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Escrito por • 13/05/2009

pirataria [digital] chega à literatura [de uma vez por todas]

que o suporte físico para áudio e vídeo está com os dias contados, não é novidade pra ninguém. a mudança do suporte físico [analógico] para o virtual [em rede, digital] desestruturou uma indústria secular, que havia começado com o gramophone da vovó. em alguns anos, a velha indústria de áudio e vida será só história, nada mais.

a pergunta que temos que fazer, agora, é: será que chegou a vez da mesma transição na literatura? até agora, o suporte físico clássico dos livros, o papel, vinha resistindo bravamente. livros tem um tempo de vida longo, as pessoas carregam de um para outro lugar, leêm na cama, no avião e nas praças, emprestam, armazenam em biblotecas, trocam, vendem pros sebos, enfim, existe uma longa história de uso pessoal e social do livro.os jornais e as revistas, bem… os jornais estão passando desta para a melhor. apanham até do twitter: twitter.com tinha 19,4 milhões de usuários no final de abril, nytimes.com tinha 15,5M e wsj.com estava ali pelos 12,2M. os jornais que não viraram portais parece que, também, já viraram história.

 

mas agora pense, no caso dos livros: e o sony reader? e o amazon kindle dx [imagem acima], que vem com qualidade “jornal”, tela de quase 10 polegadas, bateria para dias de leitura sem recarga e memória para carregar 3.500 textos, ou quase todos os livros que você leria na vida?…  já existem 275.000 livros disponíveis para o kindle, e o número cresce todo dia.

e isso não vai ficar por aí: o kindle ainda é P&B, meros 16 níveis de cinza, mas a philips está para lançar –em escala industrial- um “papel eletrônico” colorido [imagem ao lado] que vai, de novo e muito em breve, mudar as regras do jogo. o e-paper da companhia holandesa tem um brilho três vezes maior do que os atuais monitores de LCD e pode representar, também, o apagar das luzes desta tecnologia, ainda mais porque seu consumo de energia é muito menor.

como se não bastasse, o que dizer dos serviços online de compartilhamento de documentos, como slideshare.net, wattpad.com e scribd.com? cada um destes é uma plataforma de gestão de ciclo de vida de informação digital –conteúdo- que começa a ter um efeito cada vez mais global na disseminação de literatura digital, não necessariamente obedecendo os termos do copyright impresso [ou codificado] no material, digamos, original.

aí, então, você pode achar, na rede, o “livro proibido” de roberto carlos, a biografia do rei, muito bem pesquisada e escrita por paulo césar de araújo, que foi confiscada das livrarias por ordem judicial. no scribd.com, ela está neste link. quando tirarem de lá, vai estar noutro. só no scribd.com, há dezenas de links com a biografia “proibida”.

o caso da biografia do rei acentua um duplo problema: primeiro, o “livro” está na rede, compartilhado [pirateado?] muito provavelmente sem licença do autor e da editora; depois, descumpre-se uma decisão judicial que retirou a obra de circulação. os leitores agradecem, pois se trata uma obra de primeira, que consegui comprar antes da proibição, mas todo o resto do sistema de suporte literário, inclusive o aparato legal atual, vai pro espaço.

 

passado o calor da discussão sobre digitalização, rede, áudio e vídeo, é bem possível que o kindle dx, o e-paper colorido, flexível, de alta resolução e brilho, e os serviços de compartilhamento de “livros” e documentos sejam o começo do fim do que conhecemos como a indústria do livro.

e eu tô me inscrevendo na fila pra comprar uma coisa do tipo “kindle” colorido, de alta resolução, em rede, assim que for lançado no brasil. tomara que seja logo. minha coluna, cansada de carregar livros de papel por aí, vai agradecer. muito.

 

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0 Responses to pirataria [digital] chega à literatura [de uma vez por todas]

  1. Dyego Henrique Mrques disse:

    ISTO É REALMENTE PREOCUPANTE!

  2. Dyego Henrique Mrques disse:

    ISTO É REALMENTE PREOCUPANTE!

  3. Daniel disse:

    Pra mim o futuro é não se cobrar nada do que esteja na rede. Softwares, livros, música, shows, filmes, etc vão rodar livremente no tráfego de informações.
    Quem quiser ganhar dinheiro, e muita gente já pensa assim (acertadamente), vai descobrindo novas fontes de renda para seu negócio, seja através de suporte, add-ons, ou seja, vantagens.
    Já é irreversível esta situação, não adianta lutar, processar nem nada. Melhor esse pessoal começar a entender que a base da internet é o tráfego rápido e livre de informações, é outro mundo.
    E isso é muito melhor do que o modelo que tínhamos e ainda temos, como quando vc comprava um CD de 20 músicas pra ouvir 2.

  4. Daniel disse:

    Pra mim o futuro é não se cobrar nada do que esteja na rede. Softwares, livros, música, shows, filmes, etc vão rodar livremente no tráfego de informações.
    Quem quiser ganhar dinheiro, e muita gente já pensa assim (acertadamente), vai descobrindo novas fontes de renda para seu negócio, seja através de suporte, add-ons, ou seja, vantagens.
    Já é irreversível esta situação, não adianta lutar, processar nem nada. Melhor esse pessoal começar a entender que a base da internet é o tráfego rápido e livre de informações, é outro mundo.
    E isso é muito melhor do que o modelo que tínhamos e ainda temos, como quando vc comprava um CD de 20 músicas pra ouvir 2.

  5. César disse:

    Acho uma tremenda putaria, além de uma baita sacanagem colocarem uma chamada na capa do TERRA, que diz: “Biografia não autorizada de Roberto Carlos cai na web”… e o link mostrar outra coisa.
    Acho que o TERRA perde pontos com isto, afinal, credibilidade é tudo.

  6. César disse:

    Acho uma tremenda putaria, além de uma baita sacanagem colocarem uma chamada na capa do TERRA, que diz: “Biografia não autorizada de Roberto Carlos cai na web”… e o link mostrar outra coisa.
    Acho que o TERRA perde pontos com isto, afinal, credibilidade é tudo.

  7. Pirataria de livros já existe desde que o kazaa e o eMule reinavam.
    O Kindle, por ser proprietário, ajuda a alavancar vendas de muitos livros. Se ele começasse a se tornar a forma padrão de venda de livros, provavelmente acabaria com o intermediário, as editoras, e tornaria a publicação de livros uma coisa mais barata e mais democrática. Oq de certa forma podemos ver acontecendo com a música.
    Mas pessoalmente ainda prefiro os livros de papel. Queria um Kindle só pq os livros para ele são mais baratos e eu não preciso esperar pela entrega da Amazon.

  8. Pirataria de livros já existe desde que o kazaa e o eMule reinavam.
    O Kindle, por ser proprietário, ajuda a alavancar vendas de muitos livros. Se ele começasse a se tornar a forma padrão de venda de livros, provavelmente acabaria com o intermediário, as editoras, e tornaria a publicação de livros uma coisa mais barata e mais democrática. Oq de certa forma podemos ver acontecendo com a música.
    Mas pessoalmente ainda prefiro os livros de papel. Queria um Kindle só pq os livros para ele são mais baratos e eu não preciso esperar pela entrega da Amazon.

  9. Alehand disse:

    Com todo o respeito, mas já baixei a biografia do Rei há mais de 3 anos na internet… Que notícia velha hein!!! Falta de assunto?

    Obs.: Baixei à toa, pois encontrei livrarias que ainda vendiam o livro mesmo depois da proibição (no caso, livraria Saraiva) – lógico que comprei. Muito melhor que ficar lendo no monitor ou gastar uma fortuna imprimindo tudo.

  10. Alehand disse:

    Com todo o respeito, mas já baixei a biografia do Rei há mais de 3 anos na internet… Que notícia velha hein!!! Falta de assunto?

    Obs.: Baixei à toa, pois encontrei livrarias que ainda vendiam o livro mesmo depois da proibição (no caso, livraria Saraiva) – lógico que comprei. Muito melhor que ficar lendo no monitor ou gastar uma fortuna imprimindo tudo.

  11. Alexandre disse:

    É um caminho inevitavel … é so uma questao de tempo … um curto tempo.

  12. Alexandre disse:

    É um caminho inevitavel … é so uma questao de tempo … um curto tempo.

  13. Delano disse:

    O guarda-chuva, em sua forma mais rudimentar, surgiu na Mesopotômia. De lá para cá, milhares de anos se passaram, melhoramentos foram desenvolvidos, trocaram as folhas por plástico, mas a tecnologia é basicamente a mesma; provavelmente, sobrevirá por mais alguns milênios, até que a Civilização controle o horário das chuvas.

    Que essa história tem a ver com livros? O livro, assim como o guarda chuva, é uma invenção soberana. Até que surjam telas maleáveis, os livros ainda reinarão sobre a Terra.

  14. Delano disse:

    O guarda-chuva, em sua forma mais rudimentar, surgiu na Mesopotômia. De lá para cá, milhares de anos se passaram, melhoramentos foram desenvolvidos, trocaram as folhas por plástico, mas a tecnologia é basicamente a mesma; provavelmente, sobrevirá por mais alguns milênios, até que a Civilização controle o horário das chuvas.

    Que essa história tem a ver com livros? O livro, assim como o guarda chuva, é uma invenção soberana. Até que surjam telas maleáveis, os livros ainda reinarão sobre a Terra.

  15. courtnay disse:

    to com o kindle dx.. .muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiittto bom.. mas nada substitui minha copia special edition do Hitchikers guide to the galaxy…

    Acho q qdo tiver uma fonte ABERTA… livro tende a sumir. .ou nao..
    eu tenho 1400 livros na biblioteca, todos riscados, marcados e cheios de anotacoes interessantissimas… li pela primeira vez um livro do geofrey moore em 93… anotei varias coisas.. li de novo (o mesmo ) em 96… servio pra outras… 2000.. outras.. e 2005.. vixxxxiiii…
    hehehe

  16. courtnay disse:

    to com o kindle dx.. .muiiiiiiiiiiiiiiiiiiiittto bom.. mas nada substitui minha copia special edition do Hitchikers guide to the galaxy…

    Acho q qdo tiver uma fonte ABERTA… livro tende a sumir. .ou nao..
    eu tenho 1400 livros na biblioteca, todos riscados, marcados e cheios de anotacoes interessantissimas… li pela primeira vez um livro do geofrey moore em 93… anotei varias coisas.. li de novo (o mesmo ) em 96… servio pra outras… 2000.. outras.. e 2005.. vixxxxiiii…
    hehehe

  17. Cristina disse:

    Já foi retirada… Acho engraçado as pessoas correrem atrás da vida pública e depois reclamar. Isso é só do Roberto, o q está no livro, qq pessoa com cerca de 50 ja conhecia, nada é novidade. É por isso que ninguém sabe da minha vida, não sou pública, mas se um dia fosse não poderia reclamar. Vida pública, do povo, apesar q tens umas por ai, que se pudessem… E não tem volta, o comércio audiovisual não conseguirá voltar ao monopólio das editoras, gravadoras, emissoras, ta td na net.

  18. Cristina disse:

    Já foi retirada… Acho engraçado as pessoas correrem atrás da vida pública e depois reclamar. Isso é só do Roberto, o q está no livro, qq pessoa com cerca de 50 ja conhecia, nada é novidade. É por isso que ninguém sabe da minha vida, não sou pública, mas se um dia fosse não poderia reclamar. Vida pública, do povo, apesar q tens umas por ai, que se pudessem… E não tem volta, o comércio audiovisual não conseguirá voltar ao monopólio das editoras, gravadoras, emissoras, ta td na net.

  19. Samir da Cunha disse:

    Fico aborrecido com esta notícia. As pessoas não querem pagar para ouvir música, assistir filme e agora ler um livro. Baixam músicas, filmes e agora livros pela internet. É o futuro, mas é o futuro da desvalorização da cultura. Isso é lamentável. Isso desestimula a criação e deixa as pessoas que vivem da produção de cultura em estado de miséria. O pior é que não há muito o q se fazer, mas sou a favor da guerra, assim como já aconteceu nos EUA de pessoas serem presas por baixar música. Baixar uma música sem direitos autorais é crime, não existe outra palavra, é apropriação indébita de trabalho intelectual alheio. Imagima, os livros não vão acabar mas seu comércio e lucratividade diminuirão muito, assim como aconteceu com a música. Treze anos atrás existiam lojas que vendiam apenas CD, isso não existe mais hoje, isso porque naquela época um CD lancamento custava R19,90, corrigindo esse valor hoje daria muito mais que R$50,00. Claro que não sou a favor de um CD custar tudo isso, mas hoje o preço está indiscutivelmente muito inferior, mesmo a demanda tendo diminuido assustadoramente. Com os livros, editoras quebrarão e pessoas perderão emprego. Bem vindos ao século XXI.

  20. Samir da Cunha disse:

    Fico aborrecido com esta notícia. As pessoas não querem pagar para ouvir música, assistir filme e agora ler um livro. Baixam músicas, filmes e agora livros pela internet. É o futuro, mas é o futuro da desvalorização da cultura. Isso é lamentável. Isso desestimula a criação e deixa as pessoas que vivem da produção de cultura em estado de miséria. O pior é que não há muito o q se fazer, mas sou a favor da guerra, assim como já aconteceu nos EUA de pessoas serem presas por baixar música. Baixar uma música sem direitos autorais é crime, não existe outra palavra, é apropriação indébita de trabalho intelectual alheio. Imagima, os livros não vão acabar mas seu comércio e lucratividade diminuirão muito, assim como aconteceu com a música. Treze anos atrás existiam lojas que vendiam apenas CD, isso não existe mais hoje, isso porque naquela época um CD lancamento custava R19,90, corrigindo esse valor hoje daria muito mais que R$50,00. Claro que não sou a favor de um CD custar tudo isso, mas hoje o preço está indiscutivelmente muito inferior, mesmo a demanda tendo diminuido assustadoramente. Com os livros, editoras quebrarão e pessoas perderão emprego. Bem vindos ao século XXI.

  21. Iva Meireles disse:

    É indubitável que a mudança de suporte alivia a vida de muitos leitores…toda modernidade é bem vinda. Mas, assim como o jornal não desapareceu (desde o surgimento da net no país – 1995) os livros ainda tem muita história pra contar, com um público que prefere o mesmo suporte de sempre…

  22. Iva Meireles disse:

    É indubitável que a mudança de suporte alivia a vida de muitos leitores…toda modernidade é bem vinda. Mas, assim como o jornal não desapareceu (desde o surgimento da net no país – 1995) os livros ainda tem muita história pra contar, com um público que prefere o mesmo suporte de sempre…

  23. IRADO disse:

    Samir da Cunha,

    peço-lhe que desenvolva os dois pontos conseguintes, pois não sou capaz de perceber a verdade por trás de suas asserções.

    – “É o futuro, mas é o futuro da desvalorização da cultura. Isso é lamentável.”

    – “Isso desestimula a criação e deixa as pessoas que vivem da produção de cultura em estado de miséria.”

    E tome nota: cá tenho uma primeira edição de “V.” de Thomas Pynchon, devidamente autografada pelo autor. Deve valer o preço de um bom carro zero. E se, por acaso, você me aparecer com uma edição de qualquer coisa boa — quem sabe alguma versão dos Elementos, preferencialmente não derivada de Theão —, terei prazer em pagar um bom capilé ao louvado propósito.

    Outrossim, terei prazer em seguir baixando todo e qualquer livro que me mande a necessidade. Demais, sinto muito por sua aflição.

    Um abraço.

  24. IRADO disse:

    Samir da Cunha,

    peço-lhe que desenvolva os dois pontos conseguintes, pois não sou capaz de perceber a verdade por trás de suas asserções.

    – “É o futuro, mas é o futuro da desvalorização da cultura. Isso é lamentável.”

    – “Isso desestimula a criação e deixa as pessoas que vivem da produção de cultura em estado de miséria.”

    E tome nota: cá tenho uma primeira edição de “V.” de Thomas Pynchon, devidamente autografada pelo autor. Deve valer o preço de um bom carro zero. E se, por acaso, você me aparecer com uma edição de qualquer coisa boa — quem sabe alguma versão dos Elementos, preferencialmente não derivada de Theão —, terei prazer em pagar um bom capilé ao louvado propósito.

    Outrossim, terei prazer em seguir baixando todo e qualquer livro que me mande a necessidade. Demais, sinto muito por sua aflição.

    Um abraço.

  25. Testador disse:

    Isto é um teste.

  26. Testador disse:

    Isto é um teste.

  27. Thyago Porpino disse:

    A transferência de texto para o meio digital está acontecendo amplamente, e não apenas através de pirataria….o projeto Gutenberg,
    tem como objetivo digitalizar todos os livros. Claro que eles só o fazem com obras antigas, onde não há problema de copyrights.

  28. Thyago Porpino disse:

    A transferência de texto para o meio digital está acontecendo amplamente, e não apenas através de pirataria….o projeto Gutenberg,
    tem como objetivo digitalizar todos os livros. Claro que eles só o fazem com obras antigas, onde não há problema de copyrights.

  29. Lilian disse:

    Prezado Silvio,

    Tentei te enviar um email e como não sei se era o correto resolvi tentar por aqui.
    Sou a responsavel pelo departamento de tendências da Loducca, uma das principais agências de propaganda do país.
    Estamos organizando uma semana de palestras sobre tecnologia, chamada de “Geek Week”. Já temos confirmadas as palestras de Chris Anderson (Wired), Jimmy Wales (Wikipedia), Ji Lee (Google Creative Lab), B.L Ochman (whatnextonline.com), Felix Ximenes (Diretor comunicação Microsoft, Leonardo Xavier (Ponto Mobi), Eduardo Camargo (Colméia TV) dentre outros que irão acontecer ou via Skype ou ao vivo.

    Devido a troca de agenda do Chris Anderson, o evento irá acontecer na próxima semana, de 18 a 22 de maio. Até lhe peço desculpas por fazer este convite tão em cima da hora, mas sua presença seria de extremo valor para todos. Acompanho seu blog e seus trabalhos e acredito que sua visão é exatamente onde queremos chegar.

    Fico no aguardo de sua resposta.

    Muito obrigada pela sua atenção.
    Atenciosamente, Lilian

  30. Lilian disse:

    Prezado Silvio,

    Tentei te enviar um email e como não sei se era o correto resolvi tentar por aqui.
    Sou a responsavel pelo departamento de tendências da Loducca, uma das principais agências de propaganda do país.
    Estamos organizando uma semana de palestras sobre tecnologia, chamada de “Geek Week”. Já temos confirmadas as palestras de Chris Anderson (Wired), Jimmy Wales (Wikipedia), Ji Lee (Google Creative Lab), B.L Ochman (whatnextonline.com), Felix Ximenes (Diretor comunicação Microsoft, Leonardo Xavier (Ponto Mobi), Eduardo Camargo (Colméia TV) dentre outros que irão acontecer ou via Skype ou ao vivo.

    Devido a troca de agenda do Chris Anderson, o evento irá acontecer na próxima semana, de 18 a 22 de maio. Até lhe peço desculpas por fazer este convite tão em cima da hora, mas sua presença seria de extremo valor para todos. Acompanho seu blog e seus trabalhos e acredito que sua visão é exatamente onde queremos chegar.

    Fico no aguardo de sua resposta.

    Muito obrigada pela sua atenção.
    Atenciosamente, Lilian

  31. Marcelo disse:

    Qual e-reader voce se inscreveu para comprar? Plastic Logic?

    Obrigado pela atencao, Marcelo

  32. Marcelo disse:

    Qual e-reader voce se inscreveu para comprar? Plastic Logic?

    Obrigado pela atencao, Marcelo

  33. chico peixoto disse:

    Dia desses expressei no twitter um incômodo: o filme a Avatar, o mais caro da história do cinema, já pode ser encontrado em DVD nas lojas por R$ 39,90. Mas quanto valeria uma obra literária que tivesse o mesmo custo de Avatar para ser feito, hein? A pergunta é hipotética, claro, mas imagino que todo mundo apostaria que o livro sairia bem mais caro. Bons títulos (os impressos) são quase sempre mais caros que bons filmes, apesar de terem custos de produção mais baratos. Eu sempre me pergunto: cadê a tecnologia em favor da literatura? O texto de Silvio Meira tirou em parte minha dúvida. Mas será que a massificação dos tablets e dos e-books reduzirá o preço das obras, como fez com os produtos audiovisuais? E será que a pirataria da literatura digital forçará também a redução dos preços das obras impressas? Sim, porque não se pode deixar de pensar nos leitores tradicionais… eles ainda são a maioria, ou não?

  34. chico peixoto disse:

    Dia desses expressei no twitter um incômodo: o filme a Avatar, o mais caro da história do cinema, já pode ser encontrado em DVD nas lojas por R$ 39,90. Mas quanto valeria uma obra literária que tivesse o mesmo custo de Avatar para ser feito, hein? A pergunta é hipotética, claro, mas imagino que todo mundo apostaria que o livro sairia bem mais caro. Bons títulos (os impressos) são quase sempre mais caros que bons filmes, apesar de terem custos de produção mais baratos. Eu sempre me pergunto: cadê a tecnologia em favor da literatura? O texto de Silvio Meira tirou em parte minha dúvida. Mas será que a massificação dos tablets e dos e-books reduzirá o preço das obras, como fez com os produtos audiovisuais? E será que a pirataria da literatura digital forçará também a redução dos preços das obras impressas? Sim, porque não se pode deixar de pensar nos leitores tradicionais… eles ainda são a maioria, ou não?

  35. João disse:

    Enquanto as pessoas pararem de baixar tudo da internet “como se fosse” de graça, não existirão novos Beatles, Rolling Stones, enfim novos grandes artistas. E depois ficam reclamando que o cenário cultural está horrível. Lógico, não tem dinheiro pra financiar quem faz!

  36. João disse:

    Enquanto as pessoas pararem de baixar tudo da internet “como se fosse” de graça, não existirão novos Beatles, Rolling Stones, enfim novos grandes artistas. E depois ficam reclamando que o cenário cultural está horrível. Lógico, não tem dinheiro pra financiar quem faz!