas de outros aqui nos comentários mesmo, acredito que ótimo tem haver com rapidez, praticidade, fluidez e do ponto de vista inteligível, entendível.
    a todos um bom fds(<–alguem ñ entdeu o “FDS”?)

  11. Roner disse:

    ola, irei aqui escrever em defesa e nao defesa, e pra quem importar ou nao, vamos la, o conteudo doque trata-se este micro blog é exatamente a questo do otimo, engraçado que realmente o texto do ponto de vista linguistico esta longe do bom, quem dirá do …? na america tem-se uma politica de que se passou a ser usual vira regra, nao que devemos criar novas regras o tempo todo, mas o imperialismo de manter as regras a custo de nem prestar a atençao ao conteudo, confesso que me deixa estupefato .
    Ao sr. Roysson (<— viu o teu nome esta em maiúsculo, e em repeito tentarei escrever todo este paragrafo baseado em regras mais importantes que o próprio conteúdo do blog em si), a questão mais importante não é nem de longe a mais interessante ao ver não só do sr. Roysson, mas de outros aqui nos comentários mesmo, acredito que ótimo tem haver com rapidez, praticidade, fluidez e do ponto de vista inteligível, entendível.
    a todos um bom fds(<–alguem ñ entdeu o “FDS”?)

  12. Roner disse:

    ola, irei aqui escrever em defesa e nao defesa, e pra quem importar ou nao, vamos la, o conteudo doque trata-se este micro blog é exatamente a questo do otimo, engraçado que realmente o texto do ponto de vista linguistico esta longe do bom, quem dirá do …? na america tem-se uma politica de que se passou a ser usual vira regra, nao que devemos criar novas regras o tempo todo, mas o imperialismo de manter as regras a custo de nem prestar a atençao ao conteudo, confesso que me deixa estupefato .
    Ao sr. Roysson (<— viu o teu nome esta em maiúsculo, e em repeito tentarei escrever todo este paragrafo baseado em regras mais importantes que o próprio conteúdo do blog em si), a questão mais importante não é nem de longe a mais interessante ao ver não só do sr. Roysson, mas de outros aqui nos comentários mesmo, acredito que ótimo tem haver com rapidez, praticidade, fluidez e do ponto de vista inteligível, entendível.
    a todos um bom fds(<–alguem ñ entdeu o “FDS”?)

  13. Jairo Rothsch All disse:

    Todo brasileiro que preza o bem escrever e falar dentro das regras linguisticas e gramaticais do português nacional, se irrita com tentativas de imposição do erro.
    No RJ, por exemplo, falam com “X” onde não há, e ainda colocam i, sem existir na gramatica. É cultura regional, dizem.
    Não; é falta de escola. Ex.:
    “Nóixx naiscemos no Riio”, tentando dizer: Nós nascemos no Rio.
    No nordeste alagoano: “Assim é milhó”. Diga-se: Assim é melhor.
    Falhas linguisticas cometidas por advogados, professores universitários (no nordeste, é claro), o que torna nossa lingua uma babel de erros, não podem ser contemplacas como cultura regional, e sim, falta de modelo e ensino do correto bem escrever e bem falar.
    Os bandidos no Rio, dando tiros a esmo, produziu na cabeça da molecada que vive a noite, nas boates e festas funk, que correm o risco de levar uma balada para curtir a noite, nominando tais festas de : “balada”, em sua ignorante falta de conhecimento gramatical, trouxeram ao seu vocabulário, um termo esdrúxulo: balada.

    Então, um desses metidos a donos da sapiencia linguística nacional, editam um dicionário, ja reconhecendo o termo balada (prova decadente).
    Em detrimento de toda uma história gramatical consagrada, passam a deturpar nosso escrever e falar culto, pinsando termos e conhecimento, de meios anti-culturais: os inferninhos, as bocas, onde se cultua a ignorância e falta de aprimoramento do bem falar.

    Por favor, povo brasileiro, vamos nos anivelar por cima, e não por baixo ou pelo meio.
    AFINAL, ÓTIMO, É PRIMEIRO, OBJETIVO QUE TODOS DEVEM BUSCAR.
    Bom, e mais-ou-menos, não vão classificar ninguém no concurso da vida, além das vagas, para os bons, e mais-ou-menos.
    Meu objetivo de vida sempre foi e será, ser ótimo, sonhando com a excelência, em tudo.
    Sou brasileiro, e amo a Lingua Nacional de Origem Portuguesa. Se posso enaltecer os valores gramaticais de nossa lingua escrita e do bem falar, espero o mesmo de meus irmãos de País Brasil.
    Ao ilustre que não respeita as regras de nossa lingua, convido a crescer em entendimento, bom senso, e parar de querer chamar a atenção para a burrice que tanto o desilustra, como alguma referência
    de saber nacional.
    Perdoem-me todos, mas tenho dito.

  14. Jairo Rothsch All disse:

    Todo brasileiro que preza o bem escrever e falar dentro das regras linguisticas e gramaticais do português nacional, se irrita com tentativas de imposição do erro.
    No RJ, por exemplo, falam com “X” onde não há, e ainda colocam i, sem existir na gramatica. É cultura regional, dizem.
    Não; é falta de escola. Ex.:
    “Nóixx naiscemos no Riio”, tentando dizer: Nós nascemos no Rio.
    No nordeste alagoano: “Assim é milhó”. Diga-se: Assim é melhor.
    Falhas linguisticas cometidas por advogados, professores universitários (no nordeste, é claro), o que torna nossa lingua uma babel de erros, não podem ser contemplacas como cultura regional, e sim, falta de modelo e ensino do correto bem escrever e bem falar.
    Os bandidos no Rio, dando tiros a esmo, produziu na cabeça da molecada que vive a noite, nas boates e festas funk, que correm o risco de levar uma balada para curtir a noite, nominando tais festas de : “balada”, em sua ignorante falta de conhecimento gramatical, trouxeram ao seu vocabulário, um termo esdrúxulo: balada.

    Então, um desses metidos a donos da sapiencia linguística nacional, editam um dicionário, ja reconhecendo o termo balada (prova decadente).
    Em detrimento de toda uma história gramatical consagrada, passam a deturpar nosso escrever e falar culto, pinsando termos e conhecimento, de meios anti-culturais: os inferninhos, as bocas, onde se cultua a ignorância e falta de aprimoramento do bem falar.

    Por favor, povo brasileiro, vamos nos anivelar por cima, e não por baixo ou pelo meio.
    AFINAL, ÓTIMO, É PRIMEIRO, OBJETIVO QUE TODOS DEVEM BUSCAR.
    Bom, e mais-ou-menos, não vão classificar ninguém no concurso da vida, além das vagas, para os bons, e mais-ou-menos.
    Meu objetivo de vida sempre foi e será, ser ótimo, sonhando com a excelência, em tudo.
    Sou brasileiro, e amo a Lingua Nacional de Origem Portuguesa. Se posso enaltecer os valores gramaticais de nossa lingua escrita e do bem falar, espero o mesmo de meus irmãos de País Brasil.
    Ao ilustre que não respeita as regras de nossa lingua, convido a crescer em entendimento, bom senso, e parar de querer chamar a atenção para a burrice que tanto o desilustra, como alguma referência
    de saber nacional.
    Perdoem-me todos, mas tenho dito.

  15. Romano disse:

    “A Cautionary CES Tale: What Tablet Makers Can Learn From Sins Past”
    January 6, 2012 3:41 pm
    By Mike Isaac

    http://www.wired.com/gadgetlab/2012/01/ces-tablets-redemption/

  16. Romano disse:

    “A Cautionary CES Tale: What Tablet Makers Can Learn From Sins Past”
    January 6, 2012 3:41 pm
    By Mike Isaac

    http://www.wired.com/gadgetlab/2012/01/ces-tablets-redemption/

  17. Andressa disse:

    kkkk…ótimo artigo. Muito bem escrito!

  18. Andressa disse:

    kkkk…ótimo artigo. Muito bem escrito!

  19. daisy aguinaga disse:

    fantástica entrevista ao Roberto D’Ávila, no Domingo 21/01. Lição para gestores do ensino fundamental no Brasil e para os professores. De quê adianta abrir mais escolas se as mentes estão fechadas?

  20. daisy aguinaga disse:

    fantástica entrevista ao Roberto D’Ávila, no Domingo 21/01. Lição para gestores do ensino fundamental no Brasil e para os professores. De quê adianta abrir mais escolas se as mentes estão fechadas?