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Escrito por • 17/08/2009

profissões, regulamentação: flanelinha, capoeirista…

aproveitando a decisão do supremo, em junho,  sobre a inexigibilidade de diploma para exercício das profissões de jornalismo, este blog publicou uma série de textos sobre o tema, tratando o problema mais geral: que profissões deveriam ser regulamentadas? e que outras, especialmente no caso brasileiro, deveriam ser desregulamentadas?

neste link você vai encontrar os textos que publicamos tratando da regulamentação das profissões no brasil, um problema complexo e polêmico. ainda mais porque a tal da regulamentação, aqui, quase sempre tem como pedra de toque a reserva de mercado para exercício de uma profissão para portadores de algum diploma universitário. e isso torna o debate acalorado e, por vezes, irracional.

a coletânea não pretendem encerrar o assunto; primeiro, seria muita arrogância deste autor pretendê-lo. segundo, o tema tem uma dinâmica muito própria, associada à evolução da economia e sociedade e à interferência da tecnologia nas funções exercidas por humanos.

exemplo? meras duas décadas atrás, o processamento de dados das empresas dependia –e muito- de digitadores; montes de seres humanos em grandes galpões, com a função de transferir o que viam, em registros diversos, para meio digital. os digitadores eram tantos e tão importantes, no ciclo de vida da informação nas empresas, que lideraram o sindicato da área, o dos profissionais de processamento de dados, por muito tempo, em vários estados.

também eram pessoas fadadas a sofrer lesão de esforço repetitivo e a ver, em pouco tempo, sua profissão desaparecer. um conjunto de tecnologias, de código de barras a leitores a laser, mais sistemas de entendimento e processamento de documentos, transformou os digitadores em história. hoje, anos depois deles terem desaparecido, ninguém tem saudade do tempo, nem mesmo os digitadores da época.

no brasil, em muitos quadrantes da sociedade, há tentativas continuadas, e com variados graus de sucesso, de abocanhar um pedaço do estado –ou da economia, com beneplácito do estado- para benefício próprio. este tipo de aparelhamento da sociedade atravanca um sem número de processos e impede que o tempo corra, por aqui, tão ou mais rápido do que em outros países emergentes com os quais competimos diretamente.

um dos resultados diretos do imbroglio profissional-trabalhista onde o país está metido é a perda de postos de trabalho, e consequente renda, para dizer o mínimo, para outros países. por outro lado, os agentes econômicos internacionais ainda não perceberam [nem as agências de classificação de risco o fizeram, tampouco] qual é o risco brasil no que tange às profissões, o trabalho, sua legislação e institucionalidade e as ameaças estruturais –praticamente incomensuráveis- que estão a correr as empresas e investidores que criam trabalho, emprego e renda em território e debaixo das leis brasileiras.

não são poucos os casos em que empresas brasileiras [de software, para citar uma área] fazem outsourcing de trabalho para o leste europeu, china e índia, sem falar em outros países da américa latina, como forma de mitigar os riscos trabalhistas do brasil, que chegaram a um ponto em que mesmo advogados de nomeada dizem, à boca pequena, que “trata-se de uma loucura”, como este autor ouviu, em semanas recentes, de bem mais de um especialista de renome nacional.

seria muito interessante ver um estudo amplo, feito e apresentado publicamente no brasil, usando gente daqui e de fora para explicar onde estamos e para onde vamos, no que tange às formações, regulamentações, profissões e regimes de trabalho, especialmente àqueles associados à economia do conhecimento, dos processos e serviços, de software, do trabalho intelectual.

a série, publicada aqui no blog entre 23 de junho e primeiro de julho de 2009, foi transformada em um .pdf de vinte e poucas páginas e está disponível para dowload neste link. talvez seja mesmo uma boa hora pra ler tudo de novo.

na época em que publicávamos os textos, se dizia muito sobre a necessidade e a renovada, então, possibilidade de desatravancar o mercado de trabalho brasileiro, simplificando as coisas e desregulamentando mais profissões-meio como jornalismo.

não só isso não aconteceu, mas é capaz de voltarem a regulamentar jornalismo e do país continuar em sua desabalada carreira pra regulamentar quase qualquer atividade humana, como é o caso das recentes [só neste mes de agosto!] discussões e proposições para regulamentar profissões como leiloeiro público, flanelinha [na paraíba], capoeirista… e, daqui a pouco, blogueiro.

boa leitura.

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0 Responses to profissões, regulamentação: flanelinha, capoeirista…

  1. sidney borges disse:

    Em 1973 eu era estudante de Arquitetura e fui contratado para trabalhar em um escritório como projetista. Meu chefe era finlandês. No decorrer de um trabalho surgiu um problema com o CREA do responsável. Ele ficou surpreso, na Finlândia, país de arquitetura de qualidade, não existe a necessidade do diploma para que a profissão seja exercida. Os projetos têm de ser submetidos a um conselho. Se estiverem dentro das normas técnicas e estéticas que a boa arquitetura exige são aprovados. O conselho é exigente, fazer projetos não é coisa para leigos. Mas é possível para autodidatas.

  2. sidney borges disse:

    Em 1973 eu era estudante de Arquitetura e fui contratado para trabalhar em um escritório como projetista. Meu chefe era finlandês. No decorrer de um trabalho surgiu um problema com o CREA do responsável. Ele ficou surpreso, na Finlândia, país de arquitetura de qualidade, não existe a necessidade do diploma para que a profissão seja exercida. Os projetos têm de ser submetidos a um conselho. Se estiverem dentro das normas técnicas e estéticas que a boa arquitetura exige são aprovados. O conselho é exigente, fazer projetos não é coisa para leigos. Mas é possível para autodidatas.

  3. sidney borges disse:

    Em 1973 eu era estudante de Arquitetura e fui contratado para trabalhar em um escritório como projetista. Meu chefe era finlandês. No decorrer de um trabalho surgiu um problema com o CREA do responsável. Ele ficou surpreso, na Finlândia, país de arquitetura de qualidade, não existe a necessidade do diploma para que a profissão seja exercida. Os projetos têm de ser submetidos a um conselho. Se estiverem dentro das normas técnicas e estéticas que a boa arquitetura exige são aprovados. O conselho é exigente, fazer projetos não é coisa para leigos. Mas é possível para autodidatas.

  4. Marcelo disse:

    Eu tranquei o curso de Ciencia da Computação faltando só o TCC2 (Trabalho de Conclusão), pois na area de informática qualquer um pode trabalhar, e eu particularmente em todas as entrevistas de emprego que fiz, nunca foi exigido o diploma, o que conta neste ramo é a experiencia e conhecimento sobre o que é exigido para trabalhar na empresa em questão. Ou seja, me dei conta tarde demais que o meu curso não era regulamentado, se fosse hoje não o faria novamente, e na minha opnião todos os cursos não regulamentados não deveriam ser considerados como cursos de Bacharel e por tanto não aplicaveis nas faculdades, na minha opnião as pessoas deveriam boicotar estes cursos e não faze-los deixando para os auto didatas e cursos técnicos.

  5. Marcelo disse:

    Eu tranquei o curso de Ciencia da Computação faltando só o TCC2 (Trabalho de Conclusão), pois na area de informática qualquer um pode trabalhar, e eu particularmente em todas as entrevistas de emprego que fiz, nunca foi exigido o diploma, o que conta neste ramo é a experiencia e conhecimento sobre o que é exigido para trabalhar na empresa em questão. Ou seja, me dei conta tarde demais que o meu curso não era regulamentado, se fosse hoje não o faria novamente, e na minha opnião todos os cursos não regulamentados não deveriam ser considerados como cursos de Bacharel e por tanto não aplicaveis nas faculdades, na minha opnião as pessoas deveriam boicotar estes cursos e não faze-los deixando para os auto didatas e cursos técnicos.

  6. Marcelo disse:

    Eu tranquei o curso de Ciencia da Computação faltando só o TCC2 (Trabalho de Conclusão), pois na area de informática qualquer um pode trabalhar, e eu particularmente em todas as entrevistas de emprego que fiz, nunca foi exigido o diploma, o que conta neste ramo é a experiencia e conhecimento sobre o que é exigido para trabalhar na empresa em questão. Ou seja, me dei conta tarde demais que o meu curso não era regulamentado, se fosse hoje não o faria novamente, e na minha opnião todos os cursos não regulamentados não deveriam ser considerados como cursos de Bacharel e por tanto não aplicaveis nas faculdades, na minha opnião as pessoas deveriam boicotar estes cursos e não faze-los deixando para os auto didatas e cursos técnicos.

  7. Alex disse:

    O Real super valorizado torna o “outsourcing” de mão de obra especializada um verdadeiro oba-oba entre as empresas de TI.

    O valor do Real frente ao Dolar é um absurdo !

  8. Alex disse:

    O Real super valorizado torna o “outsourcing” de mão de obra especializada um verdadeiro oba-oba entre as empresas de TI.

    O valor do Real frente ao Dolar é um absurdo !

  9. Alex disse:

    O Real super valorizado torna o “outsourcing” de mão de obra especializada um verdadeiro oba-oba entre as empresas de TI.

    O valor do Real frente ao Dolar é um absurdo !

  10. roger disse:

    E realmente um absurdo esta tentativa de sindicalizar todas as profissoes!Vejam a mais nova:o pessoal da zootecnia quer proibir o agronomo de trabalhar com animais.veja so um fazendeiro teria que ter um agronomo pra tratar do pasto e das silagens e o zootecnista para tratar de doenças do animal.E ou nao e um samba do criolo doido.e bem possivel que esse congresso de M… aprove uma insanidade dessas!

  11. roger disse:

    E realmente um absurdo esta tentativa de sindicalizar todas as profissoes!Vejam a mais nova:o pessoal da zootecnia quer proibir o agronomo de trabalhar com animais.veja so um fazendeiro teria que ter um agronomo pra tratar do pasto e das silagens e o zootecnista para tratar de doenças do animal.E ou nao e um samba do criolo doido.e bem possivel que esse congresso de M… aprove uma insanidade dessas!

  12. roger disse:

    E realmente um absurdo esta tentativa de sindicalizar todas as profissoes!Vejam a mais nova:o pessoal da zootecnia quer proibir o agronomo de trabalhar com animais.veja so um fazendeiro teria que ter um agronomo pra tratar do pasto e das silagens e o zootecnista para tratar de doenças do animal.E ou nao e um samba do criolo doido.e bem possivel que esse congresso de M… aprove uma insanidade dessas!

  13. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal decidiu que para o exercício da profissão de jornalista, não se faz necessário freqüentar curso superior de formação para tal atividade, por entender aquele Egrégio Tribunal, que atividades como a de Jornalista, nenhum risco causa para a população, assim como para o seu exercício não se faz necessário melhor conhecimento científico.
    Causou, especialmente no âmbito daqueles profissionais do jornalismo, grande repercussão aquela decisão. Muitos a favor, muitos contra. Mas enfim, é uma decisão judicial e com ela podemos não concordar, porem temos que aceitá-la e cumpri-la já que emanou daquele que é o Tribunal fiscal da Constitucionalidade das normas que estão a reger as relações entre os cidadãos desse nosso imenso Brasil.
    Na esteira daquela decisão, já restou sinalizado que outras tantas profissões poderão ser exercidas sem a necessidade de se sentar em bancos universitários por longos 4 ou 5 anos, sem que no entanto, aqueles que a exercerem sejam tidos por ilegais.
    Agora, todos na medida de suas competências aptidões, relacionamentos, etc., poderemos adentrar à redação de um jornal e emitir nossas opiniões contra quem quer que seja. E nada nos acontecerá! Não estaremos exercendo ilegalmente a profissão de jornalista. Gozaremos das mesmas prerrogativas e responderemos tão somente pelo conteúdo de nossas opiniões nas mesmas condições daqueles profissionais formados, diplomados, mestrados, etc.
    Eu posso agora, na condição de jornalista criticar Presidente da República ou até mesmo as decisões do Supremo Tribunal Federal, porém não posso atuar como singelo auxiliar em consultório dentário. Estou proibido de lavar instrumentais, de adicioná-los em estufas, embalá-los, chegar perto do paciente então, nem pensar!!! Se for flagrado realizando quaisquer desses atos, serei preso, autuado, fotografado e quem sabe, serei objeto de matéria jornalística sobre meu irregular proceder. Afinal, estarei atuando em desacordo com a Lei.
    Esse breve relato demonstra os equívocos que são cometidos nesse nosso País.
    Enquanto os Tribunais Superiores caminham no sentido de afastar exigências descabidas para o exercício de atividades diversas vêm os Conselhos de Odontologia e se ufanam em sustentar que a classe odontológica e a população em geral auferirão grandes benefícios com a sanção da Lei nº 11.889/2008 que regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Higiene Dental e Auxiliares de Saúde Bucal.
    Convenhamos, um retrocesso! Quem ganhará com a regulamentação de tais atividades? Só os Conselhos que por certo irão arrecadar muito com a inscrição daquelas pobres jovens que iniciam suas atividades em consultórios odontológicos e os cursos que serão indicados para o “aperfeiçoamento” das profissionais. Além do mais, lhes serão cobradas, taxas das mais diversas, multas, etc. o que virá ajudar a engordar os cofres dessas corporativas autarquias.
    Rapidamente, arvoraram-se os Conselhos a exigir cursos, formação, etc. e o imediato registro das “novas profissionais” nos quadros dos Conselhos. Isto sem contar as ameaças que vem sendo feitas aos cirurgiões-dentistas, clínicas, e mesmo as auxiliares, a tomarem as “devidas providências” para se regularizarem junto aos tais órgãos de modo a evitar problemas futuros, já que as “profissionais” não inscritas serão tidas por ilegais, sujeitas inclusive à prisão em flagrante.
    Quem ministrará os tão necessários cursos? senão entidades ligadas aos profissionais que detém o poder junto aos Conselhos e Associações afins. Quem ganhará com tão absurda exigência? Por certo que não serão as trabalhadoras que iniciam suas vidas profissionais em atividades tão singelas. E o que dizer daquela ou para aquela pobre e infeliz agora profissional Auxiliar de Saúde Bucal que reside e trabalha em cidades distantes dos grandes centros? Onde irá realizar “tão necessário curso”?? Terá grande relevância na vida profissional da jovem um curso que lhe ensine a lavar instrumentais, colocar uma máscara no paciente, levar equipamentos a uma estufa, desembrulhá-los, embrulhá-los, etc.? Faz-se efetivamente necessário um curso para o aprendizado de tais atividades? Afinal, se outros ensinamentos forem ministrados àquela agora profissional, serão estes em vão, já que nos exercício do mister de auxiliar não poderão as auxiliares extrapolarem as restritas funções descritas na lei. E, diga-se de passagem, como são singelas aquelas atividades! Qualquer pessoa, com um mínimo de esforço e boa vontade é capaz de exercê-la. Exigir-se formação em curso profissionalizante para o exercício de atividade auxiliar, soa, para dizer o menos absurdo! Ou se é profissional, ou se é auxiliar. Mas de absurdo em absurdo nosso País vem sendo conduzido.
    Nosso ilustre Presidente da República comete um absurdo ao sancionar uma lei que nada agrega para a sociedade, ou é relevante saber que à Auxiliar em Saúde Bucal compete: “preparar o paciente para o atendimento; ou “auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares”; ou “manipular materiais de uso odontológico” ou ainda “selecionar moldeiras”. Imediatamente os absurdos se proliferam, agora sob o comando do Presidente do Conselho Federal de Odontologia e dos demais Conselhos Regionais que imediatamente passam a se julgar aptos e prontos a dizer como se “construir”, a nova profissional instituindo a exigência de cursos os quais sequer a malfadada lei fez menção.

    A inconstitucionalidade da Lei 11.889/08 emerge na medida em que afronta o disposto no inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal quando contraria o princípio constitucional do “…livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, desde que atendidas às qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Ora, para profissões daquele nível, as qualificações podem muito bem ser obtidas tão somente pelo exercício da mesma. Não há que se cogitar de diplomas, cursos, horas, etc. etc. etc. como querem fazer crer os Conselhos.
    Os Conselhos de Odontologia, com o respeito que merecem, mas em situações como esta em análise, caminham à margem da evolução, retrocedem no tempo, na medida em que insistem em se apresentarem como “guildas” no afã do benefício próprio. E, por gozarem de privilégios que Leis ultrapassadas lhes garantem, apregoam aos incautos estarem atuando em prol da população.

    Algum dos leitores é capaz de dizer de sã consciência: Para que serve um conselho profissional? Se alguém tiver a resposta, ganha um doce e depois procura seu dentista. Ah! E não esqueça de perguntar se aquela menina que lhe atender, tem carteirinha de auxiliar. Ela ficará feliz em encontrar uma utilidade para o documento que irá receber. Porém não tiver a carteirinha, chame a polícia! Você estará fazendo um incomensurável benefício à sociedade!!!

  14. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal decidiu que para o exercício da profissão de jornalista, não se faz necessário freqüentar curso superior de formação para tal atividade, por entender aquele Egrégio Tribunal, que atividades como a de Jornalista, nenhum risco causa para a população, assim como para o seu exercício não se faz necessário melhor conhecimento científico.
    Causou, especialmente no âmbito daqueles profissionais do jornalismo, grande repercussão aquela decisão. Muitos a favor, muitos contra. Mas enfim, é uma decisão judicial e com ela podemos não concordar, porem temos que aceitá-la e cumpri-la já que emanou daquele que é o Tribunal fiscal da Constitucionalidade das normas que estão a reger as relações entre os cidadãos desse nosso imenso Brasil.
    Na esteira daquela decisão, já restou sinalizado que outras tantas profissões poderão ser exercidas sem a necessidade de se sentar em bancos universitários por longos 4 ou 5 anos, sem que no entanto, aqueles que a exercerem sejam tidos por ilegais.
    Agora, todos na medida de suas competências aptidões, relacionamentos, etc., poderemos adentrar à redação de um jornal e emitir nossas opiniões contra quem quer que seja. E nada nos acontecerá! Não estaremos exercendo ilegalmente a profissão de jornalista. Gozaremos das mesmas prerrogativas e responderemos tão somente pelo conteúdo de nossas opiniões nas mesmas condições daqueles profissionais formados, diplomados, mestrados, etc.
    Eu posso agora, na condição de jornalista criticar Presidente da República ou até mesmo as decisões do Supremo Tribunal Federal, porém não posso atuar como singelo auxiliar em consultório dentário. Estou proibido de lavar instrumentais, de adicioná-los em estufas, embalá-los, chegar perto do paciente então, nem pensar!!! Se for flagrado realizando quaisquer desses atos, serei preso, autuado, fotografado e quem sabe, serei objeto de matéria jornalística sobre meu irregular proceder. Afinal, estarei atuando em desacordo com a Lei.
    Esse breve relato demonstra os equívocos que são cometidos nesse nosso País.
    Enquanto os Tribunais Superiores caminham no sentido de afastar exigências descabidas para o exercício de atividades diversas vêm os Conselhos de Odontologia e se ufanam em sustentar que a classe odontológica e a população em geral auferirão grandes benefícios com a sanção da Lei nº 11.889/2008 que regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Higiene Dental e Auxiliares de Saúde Bucal.
    Convenhamos, um retrocesso! Quem ganhará com a regulamentação de tais atividades? Só os Conselhos que por certo irão arrecadar muito com a inscrição daquelas pobres jovens que iniciam suas atividades em consultórios odontológicos e os cursos que serão indicados para o “aperfeiçoamento” das profissionais. Além do mais, lhes serão cobradas, taxas das mais diversas, multas, etc. o que virá ajudar a engordar os cofres dessas corporativas autarquias.
    Rapidamente, arvoraram-se os Conselhos a exigir cursos, formação, etc. e o imediato registro das “novas profissionais” nos quadros dos Conselhos. Isto sem contar as ameaças que vem sendo feitas aos cirurgiões-dentistas, clínicas, e mesmo as auxiliares, a tomarem as “devidas providências” para se regularizarem junto aos tais órgãos de modo a evitar problemas futuros, já que as “profissionais” não inscritas serão tidas por ilegais, sujeitas inclusive à prisão em flagrante.
    Quem ministrará os tão necessários cursos? senão entidades ligadas aos profissionais que detém o poder junto aos Conselhos e Associações afins. Quem ganhará com tão absurda exigência? Por certo que não serão as trabalhadoras que iniciam suas vidas profissionais em atividades tão singelas. E o que dizer daquela ou para aquela pobre e infeliz agora profissional Auxiliar de Saúde Bucal que reside e trabalha em cidades distantes dos grandes centros? Onde irá realizar “tão necessário curso”?? Terá grande relevância na vida profissional da jovem um curso que lhe ensine a lavar instrumentais, colocar uma máscara no paciente, levar equipamentos a uma estufa, desembrulhá-los, embrulhá-los, etc.? Faz-se efetivamente necessário um curso para o aprendizado de tais atividades? Afinal, se outros ensinamentos forem ministrados àquela agora profissional, serão estes em vão, já que nos exercício do mister de auxiliar não poderão as auxiliares extrapolarem as restritas funções descritas na lei. E, diga-se de passagem, como são singelas aquelas atividades! Qualquer pessoa, com um mínimo de esforço e boa vontade é capaz de exercê-la. Exigir-se formação em curso profissionalizante para o exercício de atividade auxiliar, soa, para dizer o menos absurdo! Ou se é profissional, ou se é auxiliar. Mas de absurdo em absurdo nosso País vem sendo conduzido.
    Nosso ilustre Presidente da República comete um absurdo ao sancionar uma lei que nada agrega para a sociedade, ou é relevante saber que à Auxiliar em Saúde Bucal compete: “preparar o paciente para o atendimento; ou “auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares”; ou “manipular materiais de uso odontológico” ou ainda “selecionar moldeiras”. Imediatamente os absurdos se proliferam, agora sob o comando do Presidente do Conselho Federal de Odontologia e dos demais Conselhos Regionais que imediatamente passam a se julgar aptos e prontos a dizer como se “construir”, a nova profissional instituindo a exigência de cursos os quais sequer a malfadada lei fez menção.

    A inconstitucionalidade da Lei 11.889/08 emerge na medida em que afronta o disposto no inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal quando contraria o princípio constitucional do “…livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, desde que atendidas às qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Ora, para profissões daquele nível, as qualificações podem muito bem ser obtidas tão somente pelo exercício da mesma. Não há que se cogitar de diplomas, cursos, horas, etc. etc. etc. como querem fazer crer os Conselhos.
    Os Conselhos de Odontologia, com o respeito que merecem, mas em situações como esta em análise, caminham à margem da evolução, retrocedem no tempo, na medida em que insistem em se apresentarem como “guildas” no afã do benefício próprio. E, por gozarem de privilégios que Leis ultrapassadas lhes garantem, apregoam aos incautos estarem atuando em prol da população.

    Algum dos leitores é capaz de dizer de sã consciência: Para que serve um conselho profissional? Se alguém tiver a resposta, ganha um doce e depois procura seu dentista. Ah! E não esqueça de perguntar se aquela menina que lhe atender, tem carteirinha de auxiliar. Ela ficará feliz em encontrar uma utilidade para o documento que irá receber. Porém não tiver a carteirinha, chame a polícia! Você estará fazendo um incomensurável benefício à sociedade!!!

  15. Recentemente, o Supremo Tribunal Federal decidiu que para o exercício da profissão de jornalista, não se faz necessário freqüentar curso superior de formação para tal atividade, por entender aquele Egrégio Tribunal, que atividades como a de Jornalista, nenhum risco causa para a população, assim como para o seu exercício não se faz necessário melhor conhecimento científico.
    Causou, especialmente no âmbito daqueles profissionais do jornalismo, grande repercussão aquela decisão. Muitos a favor, muitos contra. Mas enfim, é uma decisão judicial e com ela podemos não concordar, porem temos que aceitá-la e cumpri-la já que emanou daquele que é o Tribunal fiscal da Constitucionalidade das normas que estão a reger as relações entre os cidadãos desse nosso imenso Brasil.
    Na esteira daquela decisão, já restou sinalizado que outras tantas profissões poderão ser exercidas sem a necessidade de se sentar em bancos universitários por longos 4 ou 5 anos, sem que no entanto, aqueles que a exercerem sejam tidos por ilegais.
    Agora, todos na medida de suas competências aptidões, relacionamentos, etc., poderemos adentrar à redação de um jornal e emitir nossas opiniões contra quem quer que seja. E nada nos acontecerá! Não estaremos exercendo ilegalmente a profissão de jornalista. Gozaremos das mesmas prerrogativas e responderemos tão somente pelo conteúdo de nossas opiniões nas mesmas condições daqueles profissionais formados, diplomados, mestrados, etc.
    Eu posso agora, na condição de jornalista criticar Presidente da República ou até mesmo as decisões do Supremo Tribunal Federal, porém não posso atuar como singelo auxiliar em consultório dentário. Estou proibido de lavar instrumentais, de adicioná-los em estufas, embalá-los, chegar perto do paciente então, nem pensar!!! Se for flagrado realizando quaisquer desses atos, serei preso, autuado, fotografado e quem sabe, serei objeto de matéria jornalística sobre meu irregular proceder. Afinal, estarei atuando em desacordo com a Lei.
    Esse breve relato demonstra os equívocos que são cometidos nesse nosso País.
    Enquanto os Tribunais Superiores caminham no sentido de afastar exigências descabidas para o exercício de atividades diversas vêm os Conselhos de Odontologia e se ufanam em sustentar que a classe odontológica e a população em geral auferirão grandes benefícios com a sanção da Lei nº 11.889/2008 que regulamenta o exercício das profissões de Técnico em Higiene Dental e Auxiliares de Saúde Bucal.
    Convenhamos, um retrocesso! Quem ganhará com a regulamentação de tais atividades? Só os Conselhos que por certo irão arrecadar muito com a inscrição daquelas pobres jovens que iniciam suas atividades em consultórios odontológicos e os cursos que serão indicados para o “aperfeiçoamento” das profissionais. Além do mais, lhes serão cobradas, taxas das mais diversas, multas, etc. o que virá ajudar a engordar os cofres dessas corporativas autarquias.
    Rapidamente, arvoraram-se os Conselhos a exigir cursos, formação, etc. e o imediato registro das “novas profissionais” nos quadros dos Conselhos. Isto sem contar as ameaças que vem sendo feitas aos cirurgiões-dentistas, clínicas, e mesmo as auxiliares, a tomarem as “devidas providências” para se regularizarem junto aos tais órgãos de modo a evitar problemas futuros, já que as “profissionais” não inscritas serão tidas por ilegais, sujeitas inclusive à prisão em flagrante.
    Quem ministrará os tão necessários cursos? senão entidades ligadas aos profissionais que detém o poder junto aos Conselhos e Associações afins. Quem ganhará com tão absurda exigência? Por certo que não serão as trabalhadoras que iniciam suas vidas profissionais em atividades tão singelas. E o que dizer daquela ou para aquela pobre e infeliz agora profissional Auxiliar de Saúde Bucal que reside e trabalha em cidades distantes dos grandes centros? Onde irá realizar “tão necessário curso”?? Terá grande relevância na vida profissional da jovem um curso que lhe ensine a lavar instrumentais, colocar uma máscara no paciente, levar equipamentos a uma estufa, desembrulhá-los, embrulhá-los, etc.? Faz-se efetivamente necessário um curso para o aprendizado de tais atividades? Afinal, se outros ensinamentos forem ministrados àquela agora profissional, serão estes em vão, já que nos exercício do mister de auxiliar não poderão as auxiliares extrapolarem as restritas funções descritas na lei. E, diga-se de passagem, como são singelas aquelas atividades! Qualquer pessoa, com um mínimo de esforço e boa vontade é capaz de exercê-la. Exigir-se formação em curso profissionalizante para o exercício de atividade auxiliar, soa, para dizer o menos absurdo! Ou se é profissional, ou se é auxiliar. Mas de absurdo em absurdo nosso País vem sendo conduzido.
    Nosso ilustre Presidente da República comete um absurdo ao sancionar uma lei que nada agrega para a sociedade, ou é relevante saber que à Auxiliar em Saúde Bucal compete: “preparar o paciente para o atendimento; ou “auxiliar e instrumentar os profissionais nas intervenções clínicas, inclusive em ambientes hospitalares”; ou “manipular materiais de uso odontológico” ou ainda “selecionar moldeiras”. Imediatamente os absurdos se proliferam, agora sob o comando do Presidente do Conselho Federal de Odontologia e dos demais Conselhos Regionais que imediatamente passam a se julgar aptos e prontos a dizer como se “construir”, a nova profissional instituindo a exigência de cursos os quais sequer a malfadada lei fez menção.

    A inconstitucionalidade da Lei 11.889/08 emerge na medida em que afronta o disposto no inciso XIII do art. 5º da Constituição Federal quando contraria o princípio constitucional do “…livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, desde que atendidas às qualificações profissionais que a lei estabelecer”. Ora, para profissões daquele nível, as qualificações podem muito bem ser obtidas tão somente pelo exercício da mesma. Não há que se cogitar de diplomas, cursos, horas, etc. etc. etc. como querem fazer crer os Conselhos.
    Os Conselhos de Odontologia, com o respeito que merecem, mas em situações como esta em análise, caminham à margem da evolução, retrocedem no tempo, na medida em que insistem em se apresentarem como “guildas” no afã do benefício próprio. E, por gozarem de privilégios que Leis ultrapassadas lhes garantem, apregoam aos incautos estarem atuando em prol da população.

    Algum dos leitores é capaz de dizer de sã consciência: Para que serve um conselho profissional? Se alguém tiver a resposta, ganha um doce e depois procura seu dentista. Ah! E não esqueça de perguntar se aquela menina que lhe atender, tem carteirinha de auxiliar. Ela ficará feliz em encontrar uma utilidade para o documento que irá receber. Porém não tiver a carteirinha, chame a polícia! Você estará fazendo um incomensurável benefício à sociedade!!!

  16. Júlio Filho disse:

    Na minha opinião, é preciso regulamentar. Faculdade hoje tem a torto e a direito, de tudo quanto é curso. O mercado já
    regula quem fica ou sai do mercado, mas é fato que profissões não regulamentadas tem os piores salários do mercado.
    Advogado é regulamentado. Arquiteto idem. Engenheiro ibidem. Profissional não regulamentado acaba sofrendo com a “lei do
    mais forte”, no caso, a empresa. Fica sem os benefícios e não recebe salário maior. É fato.
    Se querem tornar as empresas mais competitivas, que baixem os impostos!

  17. Júlio Filho disse:

    Na minha opinião, é preciso regulamentar. Faculdade hoje tem a torto e a direito, de tudo quanto é curso. O mercado já
    regula quem fica ou sai do mercado, mas é fato que profissões não regulamentadas tem os piores salários do mercado.
    Advogado é regulamentado. Arquiteto idem. Engenheiro ibidem. Profissional não regulamentado acaba sofrendo com a “lei do
    mais forte”, no caso, a empresa. Fica sem os benefícios e não recebe salário maior. É fato.
    Se querem tornar as empresas mais competitivas, que baixem os impostos!

  18. Júlio Filho disse:

    Na minha opinião, é preciso regulamentar. Faculdade hoje tem a torto e a direito, de tudo quanto é curso. O mercado já
    regula quem fica ou sai do mercado, mas é fato que profissões não regulamentadas tem os piores salários do mercado.
    Advogado é regulamentado. Arquiteto idem. Engenheiro ibidem. Profissional não regulamentado acaba sofrendo com a “lei do
    mais forte”, no caso, a empresa. Fica sem os benefícios e não recebe salário maior. É fato.
    Se querem tornar as empresas mais competitivas, que baixem os impostos!

  19. ILDO disse:

    Aqui no Brasil, penso eu que, regulamentação de profissões serve apenas para arrecadar. Sou Técnico eletrônico com CREA, e não sei para que serve esse registro…Já tentei várias inuteis vezes a resposta direto com o CREA, e, estou esperando até hoje a resposta.
    E, concordo com o amigo Sidney Borges. … Existe autodidatas no nosso querido BRASIL, que botam um caminhão de universitários no bolso.
    Abraços.

  20. ILDO disse:

    Aqui no Brasil, penso eu que, regulamentação de profissões serve apenas para arrecadar. Sou Técnico eletrônico com CREA, e não sei para que serve esse registro…Já tentei várias inuteis vezes a resposta direto com o CREA, e, estou esperando até hoje a resposta.
    E, concordo com o amigo Sidney Borges. … Existe autodidatas no nosso querido BRASIL, que botam um caminhão de universitários no bolso.
    Abraços.

  21. ILDO disse:

    Aqui no Brasil, penso eu que, regulamentação de profissões serve apenas para arrecadar. Sou Técnico eletrônico com CREA, e não sei para que serve esse registro…Já tentei várias inuteis vezes a resposta direto com o CREA, e, estou esperando até hoje a resposta.
    E, concordo com o amigo Sidney Borges. … Existe autodidatas no nosso querido BRASIL, que botam um caminhão de universitários no bolso.
    Abraços.

  22. Paulino disse:

    Ridículo quem dá a idéia de regulamentar a ocupação de flanelinha ou guardadores de carros ( que é a mesma porcaria). Esses elementos ocupam vias públicas para extorquir dinheiro de motoristas desamparados.
    O que esses elementos praticam é apropriação indébita de espaço publico que a meu ver crime.

  23. Paulino disse:

    Ridículo quem dá a idéia de regulamentar a ocupação de flanelinha ou guardadores de carros ( que é a mesma porcaria). Esses elementos ocupam vias públicas para extorquir dinheiro de motoristas desamparados.
    O que esses elementos praticam é apropriação indébita de espaço publico que a meu ver crime.

  24. Paulino disse:

    Ridículo quem dá a idéia de regulamentar a ocupação de flanelinha ou guardadores de carros ( que é a mesma porcaria). Esses elementos ocupam vias públicas para extorquir dinheiro de motoristas desamparados.
    O que esses elementos praticam é apropriação indébita de espaço publico que a meu ver crime.

  25. Thiago Gebaili de Andrade disse:

    Concordo em Gênero número e grau. Veja a questão da ordem dos músicos brasileiros

    OS TEMPLOS E A OMB

    Muito embora exista uma ADPF em trâmite perante o Supremo Tribunal Federal no sentido de extinguir a regulamentação da profissão de músico e por conseqüente a Ordem dos Músicos do Brasil, essa mesma instituição ainda tenta sobreviver com seus últimos respiros e uma das últimas tentativas do supramencionado órgão arrecadar para manter seus cofres fora do vermelho, foi o início de fiscalização nas igrejas e templos de qualquer culto para autuar aquelas que não recolhem contribuição à OMB supostamente devida pela utilização de músicos em seus cultos.

    Tal medida juridicamente é descabida pelos seguintes motivos:

    1- As pessoas que tocam em bandas desses templos não são músicos profissionais e sim profissionais de diversas áreas que em momentos de reunião espiritual se unem para louvar e cantar, ainda que com a utilização de instrumentos. Em tese são engenheiros, advogados, empresários e etc. que estão ali em prol de uma crença em comum.

    2- O louvor nesses templos não é um show e em nada se assemelha a um show, mas sim uma adoração a Deus, um ato espiritual.

    3- Pelo fato de as pessoas que utilizam instrumentos musicais nos louvores nos templos de qualquer culto não serem músicos profissionais, não devem se filiar a uma entidade de classe laborativa da qual não pertencem.

    4- Por outro lado a Constituição Federal garante a liberdade de profissão em seu artigo 5º inciso XIII, ainda que conforme regulamentação de lei que especifique qualificações para tanto. Há quem diga que da interpretação do supramencionado artigo se extrai que é livre o exercício de qualquer profissão, desde que atendidas as normas técnicas estabelecidas em lei.

    Eu particularmente discordo da aplicação ampla e irrestrita desse argumento, somente por um motivo, ou seja, a Constituição Federal é a norma regulamentadora de todas as outras normas infralegais a serem editadas, ela é formada por princípios que irão reger as demais normas, sejam elas leis, decretos ou qualquer outro tipo e o princípio do artigo 5º é o da liberdade do exercício de profissão.

    Logicamente a especificação de qualidades técnicas estabelecidas em lei serve não para profissões que não exijam cuidados técnicos preventivos por colocarem em risco a incolumidade de terceiros, mas sim para profissões que necessitam de especificações e habilitação técnica, por lidar diretamente com a saúde, segurança e bem estar da sociedade, tais como médicos por exemplo. Ainda nesse sentido, o artigo supramencionado garante ao trabalhador, pessoa física, o livre exercício de profissão, aliás, diga-se de passagem que esse direito está assegurado no título constitucional que trata sobre direitos e garantias fundamentais, o que lhe confere caráter de cláusula pétrea do artigo 60 parágrafo 4º IV da CF, ou seja, não pode ser suprimida ou sequer modificada, por ser imutável, intangível.

    Logo, ainda que se músicos profissionais fossem, os atuantes em louvores nesses templos não devem recolher contribuição aos cofres da OMB, bem como não podem ser autuados, assim como os templos nos quais congregam.

    Portanto, exigir pagamento de contribuição daqueles que atuam em louvores nos templos de qualquer culto, sendo músicos profissionais ou não, é uma forma de enriquecimento ilícito instituída pela OMB.

    Autor: Thiago Gebaili de Andrade, advogado do Escritório Harada e Andrade Advogados, pós graduado em Direito Tributário, especialista em Direito Público, autor de artigos sobre a Imunidade Tributária dos Templos de Qualquer Culto e advogado atuante em diversas igrejas.

    Autorizada a ampla divulgação.

  26. Thiago Gebaili de Andrade disse:

    Concordo em Gênero número e grau. Veja a questão da ordem dos músicos brasileiros

    OS TEMPLOS E A OMB

    Muito embora exista uma ADPF em trâmite perante o Supremo Tribunal Federal no sentido de extinguir a regulamentação da profissão de músico e por conseqüente a Ordem dos Músicos do Brasil, essa mesma instituição ainda tenta sobreviver com seus últimos respiros e uma das últimas tentativas do supramencionado órgão arrecadar para manter seus cofres fora do vermelho, foi o início de fiscalização nas igrejas e templos de qualquer culto para autuar aquelas que não recolhem contribuição à OMB supostamente devida pela utilização de músicos em seus cultos.

    Tal medida juridicamente é descabida pelos seguintes motivos:

    1- As pessoas que tocam em bandas desses templos não são músicos profissionais e sim profissionais de diversas áreas que em momentos de reunião espiritual se unem para louvar e cantar, ainda que com a utilização de instrumentos. Em tese são engenheiros, advogados, empresários e etc. que estão ali em prol de uma crença em comum.

    2- O louvor nesses templos não é um show e em nada se assemelha a um show, mas sim uma adoração a Deus, um ato espiritual.

    3- Pelo fato de as pessoas que utilizam instrumentos musicais nos louvores nos templos de qualquer culto não serem músicos profissionais, não devem se filiar a uma entidade de classe laborativa da qual não pertencem.

    4- Por outro lado a Constituição Federal garante a liberdade de profissão em seu artigo 5º inciso XIII, ainda que conforme regulamentação de lei que especifique qualificações para tanto. Há quem diga que da interpretação do supramencionado artigo se extrai que é livre o exercício de qualquer profissão, desde que atendidas as normas técnicas estabelecidas em lei.

    Eu particularmente discordo da aplicação ampla e irrestrita desse argumento, somente por um motivo, ou seja, a Constituição Federal é a norma regulamentadora de todas as outras normas infralegais a serem editadas, ela é formada por princípios que irão reger as demais normas, sejam elas leis, decretos ou qualquer outro tipo e o princípio do artigo 5º é o da liberdade do exercício de profissão.

    Logicamente a especificação de qualidades técnicas estabelecidas em lei serve não para profissões que não exijam cuidados técnicos preventivos por colocarem em risco a incolumidade de terceiros, mas sim para profissões que necessitam de especificações e habilitação técnica, por lidar diretamente com a saúde, segurança e bem estar da sociedade, tais como médicos por exemplo. Ainda nesse sentido, o artigo supramencionado garante ao trabalhador, pessoa física, o livre exercício de profissão, aliás, diga-se de passagem que esse direito está assegurado no título constitucional que trata sobre direitos e garantias fundamentais, o que lhe confere caráter de cláusula pétrea do artigo 60 parágrafo 4º IV da CF, ou seja, não pode ser suprimida ou sequer modificada, por ser imutável, intangível.

    Logo, ainda que se músicos profissionais fossem, os atuantes em louvores nesses templos não devem recolher contribuição aos cofres da OMB, bem como não podem ser autuados, assim como os templos nos quais congregam.

    Portanto, exigir pagamento de contribuição daqueles que atuam em louvores nos templos de qualquer culto, sendo músicos profissionais ou não, é uma forma de enriquecimento ilícito instituída pela OMB.

    Autor: Thiago Gebaili de Andrade, advogado do Escritório Harada e Andrade Advogados, pós graduado em Direito Tributário, especialista em Direito Público, autor de artigos sobre a Imunidade Tributária dos Templos de Qualquer Culto e advogado atuante em diversas igrejas.

    Autorizada a ampla divulgação.

  27. Thiago Gebaili de Andrade disse:

    Concordo em Gênero número e grau. Veja a questão da ordem dos músicos brasileiros

    OS TEMPLOS E A OMB

    Muito embora exista uma ADPF em trâmite perante o Supremo Tribunal Federal no sentido de extinguir a regulamentação da profissão de músico e por conseqüente a Ordem dos Músicos do Brasil, essa mesma instituição ainda tenta sobreviver com seus últimos respiros e uma das últimas tentativas do supramencionado órgão arrecadar para manter seus cofres fora do vermelho, foi o início de fiscalização nas igrejas e templos de qualquer culto para autuar aquelas que não recolhem contribuição à OMB supostamente devida pela utilização de músicos em seus cultos.

    Tal medida juridicamente é descabida pelos seguintes motivos:

    1- As pessoas que tocam em bandas desses templos não são músicos profissionais e sim profissionais de diversas áreas que em momentos de reunião espiritual se unem para louvar e cantar, ainda que com a utilização de instrumentos. Em tese são engenheiros, advogados, empresários e etc. que estão ali em prol de uma crença em comum.

    2- O louvor nesses templos não é um show e em nada se assemelha a um show, mas sim uma adoração a Deus, um ato espiritual.

    3- Pelo fato de as pessoas que utilizam instrumentos musicais nos louvores nos templos de qualquer culto não serem músicos profissionais, não devem se filiar a uma entidade de classe laborativa da qual não pertencem.

    4- Por outro lado a Constituição Federal garante a liberdade de profissão em seu artigo 5º inciso XIII, ainda que conforme regulamentação de lei que especifique qualificações para tanto. Há quem diga que da interpretação do supramencionado artigo se extrai que é livre o exercício de qualquer profissão, desde que atendidas as normas técnicas estabelecidas em lei.

    Eu particularmente discordo da aplicação ampla e irrestrita desse argumento, somente por um motivo, ou seja, a Constituição Federal é a norma regulamentadora de todas as outras normas infralegais a serem editadas, ela é formada por princípios que irão reger as demais normas, sejam elas leis, decretos ou qualquer outro tipo e o princípio do artigo 5º é o da liberdade do exercício de profissão.

    Logicamente a especificação de qualidades técnicas estabelecidas em lei serve não para profissões que não exijam cuidados técnicos preventivos por colocarem em risco a incolumidade de terceiros, mas sim para profissões que necessitam de especificações e habilitação técnica, por lidar diretamente com a saúde, segurança e bem estar da sociedade, tais como médicos por exemplo. Ainda nesse sentido, o artigo supramencionado garante ao trabalhador, pessoa física, o livre exercício de profissão, aliás, diga-se de passagem que esse direito está assegurado no título constitucional que trata sobre direitos e garantias fundamentais, o que lhe confere caráter de cláusula pétrea do artigo 60 parágrafo 4º IV da CF, ou seja, não pode ser suprimida ou sequer modificada, por ser imutável, intangível.

    Logo, ainda que se músicos profissionais fossem, os atuantes em louvores nesses templos não devem recolher contribuição aos cofres da OMB, bem como não podem ser autuados, assim como os templos nos quais congregam.

    Portanto, exigir pagamento de contribuição daqueles que atuam em louvores nos templos de qualquer culto, sendo músicos profissionais ou não, é uma forma de enriquecimento ilícito instituída pela OMB.

    Autor: Thiago Gebaili de Andrade, advogado do Escritório Harada e Andrade Advogados, pós graduado em Direito Tributário, especialista em Direito Público, autor de artigos sobre a Imunidade Tributária dos Templos de Qualquer Culto e advogado atuante em diversas igrejas.

    Autorizada a ampla divulgação.

  28. SERGIO BARBOSA disse:

    MUITO BEM CITADA A FRASE SOBRE “REPÚBLICA DE SINDICALISTAS”. ESTES PARASITAS SÃO RESPONSÁVEIS, COM A COLABORAÇÃO DO “GOVERNO DE SINDICALISTAS”, DESTA INÉRCIA SOCIAL QUE AUMENTA (E MUITO!!!) O “CUSTO BRASIL” .

    POBRES EMPREENDEDORES…

    SERGIO M. BARBOSA
    PIRACICABA-SP

  29. SERGIO BARBOSA disse:

    MUITO BEM CITADA A FRASE SOBRE “REPÚBLICA DE SINDICALISTAS”. ESTES PARASITAS SÃO RESPONSÁVEIS, COM A COLABORAÇÃO DO “GOVERNO DE SINDICALISTAS”, DESTA INÉRCIA SOCIAL QUE AUMENTA (E MUITO!!!) O “CUSTO BRASIL” .

    POBRES EMPREENDEDORES…

    SERGIO M. BARBOSA
    PIRACICABA-SP

  30. SERGIO BARBOSA disse:

    MUITO BEM CITADA A FRASE SOBRE “REPÚBLICA DE SINDICALISTAS”. ESTES PARASITAS SÃO RESPONSÁVEIS, COM A COLABORAÇÃO DO “GOVERNO DE SINDICALISTAS”, DESTA INÉRCIA SOCIAL QUE AUMENTA (E MUITO!!!) O “CUSTO BRASIL” .

    POBRES EMPREENDEDORES…

    SERGIO M. BARBOSA
    PIRACICABA-SP

  31. roberto disse:

    Um exemplo absurdo, mas que esclarece o tema. Um sujeito aperta parafusos no alto de uma escada e passa um fiscal e pergunta se ele tem diploma de apertador de parafusos. Se o outro não tem, é enquadrado em alguma penalidade de algum conselho que defende essa classe. É aiim que não temos paramédicos, as farmácias não podem medir pressão arterial, os auxiliares de postos de saúde não podem fazer exames simples de vista (inclusive medir a pressao intraocular, etc. Ja vi agronomo defendendo, para ampliar o campo de serviços remunerados dos seus pares, que toda a propriedade agricola deveria contar com um agronomo (o que inviabilizaria a grande maioria dos sitios e chacaras) e muits coisas do genero.
    Por isso, o presente debate é extremamente útil e necessário, para se evitar exigencias para atender falsos “cartórios” de quem acha que por dispor de um diploma, deve ser remunerado sem fazer um trabalho util e produtivo.

  32. roberto disse:

    Um exemplo absurdo, mas que esclarece o tema. Um sujeito aperta parafusos no alto de uma escada e passa um fiscal e pergunta se ele tem diploma de apertador de parafusos. Se o outro não tem, é enquadrado em alguma penalidade de algum conselho que defende essa classe. É aiim que não temos paramédicos, as farmácias não podem medir pressão arterial, os auxiliares de postos de saúde não podem fazer exames simples de vista (inclusive medir a pressao intraocular, etc. Ja vi agronomo defendendo, para ampliar o campo de serviços remunerados dos seus pares, que toda a propriedade agricola deveria contar com um agronomo (o que inviabilizaria a grande maioria dos sitios e chacaras) e muits coisas do genero.
    Por isso, o presente debate é extremamente útil e necessário, para se evitar exigencias para atender falsos “cartórios” de quem acha que por dispor de um diploma, deve ser remunerado sem fazer um trabalho util e produtivo.

  33. roberto disse:

    Um exemplo absurdo, mas que esclarece o tema. Um sujeito aperta parafusos no alto de uma escada e passa um fiscal e pergunta se ele tem diploma de apertador de parafusos. Se o outro não tem, é enquadrado em alguma penalidade de algum conselho que defende essa classe. É aiim que não temos paramédicos, as farmácias não podem medir pressão arterial, os auxiliares de postos de saúde não podem fazer exames simples de vista (inclusive medir a pressao intraocular, etc. Ja vi agronomo defendendo, para ampliar o campo de serviços remunerados dos seus pares, que toda a propriedade agricola deveria contar com um agronomo (o que inviabilizaria a grande maioria dos sitios e chacaras) e muits coisas do genero.
    Por isso, o presente debate é extremamente útil e necessário, para se evitar exigencias para atender falsos “cartórios” de quem acha que por dispor de um diploma, deve ser remunerado sem fazer um trabalho util e produtivo.

  34. marcos disse:

    acho que naopor que eu sou tecnico em processamento de dados e obtei por seu porteiro pior porcaria por que eu tinha que ser garoto de programa de condominio residencial giardino entao optei por demissao agora vou vr se consigo na carreira de ator por que sou filho do reginaldo faria e trabalhei em um filme com ele quero voltar ao cinema

  35. marcos disse:

    acho que naopor que eu sou tecnico em processamento de dados e obtei por seu porteiro pior porcaria por que eu tinha que ser garoto de programa de condominio residencial giardino entao optei por demissao agora vou vr se consigo na carreira de ator por que sou filho do reginaldo faria e trabalhei em um filme com ele quero voltar ao cinema

  36. marcos disse:

    acho que naopor que eu sou tecnico em processamento de dados e obtei por seu porteiro pior porcaria por que eu tinha que ser garoto de programa de condominio residencial giardino entao optei por demissao agora vou vr se consigo na carreira de ator por que sou filho do reginaldo faria e trabalhei em um filme com ele quero voltar ao cinema

  37. Paulo Freire disse:

    Pertinente este artigo. Sou médico e em 2004 impretrei mandados de segurança contra o CREMESP (TRF 3 região SP) contra as anuidades. Ninguém sabe e ninguem reparou que as anuidades são cobradas sem amparo constitucional, na realidade, cobrar por algo não previsto em lei é estelionato.

    Mas neste país as coidas funcionam para quem pode mai$. Meus 2 mandados estão parados até que seja julgada inconstitucional a lei 11.000 pelo STF. Até lá vou sofrendo ameaças e cobrança de dívida devido a um falso tributo, questionado na justiça. Ainda por cima, o meretríssimo (sem mérito) juiz do TRF retroagiu ação da lei 11.000 para me prejudicar. É o mesmo juiz envolvido nas falcatruas do Juiz Nicolau. Veja se pode!!

    Veja o meu blog:
    http://drpaulofreire.blogspot.com/2008/03/anuidades-dos-conselhos-de-profisses.html

  38. Paulo Freire disse:

    Pertinente este artigo. Sou médico e em 2004 impretrei mandados de segurança contra o CREMESP (TRF 3 região SP) contra as anuidades. Ninguém sabe e ninguem reparou que as anuidades são cobradas sem amparo constitucional, na realidade, cobrar por algo não previsto em lei é estelionato.

    Mas neste país as coidas funcionam para quem pode mai$. Meus 2 mandados estão parados até que seja julgada inconstitucional a lei 11.000 pelo STF. Até lá vou sofrendo ameaças e cobrança de dívida devido a um falso tributo, questionado na justiça. Ainda por cima, o meretríssimo (sem mérito) juiz do TRF retroagiu ação da lei 11.000 para me prejudicar. É o mesmo juiz envolvido nas falcatruas do Juiz Nicolau. Veja se pode!!

    Veja o meu blog:
    http://drpaulofreire.blogspot.com/2008/03/anuidades-dos-conselhos-de-profisses.html

  39. Paulo Freire disse:

    Pertinente este artigo. Sou médico e em 2004 impretrei mandados de segurança contra o CREMESP (TRF 3 região SP) contra as anuidades. Ninguém sabe e ninguem reparou que as anuidades são cobradas sem amparo constitucional, na realidade, cobrar por algo não previsto em lei é estelionato.

    Mas neste país as coidas funcionam para quem pode mai$. Meus 2 mandados estão parados até que seja julgada inconstitucional a lei 11.000 pelo STF. Até lá vou sofrendo ameaças e cobrança de dívida devido a um falso tributo, questionado na justiça. Ainda por cima, o meretríssimo (sem mérito) juiz do TRF retroagiu ação da lei 11.000 para me prejudicar. É o mesmo juiz envolvido nas falcatruas do Juiz Nicolau. Veja se pode!!

    Veja o meu blog:
    http://drpaulofreire.blogspot.com/2008/03/anuidades-dos-conselhos-de-profisses.html

  40. João Neves disse:

    O custo Brasil é alto ou o custo Brasil PARA computação é alto?
    Por que diversas empresas abrem filiais e fábricas aqui? Eu acho que se o trabalho aqui desempenhado for de qualidade o custo é BAIXO.
    O que os empresários querem é lucrar ao máximo encima dos seus funcionários.
    Se o cara pode contratar um estagiário para fazer um serviço que poderia ser feito por um formado mas a um custo bem baixo é claro que o formado nunca será contratado…

  41. João Neves disse:

    O custo Brasil é alto ou o custo Brasil PARA computação é alto?
    Por que diversas empresas abrem filiais e fábricas aqui? Eu acho que se o trabalho aqui desempenhado for de qualidade o custo é BAIXO.
    O que os empresários querem é lucrar ao máximo encima dos seus funcionários.
    Se o cara pode contratar um estagiário para fazer um serviço que poderia ser feito por um formado mas a um custo bem baixo é claro que o formado nunca será contratado…

  42. maurilio riccetto disse:

    e a profissão de corrupto ja esta regulamentada ? parece que sim porque o que tem de corrupto

  43. maurilio riccetto disse:

    e a profissão de corrupto ja esta regulamentada ? parece que sim porque o que tem de corrupto

  44. maurilio riccetto disse:

    e a profissão de corrupto ja esta regulamentada ? parece que sim porque o que tem de corrupto

  45. José Sergio Lamas disse:

    Eu não sou jornalista, músico e não tenho profissão que exija diploma, hoje sou aposentado como eletricitário ( comecei e terminei minha jornada na Eletropaulo sempre na comercial) canto no coral da Paróquia Santo Estêvão Mártir no bairro da Penha SP, pensem um pouco só, já pensou se quiserem exigir diploma do organista que nos acompanha nas missas e outros eventos religiosos? Acho um absurdo o que vem acontecendo em nosso país, o presidente da república que nem diploma escolar tem fica compactuando com esses descalabros.
    É bom parar por aqui para que eu não venha falar nenhuma bobagem.

  46. José Sergio Lamas disse:

    Eu não sou jornalista, músico e não tenho profissão que exija diploma, hoje sou aposentado como eletricitário ( comecei e terminei minha jornada na Eletropaulo sempre na comercial) canto no coral da Paróquia Santo Estêvão Mártir no bairro da Penha SP, pensem um pouco só, já pensou se quiserem exigir diploma do organista que nos acompanha nas missas e outros eventos religiosos? Acho um absurdo o que vem acontecendo em nosso país, o presidente da república que nem diploma escolar tem fica compactuando com esses descalabros.
    É bom parar por aqui para que eu não venha falar nenhuma bobagem.

  47. José Sergio Lamas disse:

    Eu não sou jornalista, músico e não tenho profissão que exija diploma, hoje sou aposentado como eletricitário ( comecei e terminei minha jornada na Eletropaulo sempre na comercial) canto no coral da Paróquia Santo Estêvão Mártir no bairro da Penha SP, pensem um pouco só, já pensou se quiserem exigir diploma do organista que nos acompanha nas missas e outros eventos religiosos? Acho um absurdo o que vem acontecendo em nosso país, o presidente da república que nem diploma escolar tem fica compactuando com esses descalabros.
    É bom parar por aqui para que eu não venha falar nenhuma bobagem.

  48. Luiz disse:

    Quem deseja ser sério ao escrever, deve levar a gramática a sério também, começar sentenças com a letra maiúscula é um bom começo.

  49. Luiz disse:

    Quem deseja ser sério ao escrever, deve levar a gramática a sério também, começar sentenças com a letra maiúscula é um bom começo.

  50. Felipe disse:

    Fiquei 20 minutos escrevendo um texto gigante aqui e não deu certo pois a tal da anti-spam word não foi aceita. Perdi o texto inteiro.
    E preciso haver alguma regulamentação para esse tipo de coisa para proteger o comentarista de absurdos como esse.

  51. Felipe disse:

    Fiquei 20 minutos escrevendo um texto gigante aqui e não deu certo pois a tal da anti-spam word não foi aceita. Perdi o texto inteiro.
    E preciso haver alguma regulamentação para esse tipo de coisa para proteger o comentarista de absurdos como esse.

  52. Felipe disse:

    Fiquei 20 minutos escrevendo um texto gigante aqui e não deu certo pois a tal da anti-spam word não foi aceita. Perdi o texto inteiro.
    E preciso haver alguma regulamentação para esse tipo de coisa para proteger o comentarista de absurdos como esse.

  53. Antonio Celso disse:

    Tudo é uma questão de bom senso, algumas profissões realmente precisam ser regulamentadas, não dá para levar seu filho, quando doente, a um profissional que não tenha passado por um bom curso de medicina. Agora regulamentar tudo é reserva de mercado, só pode atrasar o país.

  54. Antonio Celso disse:

    Tudo é uma questão de bom senso, algumas profissões realmente precisam ser regulamentadas, não dá para levar seu filho, quando doente, a um profissional que não tenha passado por um bom curso de medicina. Agora regulamentar tudo é reserva de mercado, só pode atrasar o país.

  55. Antonio Celso disse:

    Tudo é uma questão de bom senso, algumas profissões realmente precisam ser regulamentadas, não dá para levar seu filho, quando doente, a um profissional que não tenha passado por um bom curso de medicina. Agora regulamentar tudo é reserva de mercado, só pode atrasar o país.

  56. Renato Lima disse:

    Professor, sua série sobre as críticas às regulamentações do trabalho ficou excelente, em poucas linhas resumiu o caráter corporativo, restritivo e atrasado que perdura neste país. Bem melhor do que se tivessem feito uma tese, com os mesmos argumentos, sobre o tema (nada com escrever com eficiência e para ser entendido). Ainda sobre esse tema, recomendo o texto do cientista político Alexandre Barros, com o título “Desregulamentar profissões. Todas!” Está em http://www.imil.org.br/artigos/desregulamentar-profissoes-todas/ (leia que é fabuloso!)

  57. Renato Lima disse:

    Professor, sua série sobre as críticas às regulamentações do trabalho ficou excelente, em poucas linhas resumiu o caráter corporativo, restritivo e atrasado que perdura neste país. Bem melhor do que se tivessem feito uma tese, com os mesmos argumentos, sobre o tema (nada com escrever com eficiência e para ser entendido). Ainda sobre esse tema, recomendo o texto do cientista político Alexandre Barros, com o título “Desregulamentar profissões. Todas!” Está em http://www.imil.org.br/artigos/desregulamentar-profissoes-todas/ (leia que é fabuloso!)

  58. Renato Lima disse:

    Professor, sua série sobre as críticas às regulamentações do trabalho ficou excelente, em poucas linhas resumiu o caráter corporativo, restritivo e atrasado que perdura neste país. Bem melhor do que se tivessem feito uma tese, com os mesmos argumentos, sobre o tema (nada com escrever com eficiência e para ser entendido). Ainda sobre esse tema, recomendo o texto do cientista político Alexandre Barros, com o título “Desregulamentar profissões. Todas!” Está em http://www.imil.org.br/artigos/desregulamentar-profissoes-todas/ (leia que é fabuloso!)

  59. Miguel Carvalho disse:

    Regulamentar as profissões de informatica ?
    Nâo esqueçam que o Bill Gates não chegou a se formar !
    Desenvolveu e lançou o Windows muito antes de concluir os estudos e desistiu do curso ( e olhem ele podia pagar ) .
    E não se formou.

  60. Miguel Carvalho disse:

    Regulamentar as profissões de informatica ?
    Nâo esqueçam que o Bill Gates não chegou a se formar !
    Desenvolveu e lançou o Windows muito antes de concluir os estudos e desistiu do curso ( e olhem ele podia pagar ) .
    E não se formou.

  61. Miguel Carvalho disse:

    Regulamentar as profissões de informatica ?
    Nâo esqueçam que o Bill Gates não chegou a se formar !
    Desenvolveu e lançou o Windows muito antes de concluir os estudos e desistiu do curso ( e olhem ele podia pagar ) .
    E não se formou.

  62. Quanto a “indústria” de software Pernambucana…. claro que irá diminuir vários emprego de menos de dois salários mínimos por mês! É muito difícil alguém ser imparcial em relação a isso quando esta em uma posição vantajosa no que diz respeito a exploração do capital intelectual de nosso estado. É um contraste enorme colocar na balança a regulamentação da profissão de programador, analista etc com a diminuição de vagas, chega até ser um absurdo querer usar a diminuição de vagas como um item numa lista de justificativas para a não regulamentação da profissão. Quando se tem muito dinheiro rolando e principalmente offsourcing nada é necessariamente o que parece. O que vejo em Recife-PE são pessoas inteligentes sendo exploradas, pessoas pressas a uma regia do país que nunca foi sinônimo de desenvolvimento. A mizeria de nosso povo é riqueza para essas empresas.

  63. Quanto a “indústria” de software Pernambucana…. claro que irá diminuir vários emprego de menos de dois salários mínimos por mês! É muito difícil alguém ser imparcial em relação a isso quando esta em uma posição vantajosa no que diz respeito a exploração do capital intelectual de nosso estado. É um contraste enorme colocar na balança a regulamentação da profissão de programador, analista etc com a diminuição de vagas, chega até ser um absurdo querer usar a diminuição de vagas como um item numa lista de justificativas para a não regulamentação da profissão. Quando se tem muito dinheiro rolando e principalmente offsourcing nada é necessariamente o que parece. O que vejo em Recife-PE são pessoas inteligentes sendo exploradas, pessoas pressas a uma regia do país que nunca foi sinônimo de desenvolvimento. A mizeria de nosso povo é riqueza para essas empresas.

  64. Quanto a “indústria” de software Pernambucana…. claro que irá diminuir vários emprego de menos de dois salários mínimos por mês! É muito difícil alguém ser imparcial em relação a isso quando esta em uma posição vantajosa no que diz respeito a exploração do capital intelectual de nosso estado. É um contraste enorme colocar na balança a regulamentação da profissão de programador, analista etc com a diminuição de vagas, chega até ser um absurdo querer usar a diminuição de vagas como um item numa lista de justificativas para a não regulamentação da profissão. Quando se tem muito dinheiro rolando e principalmente offsourcing nada é necessariamente o que parece. O que vejo em Recife-PE são pessoas inteligentes sendo exploradas, pessoas pressas a uma regia do país que nunca foi sinônimo de desenvolvimento. A mizeria de nosso povo é riqueza para essas empresas.

  65. dmmg disse:

    Se um estagiário consegue fazer o mesmo trabalho que vc, formado, as empresas vão contratar o estagiário mesmo. Se durante seu curso superior vc não aprendeu nada que te diferencie de um auto-ditada mediano (não estou falando de gênios), vc fez um curso muito ruim ou não aproveitou (empurrou com a barriga). Resumindo, a regulamentação exagerada é na verdade uma tentativa de proteção aos incompetentes em detrimento de todo o resto da sociedade, que fica privada de contar com pessoas gabaritadas por uma imposição artificial.

  66. dmmg disse:

    Se um estagiário consegue fazer o mesmo trabalho que vc, formado, as empresas vão contratar o estagiário mesmo. Se durante seu curso superior vc não aprendeu nada que te diferencie de um auto-ditada mediano (não estou falando de gênios), vc fez um curso muito ruim ou não aproveitou (empurrou com a barriga). Resumindo, a regulamentação exagerada é na verdade uma tentativa de proteção aos incompetentes em detrimento de todo o resto da sociedade, que fica privada de contar com pessoas gabaritadas por uma imposição artificial.

  67. dmmg disse:

    Se um estagiário consegue fazer o mesmo trabalho que vc, formado, as empresas vão contratar o estagiário mesmo. Se durante seu curso superior vc não aprendeu nada que te diferencie de um auto-ditada mediano (não estou falando de gênios), vc fez um curso muito ruim ou não aproveitou (empurrou com a barriga). Resumindo, a regulamentação exagerada é na verdade uma tentativa de proteção aos incompetentes em detrimento de todo o resto da sociedade, que fica privada de contar com pessoas gabaritadas por uma imposição artificial.

  68. eduardo disse:

    É verdade que a regulamentação atrapalha e reduz empregos, só que existem parasitas sociais que vivem das consequencias dessas regulações como fiscais, sindicatos e outros que são grupos que atualmente possuem grande poder politico e que para conseguir o que querem fazem qualquer coisa, inclusive convencer o povo tolo que ele precisa de regulamentação e que a regulamentação vai lhe trazer algum beneficio.

  69. eduardo disse:

    É verdade que a regulamentação atrapalha e reduz empregos, só que existem parasitas sociais que vivem das consequencias dessas regulações como fiscais, sindicatos e outros que são grupos que atualmente possuem grande poder politico e que para conseguir o que querem fazem qualquer coisa, inclusive convencer o povo tolo que ele precisa de regulamentação e que a regulamentação vai lhe trazer algum beneficio.

  70. eduardo disse:

    É verdade que a regulamentação atrapalha e reduz empregos, só que existem parasitas sociais que vivem das consequencias dessas regulações como fiscais, sindicatos e outros que são grupos que atualmente possuem grande poder politico e que para conseguir o que querem fazem qualquer coisa, inclusive convencer o povo tolo que ele precisa de regulamentação e que a regulamentação vai lhe trazer algum beneficio.

  71. Anton disse:

    Todo e qualquer profissional deve ter uma base teorica que lhe dê meios de exercer com eficiencia sua profissão, todos os profissionais tanto de nivel superior ou técnicos deveriam ser formados e qualificados, até para ser pedreiro deveria exigir uma qualificação minima técnica, portanto todos devem passar por bancos escolares, fora da educação e educação técnica não há salvação.
    Eu mesmo como me formei muito cedo tive oportunidades diversas devido a isso e chances de estudar cada vez mais, qto mais educado é um povo menos violencia e corrupção existem, vide os países Nórdicos que tem educação elevada a mais de cem anos.

  72. Anton disse:

    Todo e qualquer profissional deve ter uma base teorica que lhe dê meios de exercer com eficiencia sua profissão, todos os profissionais tanto de nivel superior ou técnicos deveriam ser formados e qualificados, até para ser pedreiro deveria exigir uma qualificação minima técnica, portanto todos devem passar por bancos escolares, fora da educação e educação técnica não há salvação.
    Eu mesmo como me formei muito cedo tive oportunidades diversas devido a isso e chances de estudar cada vez mais, qto mais educado é um povo menos violencia e corrupção existem, vide os países Nórdicos que tem educação elevada a mais de cem anos.

  73. Anton disse:

    Todo e qualquer profissional deve ter uma base teorica que lhe dê meios de exercer com eficiencia sua profissão, todos os profissionais tanto de nivel superior ou técnicos deveriam ser formados e qualificados, até para ser pedreiro deveria exigir uma qualificação minima técnica, portanto todos devem passar por bancos escolares, fora da educação e educação técnica não há salvação.
    Eu mesmo como me formei muito cedo tive oportunidades diversas devido a isso e chances de estudar cada vez mais, qto mais educado é um povo menos violencia e corrupção existem, vide os países Nórdicos que tem educação elevada a mais de cem anos.

  74. Pedro Cardoso disse:

    Sou totalmente a favor das regulamentações. Acho que, inclusive, deveria ser regulamentada a profissão de blogueiro, assim não teríamos que aguentar um texto repleto de erros gramaticais, de semântica e coesão como esse teu. Com certeza, tu nem deve saber o que é isso, pois, pela tua falta de conhecimento da língua portuguesa, não passou nem perto de uma universidade. Tu és um ignorante!

  75. Pedro Cardoso disse:

    Sou totalmente a favor das regulamentações. Acho que, inclusive, deveria ser regulamentada a profissão de blogueiro, assim não teríamos que aguentar um texto repleto de erros gramaticais, de semântica e coesão como esse teu. Com certeza, tu nem deve saber o que é isso, pois, pela tua falta de conhecimento da língua portuguesa, não passou nem perto de uma universidade. Tu és um ignorante!

  76. Pedro Cardoso disse:

    Sou totalmente a favor das regulamentações. Acho que, inclusive, deveria ser regulamentada a profissão de blogueiro, assim não teríamos que aguentar um texto repleto de erros gramaticais, de semântica e coesão como esse teu. Com certeza, tu nem deve saber o que é isso, pois, pela tua falta de conhecimento da língua portuguesa, não passou nem perto de uma universidade. Tu és um ignorante!

  77. Onofre Santiago disse:

    Pedro,
    Antes de olhar para o rabo gramatical alheio, você deveria decidir se concorda ‘tu’ com a terceira ou com a segunda pessoa. Com as duas, não dá!

    O mesmo princípio vale para o comentarista Luiz, que inicia sentença depois de vírgula.

    Fica patente que o presente blog desrespeita as normas do CNCB – Conselho Nacional dos Comentadores de Blog – e não zela pela qualidade dos comentários enviados.

  78. Onofre Santiago disse:

    Pedro,
    Antes de olhar para o rabo gramatical alheio, você deveria decidir se concorda ‘tu’ com a terceira ou com a segunda pessoa. Com as duas, não dá!

    O mesmo princípio vale para o comentarista Luiz, que inicia sentença depois de vírgula.

    Fica patente que o presente blog desrespeita as normas do CNCB – Conselho Nacional dos Comentadores de Blog – e não zela pela qualidade dos comentários enviados.

  79. Onofre Santiago disse:

    Pedro,
    Antes de olhar para o rabo gramatical alheio, você deveria decidir se concorda ‘tu’ com a terceira ou com a segunda pessoa. Com as duas, não dá!

    O mesmo princípio vale para o comentarista Luiz, que inicia sentença depois de vírgula.

    Fica patente que o presente blog desrespeita as normas do CNCB – Conselho Nacional dos Comentadores de Blog – e não zela pela qualidade dos comentários enviados.

  80. Arthur Nunes disse:

    Caro Blogueiro, (profissional??)

    A profissão de Leiloeiro Público é regulamentada desde 1932 e é de extrema importância, auxiliando o comércio e o Judiciário brasileiro. Não entendi a comparação com capoeirista e BLOGUEIRO!!!!

  81. Arthur Nunes disse:

    Caro Blogueiro, (profissional??)

    A profissão de Leiloeiro Público é regulamentada desde 1932 e é de extrema importância, auxiliando o comércio e o Judiciário brasileiro. Não entendi a comparação com capoeirista e BLOGUEIRO!!!!

  82. Arthur Nunes disse:

    Caro Blogueiro, (profissional??)

    A profissão de Leiloeiro Público é regulamentada desde 1932 e é de extrema importância, auxiliando o comércio e o Judiciário brasileiro. Não entendi a comparação com capoeirista e BLOGUEIRO!!!!

  83. Adolfo Neto disse:

    Todas as profissões são importantes: leiloeiro, blogueiro, e capoeirista.
    Só não precisam ser TODAS elas regulamentdas.

    Gostei bastante do texto do Silvio e também do texto indicado pelo leitor Renato Lima:
    http://www.imil.org.br/artigos/desregulamentar-profissoes-todas/

    Principalmente quando falat em desregulamentar a medicina. Não para cirurgia, mas para coisas mais simples.

    Aqui em Curitiba (não sei se é lei municipal, estadual ou federal) quem faz academia de ginástica tem que se consultar com um médico a cada 6 meses para pedir um atestado médico… Porque um profissional de educação física não pode mais fazer esta avaliação?

  84. Adolfo Neto disse:

    Todas as profissões são importantes: leiloeiro, blogueiro, e capoeirista.
    Só não precisam ser TODAS elas regulamentdas.

    Gostei bastante do texto do Silvio e também do texto indicado pelo leitor Renato Lima:
    http://www.imil.org.br/artigos/desregulamentar-profissoes-todas/

    Principalmente quando falat em desregulamentar a medicina. Não para cirurgia, mas para coisas mais simples.

    Aqui em Curitiba (não sei se é lei municipal, estadual ou federal) quem faz academia de ginástica tem que se consultar com um médico a cada 6 meses para pedir um atestado médico… Porque um profissional de educação física não pode mais fazer esta avaliação?

  85. Adolfo Neto disse:

    Todas as profissões são importantes: leiloeiro, blogueiro, e capoeirista.
    Só não precisam ser TODAS elas regulamentdas.

    Gostei bastante do texto do Silvio e também do texto indicado pelo leitor Renato Lima:
    http://www.imil.org.br/artigos/desregulamentar-profissoes-todas/

    Principalmente quando falat em desregulamentar a medicina. Não para cirurgia, mas para coisas mais simples.

    Aqui em Curitiba (não sei se é lei municipal, estadual ou federal) quem faz academia de ginástica tem que se consultar com um médico a cada 6 meses para pedir um atestado médico… Porque um profissional de educação física não pode mais fazer esta avaliação?

  86. Alan disse:

    CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprova parecer sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e dá outras providências.
    http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918

  87. Alan disse:

    CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprova parecer sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e dá outras providências.
    http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918

  88. Alan disse:

    CCJ – Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania aprova parecer sobre a regulamentação do exercício da profissão de Analista de Sistemas e suas correlatas, cria o Conselho Federal e os Conselhos Regionais de Informática e dá outras providências.
    http://www.senado.gov.br/sf/atividade/Materia/Detalhes.asp?p_cod_mate=82918

  89. Professor, tenho um enorme respeito pela sua pessoa e o considero um visionário. Porém acredito que a sua visão nesse caso não funcionou muito bem.

    Hoje vivemos em um mercado sujo e imundo! Onde estudantes e profissionais FORMADOS são explorados com contratos de salários baixos. As Empresas de T.I desejam um profissional com perfil de PROGRAMADOR e nada mais. E ainda existem algumas renomadas que querem dar palestras em universidades para sugerir que perfil de profissional as universidades devem criar. Um verdadeiro descaso.

    A regulamentação da profissão vai trazer mudanças talvez de natureza radical para o mercado de trabalho, mas ao menos ela deve MUDAR este dia-a-dia e bit-a-bit ilógico e explorador que têm sido as nossas vidas.

  90. Professor, tenho um enorme respeito pela sua pessoa e o considero um visionário. Porém acredito que a sua visão nesse caso não funcionou muito bem.

    Hoje vivemos em um mercado sujo e imundo! Onde estudantes e profissionais FORMADOS são explorados com contratos de salários baixos. As Empresas de T.I desejam um profissional com perfil de PROGRAMADOR e nada mais. E ainda existem algumas renomadas que querem dar palestras em universidades para sugerir que perfil de profissional as universidades devem criar. Um verdadeiro descaso.

    A regulamentação da profissão vai trazer mudanças talvez de natureza radical para o mercado de trabalho, mas ao menos ela deve MUDAR este dia-a-dia e bit-a-bit ilógico e explorador que têm sido as nossas vidas.

  91. Professor, tenho um enorme respeito pela sua pessoa e o considero um visionário. Porém acredito que a sua visão nesse caso não funcionou muito bem.

    Hoje vivemos em um mercado sujo e imundo! Onde estudantes e profissionais FORMADOS são explorados com contratos de salários baixos. As Empresas de T.I desejam um profissional com perfil de PROGRAMADOR e nada mais. E ainda existem algumas renomadas que querem dar palestras em universidades para sugerir que perfil de profissional as universidades devem criar. Um verdadeiro descaso.

    A regulamentação da profissão vai trazer mudanças talvez de natureza radical para o mercado de trabalho, mas ao menos ela deve MUDAR este dia-a-dia e bit-a-bit ilógico e explorador que têm sido as nossas vidas.

  92. Alexsandro disse:

    É um caso que deveria ser mais debatido antes de tiramos certas conclusões

  93. Alexsandro disse:

    É um caso que deveria ser mais debatido antes de tiramos certas conclusões

  94. Alexsandro disse:

    É um caso que deveria ser mais debatido antes de tiramos certas conclusões

  95. ricardo disse:

    regulamentar tudo sim!!!

    nao me matei de estudar TI para um Ze Mane sem formação ocupar a vaga de quem estudou.

    Ou voce prefere um pais com medicos sem diploma??

  96. ricardo disse:

    regulamentar tudo sim!!!

    nao me matei de estudar TI para um Ze Mane sem formação ocupar a vaga de quem estudou.

    Ou voce prefere um pais com medicos sem diploma??

  97. ricardo disse:

    regulamentar tudo sim!!!

    nao me matei de estudar TI para um Ze Mane sem formação ocupar a vaga de quem estudou.

    Ou voce prefere um pais com medicos sem diploma??

  98. Ken Rosaka disse:

    Essa lei não tem como pegar:

    Na internet por exemplo existem programadores e programadores.
    Eu sou designer de interface (HTML, CSS, JavaScript). – Não considero que minha profissão seja uma programação propriamente dita, pois lido com pouca lógica ou recursos da informática. A minha parte do projeto geralmente tem muito mais haver com a arte (design) e com o conteúdo do que propriamente com uma “análise de sistemas”. A única semelhança com o trabalho de outros programadores é que a minha ferramenta também é um editor de texto. Será que eu terei q cursar uma faculdade para continuar trabalhando?

  99. Ken Rosaka disse:

    Essa lei não tem como pegar:

    Na internet por exemplo existem programadores e programadores.
    Eu sou designer de interface (HTML, CSS, JavaScript). – Não considero que minha profissão seja uma programação propriamente dita, pois lido com pouca lógica ou recursos da informática. A minha parte do projeto geralmente tem muito mais haver com a arte (design) e com o conteúdo do que propriamente com uma “análise de sistemas”. A única semelhança com o trabalho de outros programadores é que a minha ferramenta também é um editor de texto. Será que eu terei q cursar uma faculdade para continuar trabalhando?

  100. Ken Rosaka disse:

    Essa lei não tem como pegar:

    Na internet por exemplo existem programadores e programadores.
    Eu sou designer de interface (HTML, CSS, JavaScript). – Não considero que minha profissão seja uma programação propriamente dita, pois lido com pouca lógica ou recursos da informática. A minha parte do projeto geralmente tem muito mais haver com a arte (design) e com o conteúdo do que propriamente com uma “análise de sistemas”. A única semelhança com o trabalho de outros programadores é que a minha ferramenta também é um editor de texto. Será que eu terei q cursar uma faculdade para continuar trabalhando?

  101. wtf disse:

    papinho mais furado o do camarada que disse trancar o curso de ciencias da computação faltando apenas o tcc, por não ser uma profissão regulamentada.

    Boa explicação para sua incompetência em não conseguir fazer o tcc heim ?

    acho que área de TI precisa de regulamentação sim, devido sua alta importância para os mais diversos campos da sociedade. Não dá pra ficar colocando sobrinhos, ou “pessoas que sabem mexer” e necessári o controle, responsabilidade nesses serviços. Um erro minimo hj gera prejuízo de milhões.

  102. wtf disse:

    papinho mais furado o do camarada que disse trancar o curso de ciencias da computação faltando apenas o tcc, por não ser uma profissão regulamentada.

    Boa explicação para sua incompetência em não conseguir fazer o tcc heim ?

    acho que área de TI precisa de regulamentação sim, devido sua alta importância para os mais diversos campos da sociedade. Não dá pra ficar colocando sobrinhos, ou “pessoas que sabem mexer” e necessári o controle, responsabilidade nesses serviços. Um erro minimo hj gera prejuízo de milhões.

  103. wtf disse:

    papinho mais furado o do camarada que disse trancar o curso de ciencias da computação faltando apenas o tcc, por não ser uma profissão regulamentada.

    Boa explicação para sua incompetência em não conseguir fazer o tcc heim ?

    acho que área de TI precisa de regulamentação sim, devido sua alta importância para os mais diversos campos da sociedade. Não dá pra ficar colocando sobrinhos, ou “pessoas que sabem mexer” e necessári o controle, responsabilidade nesses serviços. Um erro minimo hj gera prejuízo de milhões.

  104. Gilmar Mendes disse:

    Nem mesmo se as entidades de classe indenizassem,
    em dinheiro, por completo e irrestrito, os danos
    causados por seus associados que se privilegiam
    dessa reserva de mercado, seria a favor.

    Essas entidades são um meio interessante de
    se atrasar o país, que por si já é uma ficção.

    Quem mantem a elite desse país,

    (
    os banqueiros internacionais iluminatis
    http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024
    )

    o faz pra que eles se ocupem em criar entraves que
    atrasem o desenvolvimento desta sociedade para que
    isso aqui continue sendo uma reserva de materias
    primas, nada mais que isso.

    Nos estamos cheios de impostos e taxas a serem pagos
    que nao nos garantem absolutamente nada de volta.

    Como disseram Jacó e Jacozinho em “Disco voador”,
    “Tudo o que não presta morre por si mesmo”

    Essa brisa de ficção que é o Brasil não resistirá a
    primeira prova, confirmando o dizer acima relatado.

  105. Gilmar Mendes disse:

    Nem mesmo se as entidades de classe indenizassem,
    em dinheiro, por completo e irrestrito, os danos
    causados por seus associados que se privilegiam
    dessa reserva de mercado, seria a favor.

    Essas entidades são um meio interessante de
    se atrasar o país, que por si já é uma ficção.

    Quem mantem a elite desse país,

    (
    os banqueiros internacionais iluminatis
    http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024
    )

    o faz pra que eles se ocupem em criar entraves que
    atrasem o desenvolvimento desta sociedade para que
    isso aqui continue sendo uma reserva de materias
    primas, nada mais que isso.

    Nos estamos cheios de impostos e taxas a serem pagos
    que nao nos garantem absolutamente nada de volta.

    Como disseram Jacó e Jacozinho em “Disco voador”,
    “Tudo o que não presta morre por si mesmo”

    Essa brisa de ficção que é o Brasil não resistirá a
    primeira prova, confirmando o dizer acima relatado.

  106. Gilmar Mendes disse:

    Nem mesmo se as entidades de classe indenizassem,
    em dinheiro, por completo e irrestrito, os danos
    causados por seus associados que se privilegiam
    dessa reserva de mercado, seria a favor.

    Essas entidades são um meio interessante de
    se atrasar o país, que por si já é uma ficção.

    Quem mantem a elite desse país,

    (
    os banqueiros internacionais iluminatis
    http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024
    )

    o faz pra que eles se ocupem em criar entraves que
    atrasem o desenvolvimento desta sociedade para que
    isso aqui continue sendo uma reserva de materias
    primas, nada mais que isso.

    Nos estamos cheios de impostos e taxas a serem pagos
    que nao nos garantem absolutamente nada de volta.

    Como disseram Jacó e Jacozinho em “Disco voador”,
    “Tudo o que não presta morre por si mesmo”

    Essa brisa de ficção que é o Brasil não resistirá a
    primeira prova, confirmando o dizer acima relatado.

  107. Daniel Libanori disse:

    A pergunta que deve ser feita é: quando a regulamentação traz benefícios para a população brasileira?

    O mercado não pode auto-regular a profissão do médico, pois o mal médico mata pessoas, o que é um mal inestimável. Porém, o mal programador, eletricista ou cabeleireiro, por mais que causem algum prejuízo, não é irreparável para a sociedade. O mercado se auto-regula, o mal profissional fica sem emprego ou clientes etc.

    Neste casso, a regulamentação só serve para proteger profissionais que estudaram 4, 5 anos e não conseguiram nenhum diferencial em relação ao sobrinho do conhecido que faz a mesma coisa.

    Exite algo errado se você precisou estudar 5 anos para fazer a mesma coisa que alguém que leu “Como programar X em Y dias” pode fazer a um quinto do custo.

  108. Daniel Libanori disse:

    A pergunta que deve ser feita é: quando a regulamentação traz benefícios para a população brasileira?

    O mercado não pode auto-regular a profissão do médico, pois o mal médico mata pessoas, o que é um mal inestimável. Porém, o mal programador, eletricista ou cabeleireiro, por mais que causem algum prejuízo, não é irreparável para a sociedade. O mercado se auto-regula, o mal profissional fica sem emprego ou clientes etc.

    Neste casso, a regulamentação só serve para proteger profissionais que estudaram 4, 5 anos e não conseguiram nenhum diferencial em relação ao sobrinho do conhecido que faz a mesma coisa.

    Exite algo errado se você precisou estudar 5 anos para fazer a mesma coisa que alguém que leu “Como programar X em Y dias” pode fazer a um quinto do custo.

  109. Daniel Libanori disse:

    A pergunta que deve ser feita é: quando a regulamentação traz benefícios para a população brasileira?

    O mercado não pode auto-regular a profissão do médico, pois o mal médico mata pessoas, o que é um mal inestimável. Porém, o mal programador, eletricista ou cabeleireiro, por mais que causem algum prejuízo, não é irreparável para a sociedade. O mercado se auto-regula, o mal profissional fica sem emprego ou clientes etc.

    Neste casso, a regulamentação só serve para proteger profissionais que estudaram 4, 5 anos e não conseguiram nenhum diferencial em relação ao sobrinho do conhecido que faz a mesma coisa.

    Exite algo errado se você precisou estudar 5 anos para fazer a mesma coisa que alguém que leu “Como programar X em Y dias” pode fazer a um quinto do custo.

  110. Nerd disse:

    Nerd em sentido pejorativo desmascara a imparcialidade e a inveja de jornalistas.

  111. Nerd disse:

    Nerd em sentido pejorativo desmascara a imparcialidade e a inveja de jornalistas.

  112. Nerd disse:

    Nerd em sentido pejorativo desmascara a imparcialidade e a inveja de jornalistas.

  113. Santos disse:

    A questão não é ter um certificado de graduação, o negocio é o saber… Empresas que contrata serviços não sabem diferenciar um serviço de qualidade ou péssima qualidade, isso é observado com tempo. Assim profissionais ruins com baixos salários entram no mercado de uma forma injusta, desacreditando a atividade e profissionais (Programadores, Contadores, etc.). Já escutei muito isso “Programados, Contadores são todos iguais para que contratar um bom, se um de 500 reais por mês faz mesma coisa”. Isso sai da boca do empresário que vem com uma calça de 500 reais vestido para humilhar seus funcionários. Estou desistindo da profissão não vale a pena, o meu visinho que vende cachorro quente ganha muito, muito, muito mais que ganho sem dor de cabeça.

  114. Santos disse:

    A questão não é ter um certificado de graduação, o negocio é o saber… Empresas que contrata serviços não sabem diferenciar um serviço de qualidade ou péssima qualidade, isso é observado com tempo. Assim profissionais ruins com baixos salários entram no mercado de uma forma injusta, desacreditando a atividade e profissionais (Programadores, Contadores, etc.). Já escutei muito isso “Programados, Contadores são todos iguais para que contratar um bom, se um de 500 reais por mês faz mesma coisa”. Isso sai da boca do empresário que vem com uma calça de 500 reais vestido para humilhar seus funcionários. Estou desistindo da profissão não vale a pena, o meu visinho que vende cachorro quente ganha muito, muito, muito mais que ganho sem dor de cabeça.

  115. Santos disse:

    A questão não é ter um certificado de graduação, o negocio é o saber… Empresas que contrata serviços não sabem diferenciar um serviço de qualidade ou péssima qualidade, isso é observado com tempo. Assim profissionais ruins com baixos salários entram no mercado de uma forma injusta, desacreditando a atividade e profissionais (Programadores, Contadores, etc.). Já escutei muito isso “Programados, Contadores são todos iguais para que contratar um bom, se um de 500 reais por mês faz mesma coisa”. Isso sai da boca do empresário que vem com uma calça de 500 reais vestido para humilhar seus funcionários. Estou desistindo da profissão não vale a pena, o meu visinho que vende cachorro quente ganha muito, muito, muito mais que ganho sem dor de cabeça.

  116. Luciana disse:

    Hahahaha! Já pensou se regulamentassem a profissão de presidente da república????

  117. Luciana disse:

    Hahahaha! Já pensou se regulamentassem a profissão de presidente da república????

  118. Luciana disse:

    Hahahaha! Já pensou se regulamentassem a profissão de presidente da república????

  119. Christiano disse:

    Dentro em breve será regulamentada a profissão de Matador de Aluguel e aí todos os senadores poderão emitir nota fiscal pelos serviços contratados.
    Grande idéia. Avante Brasil. Os burros também amam.

  120. Christiano disse:

    Dentro em breve será regulamentada a profissão de Matador de Aluguel e aí todos os senadores poderão emitir nota fiscal pelos serviços contratados.
    Grande idéia. Avante Brasil. Os burros também amam.

  121. Christiano disse:

    Dentro em breve será regulamentada a profissão de Matador de Aluguel e aí todos os senadores poderão emitir nota fiscal pelos serviços contratados.
    Grande idéia. Avante Brasil. Os burros também amam.

  122. Miguel disse:

    estou no mercado de trabalho tecnologico hà 10 anos,
    nunca fiz faculdade nem grandes cursos técnicos,
    aprendi na raça e corri atras de conhecimento sem gastar
    grana, tenho 6 funcionarios, dezenas de clientes atendidos,
    e batemos em muitos concorrentes renomados cheios de engenheiros
    e títulos, o fato de você ter um diploma universitário não te torna competente.
    ainda mais na área de tecnologia em que muitas pessoas ficam aprendendo
    na faculdade o que já aconteceu hà anos atras no mercado.

  123. Miguel disse:

    estou no mercado de trabalho tecnologico hà 10 anos,
    nunca fiz faculdade nem grandes cursos técnicos,
    aprendi na raça e corri atras de conhecimento sem gastar
    grana, tenho 6 funcionarios, dezenas de clientes atendidos,
    e batemos em muitos concorrentes renomados cheios de engenheiros
    e títulos, o fato de você ter um diploma universitário não te torna competente.
    ainda mais na área de tecnologia em que muitas pessoas ficam aprendendo
    na faculdade o que já aconteceu hà anos atras no mercado.

  124. Miguel disse:

    estou no mercado de trabalho tecnologico hà 10 anos,
    nunca fiz faculdade nem grandes cursos técnicos,
    aprendi na raça e corri atras de conhecimento sem gastar
    grana, tenho 6 funcionarios, dezenas de clientes atendidos,
    e batemos em muitos concorrentes renomados cheios de engenheiros
    e títulos, o fato de você ter um diploma universitário não te torna competente.
    ainda mais na área de tecnologia em que muitas pessoas ficam aprendendo
    na faculdade o que já aconteceu hà anos atras no mercado.

  125. Raul Alves da Silva Junior disse:

    Ola Silvio Meira,e um absurdo regulamentar a profissao de flanelinha ou guardador de carro ,como queiram,mas acho q a maioria sao bandidos q querem se aproveitar dos motoristas,mas porque nao pessam em q nosso presidente nao tem o primario completo isso sim e um absurdo para um pais q pretende ser competitivo com as grandes potencias.O q que mais vao inventar os parlapatoes do nosso Brasil.

  126. Raul Alves da Silva Junior disse:

    Ola Silvio Meira,e um absurdo regulamentar a profissao de flanelinha ou guardador de carro ,como queiram,mas acho q a maioria sao bandidos q querem se aproveitar dos motoristas,mas porque nao pessam em q nosso presidente nao tem o primario completo isso sim e um absurdo para um pais q pretende ser competitivo com as grandes potencias.O q que mais vao inventar os parlapatoes do nosso Brasil.

  127. Raul Alves da Silva Junior disse:

    Ola Silvio Meira,e um absurdo regulamentar a profissao de flanelinha ou guardador de carro ,como queiram,mas acho q a maioria sao bandidos q querem se aproveitar dos motoristas,mas porque nao pessam em q nosso presidente nao tem o primario completo isso sim e um absurdo para um pais q pretende ser competitivo com as grandes potencias.O q que mais vao inventar os parlapatoes do nosso Brasil.

  128. Cesar Mello disse:

    Cito o exemplo que eu vejo aqui no RS: tá cheio de analfabetos funcionais se formando em faculdades privadas. Mesmo a universidade federal daqui hoje em dia consegue entregar inúteis com diploma (conheço casos reais).

    Também vejo vários casos de profissionais excelentes, com muito mais conhecimento que os formados na área. Profissionais que totalizam mais de 10 anos de estudo e aperfeiçoamento contínuo, e nunca estudaram computação numa universidade. Mas que passam noites em claro aprendendo por puro prazer.

    Mesmo que a faculdade conseguisse garantir um nível mínimo, seria injusto valorizar mais estes formados com nível mínimo do que os auto-didatas mais competentes. Assim como seria injusto tirar a liberdade de futuras gerações de auto-didatas inteligentes atuarem no mercado de trabalho.

    Apesar de eu ter me formado em Ciência da Computação, continuo valorizando este diploma tanto quanto um pedaço de papel higiênico usado. E espero que a profissão continue desregulamentada. Dito isso, o tempo que passei na universidade não foi totalmente perdido. Serviu como guia para os meus estudos, e tive algumas poucas horas de aula aproveitável.

    Regulamentação da computação é coisa de medíocres que se sentem ameaçados e querem criar vantagens artificiais. Palavras humildes de um formado. 🙂

  129. Cesar Mello disse:

    Cito o exemplo que eu vejo aqui no RS: tá cheio de analfabetos funcionais se formando em faculdades privadas. Mesmo a universidade federal daqui hoje em dia consegue entregar inúteis com diploma (conheço casos reais).

    Também vejo vários casos de profissionais excelentes, com muito mais conhecimento que os formados na área. Profissionais que totalizam mais de 10 anos de estudo e aperfeiçoamento contínuo, e nunca estudaram computação numa universidade. Mas que passam noites em claro aprendendo por puro prazer.

    Mesmo que a faculdade conseguisse garantir um nível mínimo, seria injusto valorizar mais estes formados com nível mínimo do que os auto-didatas mais competentes. Assim como seria injusto tirar a liberdade de futuras gerações de auto-didatas inteligentes atuarem no mercado de trabalho.

    Apesar de eu ter me formado em Ciência da Computação, continuo valorizando este diploma tanto quanto um pedaço de papel higiênico usado. E espero que a profissão continue desregulamentada. Dito isso, o tempo que passei na universidade não foi totalmente perdido. Serviu como guia para os meus estudos, e tive algumas poucas horas de aula aproveitável.

    Regulamentação da computação é coisa de medíocres que se sentem ameaçados e querem criar vantagens artificiais. Palavras humildes de um formado. 🙂

  130. Cesar Mello disse:

    Cito o exemplo que eu vejo aqui no RS: tá cheio de analfabetos funcionais se formando em faculdades privadas. Mesmo a universidade federal daqui hoje em dia consegue entregar inúteis com diploma (conheço casos reais).

    Também vejo vários casos de profissionais excelentes, com muito mais conhecimento que os formados na área. Profissionais que totalizam mais de 10 anos de estudo e aperfeiçoamento contínuo, e nunca estudaram computação numa universidade. Mas que passam noites em claro aprendendo por puro prazer.

    Mesmo que a faculdade conseguisse garantir um nível mínimo, seria injusto valorizar mais estes formados com nível mínimo do que os auto-didatas mais competentes. Assim como seria injusto tirar a liberdade de futuras gerações de auto-didatas inteligentes atuarem no mercado de trabalho.

    Apesar de eu ter me formado em Ciência da Computação, continuo valorizando este diploma tanto quanto um pedaço de papel higiênico usado. E espero que a profissão continue desregulamentada. Dito isso, o tempo que passei na universidade não foi totalmente perdido. Serviu como guia para os meus estudos, e tive algumas poucas horas de aula aproveitável.

    Regulamentação da computação é coisa de medíocres que se sentem ameaçados e querem criar vantagens artificiais. Palavras humildes de um formado. 🙂

  131. Alan Carvalho disse:

    Não sei qual o motivo da celeuma: quem não quiser ter o título de “Analista de Sistemas” não precisará enquadrar-se nos requisitos da lei que está sendo proposta. Considero importante que um formado em um curso superior possa dizer que tem uma profissão regulamentada, o que não é o caso de nenhum formado em cursos superiores de TI. Para muitos excelentes profissionais isso não fará diferença alguma, mas vários outros ressentem-se do fato de não ter uma profissão. E não se está proibindo ninguém de atuar com TI, mas apenas oferecendo a oportunidade daqueles que puderem passar a ter uma profissão. Os “sobrinhos” continuarão a ser contratados. Os ótimos profissionais, com ou sem diploma, também.

  132. Alan Carvalho disse:

    Não sei qual o motivo da celeuma: quem não quiser ter o título de “Analista de Sistemas” não precisará enquadrar-se nos requisitos da lei que está sendo proposta. Considero importante que um formado em um curso superior possa dizer que tem uma profissão regulamentada, o que não é o caso de nenhum formado em cursos superiores de TI. Para muitos excelentes profissionais isso não fará diferença alguma, mas vários outros ressentem-se do fato de não ter uma profissão. E não se está proibindo ninguém de atuar com TI, mas apenas oferecendo a oportunidade daqueles que puderem passar a ter uma profissão. Os “sobrinhos” continuarão a ser contratados. Os ótimos profissionais, com ou sem diploma, também.

  133. Alan Carvalho disse:

    Não sei qual o motivo da celeuma: quem não quiser ter o título de “Analista de Sistemas” não precisará enquadrar-se nos requisitos da lei que está sendo proposta. Considero importante que um formado em um curso superior possa dizer que tem uma profissão regulamentada, o que não é o caso de nenhum formado em cursos superiores de TI. Para muitos excelentes profissionais isso não fará diferença alguma, mas vários outros ressentem-se do fato de não ter uma profissão. E não se está proibindo ninguém de atuar com TI, mas apenas oferecendo a oportunidade daqueles que puderem passar a ter uma profissão. Os “sobrinhos” continuarão a ser contratados. Os ótimos profissionais, com ou sem diploma, também.

  134. Carlos Santos disse:

    Bom, música já é regulamentado há tempos… OMB que o diga. E quem disse que isto seria melhorado se enganou… A OMB só piorou tudo.

  135. Carlos Santos disse:

    Bom, música já é regulamentado há tempos… OMB que o diga. E quem disse que isto seria melhorado se enganou… A OMB só piorou tudo.

  136. Carlos Santos disse:

    Bom, música já é regulamentado há tempos… OMB que o diga. E quem disse que isto seria melhorado se enganou… A OMB só piorou tudo.

  137. Rodrigo disse:

    Silvio, no último parágrafo você diz: “…mas é capaz de voltarem a regulamentar jornalismo…”, na verdade o jornalista nunca foi desregulamentado, apenas não é mais obrigatório o diploma para que se obtenha o registro profissional de jornalista.

  138. Rodrigo disse:

    Silvio, no último parágrafo você diz: “…mas é capaz de voltarem a regulamentar jornalismo…”, na verdade o jornalista nunca foi desregulamentado, apenas não é mais obrigatório o diploma para que se obtenha o registro profissional de jornalista.

  139. Rodrigo disse:

    Silvio, no último parágrafo você diz: “…mas é capaz de voltarem a regulamentar jornalismo…”, na verdade o jornalista nunca foi desregulamentado, apenas não é mais obrigatório o diploma para que se obtenha o registro profissional de jornalista.

  140. Wellington disse:

    “Eu tranquei o curso de Ciencia da Computação faltando só o TCC2 (Trabalho de Conclusão), pois na area de informática qualquer um pode trabalhar.”
    É uma pena o seu pensamento, principalmente pois agora é uma profissão regulamentada. (Parabéns por perder anos de curso, risos).
    Se você acha que uma faculdade não tem importância no mercado de trabalho ou na vida realmenente o melhor foi você trancar. Uma faculdade te abre as portas para uma pós graduação ou um mestrado. Em relação as empresas que você foi fazer entrevista acho difícil ter sido em alguma sério ou de grande porte pois sem um diploma nem entrevista você faria.

  141. Wellington disse:

    “Eu tranquei o curso de Ciencia da Computação faltando só o TCC2 (Trabalho de Conclusão), pois na area de informática qualquer um pode trabalhar.”
    É uma pena o seu pensamento, principalmente pois agora é uma profissão regulamentada. (Parabéns por perder anos de curso, risos).
    Se você acha que uma faculdade não tem importância no mercado de trabalho ou na vida realmenente o melhor foi você trancar. Uma faculdade te abre as portas para uma pós graduação ou um mestrado. Em relação as empresas que você foi fazer entrevista acho difícil ter sido em alguma sério ou de grande porte pois sem um diploma nem entrevista você faria.

  142. Wellington disse:

    “Eu tranquei o curso de Ciencia da Computação faltando só o TCC2 (Trabalho de Conclusão), pois na area de informática qualquer um pode trabalhar.”
    É uma pena o seu pensamento, principalmente pois agora é uma profissão regulamentada. (Parabéns por perder anos de curso, risos).
    Se você acha que uma faculdade não tem importância no mercado de trabalho ou na vida realmenente o melhor foi você trancar. Uma faculdade te abre as portas para uma pós graduação ou um mestrado. Em relação as empresas que você foi fazer entrevista acho difícil ter sido em alguma sério ou de grande porte pois sem um diploma nem entrevista você faria.

  143. Elie Chadarevian disse:

    Apenas algumas perguntas, por que engenharia é regulamentada e tem CREA?
    Quem é o responsável técnico por um mal funcionamento importante que coloque vidas em risco – seja risco físico ou moral – de um sistema de segurança que envolve programação de computadores, como por exemplo um sistema aviônico, ou controle de trens metroviários, ou ainda um sistemas de controle de informações pessoais como SERASA ou SPC?

  144. Elie Chadarevian disse:

    Apenas algumas perguntas, por que engenharia é regulamentada e tem CREA?
    Quem é o responsável técnico por um mal funcionamento importante que coloque vidas em risco – seja risco físico ou moral – de um sistema de segurança que envolve programação de computadores, como por exemplo um sistema aviônico, ou controle de trens metroviários, ou ainda um sistemas de controle de informações pessoais como SERASA ou SPC?

  145. Elie Chadarevian disse:

    Apenas algumas perguntas, por que engenharia é regulamentada e tem CREA?
    Quem é o responsável técnico por um mal funcionamento importante que coloque vidas em risco – seja risco físico ou moral – de um sistema de segurança que envolve programação de computadores, como por exemplo um sistema aviônico, ou controle de trens metroviários, ou ainda um sistemas de controle de informações pessoais como SERASA ou SPC?

  146. Roberto novaes disse:

    Hipocrisia!
    Esta é a conotação que melhor se encaixa sobre este assunto. A regulamentação só vem à favorecer um nicho de “profissionais” que mal sabem para quê serve o próprio diploma/curso. E quem disse que é obrigatório “estudar” para ter um diploma?! Du-vi-do…
    Conheço muitas pessoas que mal sabem gramática e lecionam em colégios, tanto particulares, quanto públicos. E aí, alguma diferença?
    Creio que não… Ser um auto-didata me parece à grosso modo, transparecer uma ameaça para meia-dúzia de gatos pingados que não sabem fazer nada, não possuem capacidade necessária para desenvolver um trabalho digno com excelência e que se vêem a mercê deste paradigma, onde o conhecimento é a chave para o sucesso e não um mero pedaço de papel. Viva ao país da piada pronta que tem um Presidente semi-alfabetizado!!

  147. Roberto novaes disse:

    Hipocrisia!
    Esta é a conotação que melhor se encaixa sobre este assunto. A regulamentação só vem à favorecer um nicho de “profissionais” que mal sabem para quê serve o próprio diploma/curso. E quem disse que é obrigatório “estudar” para ter um diploma?! Du-vi-do…
    Conheço muitas pessoas que mal sabem gramática e lecionam em colégios, tanto particulares, quanto públicos. E aí, alguma diferença?
    Creio que não… Ser um auto-didata me parece à grosso modo, transparecer uma ameaça para meia-dúzia de gatos pingados que não sabem fazer nada, não possuem capacidade necessária para desenvolver um trabalho digno com excelência e que se vêem a mercê deste paradigma, onde o conhecimento é a chave para o sucesso e não um mero pedaço de papel. Viva ao país da piada pronta que tem um Presidente semi-alfabetizado!!

  148. Roberto novaes disse:

    Hipocrisia!
    Esta é a conotação que melhor se encaixa sobre este assunto. A regulamentação só vem à favorecer um nicho de “profissionais” que mal sabem para quê serve o próprio diploma/curso. E quem disse que é obrigatório “estudar” para ter um diploma?! Du-vi-do…
    Conheço muitas pessoas que mal sabem gramática e lecionam em colégios, tanto particulares, quanto públicos. E aí, alguma diferença?
    Creio que não… Ser um auto-didata me parece à grosso modo, transparecer uma ameaça para meia-dúzia de gatos pingados que não sabem fazer nada, não possuem capacidade necessária para desenvolver um trabalho digno com excelência e que se vêem a mercê deste paradigma, onde o conhecimento é a chave para o sucesso e não um mero pedaço de papel. Viva ao país da piada pronta que tem um Presidente semi-alfabetizado!!

  149. Marcus disse:

    Eu acredito que certas profissões realmente não precisam de regulamentação. Como foi dito em um comentário acima, o mercado regula a maioria delas.

    Sou profissional de TI a alguns anos, tenho curso superior em uma boa faculdade federal e não me sinto nem um pouco protegido pela regulamentação. Na realidade vou me sentir lesado com as prováveis taxas que aparecerão.

    O fato de ter um curso superior não indica que a pessoa é qualificada. As várias faculdades particulares fracas que surgiram nesses últimos anos mostra isso. Argumentar que uma pessoa sem diploma vai tomar sua vage em TI é querer esconder a incopetência num curso mal feito.

    Mas eu também não acho que a formação escolar é irrelevante. Nos meus primeiros empregos minha faculdade deu uma certa segurança
    ao empregador, oque já é uma grande vantagem no mercado. É só se esforçar e saber aproveitá-la que a regulamentação não vale de nada.

  150. Marcus disse:

    Eu acredito que certas profissões realmente não precisam de regulamentação. Como foi dito em um comentário acima, o mercado regula a maioria delas.

    Sou profissional de TI a alguns anos, tenho curso superior em uma boa faculdade federal e não me sinto nem um pouco protegido pela regulamentação. Na realidade vou me sentir lesado com as prováveis taxas que aparecerão.

    O fato de ter um curso superior não indica que a pessoa é qualificada. As várias faculdades particulares fracas que surgiram nesses últimos anos mostra isso. Argumentar que uma pessoa sem diploma vai tomar sua vage em TI é querer esconder a incopetência num curso mal feito.

    Mas eu também não acho que a formação escolar é irrelevante. Nos meus primeiros empregos minha faculdade deu uma certa segurança
    ao empregador, oque já é uma grande vantagem no mercado. É só se esforçar e saber aproveitá-la que a regulamentação não vale de nada.

  151. Marcus disse:

    Eu acredito que certas profissões realmente não precisam de regulamentação. Como foi dito em um comentário acima, o mercado regula a maioria delas.

    Sou profissional de TI a alguns anos, tenho curso superior em uma boa faculdade federal e não me sinto nem um pouco protegido pela regulamentação. Na realidade vou me sentir lesado com as prováveis taxas que aparecerão.

    O fato de ter um curso superior não indica que a pessoa é qualificada. As várias faculdades particulares fracas que surgiram nesses últimos anos mostra isso. Argumentar que uma pessoa sem diploma vai tomar sua vage em TI é querer esconder a incopetência num curso mal feito.

    Mas eu também não acho que a formação escolar é irrelevante. Nos meus primeiros empregos minha faculdade deu uma certa segurança
    ao empregador, oque já é uma grande vantagem no mercado. É só se esforçar e saber aproveitá-la que a regulamentação não vale de nada.

  152. Walker disse:

    Aos que andam dizendo que faculdade particular é fraca, tomem cuidado com o preconceito. Não generalizem. Há faculdades sérias, e há pessoas sérias fazendo essas faculdades.
    Muitas vezes o ensino de uma faculdade particular é melhor que uma paga. Podem argumentar como for. Mas EXISTEM faculdades particulares melhores que as públicas (se isso vale para o empregador, depende). Por isso sou a favor de uma seleção para regulamentação, independente de escolaridade. Assim as “malas” que atrasam o país não assumem vagas injustamente.

  153. Walker disse:

    Aos que andam dizendo que faculdade particular é fraca, tomem cuidado com o preconceito. Não generalizem. Há faculdades sérias, e há pessoas sérias fazendo essas faculdades.
    Muitas vezes o ensino de uma faculdade particular é melhor que uma paga. Podem argumentar como for. Mas EXISTEM faculdades particulares melhores que as públicas (se isso vale para o empregador, depende). Por isso sou a favor de uma seleção para regulamentação, independente de escolaridade. Assim as “malas” que atrasam o país não assumem vagas injustamente.

  154. Walker disse:

    Aos que andam dizendo que faculdade particular é fraca, tomem cuidado com o preconceito. Não generalizem. Há faculdades sérias, e há pessoas sérias fazendo essas faculdades.
    Muitas vezes o ensino de uma faculdade particular é melhor que uma paga. Podem argumentar como for. Mas EXISTEM faculdades particulares melhores que as públicas (se isso vale para o empregador, depende). Por isso sou a favor de uma seleção para regulamentação, independente de escolaridade. Assim as “malas” que atrasam o país não assumem vagas injustamente.

  155. Felipe Toledo disse:

    Silvio,

    Sei que já comentou sobre a regulamentação de profissionais de informática, porém uma notícia recente indica que a profissão de analista de sistemas será aprovada: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=143390&C=265

    Seria interessante um comentário sobre expectitativas de (NÃO!) aprovação, políticos, politicagens e o projeto em si.

    Desde já agradeço.

    • srlm disse:

      felipe,

      a coisa passou por mais uma comissão. mas o caminho é LONGO e não acho que vai sair não. estou preocupado, claro, mas esperançoso. e assim que houver mais dados, vou escrever um novo texto, aqui, sobre o estado das coisas.

  156. Felipe Toledo disse:

    Silvio,

    Sei que já comentou sobre a regulamentação de profissionais de informática, porém uma notícia recente indica que a profissão de analista de sistemas será aprovada: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=143390&C=265

    Seria interessante um comentário sobre expectitativas de (NÃO!) aprovação, políticos, politicagens e o projeto em si.

    Desde já agradeço.

    • srlm disse:

      felipe,

      a coisa passou por mais uma comissão. mas o caminho é LONGO e não acho que vai sair não. estou preocupado, claro, mas esperançoso. e assim que houver mais dados, vou escrever um novo texto, aqui, sobre o estado das coisas.

  157. Felipe Toledo disse:

    Silvio,

    Sei que já comentou sobre a regulamentação de profissionais de informática, porém uma notícia recente indica que a profissão de analista de sistemas será aprovada: http://www.tiinside.com.br/News.aspx?ID=143390&C=265

    Seria interessante um comentário sobre expectitativas de (NÃO!) aprovação, políticos, politicagens e o projeto em si.

    Desde já agradeço.

    • srlm disse:

      felipe,

      a coisa passou por mais uma comissão. mas o caminho é LONGO e não acho que vai sair não. estou preocupado, claro, mas esperançoso. e assim que houver mais dados, vou escrever um novo texto, aqui, sobre o estado das coisas.

  158. Leonardo - CIN (lbs2) disse:

    Dizer se sou contra ou favor da regulamentação não é suficiente; é necessário um aprofundamento, começando pela definição de “regulamentar”. De acordo com o Dicionário Priberam ¬– que é online – regular significa “Estabelecer regulamento ou norma em; regular”. Ao consultar “regular”, temos, na quarta acepção, “Regularizar o movimento de”. Finalmente, se pesquisarmos por “regularizar” obteremos, na primeira interpretação, “tornar regular” e, na segunda, “tornar razoável ou conveniente”. Ora! Mas quem seria contra isso? Eu, pelo menos, não. Que discussão seria a nossa se tivéssemos pessoas de um lado bradando “Sou contra a conveniência! Eu gosto é de complicação!” e de outro, pessoas concordando que razoável é algo de bom. Será que são essas as nossas diferenças?
    Não. E também sou eu contra essa palhaçada que malfada o verbo “regular” e vigora não só em nossa República das Bananas, mas ao redor do mundo onde quer que haja Governo (¹), o elefante branco que todos se recusam a enxergar.
    Na realidade burlesca de hoje, tínhamos até pouco uma “Ordem” dos músicos que embargava a vida dos não sócios (leia-se: que não pagavam anuidade); temos o “Conselho Federal” de Psicologia, que censura psicólogos cristãos, pois sua religião oficial é o niilismo e muitos outros exemplos.
    Enfim, se queremos facilitar a nossa vida como profissionais, temos que fazê-lo nós mesmos e não deixar que parasitas profissionais se incumbam dessa tarefa, monopolizando o processo e fechando as portas para qualquer tipo de concorrência.
    (¹) [Aprofundamento vai além do escopo] O que é o Governo com ”g” maiúsculo? Nada menos do que uma corporação terrorista que monopoliza o uso da força e a usa para obrigar outros a seguir seus estatutos. Não produz nenhuma riqueza para a sociedade; muito pelo contrário, é um parasita que sobrevive às custas do labor da mesma.

  159. Leonardo - CIN (lbs2) disse:

    Dizer se sou contra ou favor da regulamentação não é suficiente; é necessário um aprofundamento, começando pela definição de “regulamentar”. De acordo com o Dicionário Priberam ¬– que é online – regular significa “Estabelecer regulamento ou norma em; regular”. Ao consultar “regular”, temos, na quarta acepção, “Regularizar o movimento de”. Finalmente, se pesquisarmos por “regularizar” obteremos, na primeira interpretação, “tornar regular” e, na segunda, “tornar razoável ou conveniente”. Ora! Mas quem seria contra isso? Eu, pelo menos, não. Que discussão seria a nossa se tivéssemos pessoas de um lado bradando “Sou contra a conveniência! Eu gosto é de complicação!” e de outro, pessoas concordando que razoável é algo de bom. Será que são essas as nossas diferenças?
    Não. E também sou eu contra essa palhaçada que malfada o verbo “regular” e vigora não só em nossa República das Bananas, mas ao redor do mundo onde quer que haja Governo (¹), o elefante branco que todos se recusam a enxergar.
    Na realidade burlesca de hoje, tínhamos até pouco uma “Ordem” dos músicos que embargava a vida dos não sócios (leia-se: que não pagavam anuidade); temos o “Conselho Federal” de Psicologia, que censura psicólogos cristãos, pois sua religião oficial é o niilismo e muitos outros exemplos.
    Enfim, se queremos facilitar a nossa vida como profissionais, temos que fazê-lo nós mesmos e não deixar que parasitas profissionais se incumbam dessa tarefa, monopolizando o processo e fechando as portas para qualquer tipo de concorrência.
    (¹) [Aprofundamento vai além do escopo] O que é o Governo com ”g” maiúsculo? Nada menos do que uma corporação terrorista que monopoliza o uso da força e a usa para obrigar outros a seguir seus estatutos. Não produz nenhuma riqueza para a sociedade; muito pelo contrário, é um parasita que sobrevive às custas do labor da mesma.

  160. Leonardo - CIN (lbs2) disse:

    Dizer se sou contra ou favor da regulamentação não é suficiente; é necessário um aprofundamento, começando pela definição de “regulamentar”. De acordo com o Dicionário Priberam ¬– que é online – regular significa “Estabelecer regulamento ou norma em; regular”. Ao consultar “regular”, temos, na quarta acepção, “Regularizar o movimento de”. Finalmente, se pesquisarmos por “regularizar” obteremos, na primeira interpretação, “tornar regular” e, na segunda, “tornar razoável ou conveniente”. Ora! Mas quem seria contra isso? Eu, pelo menos, não. Que discussão seria a nossa se tivéssemos pessoas de um lado bradando “Sou contra a conveniência! Eu gosto é de complicação!” e de outro, pessoas concordando que razoável é algo de bom. Será que são essas as nossas diferenças?
    Não. E também sou eu contra essa palhaçada que malfada o verbo “regular” e vigora não só em nossa República das Bananas, mas ao redor do mundo onde quer que haja Governo (¹), o elefante branco que todos se recusam a enxergar.
    Na realidade burlesca de hoje, tínhamos até pouco uma “Ordem” dos músicos que embargava a vida dos não sócios (leia-se: que não pagavam anuidade); temos o “Conselho Federal” de Psicologia, que censura psicólogos cristãos, pois sua religião oficial é o niilismo e muitos outros exemplos.
    Enfim, se queremos facilitar a nossa vida como profissionais, temos que fazê-lo nós mesmos e não deixar que parasitas profissionais se incumbam dessa tarefa, monopolizando o processo e fechando as portas para qualquer tipo de concorrência.
    (¹) [Aprofundamento vai além do escopo] O que é o Governo com ”g” maiúsculo? Nada menos do que uma corporação terrorista que monopoliza o uso da força e a usa para obrigar outros a seguir seus estatutos. Não produz nenhuma riqueza para a sociedade; muito pelo contrário, é um parasita que sobrevive às custas do labor da mesma.

  161. Dirceu disse:

    |”Regulamentar tudo sim!!!
    nao me matei de estudar TI para um Ze Mane sem formação ocupar a vaga de quem estudou.
    Ou voce prefere um pais com medicos sem diploma??”

    Ok, hipoteticamente, um sistema que controle o metrô e que tenha um erro poderia causar um acidente. Mas quantos casos já vimos sobre isso na prática?

    Portanto, é bem diferente. Ser médico e ter a vida dos outros diretamente nas suas mãos. Um pequeno erro médico pode causar a morte de várias pessoas. E não apenas hipoteticamente. Vemos isso todo dia.

    Mas mesmo se o diploma para médico passasse a não ser mais exigido, ainda assim, o mercado regularia. Em que médico você iria se estivesse vomitando sangue? Um que é formado e cobra R$100 por consulta, ou “um cara lá da esquina que é mecânico de motos mas sabe medicina” e que cobra R$10 por consulta?

    Em segundo lugar, se você for competente, não vai perder seu emprego para um Zé Mané. Só se o Zé Mané que não tem formação for mais competente do que você.

    Ser um bom profissional na área de informática não significa ter ficado com a bunda quadrada depois de sentar 3, 4, 5 anos, estudando programação, banco de dados, diagramas entidade-relacionamento, e essas coisas todas.

    Ser um bom profissional significa entender a máquina como se ela fosse uma extensão do seu cérebro. Pensar como uma. Prever os erros que podem acontecer em cada trecho do código antes que eles ocorram. Imaginar todos os possíveis overflows, variáveis não inicializadas, divisões por zero e as idiotices que os usuários possam fazer e cuidar para que isso não ocorra. É deixar o código completo e enxuto. É ser o próprio computador.

    Sou formado em Ciência da Computação há 10 anos. Eu sei o que eu aprendi. Sei que alguns conhecimentos que adquiri não se obtém fácil. Mas sei que muitos dos meus colegas já esqueceram tudo o que aprenderam. Sei que muitas pessoas sem diploma são mais competentes do que alguns colegas meus. Hoje sou dono da minha empresa. E se tiver que escolher entre um Zé Mané sem formação e um Zé Mané com formação, escolheria o mais competente para trabalhar no tipo de sistemas que minha empresa desenvolver, e não o que exigir o salário mais baixo.

    A regulamentação, a necessidade de registro, de diploma não vai servir para nada. Só para trazer mais despesas aos profissionais e acabar com a agilidade do setor em responder às mudanças.

    Uma coisa é ser médico, bibliotecário, juiz ou engenheiro civil, onde as mudanças ocorrem, mas em uma velocidade mais lenta. Outra é amarrar uma profissão cujas atribuições, ferramentas, conhecimento, mudam todo ano.

    As profissões da área de informática sempre foram desregulamentadas e livres. E têm que continuar assim pra sempre, se não quisermos voltar ao ano de 1909.

  162. Dirceu disse:

    |”Regulamentar tudo sim!!!
    nao me matei de estudar TI para um Ze Mane sem formação ocupar a vaga de quem estudou.
    Ou voce prefere um pais com medicos sem diploma??”

    Ok, hipoteticamente, um sistema que controle o metrô e que tenha um erro poderia causar um acidente. Mas quantos casos já vimos sobre isso na prática?

    Portanto, é bem diferente. Ser médico e ter a vida dos outros diretamente nas suas mãos. Um pequeno erro médico pode causar a morte de várias pessoas. E não apenas hipoteticamente. Vemos isso todo dia.

    Mas mesmo se o diploma para médico passasse a não ser mais exigido, ainda assim, o mercado regularia. Em que médico você iria se estivesse vomitando sangue? Um que é formado e cobra R$100 por consulta, ou “um cara lá da esquina que é mecânico de motos mas sabe medicina” e que cobra R$10 por consulta?

    Em segundo lugar, se você for competente, não vai perder seu emprego para um Zé Mané. Só se o Zé Mané que não tem formação for mais competente do que você.

    Ser um bom profissional na área de informática não significa ter ficado com a bunda quadrada depois de sentar 3, 4, 5 anos, estudando programação, banco de dados, diagramas entidade-relacionamento, e essas coisas todas.

    Ser um bom profissional significa entender a máquina como se ela fosse uma extensão do seu cérebro. Pensar como uma. Prever os erros que podem acontecer em cada trecho do código antes que eles ocorram. Imaginar todos os possíveis overflows, variáveis não inicializadas, divisões por zero e as idiotices que os usuários possam fazer e cuidar para que isso não ocorra. É deixar o código completo e enxuto. É ser o próprio computador.

    Sou formado em Ciência da Computação há 10 anos. Eu sei o que eu aprendi. Sei que alguns conhecimentos que adquiri não se obtém fácil. Mas sei que muitos dos meus colegas já esqueceram tudo o que aprenderam. Sei que muitas pessoas sem diploma são mais competentes do que alguns colegas meus. Hoje sou dono da minha empresa. E se tiver que escolher entre um Zé Mané sem formação e um Zé Mané com formação, escolheria o mais competente para trabalhar no tipo de sistemas que minha empresa desenvolver, e não o que exigir o salário mais baixo.

    A regulamentação, a necessidade de registro, de diploma não vai servir para nada. Só para trazer mais despesas aos profissionais e acabar com a agilidade do setor em responder às mudanças.

    Uma coisa é ser médico, bibliotecário, juiz ou engenheiro civil, onde as mudanças ocorrem, mas em uma velocidade mais lenta. Outra é amarrar uma profissão cujas atribuições, ferramentas, conhecimento, mudam todo ano.

    As profissões da área de informática sempre foram desregulamentadas e livres. E têm que continuar assim pra sempre, se não quisermos voltar ao ano de 1909.

  163. Dirceu disse:

    |”Regulamentar tudo sim!!!
    nao me matei de estudar TI para um Ze Mane sem formação ocupar a vaga de quem estudou.
    Ou voce prefere um pais com medicos sem diploma??”

    Ok, hipoteticamente, um sistema que controle o metrô e que tenha um erro poderia causar um acidente. Mas quantos casos já vimos sobre isso na prática?

    Portanto, é bem diferente. Ser médico e ter a vida dos outros diretamente nas suas mãos. Um pequeno erro médico pode causar a morte de várias pessoas. E não apenas hipoteticamente. Vemos isso todo dia.

    Mas mesmo se o diploma para médico passasse a não ser mais exigido, ainda assim, o mercado regularia. Em que médico você iria se estivesse vomitando sangue? Um que é formado e cobra R$100 por consulta, ou “um cara lá da esquina que é mecânico de motos mas sabe medicina” e que cobra R$10 por consulta?

    Em segundo lugar, se você for competente, não vai perder seu emprego para um Zé Mané. Só se o Zé Mané que não tem formação for mais competente do que você.

    Ser um bom profissional na área de informática não significa ter ficado com a bunda quadrada depois de sentar 3, 4, 5 anos, estudando programação, banco de dados, diagramas entidade-relacionamento, e essas coisas todas.

    Ser um bom profissional significa entender a máquina como se ela fosse uma extensão do seu cérebro. Pensar como uma. Prever os erros que podem acontecer em cada trecho do código antes que eles ocorram. Imaginar todos os possíveis overflows, variáveis não inicializadas, divisões por zero e as idiotices que os usuários possam fazer e cuidar para que isso não ocorra. É deixar o código completo e enxuto. É ser o próprio computador.

    Sou formado em Ciência da Computação há 10 anos. Eu sei o que eu aprendi. Sei que alguns conhecimentos que adquiri não se obtém fácil. Mas sei que muitos dos meus colegas já esqueceram tudo o que aprenderam. Sei que muitas pessoas sem diploma são mais competentes do que alguns colegas meus. Hoje sou dono da minha empresa. E se tiver que escolher entre um Zé Mané sem formação e um Zé Mané com formação, escolheria o mais competente para trabalhar no tipo de sistemas que minha empresa desenvolver, e não o que exigir o salário mais baixo.

    A regulamentação, a necessidade de registro, de diploma não vai servir para nada. Só para trazer mais despesas aos profissionais e acabar com a agilidade do setor em responder às mudanças.

    Uma coisa é ser médico, bibliotecário, juiz ou engenheiro civil, onde as mudanças ocorrem, mas em uma velocidade mais lenta. Outra é amarrar uma profissão cujas atribuições, ferramentas, conhecimento, mudam todo ano.

    As profissões da área de informática sempre foram desregulamentadas e livres. E têm que continuar assim pra sempre, se não quisermos voltar ao ano de 1909.

  164. rodrigo-sp disse:

    O que deve ser levado em conta é o potencial individual, sou contra todo e qualquer preconceito profissional,pq conheço pessoas formadas mal sucedidas, como tbm auto didatas muito competentes e bem sucedidos em suas áreas de atuação.

    Thomas Edison que o diga!!!

  165. rodrigo-sp disse:

    O que deve ser levado em conta é o potencial individual, sou contra todo e qualquer preconceito profissional,pq conheço pessoas formadas mal sucedidas, como tbm auto didatas muito competentes e bem sucedidos em suas áreas de atuação.

    Thomas Edison que o diga!!!

  166. rodrigo-sp disse:

    O que deve ser levado em conta é o potencial individual, sou contra todo e qualquer preconceito profissional,pq conheço pessoas formadas mal sucedidas, como tbm auto didatas muito competentes e bem sucedidos em suas áreas de atuação.

    Thomas Edison que o diga!!!

  167. pet shop disse:

    qual as otras profissoes que voce citou ?

  168. pet shop disse:

    qual as otras profissoes que voce citou ?

  169. pet shop disse:

    qual as otras profissoes que voce citou ?

  170. Ricardo Mesquita disse:

    s profissionais formados e qualificados cansaram de ter que ensinar padrões a programador de revistinha. Chega de ter que ensinar como funciona um SO a DBA de cursinho. Chega de ter que dizer que R$ 2.000,00 é pouco para ter uma função séria em uma empresa.

    Todos sabem que a Informática será regulamentada desde 19XX. Faltou estudar… Eu estudei, mesmo tendo mais de 10 anos de experiência profissional. SOU FAVORÁVEL A ESSE PROJETO DE LEI.
    Chega de micreiros !
    Chega de ouvir que o sobrinho de fulano faz programa (a mesma coisa que você profissional de T. I.).
    Precisamos de gente qualificada para projetos melhores.

  171. Ricardo Mesquita disse:

    s profissionais formados e qualificados cansaram de ter que ensinar padrões a programador de revistinha. Chega de ter que ensinar como funciona um SO a DBA de cursinho. Chega de ter que dizer que R$ 2.000,00 é pouco para ter uma função séria em uma empresa.

    Todos sabem que a Informática será regulamentada desde 19XX. Faltou estudar… Eu estudei, mesmo tendo mais de 10 anos de experiência profissional. SOU FAVORÁVEL A ESSE PROJETO DE LEI.
    Chega de micreiros !
    Chega de ouvir que o sobrinho de fulano faz programa (a mesma coisa que você profissional de T. I.).
    Precisamos de gente qualificada para projetos melhores.

  172. Ricardo Mesquita disse:

    s profissionais formados e qualificados cansaram de ter que ensinar padrões a programador de revistinha. Chega de ter que ensinar como funciona um SO a DBA de cursinho. Chega de ter que dizer que R$ 2.000,00 é pouco para ter uma função séria em uma empresa.

    Todos sabem que a Informática será regulamentada desde 19XX. Faltou estudar… Eu estudei, mesmo tendo mais de 10 anos de experiência profissional. SOU FAVORÁVEL A ESSE PROJETO DE LEI.
    Chega de micreiros !
    Chega de ouvir que o sobrinho de fulano faz programa (a mesma coisa que você profissional de T. I.).
    Precisamos de gente qualificada para projetos melhores.

  173. sandra silva disse:

    ENTREI AQUI ,NA ESPERANÇA DE ACHAR UM TEXTO EM ESPANHOL SOBRE ALGUMA PROFISSÃO .INFELIZMENTE NÃO ENCONTREI .SE FOR POSSIVEL ,ORIENTEM-ME.

  174. sandra silva disse:

    ENTREI AQUI ,NA ESPERANÇA DE ACHAR UM TEXTO EM ESPANHOL SOBRE ALGUMA PROFISSÃO .INFELIZMENTE NÃO ENCONTREI .SE FOR POSSIVEL ,ORIENTEM-ME.

  175. sandra silva disse:

    ENTREI AQUI ,NA ESPERANÇA DE ACHAR UM TEXTO EM ESPANHOL SOBRE ALGUMA PROFISSÃO .INFELIZMENTE NÃO ENCONTREI .SE FOR POSSIVEL ,ORIENTEM-ME.

  176. sandra silva disse:

    GOSTARIA DE TER A CESSO A TEXTOS SOBRE PROFISSÕES ,MAS EM ESPANHOL.

  177. sandra silva disse:

    GOSTARIA DE TER A CESSO A TEXTOS SOBRE PROFISSÕES ,MAS EM ESPANHOL.

  178. sandra silva disse:

    GOSTARIA DE TER A CESSO A TEXTOS SOBRE PROFISSÕES ,MAS EM ESPANHOL.

  179. MFA disse:

    Gostaria de poder concordar com quem fala que a regulamentação da profissão de Analista de Sistemas vai ser boa. Sou Analista de Sistemas autodidata. Trabalho com profissionais formados e excelentes que me mostraram isso no trabalho. Ao mesmo tempo, trabalho com profissionais formados incompetentes que mostram isso na prática e, na primeira leva de corte de funcionários da empresa, eles vão ser despedidos.

    O que quero dizer pode parecer um “lugar-comum” mas não é: Existem profissionais bons e ruins, formados e não formados. A empresa sempre vai contratar o cara que for mais competente e trazer mais lucros pra ela. Dessa forma, falar que não quer ver a sua vaga, um profissional formado, ser pega por um não formado é Bullshit! Se isso acontece com um formado é porque para a empresa ele não é tão bom assim, ou ele não soube mostrar que era, se omitiu.

    Dessa forma, a regulamentação é ridícula e totalmente artificial. O mercado de TI se auto-regula, como já falaram e é o que acontece hoje. Então, qual o benefício dessa regulamentação burra?

    Resposta: Controle do governo sobre o gado e lucro com impostos que não vão voltar para a sociedade como já acontece atualmente…….#fuck

    Sou totalmente contra essa porcaria.

    Ao Ricardo Mesquita que reclamou que não quer mais ter que ensinar como funciona um SO a um DBA de cursinho. Bixo, com todo respeito, você é burro. Isso é uma coisa que você tem que reclamar com o seu chefe. Você não tem obrigação de ensinar ninguem filho…buuuuurrro.

  180. MFA disse:

    Gostaria de poder concordar com quem fala que a regulamentação da profissão de Analista de Sistemas vai ser boa. Sou Analista de Sistemas autodidata. Trabalho com profissionais formados e excelentes que me mostraram isso no trabalho. Ao mesmo tempo, trabalho com profissionais formados incompetentes que mostram isso na prática e, na primeira leva de corte de funcionários da empresa, eles vão ser despedidos.

    O que quero dizer pode parecer um “lugar-comum” mas não é: Existem profissionais bons e ruins, formados e não formados. A empresa sempre vai contratar o cara que for mais competente e trazer mais lucros pra ela. Dessa forma, falar que não quer ver a sua vaga, um profissional formado, ser pega por um não formado é Bullshit! Se isso acontece com um formado é porque para a empresa ele não é tão bom assim, ou ele não soube mostrar que era, se omitiu.

    Dessa forma, a regulamentação é ridícula e totalmente artificial. O mercado de TI se auto-regula, como já falaram e é o que acontece hoje. Então, qual o benefício dessa regulamentação burra?

    Resposta: Controle do governo sobre o gado e lucro com impostos que não vão voltar para a sociedade como já acontece atualmente…….#fuck

    Sou totalmente contra essa porcaria.

    Ao Ricardo Mesquita que reclamou que não quer mais ter que ensinar como funciona um SO a um DBA de cursinho. Bixo, com todo respeito, você é burro. Isso é uma coisa que você tem que reclamar com o seu chefe. Você não tem obrigação de ensinar ninguem filho…buuuuurrro.

  181. MFA disse:

    Gostaria de poder concordar com quem fala que a regulamentação da profissão de Analista de Sistemas vai ser boa. Sou Analista de Sistemas autodidata. Trabalho com profissionais formados e excelentes que me mostraram isso no trabalho. Ao mesmo tempo, trabalho com profissionais formados incompetentes que mostram isso na prática e, na primeira leva de corte de funcionários da empresa, eles vão ser despedidos.

    O que quero dizer pode parecer um “lugar-comum” mas não é: Existem profissionais bons e ruins, formados e não formados. A empresa sempre vai contratar o cara que for mais competente e trazer mais lucros pra ela. Dessa forma, falar que não quer ver a sua vaga, um profissional formado, ser pega por um não formado é Bullshit! Se isso acontece com um formado é porque para a empresa ele não é tão bom assim, ou ele não soube mostrar que era, se omitiu.

    Dessa forma, a regulamentação é ridícula e totalmente artificial. O mercado de TI se auto-regula, como já falaram e é o que acontece hoje. Então, qual o benefício dessa regulamentação burra?

    Resposta: Controle do governo sobre o gado e lucro com impostos que não vão voltar para a sociedade como já acontece atualmente…….#fuck

    Sou totalmente contra essa porcaria.

    Ao Ricardo Mesquita que reclamou que não quer mais ter que ensinar como funciona um SO a um DBA de cursinho. Bixo, com todo respeito, você é burro. Isso é uma coisa que você tem que reclamar com o seu chefe. Você não tem obrigação de ensinar ninguem filho…buuuuurrro.

  182. Bruno César disse:

    Muito bom artigo Silvio, a faculdade pode te dar uma noção legal e guia, mas conheço várias pessoas que já estão no ramo criando softwares complexos e agora precisam ir para a sala de aula por medo desta possível lei!!! Atualmente eu estudo Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela FAFICA / Caruaru – PE

  183. Bruno César disse:

    Muito bom artigo Silvio, a faculdade pode te dar uma noção legal e guia, mas conheço várias pessoas que já estão no ramo criando softwares complexos e agora precisam ir para a sala de aula por medo desta possível lei!!! Atualmente eu estudo Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela FAFICA / Caruaru – PE

  184. Bruno César disse:

    Muito bom artigo Silvio, a faculdade pode te dar uma noção legal e guia, mas conheço várias pessoas que já estão no ramo criando softwares complexos e agora precisam ir para a sala de aula por medo desta possível lei!!! Atualmente eu estudo Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela FAFICA / Caruaru – PE

  185. Luciano disse:

    De volta para o futuro…

    Este artigo de agosto de 2.009 tocou na regulamentação das profissões de flanelinha em capoeirista. Bem, agora estamos em 2012 e semanas atrás foram regulamentadas as profissões de cozinheiro e… catador de papel!

    No Brasil, a regulamentação profissional virou uma verdadeira praga. Deveria ser utilizada como recurso para proteger a sociedade de maus profissionais, mas foi deturpada e transformada em um instrumento para criar reservas de mercado para alguns graduados e boquinhas para sindicalistas em órgãos de classe. Em alguns casos a cara de pau é tão grande que chegam a propor a regulamentação de atividades já regulamentadas.

    Acho que a regulamentação deveria existir apenas em casos bem específicos, quando o exercício de uma atividade ou profissão representasse risco para a vida ou segurança de alguém, como é o caso da área de saúde, advocacia e algumas áreas da engenharia.

  186. Luciano disse:

    De volta para o futuro…

    Este artigo de agosto de 2.009 tocou na regulamentação das profissões de flanelinha em capoeirista. Bem, agora estamos em 2012 e semanas atrás foram regulamentadas as profissões de cozinheiro e… catador de papel!

    No Brasil, a regulamentação profissional virou uma verdadeira praga. Deveria ser utilizada como recurso para proteger a sociedade de maus profissionais, mas foi deturpada e transformada em um instrumento para criar reservas de mercado para alguns graduados e boquinhas para sindicalistas em órgãos de classe. Em alguns casos a cara de pau é tão grande que chegam a propor a regulamentação de atividades já regulamentadas.

    Acho que a regulamentação deveria existir apenas em casos bem específicos, quando o exercício de uma atividade ou profissão representasse risco para a vida ou segurança de alguém, como é o caso da área de saúde, advocacia e algumas áreas da engenharia.

  187. Luciano disse:

    De volta para o futuro…

    Este artigo de agosto de 2.009 tocou na regulamentação das profissões de flanelinha em capoeirista. Bem, agora estamos em 2012 e semanas atrás foram regulamentadas as profissões de cozinheiro e… catador de papel!

    No Brasil, a regulamentação profissional virou uma verdadeira praga. Deveria ser utilizada como recurso para proteger a sociedade de maus profissionais, mas foi deturpada e transformada em um instrumento para criar reservas de mercado para alguns graduados e boquinhas para sindicalistas em órgãos de classe. Em alguns casos a cara de pau é tão grande que chegam a propor a regulamentação de atividades já regulamentadas.

    Acho que a regulamentação deveria existir apenas em casos bem específicos, quando o exercício de uma atividade ou profissão representasse risco para a vida ou segurança de alguém, como é o caso da área de saúde, advocacia e algumas áreas da engenharia.