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Escrito por • 14/08/2009

pronto para o fim de semana?

não vá pra casa, hoje, sem ter visto como calvin harris e seu time montaram e usaram, para tocar o hit ready for trhe weekend, um sintetizador feito, em parte, por seres humanos. pra saber como o " instrumento" foi montado, clique no video a seguir.

para fazer o seu, use algumas pessoas pintadas com um novo tipo de tinta condutora, um bocado de pads interligados, e conectados a sequenciadores e sintetizadores de verdade e…. haja ensaio. pra ver a coisa tocando [sendo tocada], clique no vídeo abaixo.

moral da história? que tudo é cada vez mais mediado por tecnologia não é novidade. a novidade são os usos cada vez mais criativos e sofisticados que se faz das possibilidades tecnológicas. o detalhe, que não aparece em nenhum dos dois vídeos, é que quase qualquer um pode fazer coisa muito parecida em casa, com um console de jogos e um conjunto de pads. e muito software pra controlar a coisa toda.

caso você nunca tenha visto alguém jogando DDR [dance dance revolution], dê uma olhada no garotinho do vídeo a seguir.

o que harris fez foi elevar isso ao nível de performance coletiva, executando a música de fato, no processo. mas a idéia básica está todinha no sistema e performance do vídeo acima. agora, no fim de semana, tente fazer pelo menos 10% do que o garoto faz…

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0 Responses to pronto para o fim de semana?

  1. Nada, mas absolutamente nada substitui a criatividade humana. Por mais automatizados que se tornem os processos e relações, a criatividade humana sempre se sobressairá às máquinas. É importante, portanto, incentivar a criatividade desde cedo.

  2. Nada, mas absolutamente nada substitui a criatividade humana. Por mais automatizados que se tornem os processos e relações, a criatividade humana sempre se sobressairá às máquinas. É importante, portanto, incentivar a criatividade desde cedo.

  3. Carlos disse:

    muito bom o post e o blog,gostei tambem bastante do post sobre o yahoo…parabens

  4. Carlos disse:

    muito bom o post e o blog,gostei tambem bastante do post sobre o yahoo…parabens

  5. Victor Rodrigues disse:

    Ronaldo, acho que essa questão de máquinas substituirem a criatividade humana (ou não) já passou.. e nem poderia ser o caso disso aí. O human-synth (unplugged) deve existir desde que o mundo faz música, por conta da body percussion. No eletrônico a criatividade humana não foi diminuída ou automatizada, isso aí é mais uma interface, o que pode inclusive estimular outras maneiras criativas de lidar com informação/arte.

    Depois desses tapetinhos, do wii, da tecnologia multitouch e do projeto Natal (xbox), além de várias outras plataformas que trazem sempre algo de novo nessa área (desde o kraftwerk para depois do daft punk e do reactable), vão surgir maneiras cada vez mais incríveis e diferentes de fazer música.

    E tudo isso que pode acontecer não tem sequer o poder de aposentar o violão, muito menos de diminuir a criatividade humana. Pelo contrário, pois havendo interface entre o músico e os “hyperinstruments”, a criatividade é apenas estimulada pela interação com outros objetos, outros resultados. Nos instrumentos digitais, havendo comunicação de alguma forma entre o músico e o sistema, a criatividade tem seu espaço garantido. “Comunicação” pode significar um simples sensor de presença daqueles de corredor, que acendem a luz quando a gente passa. Ou ser algo bem mais complexo dentro de um framework de fazer música. Pode ser a análise das faces do público em um espetáculo, pode ser a comunicação do instrumento com atores sintéticos especificados e modelados por humanos, ou por outros agentes inteligentes.

  6. Victor Rodrigues disse:

    Ronaldo, acho que essa questão de máquinas substituirem a criatividade humana (ou não) já passou.. e nem poderia ser o caso disso aí. O human-synth (unplugged) deve existir desde que o mundo faz música, por conta da body percussion. No eletrônico a criatividade humana não foi diminuída ou automatizada, isso aí é mais uma interface, o que pode inclusive estimular outras maneiras criativas de lidar com informação/arte.

    Depois desses tapetinhos, do wii, da tecnologia multitouch e do projeto Natal (xbox), além de várias outras plataformas que trazem sempre algo de novo nessa área (desde o kraftwerk para depois do daft punk e do reactable), vão surgir maneiras cada vez mais incríveis e diferentes de fazer música.

    E tudo isso que pode acontecer não tem sequer o poder de aposentar o violão, muito menos de diminuir a criatividade humana. Pelo contrário, pois havendo interface entre o músico e os “hyperinstruments”, a criatividade é apenas estimulada pela interação com outros objetos, outros resultados. Nos instrumentos digitais, havendo comunicação de alguma forma entre o músico e o sistema, a criatividade tem seu espaço garantido. “Comunicação” pode significar um simples sensor de presença daqueles de corredor, que acendem a luz quando a gente passa. Ou ser algo bem mais complexo dentro de um framework de fazer música. Pode ser a análise das faces do público em um espetáculo, pode ser a comunicação do instrumento com atores sintéticos especificados e modelados por humanos, ou por outros agentes inteligentes.

  7. João disse:

    Você não faz o menor sentido!

  8. João disse:

    Você não faz o menor sentido!